“Os outros eu conheci por acaso. Você eu encontrei porque era preciso.”
— Guimarães Rosa. (via inverbos)
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“Os outros eu conheci por acaso. Você eu encontrei porque era preciso.”
— Guimarães Rosa. (via inverbos)
“— Eu a amava. — Não ama mais? — Pelo bem da minha sanidade mental: não mais.”
— Carlos Eduardo Saltzman.
“Eu quero que você saiba, que se você cair, tropeçar, eu te levantarei do chão. Se você perder a fé em si mesmo, eu te darei força pra sair dessa. Me fale que você não vai desistir, pois eu estarei esperando.”
— Simple Plan.
“Te pedi pra Deus de presente, pra me ver contente, ele te inventou.”
— Jorge e Mateus.
“Eu olho pra sua tatuagem e pro tamanho do seu braço e pros calos da sua mão e acho que vai dar tudo certo. Me encho de esperança e nada. Vem você e me trata tão bem. Estraga tudo. Mania de ser bom moço, coisa chata. Eu nunca mais quero ouvir que você só tem olhos pra mim, ok? E nem o quanto você é bom filho. Muito menos o quanto você ama crianças. E trate de parar com essa mania horrível de largar seus amigos quando eu ligo. Colabora, pô. Tá tão fácil me ganhar, basta fazer tudo pra me perder. E lá vem ele dizer que meu cabelo sujo tem cheiro bom. E que já que eu não liguei e não atendi, ele foi dormir. E que segurar minha mão já basta. E que ele quer conhecer minha mãe. E que viajar sem mim é um final de semana nulo. E que tudo bem se eu só quiser ficar lendo e não abrir a boca. Com tanto potencial pra acabar com a minha vida, sabe o que ele quer? Me fazer feliz. Olha que desgraça. O moço quer me fazer feliz. E acabar com a maravilhosa sensação de ser miserável. E tirar de mim a única coisa que sei fazer direito nessa vida que é sofrer. Anos de aprimoramento e ele quer mudar todo o esquema. O moço quer me fazer feliz. Veja se pode. E aí passa a maior gostosa na rua e ele lá, idolatrando meu nariz. E aí o celular dele toca e ele, putz, perdeu a ligação porque demorou trinta mil horas pra desvencilhar os dedos do meu cabelo. Com tanto potencial pra me dar uns tapas, o moço adora me fazer carinho com a ponta dos dedos. Não dá, assim não dá. Deveria ter cadeia pra esse tipo de elemento daninho. Pior é que vicia. Não é que acordei me achando hoje? Agora neguinho me trata mal e eu não deixo. Agora neguinho quer me judiar e eu mando pastar. Dei de achar que mereço ser amada. Veja se pode. Trinta anos servindo de capacho, feliz da vida, e aí chega um desavisado com a coxa mais incrível do país e muda tudo. Até assoviando eu tô agora. Que desgraça. Ontem quase, quase, quase ele me tratou mal. Foi por muito pouco. Eu senti que a coisa tava vindo. Cruzei os dedos. Cheguei a implorar ao acaso. Vai, meu filho. Só um pouquinho. Me xinga, vai. Me dá uma apertada mais forte no braço. Fala de outra mulher. Atende algum amigo retardado bem na hora que eu tava falando dos meus medos. Manda eu calar a boca. Sei lá. Faz alguma coisa homem! E era piada. Era piadinha. Ele fez que tava bravo. E acabou. Já veio com o papo chato de que me ama e começou a melação de novo. Eita homem pra me beijar. Coisa chata. Minha mãe deveria me prender em casa, me proteger, sei lá. Onde já se viu andar com um homem desses. O homem me busca todas as vezes, me espera na porta, abre a porta do carro. Isso quando não me suspende no ar e fala 456 elogios em menos de cinco segundos. Pra piorar, ele ainda tem o pior dos defeitos da humanidade: ele esqueceu a ex namorada. Depois de trinta anos me relacionando só com homens obcecados por amores antigos, agora me aparece um obcecado por mim que nem lembra direito o nome da ex. Fala se tão de sacanagem comigo ou não? Como é que eu vou sofrer numa situação dessas? Como? Me diz? Durmo que é uma maravilha. A pele está incrível. A fome voltou. A vida tá de uma chatice ímpar. Alguém pode, por favor, me ajudar? Existe terapia pra tentar ser infeliz? Outro dia até me belisquei pra sofrer um pouquinho. Mas o desgraçado correu pra assoprar e dar beijinho.”
— Tati Bernardi.
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“Existe alguma outra lembrança mais doce, do que a amada infância? Creio que não. É uma época de grandes travessuras, certo? Quando crianças, tudo para nós é um céu colorido. Não se importamos com nada. Digo isso com toda convicção. Já reparou, que uma criança, por mais que esteja arrodeada de uma multidão, ela não se importa de chorar, de gargalhar, de se espernear, de gritar, de conversar com estranhos? E quando esta criança cresce, se torna assim como a multidão. Se importa com tudo, com que venham a pensar, com que venham a falar. Deixa de ser aquela criança, que até então era “não-ligo-pra-ninguém”, “eu-quero-isso”, “eu-quero-aquilo”. Está na hora de nos fixar em uma característica da doce lembrança infância: não se importar com nada. Chorar se preciso, na frente de quem for. Gargalhar pelas ruas onde passar, atrair olhares de curiosos. Conversar com todos, estranhos até. Conversar com o português da padaria, com a moça que vende doces. Está na hora de não se importar com o que a multidão pensa a nosso respeito. Porque no fundo, no fundo, ainda temos a essência de criança, mesmo que não queiramos. Basta deixá-la fluir em nosso ser.”
— Doces Velharia
“Amar com palavras é fácil. Difícil é amar além delas.”
— Wesley Soares.
Pagar na mesma moeda nunca é um bom negócio. Se caso estiver recebendo ódio, continue dando amor. Não perca sua essência. Não se deixe influenciar pela maldade alheia. Não se torne o que te feriu.
~ Fodeu Julieta
“Ela não é perfeita - você também não é, e vocês dois podem nunca ser perfeitos juntos, mas se ela te faz rir, te faz pensar duas vezes, e admite ser humana e cometer erros, segure-se a ela e dê a ela o máximo que você puder. Ela pode não estar pensando em você a cada segundo do dia, mas ela te dará uma parte dela que ela sabe que você pode quebrar - o coração dela. Então, não machuque ela, não mude ela, não analise e não espere mais do que ela pode dar. Sorria quando ela te fizer feliz, diga a ela quando ela te deixar com raiva, e sinta a falta dela quando ela não estiver por perto.”
— Bob Marley.
“Então delete, tudo aquilo que não valeu a pena. Quem mentiu, quem enganou seu coração, quem teve inveja, quem tentou destruir você, quem usou máscaras, quem te magoou, quem te usou e nunca chegou a saber quem realmente você é…”
— Caio Fernando Abreu.