Do I think FNGxqE or FBGxqE should be canon?
No
Do I think Ewron makeing them fight over him is hillarious?
Yes
seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye
seen from Germany

seen from Türkiye
seen from China
seen from China
seen from China
seen from United States
seen from China

seen from Türkiye
seen from Canada
seen from T1
seen from Canada
seen from Canada
seen from United States
Do I think FNGxqE or FBGxqE should be canon?
No
Do I think Ewron makeing them fight over him is hillarious?
Yes
cant believe I'm the first to ever post abt this ship
qEwron subplot while qAsh gets tortured in the fed prison
First Come, First Serve! 🍉 weoutchea
CIA gettin lazy
The West and Its Mouthpieces: The Bloomberg Playbook Against India.....
Manufacture Fear. Damage India's Reputation. Influence Markets. Retract Later.
After fueling misinformation and giving fodder to haters, Bloomberg has retracted its story claiming that the Reserve Bank of India (RBI) was selling gold.
The RBI and the Government had publicly denied the report and described it as false. The story has now been deleted after causing considerable confusion and speculation.
One day fake news of India selling gold to save economy, next day Rahul Gandhi lached on to it and declared Tsunami is coming to destroy India's economy.
Beware of these western propagand tools and fake leaders!!
Al Jazeera is not an independent news outlet—it’s the media arm of Qatar, Hamas’s biggest financial backer. Banned or restricted across the Middle East, it pushes antisemitic conspiracy theories, glorifies terror, and shields Hamas’s crimes. Since October 7, multiple Al Jazeera journalists have been exposed as operatives for Hamas and PIJ. Even the Palestinian Authority shut it down for incitement.
If this is your trusted news source, think again.
Jewish Unpacked
È davvero neutrale? No!
Le informazioni su Wikipedia sono davvero neutrali e affidabili? Da instagram.com Continue reading È davvero neutrale? No!
Você cria, posta, compartilha... mas quem está no controle dessa história?
Para, respira! Antes de continuar rolando a tela, deixa eu te fazer uma pergunta honesta: você já parou pra pensar que a cultura que você vive tem nome, sobrenome, e um algoritmo que sabe mais sobre você do que você mesmo?
Santos, Alves e Oliveira (2018) colocam o dedo na ferida logo de cara quando afirmam que as mudanças culturais e sociais dos últimos tempos desencadeiam consequências diretas nas nossas vidas e que a Cibercultura ainda é, para a maior parte das pessoas, desconhecida.
Em outras palavras: a gente vive dentro de algo que não entende, e isso tem consequências sérias.
E o que exatamente é essa Cibercultura?
Os autores explicam que ela não surgiu do nada, foi o resultado de uma longa transformação: da cultura oral para a escrita, da impressa para a de massas, das mídias para o digital.
Cada era acumulou a anterior, como camadas. Mas é na última camada, a digital, onde as coisas ficam mais complexas e mais perigosas do ponto de vista da nossa autonomia. Porque agora, nossas pesquisas, gostos e preferências geram algoritmos a favor das empresas que dizem e fazem exatamente o que nós queremos consumir, ver e ouvir.
E o detalhe que a maioria ignora: para as empresas, não somos usuários, somos algoritmos. Isso não é exagero de texto acadêmico, é literalmente o que acontece cada vez que você abre uma rede social.
O sistema foi desenvolvido para dar ao usuário o que ele deseja a partir dos seus interesses, ensinando a máquina a te conhecer melhor do que você conhece a si mesmo. E o resultado prático disso, segundo os autores, é que vivenciamos uma maré de Fake News que passa de dispositivos em dispositivos na velocidade da luz, sem mencionar a possibilidade de dar voz e vez a discursos de ódio.
O mesmo espaço que prometeu nos libertar acabou criando novas formas muito eficientes de nos prender.
Mas aí entra a virada, porque enquanto o sistema nos estuda e nos encaixota em perfis de consumo, existe um grupo de pessoas que percebeu o jogo e resolveu usá-lo ao contrário!
Gonçalves (2012) pesquisou coletivos de artistas e ativistas no Brasil e na França e encontrou grupos cujas ações consistem em atos efêmeros e pontuais que questionam não apenas o circuito instituído de exposição-público-mercado, mas também o próprio ser da arte no contexto do social.
É o artivismo: sem líder fixo, sem carteirinha, movido por um associativismo que se dá em um regime de impermanência, de contrato flexível. Na França, artistas criaram sites clones do Google ironizando como o buscador virou um deus moderno. Arte, ironia e crítica tecnológica numa jogada só.
E por falar em criar coisas que fogem do controle do criador… Conceição e Porto (2020) trouxeram Frankenstein pra essa conversa e a leitura é desconfortável da melhor forma: a saga de Victor Frankenstein para desfazer o seu ato criativo foi muito mais dolorosa do que o fascínio em criar uma vida, e nisto a Ciência tem muito o que aprender.
Onde está o Victor Frankenstein da era digital? Quem lançou as plataformas sem calcular que a criatura tomaria vida própria?
A criatura existe e o criador sumiu.
Santos, Alves e Oliveira (2018) propõem que sejamos mais críticos e comprometidos com o que liberamos e compartilhamos na web, protagonistas de nossas próprias histórias, usando a Cibercultura para criar, recriar, colaborar e aprender, e não apenas para ser estudados por algoritmos que nos vendem de volta os nossos próprios medos.
E você, meu bem, está no meio disso tudo, com um celular na mão e uma escolha a fazer. A questão é: o seu monstro digital ainda obedece você?
E quem sou eu? esse segredo eu não conto pra ninguém. vocês sabem que me adoram... xoxo ;*