Veja só se não é o STING, o liberi que domina a LUMOCINESE e que ingressou na SOLIS após ser nascimento por ter ficado ÓRFÃO e pelo o que sabemos, nasceu em DAEGU, COREIA DO SUL e desde sempre mostrou-se NEGATIVO e TEMPERAMENTAL, claro que também é COMPREENSÍVEL e ESFORÇADO. Segundo a última atualização de seu chip, ROH TAEJUN tem 23 ANOS e continua registrado como @YXXY19RT, ele foi até confundido com LEE HANGYUL do BAE173, além de seu disfarce como BIOMÉDICO GENETICISTA NO SNUH, esperamos que tudo dê certo e que não esqueça que mora no apartamento 502 no prédio II !!
OFF TOPIC
+18, ela/dela & sem tw
DATA DE NASCIMENTO
16.04.2027
HABILIDADES
É EXPERIENTE em ACUPUNTURA LOCALIZADA desde os 06 anos e MEDIANO no MANUSEIO DE FACAS desde os 14 anos.
RAMIFICAÇÕES
Manipulação da luz em quaisquer objetos que tiver pleno conhecimento sobre, fazendo o que bem entender com eles devido ao treinamento, ou apenas utilizando a luz como rajadas ou disparos em qualquer direção utilizando suas mãos.
Aumento extremo da velocidade, se envolvendo em partículas de luz que permitem com que o garoto se movimente quase na velocidade da luz ao correr.
Consegue criar hologramas e ilusões derivadas das ondas de luz que manipula, por vezes transformando uma delas em uma bomba de luz que explode ao ser tocada.
Manipula as ondas de luz invertendo objetos, trocando as cores das coisas, tornando “invisível” a si mesmo, objetos ou outras pessoas se conseguir se concentrar e desde que esteja em uma fonte de luz direta.
Absorção de luz solar para intensificar seus poderes ao ponto de criar queimadas com as rajadas que dispara, também podendo controlar a densidade da luz de qualquer local e a deixar em seu favor.
CURIOSIDADES
Taejun era quieto, não importa qual fosse o lugar. Quando começou a viver sua vida de “pleno cidadão”, teve problemas de interação por não conseguir se comunicar bem com as pessoas e por preferir ficar sempre na sua. Pouco abria a boca e, quando o fazia, quase sempre era para responder perguntas feitas pelos professores. Custou para o coreano ser enxergado na sala de aula e ele realmente não se importava com isso, mas também não achou ruim quando começou a fazer amizades por causa de trabalhos e pelos extrovertidos que lhe “adotavam.”
Mesmo que se considerasse antissocial e reservado, o Roh mais novo se dava sim ao luxo de sair com os amigos. Ia em cafeterias, shows, parques, festas e ao cinema sempre que sentia uma pequena necessidade de distrair a cabeça. Fora isso, focava bastante nos estudos e nos treinamentos que ainda levava a sério, sendo aquele o seu maior segredo para as pessoas.
Descobriu na corrida noturna ou matinal um hobby que nunca imaginaria. Conseguia colocar os pensamentos em ordem ao correr e também era um ótimo momento para ouvir os podcasts que acompanhava ou rever gravações das aulas que considerava ter uma maior dificuldade. Aquele comportamento junto com os treinos e as idas à academia era o que resultava no corpo bem em forma do rapaz.
As pessoas ao seu redor pareciam não se importar com a atmosfera melancólica que sempre o rodeava, ou talvez fossem apenas os amigos que fez no curso. Todos eram sempre receptivos e compreensivos com Taejun, o que de certa forma o fazia lembrar do irmão. Eles foram os únicos com quem o rapaz se preocupou além daquele do seu próprio sangue.
Completou o curso de Ciências Biomédicas com maestria e por isso acabou sendo indicado por um dos professores para trabalhar no hospital da Universidade Nacional de Seoul, o que diminuiu maior parte da burocracia enfrentada para ser admitido no local. Trabalha com pesquisas e estudos genéticos ao lado de boa parte do seu primeiro grupo de amigos, mas no ambiente profissional acaba sendo ainda mais reservado do que era antes. Fosse por medo de falar demais sobre sua pesquisa particular sem querer ou por receio.
BACKGROUND (com o histórico junto)
Ninguém desejaria ter filhos em uma condição tão fodida como aquela, ou ao menos é o que se esperaria das pessoas diante de toda a confusão que foi o ataque alienígena e a forma com que a vida em todo o planeta mudou drasticamente. O que não fazia sentido era um casal com quase nada resolver firmar um matrimônio e ainda ser irresponsável o suficiente para conseguir uma gravidez em seguida, essa que nem pôde ser impedida já que não tinham um tostão fosse para criar a criança ou para causar um aborto. Na verdade, as crianças, já que a notícia de que eram gêmeos desagradou ainda mais os pais desgostosos. Eunki nasceu em meio a um choro audível ao que Taejun precisou de estímulos para chorar e mostrar que estava bem. Pelo menos estiveram durante aquele momento em que foram acolhidos por obrigação, já que após saírem do hospital o casal fora recusado tanto pela família quanto por orfanatos da cidade, o destino jogando na cara deles de que toda a gravidez havia sido uma péssima ideia.
O Projeto Liberi pareceu ser uma luz no meio do caminho incerto e a única opção de sobrevivência dos quatro ali, mesmo que isso significasse nos gêmeos levando um outro tipo de vida. E assim se fez, ainda recém-nascidos, acolhidos pela instituição que os criou sem fornecer nada sobre seus pais biológicos, já que provavelmente nem eles sabiam. A única coisa que carregavam eram os nomes quais nunca desgostaram, mas que também não servia de muito. Taejun cresceu desconfiado e deprimido, se afastando de todos que não fossem seu irmão gêmeo e o tendo como seu único confidente.
Se tornar um experimento aos quatro anos parecia ser algo irreal para o garoto que sequer sabia o motivo de estar vivo. O pessimismo sempre rondou Taejun que parecia mais assustado e revoltado do que tudo. Todos os dias se perguntava sobre o chip implantado em si, todos os dias perguntava sobre o motivo de estar ali e o que havia acontecido para terminarem em tal situação deplorável. Sendo cobaias, lidando com dores e situações insuportáveis. O Roh mais novo aprendeu a conviver com uma enxaqueca insuportável desde os seis anos e com ela também veio seu péssimo humor. O despertar de seu poder veio pouco depois e diziam que ele havia sido retardado pela falta de vontade do garoto, também comentavam sobre o quão irônico era alguém tão sem vida manipular logo a luz, uma das razões da sobrevivência humana. Mesmo com toda a rejeição e falta de vontade de Taejun, seu poder se mostrou ridiculamente forte com o passar dos anos e teve de o aprimorar mesmo que não quisesse. Era forçado para tal. Após os dez anos o coreano meio que parou de tentar se reprimir em situações deprimentes no seu quarto e ver toda a sua chance de sair de tudo. Seu pensamento se dava no fato de que poderia apenas morrer de exaustão ao se esgotar em treinamentos e daquela maneira ele continuou incansavelmente até se tornar tão forte quanto seu irmão que sabe-se lá por qual motivo se esforçava tanto. Taejun só queria sumir, ficar sozinho e, por mais que irônico, desaparecer na escuridão de seu quarto. Talvez por lidar tanto com a luz, locais escuros eram sempre seus preferidos.
Os treinos que antes pareciam focar em disparos de luz pelos punhos cerrados e palmas das mãos se intensificaram até em condições teóricas onde o mais novo precisava ler sobre ferramentas e objetos e a forma com que eram feitos, assim como diâmetro, espessura e tudo que envolvesse a especificação. Não passavam de ensinamentos para algo maior e foi aí que Taejun passou a manipular a luz em formas diversas, se tornando perigoso para si mesmo não só pelo descuido com a forma afiada que conseguia projetar mas também pela exposição extrema à luz, o que rendia em efeitos colaterais nada interessantes e em óculos especiais quais precisava usar sempre que fosse treinar. Parecia que quanto mais seu poder se intensificava e crescia, mais e mais a sua personalidade se enfiava nas trevas. Tentava ser neutro por Eunki, mas às vezes ver toda aquela animação o causava enjoo e desinteresse. Como ele poderia ter tanto ânimo e esperança diante da falsa liberdade que diziam oferecer? Era absurdo para Taejun. O via ser inconsequente e de certa forma aquilo o forçava a treinar ainda mais para ser forte o suficiente e conseguir salvar o irmão de qualquer coisa que fosse. Mesmo com desentendimentos e com seus poderes não sendo extremamente compatíveis, os gêmeos Roh conviviam em uma harmonia inegável e se protegiam acima de tudo. Taejun só tinha Eunki e sabia que para sempre só teria ele. Não podia se dar ao luxo de perde-lo por um otimismo barato.
Seu espírito protetor para cima do irmão e seu exagero nos treinamentos chamaram certa atenção para o coreano que antes só sentia raiva, este sendo integrado no Projeto YXXY contra sua vontade, obviamente. Seu temperamento foi ignorado quando o escalaram para missões junto com Eunki, esse que já havia iniciado anteriormente, por verem um pequeno padrão no comportamento dos gêmeos e, como se estivessem lendo um livro aberto, acertaram em cheio na cegueira de Taejun para os outros e em sua concentração única em ajudar e proteger o irmão. Era por aquilo que se esforçava e por ele que decidiu viver até então. Seu pessimismo o fazia criar estratégias tão boladas e com tantas situações que poderiam acontecer que quase nunca era pego de surpresa por algum inimigo, o que também tornava fácil para o garoto só os derrotar sem impor limites em sua força e também sem importar com o fato de que outros teriam de lidar com sua luz. Em sua cabeça o importante era que o mais velho continuava são e salvo, mesmo que naquela primeira missão sua enxaqueca tenha vindo mais forte que o de costume, a dor enjoada em seu corpo sendo aliviada pelo uso de seu conhecimento em acupuntura que se tornou mais útil do que imaginava.
De missão em missão, o mais novo apenas se focava em proteger o outro e garantir que ambos voltassem para “casa” salvos de toda aquela bagunça. Foi aos poucos com o uso exagerado de seus poderes para exterminar os inimigos o mais rápido possível que os efeitos colaterais começaram a parecer estranhos; havia sido alertado das dores e de todo o incômodo nos olhos, mas quando estava em campo Taejun parecia elétrico, animado e portador de uma felicidade que incomodava qualquer um. Esmagava os inimigos num otimismo que se tornava sádico, entre piadas e risos altos moldava espadas, martelos, raios de luz e até se concentrava para incendiar partes do corpo oponente. Qualquer um se preocuparia com aquela mudança de personalidade brusca e bizarra se não fosse pelo fato de que ela se tornava ainda mais útil no campo de batalha do que seu constante mau humor, ter o rapaz animando os outros nas lutas e se voluntariando para situações adversas era mais produtivo, então pouco se importavam, mesmo que fosse a coisa mais estranha possível. Ou não tão fora do comum já que o mesmo acontecia com Eunki: via o irmão completamente melancólico e preso numa depressão que era inimaginável, o que fazia Taejun sempre permanecer ao lado dele e o encorajar com palavras positivas, tivessem elas efeito ou não.
Os gêmeos se saíam melhor juntos, aquilo era notável. Mesmo que a luz do mais novo fosse agressiva e cegante, era ali que as sombras se tornavam ainda mais intensas para o mais velho se locomover e atacar como bem entendesse. Se completavam como sempre fizeram até então, aquilo exigia um controle minucioso do poder de cada um e dessa maneira se tornavam fortes juntos. Mesmo com todo seu lado descontrolado, Taejun se saía incrivelmente bem ao analisar os planos feitos quando ainda estava paranoico demais para deixar escapar uma possibilidade sequer, criticando a si mesmo entre uma piada e outra, mas sempre se mantendo focado e com uma liderança surpreendente. O momento em que estava em campo era o único que conseguia liberar toda sua frustração e estresse pelos anos de experimentos, efeitos colaterais e treinamento forçado.
Viver sua vida “ordinária” como se não sofresse de problemas sérios fora aquela cara monótona que mantinha foi mais difícil do que imaginava. Taejun detestava a luz, o sol, o verão, o calor e tudo que pudesse brilhar em seu rosto. Se possível, escolheria nunca sair de seu quarto, mas precisava. Sem ter muitos hobbies durante a vida, o garoto só sabia que se interessava pela parte laboratorial mais do que o normal. Todos os seus anos vivendo e convivendo com o Centro de Pesquisa despertou seu lado curioso sobre todos aqueles estudos genéticos que eles faziam, e foi exatamente nisso que procurou se formar. O interesse em biomedicina veio e todo seu estudo árduo para se integrar na sociedade resultou na aceitação e, posteriormente, graduação na Universidade Nacional de Seoul (SNU), em Ciências Biomédicas (BMS). Ingressou na área ainda jovem e escolheu se especializar na parte de genética por ter esperança de que entenderia mais sobre o que acontecia consigo, com seu irmão e com todos os outros. Conseguiu um emprego como Biomédico Geneticista no Hospital da Universidade Nacional de Seoul (SNUH) e trabalha lá desde então.
Durante o tempo que passou como estudante da Universidade, Taejun pode dizer que aproveitou o que foi possível. Se mostrava como um aluno comum que só tinha dores de cabeça frequentes porque vivia estudando, sempre dedicado e com notas impecáveis, mesmo que extremamente quieto e na sua. Conseguiu conhecer pessoas novas, manter conexões, sair, conhecer novas comidas, lugares e até mesmo aproveitar o anoitecer em raras vezes que se permitia ir para festas. Diferente de seu irmão, não precisava de desculpas sustentadas para explicar seus efeitos colaterais: eram todos provenientes dos estudos e das horas encarando a tela do computador, por isso sempre usava colírios, óculos de sol e tomava remédios fortes para dor de cabeça. De acordo com ele, era um sacrifício que valeria à pena no futuro. Talvez fosse assim que enxergasse o fato de que precisava se manter firme para encontrar uma escapatória ou algo que conseguisse os salvar daquela vivência sufocante. Mesmo pessimista, mesmo com toda a sua aura depressiva. Precisava tentar, se não por ele, por Eunki.









