Suivi de série dans mon bujo ! J'adore regarder des séries et le suivi dans un bullet journal n'est pas trop mal ! Ici, j'ai mis les saison suivi et quelques petits dessins en rapport avec cette série, qui est Doctor Who !
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Suivi de série dans mon bujo ! J'adore regarder des séries et le suivi dans un bullet journal n'est pas trop mal ! Ici, j'ai mis les saison suivi et quelques petits dessins en rapport avec cette série, qui est Doctor Who !
Capítulo 1: O mundo das formas eternas e imutáveis
Havia uma jovem mulher desacordada sobre a relva verde que se estendia a perder de vista. A luz do sol batia em seu rosto moreno. Suas feições não eram extraordinárias, mas ainda assim eram agradáveis de contemplar: nariz reto e pequeno, traços delicados, sobrancelhas finas e lábios carnudos. Tinha estatura média para uma jovem de dezessete anos. Calçava tênis pretos e vestia uma calça jeans larga e desbotada e uma camisa branca que trazia em sua parte frontal esquerda o desenho de uma águia pousada sobre um livro aberto, o qual estava dentro de um escudo ornado com uma tocha em seu topo. O cabelo dela era curto e negro, sem franja, cobrindo-lhe o pescoço. Em seu pulso esquerdo havia uma pulseira bracelete branca de cerca de um centímetro de largura. O objeto era fino e leve; ele se ajustava perfeitamente ao pulso e trazia gravado em si um símbolo que lembrava uma letra “C” invertida, sendo que sua extremidade inferior era esticada de forma ascendente enquanto sua parte superior fazia uma pequena espiral para dentro. Em um determinado instante em que uma brisa moveu uma mecha de seu cabelo sobre seus olhos fechados, a jovem despertou.
Ela se sentou sobre a grama enquanto tirava o cabelo do rosto e olhava em volta. Seus amendoados olhos castanhos só avistavam relva e uma grande árvore cerca de dois metros a frente da moça. O céu não tinha nuvem alguma e a grama era tão uniforme e perfeita que não parecia real. Ao examinar a árvore, a jovem percebeu que o tronco e os galhos eram retos. Contando os galhos, ela verificou que havia exatos vinte ramos principais, sendo que cada um possuía dez pequenos ramos adjacentes dispostos de forma simétrica. As largas e lisas folhas verde-escuras emergiam das pontas dos galhos. A mulher pôs-se de pé e rodeou a árvore. Ela era perfeitamente simétrica e lisa de todos os ângulos. Aquilo era perturbador.
- Que lugar é esse? – A jovem perguntou em voz alta. Ela tinha consciência de que estava sozinha e de que ninguém responderia a sua abrupta pergunta, mas isso não tornou menos frustrante ter apenas o som do vento para escutar. Sem nenhuma ideia, a moça começou a andar. Ela não se dirigia a parte alguma, apenas seguia em frente. Talvez encontrasse alguém que lhe desse uma informação. A mulher não tinha relógio e o sol, estranhamente, parecia imóvel no meio do céu. E o mais surpreendente era o fato de a temperatura estar amena e agradável, o que evidenciava que aquele lugar com certeza não era Belém do Pará.
Por mais que a moça caminhasse, a paisagem não mudava. Tampouco a jovem sentia qualquer sinal de fadiga, sede ou fome. A situação a incomodava enormemente e a pior parte era que a mulher não lembrava como havia chegado até ali. Um lugar com vegetação bizarra, onde o tempo não passava, a paisagem permanecia mesma e não se sentia qualquer incômodo físico. Foi então que ela chegou à inevitável conclusão:
- Por acaso eu morri?
Ela morrera e nem se lembrava como? Que espécie de morte teria sido? A última coisa de que se recordava era de estar em seu quarto com o computador portátil, navegando na internet, em cima de sua cama. Ela estava fazendo download do novo episódio de sua série favorita e sentiu-se extremamente frustrada por ter morrido enquanto esperava o download terminar. Se ela tivesse optado pela conta Premium, poderia ter assistido ao episódio antes de morrer e ainda ter postado suas opiniões na internet. Agora ela estava presa no pós-vida sem poder fazer nada.
Foi então que a moça se deu conta de que aquele era um pensamento demasiado fútil para alguém que acabara de morrer ter. Ela se sentiu culpada e se perguntou o que seus pais lhe diriam se a vissem daquele jeito. Ela começou a sentir uma forte tristeza quando pensou em seus pais, sem saber o motivo. Tentou forçar sua memória. Ela estava no computador... ela ouviu em algum momento um carro dando partida e saindo em alta velocidade. Mas havia algum evento antes disso. Havia um ruído alto... ou uma série de ruídos idênticos na entrada de sua casa. Eram como pequenos estrondos... como disparos. Depois ela correu até lá e viu...
Ela caiu de joelhos no chão, tremendo. Lágrimas escorriam de seus olhos. Aquela imagem de seus pais apareceu nitidamente em sua mente. A moça soluçou fortemente e deixou-se estirar sobre a grama. Socava o chão em fúria e desespero. Em seguida se pôs de pé, gritou, socou o ar e cambaleou de volta ao chão. O sol continuou fixo no meio do céu durante todo o tempo em que ela chorou.
Não era que a filha não entendesse o que havia levado àquilo. Sua mãe era promotora pública. Aquela mulher forte, inteligente e corajosa não se deixava intimidar por ameaças de gente poderosa que queria impedir seu trabalho. “Não posso me omitir perante as injustiças só porque algumas pessoas pensam que por terem dinheiro estão acima da lei. Eu tenho uma responsabilidade para com a sociedade” a mãe dizia. E a filha sentia imenso orgulho de sua mãe, assim como de seu pai, um dedicado pediatra. Eles eram pessoas incríveis que haviam sido covardemente executadas. Estariam eles naquele lugar também?
- Mamãe? Papai? – A moça chamou. Ela se levantou e começou a olhar em volta a procura de algum sinal de seus pais. Ela caminhou por um tempo, depois começou a correr e a chamá-los aos gritos, sem resultado. E se eles tivessem ido para um lugar diferente? Eles com certeza teriam ido para o Céu. Naquele caso, onde ela estava?
- Aqui é o Inferno? – A mulher se perguntou em voz alta. Ela tinha feito coisas ruins na vida. Downloads ilegais, discussões na internet, brigas com seus colegas de turma. Mas aquelas coisas eram o bastante para ela ser mandada para o Inferno? E o Inferno não deveria ser um lugar cheio de fogo e suplício? Ela só havia visto grama e uma árvore horrivelmente perfeita naquele local, mas isso não era tão ruim, certo? Mas e quanto a seus pais? Ela os encontraria? Ou ela estava perdida naquele lugar, condenada a ficar sozinha para sempre?
Quando a moça levantou a mão esquerda para enxugar as novas lágrimas que desciam de seus olhos, ela finalmente notou a estranha pulseira branca. De onde aquilo havia surgido? Com certeza não era dela! Já a havia visto antes?
Então ela se lembrou de ter visto aquela pulseira na calçada, entre os corpos de seus pais. Em meio à tragédia, aquele objeto chamara sua atenção, quase como se lhe falasse telepaticamente. Prometia-lhe algo. Quase podia ouvir a voz em sua mente. Era sua própria voz.
Tudo neste mundo dos sentidos corrói-se e perde-se.
Aqui nada é; tudo apenas surge e desaparece.
Há um mundo perfeito de formas eternas e imutáveis.
Lá, tudo é; tudo existe para sempre.
Tu desejas ir para o mundo das ideias?
Era isso. Ela não havia morrido. Havia agarrado aquele bracelete desejando sumir daquela realidade onde seus pais estavam mortos. Aquele mundo horrível em que pessoas boas eram assassinadas para que covardes pudessem continuar a cometer seus vis crimes não era onde ela queria estar. Não foi algo planejado, ela só queria fugir dali. Ir para um mundo sem morte, um mundo perfeito e eterno, parecia ser a única saída. Doía demais ter de suportar aquilo.
Mas o que era aquele mundo das ideias? E o que era o bracelete? O que ela devia fazer dali em diante? Ela viveria para sempre lá? Então ela realmente nunca veria seus pais de novo? Tudo aquilo fazia seu coração doer. Qual o significado em ir para lá? Ficar vagando naquele lugar, sozinha, por toda a eternidade? O que ela fizera? Por que ela fizera aquela bobagem? Por que alguém a levaria para aquele mundo?
Sim, definitivamente deveria haver uma razão para ela estar ali. E deveria haver alguém que a moça tinha de encontrar. Só lhe restava seguir em frente. Ainda que levasse centenas de anos, a jovem encontraria respostas.
Uma hora, ela encontrou um cavalo.
Tratava-se de um cavalo dourado, grande e forte, sem cela. A moça nunca havia visto um animal tão magnífico quanto aquele. O cavalo se aproximou dela devagar e ofereceu a cabeça para receber um afago.
- Você é a coisa mais linda que eu já vi. Eu me chamo Aurélia, você tem nome? – A mulher perguntou, acariciando-o. Aurélia lembrou-se de uma ocasião em que montara um búfalo na Ilha do Marajó. Talvez não fosse tão diferente com um cavalo. O animal cooperou com ela, como se lesse pensamentos, e agachou-se para que a jovem pudesse subir nele. Depois que ela subiu no animal e abraçou seu pescoço, ele saiu correndo em alta velocidade. Aurélia podia jurar que um carro não correria mais rápido do que aquele cavalo. Depois de ver muita grama e árvores simétricas, ela avistou uma pequena ilha ligada ao continente (ela estava em um continente?) por uma ponte de pedra. Ao aproximar-se, viu uma grande placa em um arco sobre o início da ponte onde se lia “Utopia”. Aurélia e o cavalo atravessaram a ponte e, assim que eles alcançaram o outro lado, o sol que estivera fixo no meio do céu moveu-se abruptamente para uma posição típica do fim da tarde.
Idéa - resumos dos primeiros capítulos
Capítulo 1: A Utopia.
Resumo: Aurélia acorda em um mundo estranho, tendo em seu pulso direito um misterioso bracelete gravado com um C com a parte inferior esticada e a parte superior em espiral (segundo ela, daqueles que os professores usam na correção de provas). Ela caminha sem rumo e encontra um belo cavalo castanho muito dócil. Com ele, Aurélia chega a uma cidade chamada Utopia, e fica chocada ao encontrar escravos lá. Ela tenta ajudá-los e descobre que o bracelete lhe deu o poder de controlar o vento. A jovem acaba encontrando outro forasteiro que estava na cidade.
Capítulo 2: Mikhail.
Resumo: O nome do rapaz é Mikhail e ele era um soldado do exército vermelho, tendo lutado pela União Soviética durante a segunda guerra mundial. Ele possui um bracelete vermelho no pulso, com uma chama gravada. Ele consegue manipular o calor, sendo capaz de causar combustão instantânea em coisas e derreter metais. Mikhail diz estar procurando por pistas que o levem à ideia absoluta. Ele ajuda Aurélia a fugir dos utopianos e explica para ela a real natureza das “pessoas” daquele lugar e do mundo em que se encontravam, mas logo a cidade é atacada pelo exército do Príncipe.
Capítulo 3: O Príncipe.
Resumo: O Príncipe é o governante e chefe militar da cidade rubra. Ele convida Mikhail e Aurélia para seu palácio. Lá, eles encontram Fortuna, uma ideia pura personificada como uma bela e sedutora mulher que se refere aos humanos como “brinquedos dignos de uma princesa”. O Príncipe, que é um ideófago (ideia que devora outras para se fortalecer), explica que a muralha ao redor da cidade rubra existe para que ele se proteja de um devorador de ideias que ataca a todos sem discriminação e que Mikhail e Aurélia deveriam tomar cuidado se decidissem viajar por conta própria. A Fortuna lhes diz que a era de seu mestre se aproximava.
Capítulo 4: A flor que dança ao vento.
Resumo: Mikhail deseja continuar sua jornada sozinho, mas Aurélia quer ficar com ele. Eles chegam a uma cidadezinha protegida por Kazehana, pessoa conhecida de Mikhail. Aurélia logo percebe que Kazehana é uma mulher que se passa por um ronin (samurai sem mestre). Ela tem um bracelete branco com uma balança gravada e controla a composição do ar. Kazehana tem o desejo de encontrar uma determinada pessoa em uma sociedade de almas, mas sente-se obrigada a proteger a cidade. Aurélia e Mikhail acabam por convencê-la a ir com eles.
Capítulo 5: O espírito superior.
Resumo: Um chamado espírito superior (líder de uma sociedade de almas) intercepta os três humanos dizendo trazer uma mensagem dos pais de Aurélia. Emocionada com a possibilidade de revê-los, ela concorda em ir com o espírito, apesar dos protestos de Mikhail. Na sociedade, ela percebe que aqueles não eram realmente seus pais, mas reminiscências. Ela chora ao lembrar da morte deles e Mikhail a consola, dizendo que também perdera seu pai. Enquanto isso, o espírito superior recebe a visita de um homem com asas, um dos filhos do Patriarca.
Capítulo 6: O mensageiro.
Resumo: Descobre-se que quase todas as sociedades de almas estão sob o domínio do Patriarca, e que às reminiscências eram feitas promessas de reencarnação quando na verdade as ideias eram levadas até o Patriarca para serem devoradas. O mensageiro se interessa pelos humanos e deseja capturá-los. Mikhail e Aurélia conseguem escapar, mas Kazehana é capturada ao tentar proteger uma criança.
Como é que durante a aula de ética eu fico pensando na minha estória "Idéa" e acabo formulando os primeiros capítulos? O.O
Duvidam? Olhem:
Capítulo 1: A Utopia.
Resumo: Aurélia acorda em um mundo estranho, tendo em seu pulso direito um misterioso bracelete gravado com um C com a parte inferior esticada e a parte superior em espiral (segundo ela, daqueles que os professores usam na correção de provas). Ela caminha sem rumo e encontra um belo cavalo castanho muito dócil. Com ele, Aurélia chega a uma cidade chamada Utopia, e fica chocada ao encontrar escravos lá. Ela tenta ajudá-los e descobre que o bracelete lhe deu o poder de controlar o vento. A jovem acaba encontrando outro forasteiro que estava na cidade.
Capítulo 2: Mikhail.
Resumo: O nome do rapaz é Mikhail e ele era um soldado do exército vermelho, tendo lutado pela União Soviética durante a segunda guerra mundial. Ele possui um bracelete vermelho no pulso, com uma chama gravada. Ele consegue manipular o calor, sendo capaz de causar combustão instantânea em coisas e derreter metais. Mikhail diz estar procurando por pistas que o levem à ideia absoluta. Ele ajuda Aurélia a fugir dos utopianos e explica para ela a real natureza das "pessoas" daquele lugar e do mundo em que se encontravam, mas logo a cidade é atacada pelo exército do Príncipe.
Capítulo 3: O Príncipe.
Resumo: O Príncipe é o governante e chefe militar da cidade rubra. Ele convida Mikhail e Aurélia para seu palácio. Lá, eles encontram Fortuna, uma ideia pura personificada como uma bela e sedutora mulher que se refere aos humanos como "brinquedos dignos de uma princesa". O Príncipe, que é um ideófago (ideia que devora outras para se fortalecer), explica que a muralha ao redor da cidade rubra existe para que ele se proteja de um devorador de ideias que ataca a todos sem discriminação e que Mikhail e Aurélia deveriam tomar cuidado se decidissem viajar por conta própria. A Fortuna lhes diz que a era de seu mestre se aproximava.
Capítulo 4: A flor que dança ao vento.
Resumo: Mikhail deseja continuar sua jornada sozinho, mas Aurélia quer ficar com ele. Eles chegam a uma cidadezinha protegida por Kazehana, pessoa conhecida de Mikhail. Aurélia logo percebe que Kazehana é uma mulher que se passa por um ronin (samurai sem mestre). Ela tem um bracelete branco com uma balança gravada e controla a composição do ar. Kazehana tem o desejo de encontrar uma determinada pessoa em uma sociedade de almas, mas sente-se obrigada a proteger a cidade. Aurélia e Mikhail acabam por convencê-la a ir com eles.
Capítulo 5: O espírito superior.
Resumo: Um chamado espírito superior (líder de uma sociedade de almas) intercepta os três humanos dizendo trazer uma mensagem dos pais de Aurélia. Emocionada com a possibilidade de revê-los, ela concorda em ir com o espírito, apesar dos protestos de Mikhail. Na sociedade, ela percebe que aqueles não eram realmente seus pais, mas reminiscências. Ela chora ao lembrar da morte deles e Mikhail a consola, dizendo que também perdera seu pai. Enquanto isso, o espírito superior recebe a visita de um homem com asas, um dos filhos do Patriarca.
Capítulo 6: O mensageiro.
Resumo: Descobre-se que quase todas as sociedades de almas estão sob o domínio do Patriarca, e que às reminiscências eram feitas promessas de reencarnação quando na verdade as ideias eram levadas até o Patriarca para serem devoradas. O mensageiro se interessa pelos humanos e deseja capturá-los. Mikhail e Aurélia conseguem escapar, mas Kazehana é capturada ao tentar proteger uma criança.
Organizando minhas ideias sobre Idéa (LOL)
Já postado no http://storiesinprocess.tumblr.com/
Idéa - panorama do mundo
O plano das ideias é um mundo paralelo ao nosso surgido a partir do imaginário humano. Existem locais onde a separação entre os mundos é mais fraca e seres do plano das ideias são vistos por pessoas com alta sensibilidade. Os habitantes do plano (além das 12 pessoas abduzidas para lá no decorrer dos séculos) são personificações ideológicas e reminiscências.
As reminiscências são lembranças de pessoas mortas. Elas existem por quanto tempo houver alguém que se recorde delas. As estórias de fantasmas na verdade se referem a reminiscências que passaram por regiões onde a barreira é fina.
As personificações ideológicas são variadas, mas tendem a ser o modelo perfeito das ideias. Exemplos são o samurai ideal que Kazehana segue, o cavalo ideal que jamais sente fadiga e corre mais velozmente do que qualquer cavalo da Terra, e o Patriarca.
O Patriarca é o primeiro vilão a ser enfrentado. Ele é a ideia não pura mais poderosa e domina uma grande parte do mundo das ideias. Ele criou filhos e filhas para subjugá-los, destruindo-os se ele achar que lhe faltaram com respeito. Ele é misógino, cruel, amoral, sádico e orgulhoso. Acredita que todos lhe são inferiores. Sente-se incomodado pela Rainha que vive ao leste, por ela ser uma mulher extremamente poderosa e ser humana, e pela Razão.
A Rainha é uma das três primeiras pessoas a serem trazidas para o plano das ideias. Ela tem poder sobre rios e mares, havendo erguido seu castelo no oceano. Os outros primeiros humanos são o Bibliotecário e o Nômade. O Bibliotecário tem poder sobre a pressão do ar, sendo capaz de construir paredes, escadarias e estradas de ar concentrado e esmagar coisas imensas. O Nômade tem poder sobre o gelo. Ele está eternamente a espera da mulher que ama, a quem chamava de Princesa.
As ideias puras são personificações de qualidades e são muito fortes. Existem três grandes ideias puras: a Razão, o Medo e o Amor. A Razão vive em uma fortaleza com seus servos (entre os quais a Curiosidade e o Conhecimento). Ela é extremamente lógica e fria, sendo temida por muitos, mas deseja a paz e o progresso humano. Ela vive sob constante ameaça e por isso precisa se proteger. O Medo é a criatura mais abominável do plano das Ideias. Ele fora banido para as profundezas, mas arquiteta meios de retornar e tomar o controle do mundo humano. É dito que ninguém suporta olhar em seus olhos. O Amor é um ideófago: ele viaja devorando outras ideias para se fortalecer. Clama ser o maior poder que já existiu e, por isso, ele acredita que tudo o que faz é bom e certo. Extremamente passional, ele é violento, megalomaníaco, bipolar e deseja devorar todas as ideias. Ele justifica tudo o que faz dizendo que ama em demasia. Ele é o principal vilão das estória.
A Princesa é filha da Razão e do Amor, seu verdadeiro nome é um mistério. Foi ela que possibilitou que humanos fossem trazidos para o Plano das Ideias. Assim como sua mãe, ela desejava o bem da humanidade, no entanto ela é perseguida por seu pai, que enxerga nela um poder que transcende todos os outros e, por isso, quer devorá-la. A Princesa morre nos braços do Nômade, dizendo-lhe que um dia retornaria sob a forma humana, já que uma ideia não pode desaparecer realmente. Quando ela retornasse, o plano das ideias e o mundo humano mudariam drasticamente.
A Princesa e o Nômade se amavam. Em seu leito de morte, ela lhe revela seu verdadeiro nome: Esperança.
Aurélia, personagem da primeira estória cujo título é "Idéa".