Mike Driver
RMH
YOU ARE THE REASON

★
Keni
ojovivo
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2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

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❣ Chile in a Photography ❣

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Janaina Medeiros
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@huffle-lufkin
Vasculhava todas as direções fervorosamente, ao ponto de acabar esbarrando de leve em alguém. “Ow, desculpa. Você não teria visto um cururu velho e mais ou menos desse tamanho por aí, teria?” As mãos se afastaram cerca de vinte centímetros enquanto observava @wakcupdcad esperançosamente. Ela sorriu em nervosismo. “Ou quem sabe um vidrinho cheio de moscas frescas dando sopa em alguma superfície...?” essa segunda pergunta, além de um trocadilho horroroso, era mais uma súplica ao universo do que uma dúvida verdadeira. O recital de Halloween do coral de sapos seria dali a poucas horas e, para variar, Simonetti Froggo estava dando um de seus chiliques de Diva. Precisava encontrá-lo. E rápido. “É importante.”
Aperte no coração para um starter em tema de Halloween com essa lufaninha nada carismática! (ou digite o nome do seu personagem, em caso de mais de um).
assim que avistara a silhueta que reconhecera na noite anterior, micaiah não hesitou em aproximar-se sorrateiramente, pelas costas desta, tornando-se imóvel somente quando pouca distância restava entre ambos. — você deveria ao menos ter se esforçado um pouco mais no seu disfarce quando decidiu entrar na floresta proibida ontem à noite… — pronunciou-se baixo no intuito de manter a discrição do assunto, embora a expressão facial demonstrasse seu tom de repreensão mais do que a própria voz. — mas se tiver uma boa explicação talvez sua casa não precise perder alguns pontos. — o rosto se contorceu numa expressão divertida apesar da ameaça ser sincera.
Naime deu um pulo, virando para ficar frente a frente com a voz que falava. A mão sobre o peito revelou como o coração estava acelerado. “Ai, que susto! Por Helga, Micaiah, achei que fosse o Pirraça...” Sua relação com o poltergeist da sonserina já não era das melhores desde que tinha tentado usar a criatura como experimento na última aula de estudos espectrais. Passado o sobressalto, as palavras enfim fizeram algum sentido. Ela fechou a cara. “Esqueci que tenho um stalker. Pode deixar, pai, da próxima vez não vou ser tão descuidada.” Replicou num sussurro malcriado. Havia quem estranhasse tanta intimidade entre ela e o professor de transfiguração, mas se tratava de um laço que existia antes mesmo de qualquer um dos dois pisarem naquele castelo. Micaiah Silverthorn era um grande amigo de seus pais. “Qual é, Mica... Isso já é golpe baixo.” Ameaçá-la com pontos?! Longe demais. Naime preferia perder sua coleção inteira de cartas-de-sapo-de-chocolate das holyhead harpies do que ser a responsável por uma punição na Lufa-Lufa. Tinha certeza que aquilo ficaria no seu histórico. “Ok, você venceu. Eu falo.”
o olhar cansado do garoto se abriu com o susto do cutucão, mas logo veio o suspiro ao ver naime ali, espreguiçando-se brevemente. ─ hmm… se eu ‘tô, você também tá… ─ resmungou e já começava a se levantar quando sentiu o movimento da escada e voltou a cair sobre a bunda, não conseguindo se segurar no corrimão a tempo. ─ ah não… ─ disse com alguma preocupação, sentindo que não era o plano dela irem para onde quer que as escadas os estivessem levando. ─ a gente devia ter pulado… ─ comentou, esfregando os olhos para ter certeza de que não era um sonho. ele tinha que ter dormido nas escadas, né…
Como de costume, o atraso breve em serviço da monitoria já havia sido acordado com o professor, pois somente a ideia de passar a impressão de irresponsável não a agradava nem um pouquinho. Não a toa, o resmungo do Sonserino causou em si irritação. Quanta ingratidão! “Eu estava no caminho até ela...” replicou, os olhos ligeiramente contraídos ao dar ênfase nas palavras. “Diferente de você, que estava no meu caminho. Eu deveria era ter te deixado aqui.” Murmurou. Quando o movimento enfim parou, ela empinou o nariz e endireitou também a postura. “Como é que você e os outros sequer conseguem dormir nesses degraus? Parecem desconfortáveis.” Junto ao questionamento sincero, a destra varreu para longe partículas de poeira que tinham se grudado nas vestes escuras. Enfim limpinha, foi hora dos olhos vasculharem o ambiente em busca de um ponto de referência. E, para a desprazerosa surpresa da Lufkin, o único caminho possível era para frente, direto para um corredor escuro. “Eu tenho certeza que quem surgiu com a ideia dessa escadaria movediça foi o Gryffindor... Sete anos em Hogwarts e até agora a maior função dela é me pregar peças!” Confessou a teoria, olhando de soslaio para o rapaz assim que deu o primeiro passo. Precisava achar um caminho alternativo ou iria mesmo perder aula. “E então, você vem ou... prefere pular?” Abriu um sorrisinho.
Desde que @nxvagrindelwald havia retornado a Hogwarts, era certo afirmar que as manhãs de Naime tinham se tornado mais vibrantes. Além de matar a saudade que sentira graças ao ano sem contato, precisava admitir que encontrava muita diversão em dividir sua rotina matinal com a amiga de longa data. Os primeiros raios de sol tinham acabado de invadir as janelinhas redondas da comunal da lufa-lufa quando o despertador tocou alguns beeps antes de ser desligado. Já acostumada àquele horário, não precisava de muito esforço para acordar com energia. Seu próximo instinto foi se jogar delicadamente sobre a cama da Grindelwald, determinada a despertá-la também. “Acorda, gatinha! O sol nasceu, os passarinhos já tão cantando há horas... Só falta a gente!”
flashback: 1 ano atrás.
Com uma mão na cintura e sorriso divertido no canto dos lábios, parou durante alguns segundos para admirar a cena: @thealphen no auge do seu sono, daquela vez solitário enquanto deitado sobre os degraus do terceiro lance das escadarias movediças. O toque para as aulas da tarde havia soado há pouco menos de dez minutos, e Naime fazia ronda na intenção de devolver os primeiranistas perdidos às suas respectivas salas. Deveria acordá-lo. Foi nessa intenção que se aproximou e o cutucou brevemente no braço, esperando que demonstrasse algum sinal de vida. “Ei, Althaus. Acorda, você tá perdendo aula.” alertou. Mas não houve tempo para resposta antes que as escadarias resolvessem dar-lhe uma mãozinha, sendo necessário se apoiar num dos corrimãos para não desequilibrar graças ao solavanco do movimento. Fantástico, pensou com sarcasmo. Para onde será que estavam indo agora?
“Eu não consegui terminar a coleção.” Confessou para aquele com quem conversava. “Li até o quarto volume, mas depois que mataram o Cedrico foi a gota d’água. Já não bastasse a falta de representatividade, me matam o único lufano com mais de duas falas?!” Ela balançou a cabeça numa negativa forte, mostrando sua indignação. “Nah, não sou muito fã de Harry Potter não. Você gosta?”
Ottilie estava na biblioteca. Escondida num monte de livros que pareciam fazer uma muralha entre Ottilie e o resto do mundo. Esta, como sempre, estudava e trabalhava. Mesmo que não fizesse isso, Ottie amava a biblioteca, o unico lugar que tinha paz e conseguia estar com ela mesma. Pelo menos, até alguém chega-se. Quando a sombra do muse apareceu bem por detrás, a morena virou-se com a sobrancelha arqueada “Olá? Precisa de algo? Algum dos livros?” Perguntou, tentando perceber a precensa da pessoa que estava atrás dela.
Que o trabalho de runas requeria uma pesquisa extensa Naime já sabia. Mas a questão se complicava quando um dos dicionários a serem usados, ela descobriu da pior maneira, era raro e antigo, peça única na seção restrita da biblioteca de Hogwarts. Após dois dias de visitas frustradas, encontrando nada além de um espaço vazio onde o exemplar deveria estar, seus olhos flagraram o título empilhado junto a uma verdadeira fortaleza de livros na frente de Ottilie. Foi assim que Nana se aproximou, sorriso vitorioso na extensão dos lábios. “Achei você, seu pestinha.” O sussurro escapou inconsciente. Seus olhos, focados na peça, fizeram caminho rápido até a Potter quando ouviu as perguntas. Lufkin apontou para o livro. “Sim! Por Helga, não sabe o quanto eu procurei por esse dicionário. Se importa se eu sentar com você uns minutos? Só mais duas runas traduzidas e termino o trabalho.”
we always talk abt how slytherins aren’t all angry and evil, why don’t we talk about how hufflepuffs aren’t always happy and shallow? Just and loyal does not mean naïve and stupid, and the fact that everyone thinks it does shows how little kindness is valued. Hufflepuffs are the ones at rallies and marches, calling their representatives every day and night and running equality accounts-just. Hufflepuffs are the ones staying up all night to talk to their friends, jumping over tables to defend their squad and helping people through the worst parts of their lives-loyal. We are not all stupid and happy, we are angry and passionate. We aren’t all flowers and sunshine, we are huge signs and wiping away tears from our the faces of our loved ones. We aren’t put in our house because we aren’t smart, or brave, or cunning. We understand that kindness in the face of adversity encompasses all of those traits and more. We are not the children. We are not your leftovers.
To succeed had become an obsession.
Zelda Fitzgerald, Save Me the Waltz (via rocknrollreads)
She looks so pure, So angelic, But be full of care, The most beautiful flowers, Can be the most toxic.She appears to be an angel, A saint, But be careful, Even Satan was once an angel.
music-and-hope (via wordsnquotes)
She’s a notorious sadist and not…not in a good way.