Vênus, minha doce e ruiva Vênus.
Em minhas noites frias, és o objeto mais brilhante no céu. Seu sorriso servia como a guia em meio a tanta escuridão que me cerca. Ah Vênus. Segue cercada por uma atmosfera que a torna impenetrável. Olhar, postura, voz.... Até parece que é a fera que tenta demonstrar ser. Quente e sedutora, Botticelli bem que tentara reproduzir seus detalhes. Inocente!
Vênus, Vênus, Vênus... Seguiremos distantes, mas seu brilho segue clareando minha noite. Em uma janela, junto a uma taça de vinho, sei que posso encontrá-la e te amar quantas noites meu egoísmo permitir.










