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Original / Romaji LyricsEnglish TranslationYoru ga akeru mae ni tabidatou Mada minu ashita wo mukae ni ikou Sou kimeta koto kui wa nai (Oh I know what I'm supposed to do) Let's leave before the dawn shows Let's go meet a tomorrow we haven't seen yet There's no regret about this decision (Oh I know what I'm supposed to do) Donna shiren ga machi uketeiyou to Takanaru kodou tomerare wa shinai Mezasu basho wa tada hitotsu (Fly to the light) What kind of trial awaits ahead? My heart just can't stop beating fast The place I want to reach is just one (Fly to the light) Tatakai no hate ni eta kizuna Dare ni mo kizutsukesase wa shinai Nigiri shimeta te hirakeba Soko ni chikara ga yadoru The bonds I got at the end of the fight I won't let anyone broke them If I just open the fists I grasped I find my strength lying there Saa hajime you Atarashii sekai ga yonde iru Hora mite goran Ikutsu no umi hedateteita toshite mo Itsudatte sasaeteiru Osorezu ni mae he Wasurenai de We fight together So let's start A new world is calling Hey, look there No matter how many seas will separate us I'll always be there for you Without any fear, heading straight Don't ever forget We fight together Kegashita koto wa nai Ano hi miageta Doko made mo takaku hiroi sora I never compromised On that day, wherever I looked up I saw an high endless sky Zuibun to tooku made kita Sorezore no chikai wo mune ni Mayoi nado nai Seou mono ga aru I came this far And the several oaths in my heart Are not hesitating now I'm carrying them on my back Hi ga nobori Kanashimi sae hitoshiku terasu The sun rises and lightens my sadness up Shinjiterunda Itsuka hitotsu ni tsunagaru mirai wo Issho ni mitsuke ni ikou Kimi no kawari wa inai Wasurenai de We fight together I do believe it One day we'll go find together The future that connect us as one There's no one who can substitute you Don't ever forget We fight together
14. O cinema
O Cinema.
Madeira era sem duvida impressionante, magnífica e única. A semana já havia passado quase toda e Hermione a aproveitou intensamente. Descobriu cada lugar daquela ilha paradisíaca, divertiu-se com cada uma das peculiaridades do King Weasley e fez amor com Rony todas as noites e manhãs daquela estadia. O processo corria facilmente, pouco se precisava dela e por isso, o tempo para namorarem era bem maior. Rony também estava exultante com a semana passada ao lado da morena. Nunca havia sentido-se tão feliz e cada vez mais a certeza de que queria estar com ela para sempre crescia dentro dele. Iria pedi-la em casamento no momento certo, se ela pensasse muito iria beijá-la até que seu cérebro entrasse em curto e ela não conseguisse dizer qualquer coisa além de "sim" e então teria aquela mulher maravilhosa e intensa em sua cama para sempre.
Foi com esta certeza que Rony comprou na joalheria do Resort um solitário de diamantes lidíssimo para ela. Guardaria consigo esperando pelo momento exato de pedir sua mão. Um momento só deles, onde não tivesse McLanche, processos e nem problemas. Ele sorriu ao imaginá-la de noiva. De branco, subindo no altar do St. Patrick. Ah sim, ela não merecia menos que isto. E a lua de mel? Bom, ele faria a lua de mel ser inesquecível. Faria amor com ela três, quatro vezes todos os dias, sabia que podia amá-la 24 horas e nunca se cansaria.
Rony foi desperto de seus pensamentos quando sentiu a mão fina e delicada de Hermione em seu ombro. Virou-se para ela com o maior dos sorrisos. Ela lhe sorriu também e ia falar algo, mas ele não permitiu, simplesmente agarrou-a e apertou contra si durante alguns segundos antes de arrebatá-la num beijo excepcional. Ela correspondeu na hora, atando-se a ele como se fossem duas peças de encaixe perfeito.
"Deveria se trocar, a sessão começa em meia hora" – ela disse sorrindo entre o beijo. Ele sorriu. "O cinema é há alguns metros daqui, não se preocupe. As mãos ágeis e bobas de Rony já passeavam em torno do corpo esguio dela procurando uma brecha nas roupas para invadir. "Não Rony..." Ela disse quase sucumbindo, mas não queria mesmo perder o filme, queria fazer este passeio ao lado dele. Sabia que podia parecer idiotice, mas gostava de sonhar com fantasias românticas e fingir de vez em quando que Rony era mesmo seu namorado. Tomando forças nisso ela se afastou. "Pode parar seu ruivo folgado e libertino, vamos para o cinema já". Ele arqueou a sobrancelha. "Você fica ainda mais gostosa quando está assim mandona". Ela sorriu corada e mostrou a língua. "E você gosta quando eu sou libertino". Ele sussurrou na orelha dela quando enlaçou sua cintura e saia com ela do quarto do hotel. Ela riu pelo nariz. "Gosto mesmo".
A noite foi mais que agradável, mais para Hermione que para Rony. Podia parecer loucura, mas ouvi-la dizer ao saírem do hotel que gostava quando ele fosse libertino assaltou seus sentimentos e o fez arder de desejo. Agora estavam ali, no cinema que nem estava tão escuro assim, devido ao filme ter muitas explosões e luzes fortes. Hermione olhava atentamente a tela, onde passava mais um das dezenas ou centenas do gênero, que falam sobre o armaggedon. Rony se remexia, inquieto pelo desejo evidente, que por mais que ele tentasse se concentrar, não sumia, bastava olhar para Hermione e ele se sentia em chamas.
Foi numa determinada cena onde apareceu um casal que fora tragado pelos desastres naturais enquanto dormiam abraçados que veio a gota d’água para ele. Hermione virou se sussurrou no seu ouvido, como se o quisesse torturar. "Eu morreria feliz, se morresse fazendo amor com você". Pronto, aquilo acabou com toda e qualquer resistência que ele impunha em não agarrá-la ali. Rony enfiou a mão em seus cachos bem feitos e virou seu rosto para si. "Juro que te compro este DVD" Em seguida a beijou com uma força revigorada. Hermione sentiu amolecer quando a língua dele a invadiu daquela forma e em segundos pegou fogo junto com ele. "Sinto muito, sinto muito mesmo” – ele sussurrou – “Queria agüentar até chegarmos ao hotel, mas não posso". "Rony..." "Vou sair primeiro Hermione, siga até os banheiros em alguns minutos e pelo amor de Deus, não demore". Ele não esperou que ela respondesse, simplesmente beijou-a, levantou e saiu.
Hermione sentiu queimar como um vulcão ao ouvi-lo dizer aquilo, o que Rony estava pretendendo? Transar com ela em um cinema? Ok, Ok, era o cinema dos irmãos dele, mas isso não justificava... E então ela percebeu que pouco importava que justificasse ou não.
Levantou como uma bala e saiu por entre as fileiras rumando para os banheiros. As pernas bambas e trôpegas, a respiração ofegante além dos limites do normal.
Ela mal passara da porta de proteção dos banheiros quando o sentiu agarrar sua cintura com força, quase desespero.
Não reclamou, não podia. Apenas enlaçou o pescoço dele com as mãos e o beijou avidamente.
Sentia-se como uma adolescente cheia de hormônios mal resolvidos e sabia que Rony devia se sentir da mesma forma, mas ali, debaixo da boca deliciosa que a atormentava maravilhosamente, ela queria mais que as conjecturas fossem ao inferno.
Sentiu-se ser recostada a parede de maneira brusca e ardeu. Ficou confusa com as reações do próprio corpo, pois nunca se imaginara sado masoquista, nunca imaginou que a dor pudesse lhe dar tesão
“Não podemos fazer isto aqui Ron...”
Ela disse quase num sussurro louco.
“Não podemos e nem vamos” – ele respondeu – “Não aqui”
Sem mais palavras, ele a arrastou para uma porta. Era um escritório, provavelmente usado pelos gêmeos. Viu Rony trancar a porta com rapidez e avançar para ela.
A pressa era recíproca.
Mal ele encostou-se a ela e ela sentiu as mãos dele por toda a parte, mãos grandes, quentes, experientes.
Alguns segundos e ele já a havia despido quase por completo.
Também não restavam muitas roupas no corpo de Rony para que ele pudesse reclamar vantagem.
Hermione lhe imitava os movimentos, deixando que suas mãos contornassem todos os músculos bem definidos do corpo dele, arrancando gemidos roucos e altos.
Ele a amava, ela o amava, não conseguiam se declarar e por isso não conseguiam chegar a um consenso sobre a magnitude daquelas sensações, não era só sexo, não era só luxuria, por isso era tão intenso, só faltava que descobrissem.
A Hermione só restava à peça intima inferior, o resto já havia sido devidamente arrancado, Rony já não era coberto por absolutamente nada.
Ela o afastou com as duas mãos e parou para observá-lo. Era lindo, magnífico.
O brilho dos olhos dela era tão perigoso quanto sedutor, o que fez Rony grunhir como um animal e puxá-la para si de novo.
Estendeu Hermione sem qualquer cuidado sobre o imenso sofá do escritório e levou as mãos a calcinha dela, forçando o elástico.
Ela segurou a mão dele e com um ar zombeteiro indagou:
“Por que você simplesmente não pode retirá-la agora?”
Ele sorriu.
“Por que eu gosto de arrebentá-las e sei que você também gosta”
Com mais um grunhido ele rasgou o pano fino.
Ele tentou, ele realmente tentou acariciá-la, beijou seus seios por alguns segundos, mas não agüentou mais que isso. Ultimamente vinha sendo assim, um desejo desesperado, intenso e desmedido, que em vez de ser aplacado pelas intermináveis horas de amor que compartilhavam, apenas aumentavam mais e mais.
Hermione não o ajudava muito ronronando daquela forma, apertando-o daquela forma, arranhando-o e pedindo avidamente por mais.
Ele mergulhou sobre ela e ela o recebeu com as pernas enlaçadas ao redor de sua cintura. Em instantes, ele estava em seu interior quente, movimentando-se como um louco, leus lábios avermelhando a pele branca dela, seus dentes arranhando a pele macia.
Hermione também estava fora de si.
Arqueou para recebê-lo mais forte.
Nenhum dos dois falou qualquer coisa, nada absolutamente nada. Não havia nada além do som dos gemidos abafados e roucos, do roçar das peles suadas.
Ela sentiu a tensão tão familiar no ventre e retesou, recebendo mais dele, mais do que podia suportar.
As sensações então entraram em harmonia, quando ambos cegaram e ensurdeceram para o resto do mundo, apertaram-se mutuamente e se entregaram a um clímax poderoso ao mesmo tempo.
Foi tão intenso que durou longos minutos, ambos gemeram alto e continuaram se movimentando enquanto sentiam as delicias do ponto mais alto do prazer se alastrando e volta deles.
Hermione achou que estava derretendo, pois todos os seus músculos relaxaram quase que instantaneamente.
Longos minutos depois, ele rolou para o chão, ela veio em seguida.
“Hermione...Eu...”
Ela entendia o que ele queria dizer.
“Também não sei explicar Ron, também não sei, mas é fantástico não é?”
Ele apenas sorriu.
“Não preciso de explicações”. – ela disse aninhando-se aos braços dele.
Rony fechou os olhos, tentando recuperar o ar. Teriam que sair dali em alguns minutos, mas ela, ele tinha certeza, não sairia mais de sua vida. Não mesmo.
Capítulo 13 | Capítulo 15
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one piece op14