eu desmancho com qualquer sinal de carinho, é fato.

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eu desmancho com qualquer sinal de carinho, é fato.
Telegrama n° 2
BA, 09/11/2017 Bia, eu desisti do teatro, desisti da arte. Tenho me afogado no pessimismo de Bukowski mas ainda escuto Gal, cada dia mais. Tenho nojo da borracha e do papel branco, ando odiando os silêncios, o pouco e muito mais a mim.
Tenho esperanças de um ano melhor, só não sei como fazer. Continuo aqui.
vou falar baixinho que é pra ninguém ouvir. olha, eu vivo sonhando acordada em quando eu voltar dos lugares que ainda irei. chegar aqui cheia de bagagens e novidades, assuntos e bizarrices. ir ao outro lado do mundo e trazer-te uma peônia. te mostrar que a música é mais que as doze notas e que o céu, minha amada, é muito mais extenso do que teus olhos podem ver. depois eu passaria por todos meus lugares favoritos dessa cidade e veria que eles estão sendo ocupados por outros corpos, que não só a minha vida se passou, mas a de todos que estavam nela. ai então eu teria a certeza de que vivo, porque é na falta que sinto o presente.
I
Meu corpo é vizinhança em um eterno fogaréu, quente e só.
É casa aos demais e alheio a mim.
Meu corpo é o vão que sustenta a minha alma e trás em si o céu e o inferno
eu sou esse poço de insegurança e incertezas de palavras e vontades
vazio.
vou inventar uma ferramenta e apagar o tempo entre o início do fim e o adeus.
Monotonia
é como eu tenho colocado minha vida em sintonia.