🌾 La nueva titular de Secretaría de Agricultura y Desarrollo Rural, Columba Jazmín López Gutiérrez, enfrenta el reto de frenar la crisis estructural del campo mexicano, agravada por el fenómeno de El Niño. #PeriodismoParaTi #SociedadNoticias

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🌾 La nueva titular de Secretaría de Agricultura y Desarrollo Rural, Columba Jazmín López Gutiérrez, enfrenta el reto de frenar la crisis estructural del campo mexicano, agravada por el fenómeno de El Niño. #PeriodismoParaTi #SociedadNoticias
A sexta-feira (22) começa com os preços internacionais da soja futura operando no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações flutuavam na faixa entre US$ 12,99 e US$ 13,35 por volta das 07h59 (horário de Brasília).O vencimento novembro/23 era cotado à US$ 12,99 com alta de 5,50 pontos, o janeiro/24 valia US$ 13,17 com elevação de 6,75 pontos, o março/24 era negociado por US$ 13,28 com valorização de 6,25 pontos e o maio/24 tinha valor de US$ 13,35 com ganho de 5,75 pontos.No pregão da última quinta-feira (21) as cotações caíram forte em Chicago acompanhando as movimentações financeiras de mudança na taxa de juros dos Estados Unidos.Já neste último dia da semana, as posições começaram as atividades buscando devolver parte dessas perdas, com compras estimuladas pela forte perda de ontem.O site internacional Successful Farming, destaca que os futuros da soja subiram nas negociações da madrugada devido às preocupações com o clima no Brasil.
Na manhã desta terça-feira (19), os vencimentos futuros da soja iniciaram a sessão com desvalorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os contratos futuros operam com quedas de 5,25 a 4,50 pontos.Por volta das 08h05 (Horário de Brasília), o vencimento Novembro/23 registrava baixa de 5,25 pontos e está precificado em US$ 13,11 por bushel. Já a referência Janeiro/24 estava precificado em US$ 13,28 por bushel com desvalorização de 4,75 por bushel. O Março/24 operava com queda de 4,75 pontos e cotado em US$ 13,38 por bushel e o Maio/24 trabalhava com queda de 4,50 pontos e cotado em US$ 13,46 por bushel.De acordo com as informações da Reuters Internacional, os contratos da soja perderam terreno na última sessão com as áreas recém-colhidas chegando ao mercado nos Estados Unidos.“O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a colheita de milho dos EUA estava 9% concluída até domingo e a colheita de soja estava 5% concluída, ambas acima das médias de cinco anos”, destacou a Reuters Internacional.
Seguem as altas da soja na Bolsa de Chicago no pregão desta sexta-feira (25). Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam de 6,75 a 7,25 pontos nos principais vencimentos, com o novembro chegando aos U$$ 13,79 e o maio/24, US$ 13,96 por bushel. No complexo soja, novas altas se registravam também entre os futuros do óleo, de mais de 1%.O mercado segue refletindo as preocupações com a safra americana nesta fase final, contando com condições de clima bastante adversas. O tempo seco e bastante quente pode tirar um pouco mais da produtividade dos campos de soja e milho dos EUA e até que os números da temporada 2023/24 fiquem mais claros, a volatilidade continua. As previsões climáticas, porém, sinalizam chuvas melhores para os próximos dias no país, com volumes ainda contidos. A chegada dos dados do Pro Farmer permanece no radar dos traders e hoje, durante a tarde, às 15h30 (horário de Brasília), serão reportados as estimativas nacionais deste que é um dos mais tradicionais tours de safra dos EUA. Ao longo da semana, as informações estaduais foram sendo reportadas diariamente. Fonte: Notícias Agrícolas
Os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago. Nesta sexta-feira (18), por volta de 8h (horário de Brasília), as cotações subiam de 10,50 a 13 pontos, levando o novembro a US$ 13,43 e o maio/24 a US$ 13,61 por bushel. Na CBOT, sobem ainda os futuros do farelo e do trigo, com mais de 1% de ganho em ambos.O mercado sobe pela terceira sessão consecutiva refletindo uma série de fatores, entre eles o clima seco e quente sendo esperado para os EUA nos próximos dias; demanda melhor pela soja americana - as vendas semanais para exportação da safra 23/24 superaram as expectativas ontem - e bons ganhos que tem sido registrados pelos derivados nos últimos dias.Durante toda a semana, o grão se apoiou no bom avanço do óleo e, embora siga em campo positivo nesta sexta, sobe de forma mais contida que o farelo.O comportamento do financeiro também está bem presente no radar dos traders, mas hoje sem uma direção clara para todas as commodities. O petróleo, por exemplo, cede tanto no brent, quanto no WTI, enquanto o trigo sobe quase 2%. Ao mesmo tempo, o dólar index cedia tímidos 0,04%. Fonte: Notícias Agrícolas
A semana com preços da soja em forte baixa na Bolsa de Chicago. Nesta segunda-feira (07), perto de 7h10 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 14 e 25,75 pontos, com o agosto sendo cotado a US$ 14,30 (R$70,30) e o novembro a US$ 13,09 (R$64,20) por bushel. Os futuros do milho e, principalmente, os derivados de soja recuam expressivamente na manhã de hoje, ajudando a exercer ainda mais pressão sobre a oleginosa. Os mercados seguem se ajustando antes da chegada do novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que acontece nesta semana. Os dados atualizados chegam nesta sexta-feira, dia 11, e as expectativas maiores se dão sobre a produtividade norte-americana da soja, que deve ser corrigida para baixo. Ao mesmo tempo, as chuvas do último final de semana e as previstas para a próxima pesam do lado oposto e dão espaço à continuidade das perdas.
Os futuros da soja opera em baixa na manhã desta quinta-feira (27) na Bolsa de Chicago. Perto de 8h15 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 7,75 e 10,75 pontos nos principais contratos, com o julho sendo cotado a US$ 14,05 por bushel e o setembro a US$ 12,76. O mercado segue carente de novas notícias e ainda reflete um cenário de abundante oferta no Brasil, plantio avançando nos EUA e demanda ainda contida, em especial por parte da China. Além disso, nesta quinta, ainda acompanha os mercados de trigo e milho que também recuam de forma expressiva na CBOT. Os futuros na CBOT continuam caindo com fundos aumentando a posição vendida no milho e no trigo. Nos últimos seis pregões, os fundos venderam 32 mil contratos no milho e 28 mil no trigo.explica o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities. Assim, aos poucos as informações sobre o clima e a nova safra americana vão ganhando mais e mais espaço no radar dos traders, enquanto no Brasil, para a formação dos preços da soja, as atenções seguem voltadas para os prêmios - que apesar de ainda agressivamente pressionados se estabilizaram nos últimos dias - e no comportamento do dólar, bem como do fluxo de vendas por aqui.
AGRISOJA | Soja em Chicago . #bolsadevalores #bolsadechicago #chicago #commodities #agro #agricola #agricultura #fazenda #economia #covid19 https://www.instagram.com/p/CAfS6F0nC2h/?igshid=1cez7v5w5zdm4