Tecnopuc, Viamão/RS, Brasil (2018) #carolargenti #tecnopuc #viamao (em Tecnopuc Viamão) https://www.instagram.com/p/BnpHdQ_gO1q/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=l4wj65eu24ly

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@pedracircular em palestra na #tecnopuc (em TECNOPUC)
Tecnopuc tem palestra sobre o conceito O2O
Tecnopuc tem palestra sobre o conceito O2O
Tecnopuc tem palestra sobre o conceito O2O
No dia 9 de junho, às 19h, o Tecnopuc recebe a palestra “Why O2O is the best bet for Brazilian Startups”. O palestrante será Yan Di, presidente da Associação Brasileira de O2O e country manager do Baidu, empresa líder em buscas e em plataformas d…
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Fonte: Baguete – Últimas notícias
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Huawei e Tecnopuc: foco em smart cities
Huawei e Tecnopuc: foco em smart cities
Huawei e Tecnopuc: foco em smart cities
A parceria do Tecnopuc com a chinesa Huawei, iniciada no ano passado com o anúncio de um centro de pesquisa conjunto no parque tecnológico da universidade portoalegrense, ganhou novos contornos. A multinacional e a instituição anunciaram uma nova fase de sua coopera&ccedi…
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Baguete – Últimas notícias
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Crescem os investimentos na Economia Criativa
A relação entre arte e economia. A criatividade como origem da produção de riqueza cultural e econômica. Originário da Austrália, nos anos 90, o termo “Indústria Criativa” abrange atividades econômicas voltadas à geração de conhecimento e informação, através da exploração da propriedade intelectual.
No Brasil, 320 mil empresas estão voltadas para o setor criativo, o que contabiliza quase 6% das empresas do país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 3,7 milhões de pessoas estão inseridas nesse mercado, que ocupa 8,5% dos postos de trabalho nacional.
A Secretaria de Economia Criativa (SEC) do Ministério da Cultura define os setores criativos como “aqueles cujas atividades produtivas têm como processo principal um ato criativo gerador de valor simbólico, elemento central da formação do preço e que resulta em produção de riqueza cultural e econômica”. As áreas inseridas são: Patrimônio Natural e Cultural, museus e arquivos; Expressões Culturais, artesanato e artes visuais; Artes de Espetáculo, dança, música, teatro e circo; Audiovisual, cinema e vídeo; Livro, Leitura e Literatura, publicações e mídias impressas e Criações funcionais, moda, design, arquitetura e arte digital.
De acordo com matéria publicada pelo Portal Brasil, nos anos de 2000 a 2008 o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) desembolsou aproximadamente R$300 milhões em projetos ligados à cultura. Já no ano de 2010, a área criativa representou R$104,37 bilhões, o que corresponde a 2,84% do PIB brasileiro, de acordo com a SEC. O número de empresas atuantes nesse setor era de 63.373. Em 2011 houve um crescimento R$5,63 bilhões em comparação com o ano anterior, passando a representar 2,7% do PIB, segundo a Federação das Indústrias do Rio (FIRJAN).
O crescimento anual dos setores criativos é de aproximadamente 6,13%. O número foi superior ao aumento médio do PIB nacional, que foi de 4,3% nos últimos anos, conforme pesquisa realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Considerando-se a economia local, as atividades do núcleo criativo registram presença significativa. O estado do Rio Grande do Sul se destaca no setor de Design, com 17,2% de representatividade, conforme dados da FIRJAN.
Em 2013, o Ministério das Comunicações, em parceria com o Governo do Estado, disponibilizou um total de R$12,1 milhões para incentivar a Indústria Criativa. A verba foi destinada a um parque tecnológico e a empresas que atuam com produção de conteúdo audiovisual.
Em julho desse ano, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e o Ministério das Comunicações firmaram convênio que formalizou a implantação de um Centro de Produção e Pós-Produção de Conteúdos Digitais Criativos. O projeto, executado pela PUCRS em parceria com a Feevale, está localizado no Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) Viamão, e integra-se ao Centro Tecnológico Audiovisual do Estado (Tecna), coordenado pela professora Aletéia Selonk.
Em julho deste ano, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e o Ministério das Comunicações firmaram convênio que formalizou a implantação de um Centro de Produção e Pós-Produção de Conteúdos Digitais Criativos. Quais os objetivos desse empreendimento?
Aletéia - O Tecna é uma iniciativa que vem sendo desenvolvida há alguns anos, e agora, no final de 2013, nós confirmamos um investimento de 22 milhões de reais em recursos públicos obtidos através de editais e convocatórias. Um dos projetos realizados a partir dessa verba é o convênio com a Fapergs, no valor de sete milhões de reais, dando vida a um pedaço do que é o Centro de Produção e Pós-Produção de Conteúdos Digitais Criativos. O principal objetivo de uma iniciativa como essa é, sem dúvida nenhuma, desenvolver o setor criativo do Estado do Rio Grande do Sul, mas não só estamos localizados e vamos promover muitos benefícios no ambiente regional. Pelo histórico da Universidade, do Parque Tecnológico e das pesquisas da Famecos, o Tecna pode ser posicionado como um ramo de negócios na América do Sul como um todo.
O Tecna tem uma estrutura ímpar. Poderias nos explicar como vai ser o funcionamento do Centro de Produção e Pós-Produção de Conteúdos Digitais Criativos?
Aletéia - A estrutura do Tecna tem as seguintes vocações: pesquisa, formação, fomento e mercado (business). O que dá vida a essas vocações é, no caso da pesquisa, laboratórios de pesquisa que vão integrar estudantes, professores, pesquisadores e empreendedores em torno de temas estratégicos. O que dá vida à formação é um centro permanente que vai oferecer outras possibilidades de especialização ou de formação básica, que expandam o trabalho feito na Famecos, incluindo outros formatos de cursos e intensivos. Em relação ao fomento, a gente dá vida a uma infraestrutura completa para as produções audiovisuais, incluindo estúdios de cinema, televisão, áreas de apoio, estúdio de mixagem e de motion capture, que são novas tecnologias que serão inseridas no nosso mercado local. Para o business propriamente dito, há o cluster, que é todo um arranjo de negócios que gira em torno desse ecossistema. Isso já vai poder alçar voo em negócios maiores, além de termos área para que empresas se instalem definitivamente próximas a essa infraestrutura, otimizando ainda mais a logística e a interação com outros agentes. Tudo isso sem falar numa inteligência que olha pra esse ecossistema como um todo, e pensa em novas parcerias sempre com uma perspectiva local e global, pensando em negócios e em entender como um centro pode alavancar diferentes oportunidades.
Sua tese de doutorado aborda o tema O imaginário do produtor cinematográfico do tipo comunicativo - um estudo do espaço audiovisual do Brasil. O ramo da indústria criativa tende a crescer no país? Qual a importância de iniciativas como a do Tecna?
Aletéia - O ramo da indústria criativa é uma das principais perspectivas e tendências de um futuro muito próximo, porque a comunicação nunca foi tão demandada. As minhas pesquisas tiveram como base o entendimento de uma cadeia evolutiva, de uma visão sistêmica que seja capaz de organizar agentes. Há uma nova visão de competitividade entre agentes do mesmo setor, que se baseia na ideia de cooperação em primeiro lugar, integrando a indústria criativa e o audiovisual. É uma comunicação integrada, sem divisão de área, sem barreiras. O Tecna tem a visão estratégica de não deixar escapar a valorização da geração de negócios e de empregos, mas sempre com o valor agregado da pesquisa, do conhecimento que fica analisado, registrado e que vai ser compartilhado com todos, com ênfase na formação.
Entre as 120 organizações que compõem o Parque, está a Unidade Digital do Grupo RBS. A ideia de expandir a área da empresa fez com que a parceria com a PUCRS se consolidasse. A necessidade da RBS em ser conhecida no setor de tecnologia, e não apenas no de mídia impressa, foi um dos fatores fundamentais para essa mudança, como conta Marco Migliavacca, Gerente de Unidade de Produtos Digitais do Grupo RBS. “Para que a gente possa atrair profissionais qualifiados para essa área, a gente precisa se expor como uma empresa de tecnologia. Mostrar a nossa cara, mostrar o que a gente faz. Precisamos ter presença, frequentar os mesmos lugares e conversar com as pessoas de tecnologia”, aponta Migliavacca. “O Tecnopuc é uma referência nacional como polo de tecnologia”, complementa.
O convênio do Grupo foi selado com a Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Famecos). A linha de pesquisa é centrada na distribuição de conteúdo em suas novas formas, entendendo o comportamento do leitor atual – consumidor de informação.
Migliavacca afirma que o ambiente de trabalho influencia na produção. A RBS ocupa a totalidade do quinto andar do prédio 99A, o Tecnopuc. Além do fator arquitetônico, há o modo como é organizado: pequenas equipes, ausência de paredes entre as unidades e o local para “descompressão – como é chamada a sala com sofás e videogames. Esse modelo dificulta a identificação da hierarquia e torna o trabalho mais eficiente e com participação de todos. Para deslocamento dentro do andar, até mesmo o patinete é liberado. Toda e qualquer forma que auxilie a interação entre os integrantes da equipe é bem-vinda.
A busca pelo modelo de jornal do futuro é uma construção diária. “[o jornal do futuro] não vai ser como ele é hoje. Nem no papel, nem no digital. Ele caminha a passos largos para o digital, mas o modelo não está estabelecido ainda”, analisa. Para Migliavacca, "a consolidação da tecnologia é a eterna mudança". Ele debate também o modelo de negócio que sustentará os profissionais do jornalismo. Cita como exemplo a Zero Hora, que possui um modelo de assinatura exclusivamente para o conteúdo online. A adesão ainda é baixa em comparação com o jornal impresso.