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2° Capítulo - Juntos Pelo Acaso (JPA).
2018
- A galinha pintadinha, e o galo carijó. A galinha usa saia e o galo palitó... – Essa era a trilha sonora da qual (S/N) e Harry eram obrigados a ouvir Perrie e Zayn cantando, enquanto no banco de trás eram separados pela cadeirinha de bebê e Clair.
Quando Zayn finalmente estacionou o carro em frente à casa, Harry bufou, finalmente aquelas músicas bobas, que faziam até mesmo a pequena Clair ficar no tédio se cessariam.
(S/N) desceu do carro desprendendo Clair da cadeirinha e a segurando firme.
- Pode deixá-la comigo. – Harry veio em sua direção esticando os braços.
- Você está louco? É a pessoa mais desnaturada que conheço. – Disse apertando o bebê mais junto de si.
- Começou. – Zayn disse passando por eles revirando os olhos.
- (S/N), nós vamos mexer com as coisas na cozinha, pode deixar com eles. – Perrie disse em tom de tédio. Harry levantou uma das sobrancelhas, desafiador, e (S/N) olhou-o ainda meio desconfiada, mas acabou por entrega-la em seus braços. Harry ergueu a criança para cima, fingindo derruba-la, mas logo agarrando-a com firmeza, fazendo com que (S/N) gritasse.
- Você é um idiota. – Disse dando um soco no braço de Harry antes de seguir a amiga para dentro da casa.
- Se continuar fazendo isso, ela vai vomitar em você, ela está fazendo isso com certa frequência. – Zayn disse para o amigo, enquanto carregava uma caixa onde se lia: “Churrasqueira”, até o quintal.
- Vai nada, ela está adorando. Não é mesmo Clair. – Disse balançando-a, enquanto a mesma soltava uma deliciosa gargalhada de bebê. – Você é a única garota pela qual eu faço a barba.
- Em falar nisso... O que ouve com a Kendall? Por que ela não veio? Achei que o relacionamento de vocês era sério! – Indagou Zayn, enquanto abria a caixa.
- Não. Terminamos a algumas semanas. – Harry disse se acomodando com Clair em uma cadeira.
- O que ouve?
- Ah, sei lá... Só não era aquela coisa de “até que a mortes nos separe”! – Fez uma voz firme e engraçada, tentando falhamente imitar um padre.
- Achei que você gostasse dela. – Disse Zayn.
- Não, esse era você. Eu só a achava gostosa! – Deu de ombros.
(...)
- Fui levar a Clair esse dias no pediatra... – Perrie começou enquanto desembalava alguns salgadinhos.
- E ai? – (S/N) perguntou enquanto pegava alguns pratos e travessas.
- E tem um médico lá, que é tão bonito. Acho que finalmente superei minha paixão pelo Taylor Lautner. – (S/N) suspirou revirando os olhos, já sabia onde a amiga queria chegar. – Enfim, ele não usa aliança.
- E ai? – Perguntou sem interesse.
- Ai eu comecei a conversar com a enfermeira dele...
- Não... – (S/N) bufou.
- Fingi gostar das unhas dela... – Perrie tentou continuar.
- Não, não, não, não, não. – Disse interrompendo a loira novamente.
- Você nem está me ouvindo. – Bufou frustrada. - Como sabe que não vai gostar dele?
- Simples, você tem o pior histórico de encontros marcados no mundo!
- Como quem? –Cruzou os braços, desafiadora.
- Como o ladrão, o cara de aparelho...
- Olha, eu não acredito que você ainda me culpa por isso! – Perrie disse um tanto chateada.
- E olha que ainda nem mencionei o desastre do Harry em 2014, hein. – Revirou os olhos se dirigindo a uma gaveta.
- Esse foi o Zayn. Eu mal o conhecia. – Retrucou.
- Você sabia que o nome dele era Harry! – Pausou suspirando. – E você é minha melhor amiga, não pode ser como aquelas mulheres, que quando entro em uma loja, me julgam por eu não usar aliança. – (S/N) concluiu chateada.
- Eu não sou... – Disse manhosa.
- Ta bom, então é o seguinte, continue tendo lindos bebês, e eu e minha mãe continuaremos mimando eles com isso. – Disse colocando a vela sobre o bolo.
- Ficou melhor que o bolo do meu casamento. – Perrie deu de ombros.
- Minha mãe fez seu bolo de casamento. – (S/N) disse indignada.
- Ficou seco. – Disse pegando o bolo e levando-o para cima da mesa, enquanto (S/N) ria.
(...)
- Harry, eu já disse, ela vai vomitar em você! – Zayn gritou enquanto arrumava as mesas, para Harry que pulava com a criança no castelo inflável.
- Não vai na... – Antes que ele pudesse terminar a frase, um chato de vomito atingiu seu rosto.
(...)
- Que nojo! – Disse enquanto lavava a boca na torneira da cozinha.
- Não se preocupe Clair, você não é a primeira garota a vomitar no tio Harry! – (S/N) disse entre risos, abraçando a pequena.
- Viu Clair? Isso é que é uma pessoa cruel. – Disse apontando para a moça.
- Harry, pegue uma roupa do Zayn no guarda-roupa, antes que todo mundo chegue. – Perrie disse entre risos.
- Por quê? Que horas são?
- 11h, embora sejam só 10h no relógio Styles. – (S/N) provocou. – Aliás, estou surpresa que esteja acordado a está hora. – Zayn e Perrie seguraram o riso, já sabiam o que viria a seguir.
- Você usa relógio até no sexo, né? – Disse com voz de tédio chegando perto da moça.
- Pelo menos eu não uso bandana em todo lugar que eu vou. – Rebateu. – Pode tirar esse pano de prato da cabeça, todo mundo aqui sabe que você é careca!
- Não sou careca, são só entradas!
- Aham. – (S/N) disse irônica.
- Da aqui. – Perrie disse pegando a bandana da cabeça do rapaz.
- Que saco, são só entradas. – Resmungou olhando para Zayn, enquanto arrumava o cabelo para que suas entradas não aparecessem.
- Peguem as taças. – Zayn disse colocando taças com champanhe na frente dos amigos.
- Primeiro aniversário do bebê, nada de bandanas! – Perrie concluiu.
- Bom, antes de todo mundo chegar... – Zayn começou.
- Queríamos fazer um brinde às duas pessoas preferidas da Clair.
- Aos nossos melhores amigos, sobrevivemos há este primeiro ano, graças a vocês! – O moreno continuou.
- Nós amamos vocês! –A loira concluiu, fazendo o brinde.
- Você está chorando? – Harry perguntou entre risos.
- As mães choram. – Perrie disse secando as lágrimas.
Neste momento a campainha tocou.
- Graças a Deus, a babá chegou! – Perrie disse pausando seu copo sobre a mesa.
- Pra que uma babá? Os pais estão aqui. – (S/N) argumentou.
- Por que ela é um gênio, quando a Clair está nervosa só ela consegue acalmá-la. – Perrie seguiu para a sala.
- A chamamos de domadora de bebês. – Zayn tomou mais um gole de sua taça.
- E ai? Ela é boa? – Harry sussurrou para o amigo, fazendo com que (S/N) revirasse os olhos.
- Bota boa nisso. – Zayn respondeu.
- Gente, essa é a Emilly, filha dos nossos vizinhos. Ela é a babá da Clair. – Perrie disse apresentando a garota que aparentava ter 12 ou 13 anos. A menina deu um aceno em modo de “olá”.
- Oi Clair, vem, vamos trocar a sua fralda. – Disse pegando a criança dos braços de (S/N) e subindo as escadas.
- Hum, obrigada. – Perrie disse sorrindo.
- Essa é a domadora de bebês? – A moça perguntou entre risos. Enquanto Harry ainda estava estático.
- Claro, se ela tivesse idade o suficiente para transar com Zayn eu estava ferrada. – A loira deu de ombros, fazendo Jade e Harry rirem alto.
- Você sabe que eu nunca te trairia amor! – Zayn disse a abraçando por trás. – Da um beijinho? – Disse fazendo um bico em seguida recebendo um selinho.
- Harry, sai de perto de mim. Você está fedendo a vomito. – (S/N) reclamou impaciente.
- Hum, sério? – Disse irônico e rindo com maldade. Em seguida se esfregando na garota.
- Sai daqui! – Gritou entre risos.
...
1° Capítulo - Juntos Pelo Acaso (JPA).
2016
(S/N) apertou a campainha da casa de Perrie e Zayn apreensiva. A loira atendeu a porta e ela adentrou afobada.
- Eu vim assim que pude, você parecia... – Pausou ao ver que a amiga ria de sua cara. – Você não estava passando mal? – Perguntou com voz de tédio, não era a primeira vez que Perrie fazia-lhe uma brincadeira desse tipo só para que a amiga fosse correndo para sua casa.
- Era o único jeito de te tirar daquele livro que você está tentando escrever quase há quatro anos. – Harry disse sentando-se no sofá.
- O que ele está fazendo aqui? – Perguntou irritada ao vê-lo. – Para mim, já estava de bom tamanho ter aguentado as mãos bobas dele no seu casamento, ano passado. – Bufou.
- Eu sei que você queria mais do que aquilo. – Ele piscou o que fez (S/N) sorrir sínica e dar-lhe o dedo do meio.
- Mais respeito crianças, isso é uma casa de família. – Zayn disse adentrando a sala com quatro taças em mãos.
- Casa de família,desde quando? – (S/N) franziu o cenho risonha.
- Sente-se. – Perrie conduziu a amiga até o sofá onde Harry estava, ela sentou-se na outra ponta do sofá, onde julgou ser uma distancia segura.
- Vamos brindar. – Zayn colocou champanhe nas taças e entregou-as para (S/N) e Harry.
- Brindar o que, cara? – Harry revirou os olhos. – Vocês estão com esse suspense desde que cheguei! – Disse impaciente.
- Querido, eu não posso... Esqueceu? –Disse recusando a taça de champanhe que o marido havia colocado.
- O quê? – Os olhos de (S/N) se sobressaltaram. – Desde quando Perrie Edwards recusa uma taça de champanhe?Você talvez seja a pessoa mais alcoólatra que conheço... Fora Harry,claro. – Disse risonha, Harry deu-lhe o dedo o meio, e Zayn e Perrie se entreolharam sorrindo. – Isso é o que eu estou pensando? – Perguntou para Harry.
- Pois eu não faço ideia do que vocês estão insinuando. – Deu de ombros dando um gole em sua taça.
- Bom... – Zayn começou e sorriu. – Perrie e eu vamos ter um bebê. – Pausou a mão sobre a barriga da amada.
Harry que tinha a boca cheia do conteúdo da taça, cuspiu para o lado, acertando, talvez, sem querer, (S/N), que olhou-o furiosa.
- Eu não acredito nisso! – Gritou correndo para a cozinha, com o cabelo pingando champanhe.
- Puta que pariu. – Harry disse enxugando a baba com a manga da camisa e o sorriso do casal sumiu de seus lábios.
- Vocês ouviram o que o Zayn disse? – Perrie chamou a atenção dos amigos incrédula.
- Sim, parabéns. – (S/N) disse vindo da cozinha, secando os cabelos em uma folha de papel toalha, e abraçando a amiga.
- Mas não é só isso. – Zayn começou. – Queremos que vocês sejam padrinhos do bebê. – Abriu um grande sorriso.
- O quê? – Harry levantou-se do sofá assustado.
- Queremos que sejam padrinhos da criança. – Perrie repetiu.
- Não, eu ouvi. – Ele disse ainda tentando absorver.
- Não vou entrar em uma igreja com ele novamente! – (S/N) protestou jogando o papel tolha violentamente contra o rapaz, sorte dele que aquilo não machucava.
- Eu sei que você adoraria entrar de branco em uma igreja, e que eu estivesse te esperando. – Harry piscou novamente.
- Está vendo o tipo de coisa que terei de aguentar todos os fins de semana se isso acontecer. – (S/N) apontou-o com desdém.
- Jade, vocês são nossos melhores amigos. – Perrie fez bico.
- Fora vocês, as opções seriam algum de nossos vizinhos loucos. – Zayn falou. – Por favor.
- Pelo bebê. – Perrie completou.
(S/N) e Harry se entreolharam com nojo por alguns segundos e então assentiram com a cabeça.
- Tudo bem, pelo bebê. – (S/N) confirmou e então Perrie pulou em seus braços a abraçando.
- Valeu cara. – Zayn abraçou o amigo.
...
22º Capítulo - Remember
Pov Liam.
Abri meus olhos preguiçosamente, despreguicei-me espaçosamente, esbarrando em algo, me verei para o lado, uma Danielle de peitos desnudos virada de costas para mim roncando, já havia me esquecido que ela havia voltado. Por algum motivo sorri, ok, eu estava com saudades daquele ronco. Ok, me chame de canalha, sei que ela não merece um pingo de piedade e amor.
Levantei-me vestindo uma bermuda larga e uma camiseta qualquer. Sai do quarto tentando fazer o mínimo de barulho, para não acordá-la. Aposto que depois de noite passada seu humor matinal não seria dos melhores.
Desci as escadas ouvindo alguns risos vindos da sala, olhei em volta curioso, e então um vulgo que batia na altura de meu joelho correu em minha direção rindo e se escondendo atrás de minhas pernas.
Taylor: Socorro moço bonito, eles querem cortar o meu cabelo. – Taylor apontou para Jon e outro garotinho que vinham correndo com tesouras nas mãos.
Liam: Jon? O que é isso? – Disse tirando a tesoura de suas mãos. – Isso não é coisa de brincar. – Disse autoritário.
Jon: Devolve tio. – Disse manhoso.
Xxx: Relaxa Liam, são de plástico, isso não corta nem papel. – A voz feminina ao pé de meu ouvido me fez estremecer. Virei de costas, dando de cara com (S/N) enxugando as mãos em um avental. – Acordou tarde hoje, hein. – Ela sorriu.
Liam: Que horas são? – Cocei a cabeça, confuso.
Você: 11 horas. – Disse apontando para o relógio.
Liam: Puts, estou atrasado para o ensaio. – Disse subindo as escadas.
Xxx: Hoje é sábado. – Um outro garoto, parecendo um pouco mais velho veio da cozinha. Olhei em volta um tanto confuso com toda a situação. Eu ainda estava dormindo ou tinham crianças em minha casa?
Liam: Hum, eu sabia disso. – Disse descendo os degraus novamente, (S/N) segurava o riso entre as mãos. Segui-a até a cozinha. – Por que você está vestida assim? E que crianças são essas? – Sussurrei e ela riu genuinamente.
Você: Estou ajudando Laylee com o almoço, e esse são filhos dela. – Abri a boca tentando raciocinar.
Laylee: Bom dia Sr. Payne. – Laylee disse desligando o fogo de uma das panelas.
Liam: Bom dia Lay.
Laylee: Espero que não se importe, trouxe meus filhos. – Sorriu.
Liam: É claro que não. – Respondi. – Desde não cortem o cabelo de minha filha. – Eu ri e junto de mim (S/N).
Laylee: O que? – Seus olhos se sobressaltaram preocupada. – Meninos!!! – Ela gritou.
Xxx: Sim mãe? – O garoto mais velho que segurava Costelinha nos braços, apareceu junto do menor na cozinha.
Laylee: Quem está tentando cortar o cabelo da Taylor? – O menor baixou a cabeça, sabendo que seria repreendido.
Você: Liam está brincando Lay, e as crianças também. – Sorriu.
Liam: Não foi nada demais, eles estava só brincando. – Completei.
Laylee: Desculpe Sr. Payne. – Ela disse e eu neguei com a cabeça.
Liam: Já disse que não foi na Laylee... – Sorri.
Laylee: Bom, vocês ao menos de apresentaram? – Cruzou os braços e os meninos baixaram os olhares.
Xxx: Sou Henrico. – O mais velho disse estendendo-me a mão. – E este é Luan, ele tem um pouco de dificuldades para com adultos. – Completou e o pequeno também me estendeu a mão para um cumprimento.
Liam: Prazer em conhecê-los garotos. – Cumprimentei-os. – Gosta de jogar vídeo game? – Perguntei para Henrico que assentiu sorrindo. –Então vamos, deixaremos a cozinha para as mulheres.
Você: Machista. – (S/N) gritou entre risos.
Assim que sentei-me, ouvi paços pesados vindo da escada. Puta que pariu,a coisa vai ficar feia.
Danielle: Mas que gritaria é essa na minha casa já cedo? – Ela gritou, fazendo até mesmo as crianças que corriam pararem para prestar a atenção.
Você: Cedo? São 11 horas. – Disse irônica.
Levantei-me, já sabia que isso iria dar merda. Entrei em frente de Danielle, que tinha a cara inchada e olhos remelados.
Danielle: De quem são essas crianças? – Olhou para Henrico e Luan.
Você: E se eu disser que são minhas? – (S/N) disse, caralho, ela não ajuda em nada.
Danielle: Não me admiraria! – Riu sarcástica. – Deve ter dado para qualquer um, e trouxe-os dizendo que também são filhos de Liam. – O ódio subiu tanto a minha cabeça quanto a de (S/N).
Liam: Danielle, meda suas palavras, as crianças estão aqui. – Disse segurando seus braços.
Danielle: Foda-se as crianças! – Gritou.
Laylee: As crianças são minhas. – Laylee disse valente, abraçando seus filhos.
Danielle: Ah, tinha que ser... – Riu. – Quantas vezes já não disse que odeio crianças? E você me trás seus filhos para dentro de minha casa empregada?
Liam: MINHA CASA. – Gritei. – Você nunca colocou se quer um centavo aqui, gastou todo seu dinheiro em roupas e quer chamar minha casa de sua? – Soltei seus braços com força. – Taylor e Jon, vão para outro lugar. – Disse observando os pequenos subirem as escadas.
Danielle: A partir do momento que eu moro aqui, eu também sou dona disso. – Cuspiu as palavras em meu rosto.
Liam: Se for assim, (S/N) também tem a auto... – Comecei, mas senti um ardor em meu rosto, Danielle me deu um tapa em minha cara.
Danielle: Não repita o nome dela! – Gritou. – E você empregada, com uma permissão de uma vadiazinha que está aqui por alguns dias, você acha que pode fazer o que bem entende em minha casa? – Perguntou grosseira.
Laylee: Eu na trouxe meus filhos aqui para me verem ser humilhada! – Disse com lágrimas nos olhos. – Desculpe Sr. Payne, estou me demitindo. – Disse virando-se para a porta. – Vamos queridos. – Disse abrindo-a.
Liam: Laylee, não faz isso. – Disse correndo até ela.
Laylee: Me desculpe. – Disse baixando o olhar. – Adeus sua vaca. – Gritou para que Danielle ouvisse e em seguida bateu a porta com toda a sua força.
Liam: ESTÁ FELIZ AGORA? – Gritei com os olhos marejados.
Danielle: Não, mas ela deve estar.- Disse rindo sínica para (S/N), que subiu as escadas com o rosto entre as mãos.
Liam: Eu quero que você sai-a da minha casa! – Gritei socando a parede.
Danielle: O QUE?
Liam: Você ouviu bem, sai-a da minha casa!
Danielle: Sabe que se eu sair por essa porta vou contar tudo à imprensa. – Ameaçou.
Liam: Quer saber? Vai se ferrar! – Disse virando-me para as escadas. – Sai-a pela porta e conte tudo para o primeiro repórter que encontrar... Eu não me importo. – Disse subindo os degraus.
...
21º Capítulo - Remember
Pov Liam : Foi realmente um dos momentos mais vergonhosos da minha vida.Quero dizer, eu já a vi nua mas agora não estamos mais juntos, estamos mas não estamos, de qualquer forma, senti que vê-la assim foi uma falta de respeito, por outro lado ela parecia estar gostando e até achando engraçado.Devo ter feito papel de babaca, que droga.E pior de tudo, ficar tão perto á ela.Quase não consegui me segurar, preciso aprender a me controlar.Dani estava no quarto dormindo um pouco, na verdade é só isso que anda fazendo ultimamente por conta de sua perna e não demorou muito para que (s/n) descesse as escadas. Você: e essas crianças? Já estão limpinhas e perfumadas? Taylor/Jon: Sim ! – os dois estavam sentados no tapete da sala brincando com o Costelinha e eu no sofá. Você: será mesmo ? – ela se aproximou deles como quem iria verificar - lavaram atrás das orelhas? Escovaram os dentes? E o cabelo ? parece um pouco bagunçado – disse rindo e bagunçando o cabelo do Jon Jon : Eu fico bunito de qualquer jeito tia ! –disse com seu sorriso de quadradinhos. Você: fica mesmo viu? Você é um gato ! –disse o abraçando Taylor: Mãe ! –ela cruzou os braços Você: aww você também é linda meu amor ! – disse a puxando pra perto – são minhas duas pestes que eu não trocaria por nada ! –disse começando a fazer cócegas nos mesmos. Jon : para tia ! para ! – disse rindo e ela cessou as cóssegas. Taylor: vamos assistir um filme? Jon: Poor favor ! – ele disse se agarrando a (s/N), que olhou pra mim . Você: Depende, Liam pode ver também? Taylor : sim ! – ela correu e saltou sobre meu colo me abraçando e Costelinha começou a latir e pular a nossa volta como quem quisesse também. Liam: Então é pra já ! – me levantei á girando no ar e colando no chão em seguida – o que querem assistir? Taylor: Encantada ! –sorriu Jon : Carrinhos ! –ergueu a mão Você: isso vai ser complicado –riu Liam: Já sei, vocês gostam de pingüins ? –disse esperançoso Taylor/Jon : Sim ! Liam: então, que tal assistirmos Pinguins do papai ? Tem vários pingüins e aposto que vão gostar ! O que acham? Taylor/Jon: Ebaaaa! Você: ótimo então –sorriu pra mim – crianças peguem algumas almofadas para se encostarem –entregou-lhe almofadas e sentou-se no sofa á uma distância segura.O filme começou e logo perdemos toda atenção que poderíamos ter das crianças. Liam: você gosta mesmo de crianças ..-comentei tentando puxar assunto. Você : Eu não resisto á esses pequenos – ela sorriu os observando Liam: a mãe do Jon foi muito importante pra mim –disse de repente e ela me olhou curisosa Você: conte-me mais –sorriu Liam: È que..bom, quando você se foi –parei um pouco para respirar, é muito constrangedor esse assunto – quando você se foi, pode imaginar o quão desesperado fiquei certo? Eu pensei e quis fazer tantas coisas, no entanto, quis parar com tudo, sei lá, deixar tudo para trás.Eu achava que não iria agüentar, que minha dor nunca passaria...Bom, a questão é que a conheci em um dos lugares em que fomos fazer show e ela me deu segurança o suficiente para que eu por vontade própria, lhe contasse o que aconteceu.. Ela foi como um suporte pra mim.Ela me apoiou, me consolou e me entendia, além de tudo, tinha esse menininho que me ajudou a passar o tempo e esquecer das feridas.Ele é como um filho pra mim também, e além disso, foi ela quem me apresentou Danielle.. –não completei meus pensamentos, mas mesmo assim (s/n) já parecia constrangida demais. VocÊ: oh – ela olhou pra suas mãos – bom, se ela ti faz tão bem,tenho certeza que se um dia a conhecer, irei gostar dela.Além disso, o Jon é um amor mesmo. – sorriu – Desculpe, eu não queria que você passasse por isso, não mesm.. Liam: está tudo bem ok ? Agora vocês estão aqui – eu a encarei,forçando á olhar pra mim e sorrir.Quando voltamos nossos olhares á tela, senti um arrepio assim que uma mão deslizou pelo meu pescoço até meu peitoral. Danielle estava atrás do sofá, acariciando meu peitoral.Ela pegou em meu queixo fazendo com que eu reclinasse a cabeça para trás e me dando um beijo,podia sentir os olhos de (s/n) sobre nós, em seguida Dani pegou minha nuca e cambaleou até chegar á minha frente até se sentar em meu colo de costas á (s/n),subitamente estiquei meu braço discretamente agarrando sua mão firmemente e vi seu rosto confuso pelo canto dos olhos.Enquanto isso, Danielle deslizou suas pernas entre as minhas e passou o braço pelo meu pescoço roçando seu corpo no meu por um momento. Danielle: oh estão assistindo um filme é? – ela olhou para a TV – bom, acho que não tem problema eu assistir com vocês certo? Se importa (s/n) ?-disse rindo Liam: Mas você nunca gostou de filmes –disse rispidamente e ela franziu o cenho. Danielle:Eu sempre gostei Liam – ela me repreendeu com o olhar – lembra de quantas vezes íamos ao cinema? –ela olhou para (s/n) por cima do ombro. Liam: A gente mal assistia o filme –disse irritado Danielle: claro, tinha coisas melhores para fazer – ela passou o dedo por meus lábios.Isso já esta demais ! Liam: Dani, as crianças –disse firme e baixo, ela sorriu Danielle: tudo bem – me dando um selinho e virando para a tela abraçada comigo.Esse filme vai ser longo. Pov Você : Eu realmente não gosto de pensar que o Jon foi como um consolo para Liam, quero dizer, eu adoro Jon, mas a sensação de ser culpa dele precisar de consolo é horrível.Eu nunca quis magoar ninguém, muito menos ferir.Eu o fiz sofrer tanto, e é por isso que estou aqui, para consertar tudo, para voltar a vida feliz que tínhamos antes, para me desculpar e curar todas as cicatrizes que deixei, mas algo sempre me impedia, e agora está atrapalhando o nosso filme.Danielle chegou já com seus carinhos sem se importar com a minha presença, bom, é claro que ela não irá se importar comigo, depois do que fez, ela se sente no poder de tudo e ainda teve a ousadia de me perguntar se me importava em assistir o filme conosco – SIM, CLARO QUE EU ME IMPORTO - sua risada era esganiçada e eu só conseguia pensar em o que aconteceria se eu quebrasse sua outra perna, ou á deixasse com mais marcas roxas , ou até lhe acertasse um chute nas costas nesse momento, mas em vez de fazê-lo, eu apenas a encarei, segurando minha raiva, foi quando Liam agarrou minha mão e eu gostaria de saber o porque.Ele segurou tão firme, que em poucos momentos começamos a suar, eu tentei solta-la várias vezes, era desconfortável ver a cena dela sentada em seu colo enquanto ele segura minha mão, afinal, o que ele está pensando que sou? Mas de qualquer forma, ele não a soltou em nenhum segundo e sinceramente, me senti feliz por isso. O pior foi vê-la sentar em seu colo e se esfregar como um gato que pede atenção sem ao menos ligar para censura pela presença de crianças que por sorte, estavam tão ligadas ao filme que nem se importavam com o que acontecia a sua volta.Assistimos em silêncio até o filme acabar. Você:ei ei , vamos dormir então crianças? – sorri abrindo os braços Jon: aaaah tia, eu não estou com sono – disse fazendo bico Danielle : tia? –ela ergueu um sobrancelha o encarando Você: mas você tem que ir querido, vamos ,digam boa noite, sejam educados. Jon: boa noite tio, boa noite tia –ele disse caminhando ao meu lado Taylor: boa noite moço bonito, boa noite bruxa –disse entre risinhos correndo até mim e eu não pude evitar sorrir antes de subir as escadas. Pov Liam: Estava tudo quieto até seus lábios me envolverem, lábios quentes que descem pelo meu pescoço e me causam intensos arrepios.Me sentei fazendo com que ficasse em meu colo, deslizei minhas mãos por suas pernas e ainda de olhos fechados, retirei sua camiseta, que por sinal, era a única coisa que vestia a não ser pela calcinha.Ela segurou minhas mãos nas suas e envolveu-as em seus seios, grandes e macios, passei o polegar por seus mamilos e pude ouvi-lá gemer alto.Girando meu corpo, fiz com que deitasse e fiquei por cima da mesma, subitamente, ela agarrou minhas costas cravando suas unhas e gemendo por mais.Beijei seus lábios com força e desejo, descendo pelo seu pescoço, enquanto ela se contorcia por baixo de mim.Minha boca desceu até seus seios, massageando-os com a língua e deixando-os com marcas roxas, desci até a barriga e então ela gemeu mais alto clamando por mais.Com os dentes, tirei sua calcinha e explorei sua vagina com os dedos, enquanto beijava sua boca bruscamente.Então invertemos novamente as posições colando nossos corpos, senti suas mãos descendo pelo tórax e meu abdômen até chegar ao meu membro que por sinal, já está gritando por ser solto.Ela retirou minha Box, e meu pênis se esfregou em seu corpo conforme eu me movimentava.Ela o segurou firme o movimentando para cima e para baixo e eu gemia ardentemente – por favor não pare, por favor.Quando estava quase gozando, levantei suas mãos ao alto da cabeça e a penetrei com força –meu corpo gritava a saudade que sentia disto – comecei lentamente a ouvindo gemer eu meu ouvido e retribuindo, depois fui pegando velocidade indo á fundo,colocando tudo dentro dela até que gritasse e se contorcesse continuamente por baixo de mim.Ela unhava minhas costas e puxava meu cabelo com força.Eu agarrava sua cintura com força enquanto a beijava perdidamente, intercalando com chupões no pescoço e seios,e ela brincava com a minha orelha.Sussurrávamos palavras obscenas, e sentíamos nossas respirações quentes se chocando á medida que nosso corpo suado se tocava, se encaixava.Eu sabia o que estava fazendo ao mesmo tempo que não tinha idéia, é como se meu corpo soubesse como agir.Trocamos as posições sem que eu precisasse tirar meu penis de dentro dela.Agora ela estava em cima de mim e agarrava meu tórax. Sentada em cima de mim já melecados estávamos quase chegando no ponto máximo – caramba, já havia esquecido de como isso é bom.Ela sussurrava meu nome entre gemidos e implorava para que continuasse.Ela me beijou com decididamente com paixão e entre nossos lábios eu comecei a chamá-la. Liam: (s/n)...arg...PORRA (S/N) ! – gemi alto e logo senti o lado esquerdo de meu rosto arder. Perdido no momento, abri meus olhos um segundo e pude ver Danielle brava e ofegante no meu colo com o cenho franzido, enquanto eu penetrava uma última vez e chegamos enfim ao nosso orgasmo.Saí lentamente de dentro dela, e esta deitou ao meu lado se virando para o outro lado da cama.Agora tudo era silêncio e só ouvíamos o barulho de nossas respirações.Fechei meus olhos colocando as mãos na cabeça, estava exausto- Merda Liam, o que você fez? – e logo fui tomado pelo sono e cansaço depois de uma transa frustrada.
...
Epílogo - Garoto Mistério - Segunda Temporada.
Foi preciso cerca de um ano para que a situação se apazigua-se. Edward havia sido preso, junto de Ian. Os gêmeos completaram seu primeiro aniversário, mais imperativos do que nunca. E Trisha? Estava bem na medida do possível. Começara a fazer todas as viagens com as quais sonhou em um dia de sua vida; havia até mesmo boatos de que em uma dessas conhecerá um homem, alguns anos mais novo.
Hayley e Henry riem das caretas de Annalize e Niall, que os seguram; enquanto Trisha se posiciona em frente ao microfone que está no centro do palco. Ela faz um sinal para que os músicos deem uma pausa, o que faz com que todos os que antes dançavam parem para prestar a atenção.
Trisha: Olá queridos amigos... Gostaria de pedir-lhes um minutinho de sua atenção. – Disse ajeitando o vestido antes de começar. – Bom, quando soube que teria uma intercambista em minha casa, fiquei inicialmente receosa, se Annalize e Zayn iriam recebê-la bem, e como receberão. – Pausou entre risos. – Principalmente Zayn. – Riu apontando sua taça para o casal que sorriam abraçados. – Yasser, me convenceu de que tudo correria bem... – Suspirou. – Aposto que ele está muito feliz agora. – Mirou as nuvens, impedindo que lágrimas descessem sobre seu rosto. – Queria dedicar um brinde à (S/N) e Zayn, meus filhos, e deixar bem claro, que não precisam me arranjar mais netinhos. – Todos riram e brindaram.
Trisha desceu do palco, dando espaço então, para os pais de (S/N) que subiram um tanto atrapalhados.
Mãe: Filha, desejo tudo de bom para você, e que esse rapaz saiba como cuidar de seus filhos. – Ela sorriu vergonhosa, nunca fora boa com palavras.
Pai: Rapaz... – Ele disse com a voz firme, fazendo com que o moreno prestasse total atenção, olhando-o nos olhos. – Te levei para conhecer minha coleção quando te conheci, e foi o único que não precisou revê-la. – Ela disse em um tom sério o que fez com que Zayn gelasse. – Brincadeira. – Amoleceu em um riso fazendo com que todos rissem e o rapaz relaxasse. – Quero parabenizar-lhe por toda a sua bravura, ao proteger minha filha e aos seus filhos, será um homem tão honrado a família quanto o seu pai. – Erguei a taça junto de todos. – Um brinde aos noivos. – Riu virando sua taça.
Annalize subiu rapidamente ao palco e se posicionou limpando a garganta enquanto os pais da amiga ainda se sentavam.
Annalize: Irmão... Quero lhe agradecer por tudo o que fez por mim, e o que faz por essa garota, que é incrível; você é de longe uma das pessoas que mais admiro nesse mundo. E mesmo que eu me case com Niall...
Zayn: O que só acontecerá daqui a trinta anos. – Gritou para que ela ouvisse fazendo com que todos rissem.
Annalize: Será que posso terminar? – Disse fazendo uma careta. – Mesmo que eu me case, ainda serei sua irmã, obviamente, mas ainda seria sua garotinha. – Zayn sorriu lindamente. Desde quando sua irmã era fofa assim? – (S/N), irmã, cunhada e melhor amiga, obrigada por tirar parte do meu mundinho rosa. – (S/N) riu, lágrimas escorriam por seu rosto há um bom tempo. – Só quero pedir, que tente suportar as crises de arrogâncias do meu irmão, e que não o jogue na rua. – Zayn fez-lhe uma careta, mas logo após seu riso se juntou ao de todos os amigos. – E que continuem fazendo sobrinhos lindos, para que eu poça mima-los. – Ergueu sua taça. – Vamos fazer logo essa droga de brinde, pois estou louca para pegar este buque.
Todos brindaram, e assim que Lize desceu foi à vez de Zayn dar um selinho na amada e subir ao palco ajeitando sua gravata.
Zayn: Primeiramente, gostaria de agradecer a todos os monólogos, até mesmo o seu, querida irmã. – Ele riu. – Agora é minha vez. – Retirou de seu terno uma folha de papel. – Há poetas muito inteligentes por ai, que dizem que amar não é o bastante para ser lembrado eternamente, mas esquecem que o “eternamente” ou “sempre” tem significados diferentes para cada homem existente na terra. – No meu caso, apenas planejei amar intensamente, e nada mais, e se isso for o bastante para que se lembres de mim até teu último suspiro... O que seria o resto da eternidade perto disto? – Leu, mirou os olhos de (S/N), cheios de lágrimas. – Quer saber? – Rasgou o papel, fazendo com ele uma chuva de pedacinhos sobre sua cabeça. – Eu passei e repassei essas palavras milhões de vezes neste último mês, e talvez eu me arrependa de tê-las rasgado. – Sorriu. – Acho que já lhe fiz tantos discursos, que qualquer coisa que lhe dissesse, seria clichê... – A amada riu, negando com a cabeça. – Você é minha queda, mas também minha salvação. Minha musa, nunca cansarei de olhar-te logo de manhã, com os olhos remelados, eu sei, são lindos. – (S/N) escondeu o rosto vermelho de vergonha entre as mãos enquanto todos riam. – Mesmo quando estou perdendo, se estou contigo, estou ganhando. Darei tudo de mim se der-me tudo de ti. – Mirou os pés por alguns segundos, ates de concluir. – Um brinde a nós e aos nossos monstrinhos. – Todos brindaram. –Mulherada, corram que agora é hora do buque. – Ele riu vendo todas se levantarem e correrem para o gramado.
Desceu do palco e deu um longo beijo em (D/N) antes que ela saísse correndo para jogar o buque.
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Josh: Oi meu amor, cheguei, trouxe chocolate. – Ele disse adentrando o quarto branco, Solane sentada em frente a uma parede, imóvel, sem esboçar se quer uma reação. – Como vai hoje? – Tocou o ombro da loira e segurou sua mão com força e começou a gritar e a agredir-lhe.
Logo dois enfermeiros aparecerão segurando-a e Josh pode sair do quarto. Levou alguns segundos até que os gritos não fossem mais audíveis e então os homens de branco saíram da sala.
Xxx: Desculpe, acho que ela não está em um bom dia. – Disse e Josh assentiu recostando-se na porta.
Josh: Não desistirei de ti, Solane McFless, não desistirei. – Deixou escorregar até sentar-se no chão. Voltaria ali no dia seguinte e em todos os outros até que não fosse mais preciso visita-la neste lugar.
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Prólogo - Juntos Pelo Acaso (JPA).
2014
(S/N) saiu do banho enrolada em uma toalha e abriu seu armário de roupas. Parou a frente do mesmo e pegou uma roupa que achou apropriada para um encontro, uma blusa um tanto social com uma saia preta; amarrou o cabelo, amarrando nele uma faixa, passou um mínimo de maquiagem com um batom vermelho, e pronto, estava pronta.
Sentou-se no sofá de seu pequeno apartamento, não é o tipo de alojamento que se espere de uma escritora que chegou a ser Best Seller há dois anos. Olhou para relógio, os minutos pareciam não passar, o barulho de seu salto batendo ansiosamente no chão estava começando a irritar. Quase uma hora de atraso, tirou os saltos, desistindo então do encontro e pôs-se a andar pela casa enquanto esperava a amiga atender ao telefone.
- Eu sabia que isso não era uma boa ideia. – Disse assim que Perrie atendeu a sua chamada.
- (S/N)? O quê aconteceu? – Perguntou confusa.
- O quê aconteceu? – Riu irônica. – Ele está há quase uma hora atrasado.
- Se acalme, nem todo mundo é tão pontual quanto você. – Perrie disse impaciente.
- Atrasar 10 ou 15 minutos é perdoável, mas uma hora? – Estava começando a ficar irritada.
- (S/N), da um tempo, você terminou com Sam já faz três anos, e desde então está neurótica com todos os encontros que tem. Harry é de longe a pessoa menos pontual que eu conheço.
- Talvez você tenha razão. – Repirou fundo. Neste momento a campainha tocou. – Deve ser ele, tchau Pezz. – Disse vestindo os saltos de volta, afobada.
- Comporte... – Perrie ia terminar quando Jade desligou o celular.
Andou até a frente da porta, ajeitou a sai e olhou pelo lho mágico, nunca havia visto aquele rapaz em toda a sua vida, devia realmente ser ele. Respirou fundo e abriu-a. Observou o rapaz de cima a baixo, sentiu-se deslocada por um segundo, ele vestia um jeans escuro preto, rasgado nos joelhos, uma camiseta normal com uma jaqueta e uma bandana na cabeça, o que o deixava totalmente desleixado.
- (S/N)? – Chamou-a pelo segundo nome.
- (S/N), apenas (S/N), por favor. – Ela respondeu.
- Bom, Apenas(S/N). Estou atrasado? – Perguntou em tom de riso.
- Não. Apenas uma hora. – Sussurrou. – Mas não faz mal, Perrie me disse que você é assim mesmo. – Disse fechando a porta.
- Zayn disse que você iria perceber. – Sorriu enquanto desciam as escadas.
- Então você acabou de se mudar para cá? – (S/N) perguntou.
- Sim.
- Há quanto tempo conhece Zayn?
- Desde o colégio, sabe, a época da malandragem. – Ele disse com um sorriso sacana. – E quanto a você e Perrie?
- Na verdade, foi na faculdade...
- Hum, a época do descobrimento. – Sorriu malicioso, o que fez com que a moça o fuzilasse com o olhar. – Desculpe, continue.
- Não, não é nada, além disso, foi apenas quando comecei a escrever e larguei a faculdade de direito, mas ela continuou, e nossa amizade também. – Concluiu e suspirou ao ver que já estavam do lado de fora do prédio. – Onde está o seu carro? – Perguntou olhando em volta.
- Bem aqui. – Disse entregando-a um capacete e apontando a sua moto. – Vamos? Prometo que não dirijo mal. – Disse montando na moto e dando partida.
- Hãm... Sabe o que é... – Disse alto para rebater o som da moto. – Não acho que eu esteja vestida para 60 quilômetros por hora.
- Oi? – Perguntou desligando a moto para poder ouvi-la.
- Sabe, saia, moto, não acho que seria uma boa combinação. – Harry assentiu com a cabeça. – Mas eu dirijo. – Disse tentando animá-lo. – Olha, aquele é meu carro, podemos ir nele.
- Belo carro. – Disse enquanto andavam até o mesmo.
- Obrigada. Entre. – Ambos entraram no carro e permaneceram em silencio por alguns segundos.
- Para onde vamos? – O rapaz perguntou.
- Onde você fez a reserva? – Perguntou pousando as mãos sobre o volante.
- É...
- Você não fez reservas, não é? – Bufou frustrada.
- Me desculpe, mas podemos ir a qualquer lugar. Apenas um lugar onde possamos comer. – Puxou o cinto de segurança. – Conhece algum lugar?
- Bom, tem um restaurante, próximo daqui, meu amigo... – Foi interrompida por uma música de rap pesado que começara a tocar.
- Desculpe, é meu celular. – Ele disse um pouco envergonhado cancelando a ligação. – Pode continuar.
- Imaginei. – Revirou os olhos. – Então, como eu ia dizendo, meu amigo é... – O celular voltou a tocar. – Olha, pode atender se quiser, eu espero.
- Ok. – Ele disse atendendo ao celular. – Oi. E ai? – Pausou olhando para a janela. – Ah... Você me conhece, sempre do meio de alguma coisa. – Deu um sorrisinho malicioso. – Ok, tudo bem, as onze? Mas me diz, por que não, assim, umas dez e meia? – (S/N) olhou-o incrédula. – Ah, ok então. Beijos.- Desligou o celular e sorriu. – Me desculpe, era uma amiga minha que está doente.
- Olha... – Respirou fundo. – A gente não precisa fazer isso.
- Sério? – Ela assentiu com a cabeça. – Então, ta. – Harry disse desprendendo o cinto.
- Não... Espera ai... Você ta falando sério? – Perguntou incrédula com o pouco caso do rapaz.
- Olha só, vamos ser honestos um com o outro. Você soube desde a hora que me viu que não gostou de mim.
- Não, mas se nossos amigos marcaram esse encontro, acho que pelo menos, devemos isso a eles. – Retrucou.
- Pra que? Passar algumas horas fingindo que estamos conversando? – Disse um pouco irritado. – No máximo, ficaríamos bêbados e acabaríamos transando no fim da noite!
- Você é sempre idiota assim? – Disse com a voz exaltada.
- Meu Deus, é um sábado à noite, eu só quero me divertir. – Disse o que fez a moça soltar uma risada sarcástica. – Eu posso ir ver minha amiga doente, e você... Fazer o que você faz em um sábado a noite...Sei lá... Ver um filme, você tem cara de quem adora ir ao cinema.
- Cara de quem adora ir ao cinema? – Disse irônica. – Olha aqui, se você quiser garantir que essa não seja uma noite ruim, vou te dar uma dica, não chegue uma hora atrasado e nem marque encontros enquanto já se está em um. – Praticamente gritou.
- Ela está doente! – Insistiu.
- A é? E o que você iria fazer? Curá-la com seu pênis mágico?
- Ok... – Pausou suspirando fundo. – Se você quiser sair, vamos à... – Começou o que fez a moça gargalhar.
- Mas é claro que não, eu não vou sair com você! Ficou doido? – Disse saindo do carro. – Sai do meu carro, saia já do meu carro. – Gritou.
- Ok. – Harry disse saindo do carro e marchando em direção a sua moto.
- Não sei o que o Zayn e a Perrie estavam pensando! – Disse entrando no prédio enquanto discava o número da amiga.
- Eu também não! – Ele gritou dando partida.
- Perrie, o único jeito de você me compensar por isso é me prometendo que nunca mais vou ver esse homem na minha vida! – Esbravejou no celular.
...
Trailer de Juntos Pelo Acaso.
Juntos Pelo Acaso - JPA
Juntos Pelo Acaso.
Sinopse:
(S/N) e Harry Styles , que após passarem por um primeiro encontro desastroso, a única coisa que compartilham é a antipatia que têm um pelo outro e o amor pela afilhada, Clair. Quando, de repente, se tornam a única família de Clair, (S/N) e Harry veem-se obrigados a colocar suas diferenças de lado. Tentando equilibrar suas ambições profissionais e eventos sociais concorrentes, eles terão que encontrar sentimentos em comum para conseguir viver sob o mesmo teto.
Baseado no filme "Juntos Pelo Acaso".
Mino(s) principal da Fanfic: Harry.
Personagens principais: Você, Harry Styles e Clair.
Casal principal: Você e Harry.
Casal secundário: Zerrie.
Casais terciários: ?
Vilão/Vilã: O ódio.
Narradores: Narrador.
Gênero: Coméda Romântica, Drama/Tragédia, Romance Novela.
Escritora: Camila Bertoloti.
Abreviação: JPA.
Status: Em andamento.
Trailer: Clica.
Estréia : 26/07/2014
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8° Capítulo - Garoto Mistério - Segunda Temporada - GM2
Há um corpo que descansa em paz no altar da igreja, e um silencio gutural, apenas quebrado quando se ouvia um choro abafado ou um suspiro cheio de pena. Mas para que possa contar-lhes está parte da história, seria preciso voltar a um dia atrás, logo após os disparos...
24 horas antes...
O pronto socorro de Stow on the Wold tinha eficiência em sua rapidez, mas pouca eficácia em suas instalações. Zayn pudera jurar que o inseto que havia visto voar pelo corredor, enquanto se aproximava do quarto 23, era uma barata.
Annalize estava bem, apenas levara alguns pontos no corte, mas estava junto de Niall em um quarto no andar de cima; a pequena Hayley fazia uma bateria de exames, acompanhada, claro, de (S/N); Ian pouco lhes importava, mas provavelmente estaria bem, apenas com um tiro de raspão na perna; Edward teve sorte, o tiro não se alojou em seu braço, e Solane... Apenas um raspão em seu pescoço; o único caso preocupante, era aquele atingido certeiramente no peito, por um tiro brilhante do policial Sheeran, com pontaria perfeita em seu coração, era o mesmo que talvez não merecesse tudo isso.
O moreno parou em frente à porta olhando por sua pequena vidraça, observando sua mãe com as mãos na cabeça parecendo lamentar. Hesitou um pouco ao bater na porta, mas logo Trisha a abriu. Uma tosse doente saiu dos pulmões de seu pai, e antes de andar até ele, deu um abraço reconfortante em sua mãe que sussurrou ao seu ouvido:
Trisha: Faça dos últimos momentos dele, os melhores. – Beijou o rosto do filho antes de virar em um aceno para o amado, já sabia o que viria a seguir, os médicos desistiram do caso, era nula a possibilidade dele continuar vivo, era um milagre que seu coração ainda estivesse batendo, fraco, mas batendo. Era como se Deus ainda quisesse que ele completasse algo que faltava em sua trajetória.
Zayn assentiu com a cabeça e andou calmamente até Yasser, que sorriu fraco ao vê-lo. Sentou-se na poltrona ao lado da cama, e se negou a chorar, não poderia chorar. Olhou nos fundos dos olhos negros do pai, observou suas expreções que se esforçavam para manter o sorriso, sem ao menos conseguir dizer uma palavra se quer. O Malik mais velho esticou a mão com um pouco de dificuldade, cada músculo que mexia, davam-lhe a sensação de que outra bala penetrasse sua pele; e pegou a mão de seu filho.
Yasser: Zayn... Me desculpe. – Disse pausadamente e rouco, com uma enorme dificuldade, como se as palavras se recusassem a sair.
Zayn: Por favor, pai, não se desculpe novamente. – Disse em um suspiro cansado.
Yasser: A vida é frágil, Zayn... Apenas se lembre disto. – Disse com o olhar vazio, sentindo que a morte entrava pela porta para lhe buscar.
Zayn: Acho que sou eu quem lhe devo desculpas... Desculpas por jamais ter lhe agradecido por nada. – Deu um mínimo sorriso. – Obrigada por ter me ensinado a andar de bicicleta sem as rodinhas. –Sorriu e observou o sorriso se formar nos lábios de seu pai. – Levei alguns bons tombos, mas é caindo que se aprende. Não é? – Riu baixinho, está era a frase preferida de Yasser. – Tenho que agradecer algumas chineladas, como quando eu tinha sete anos e peguei o peixinho da Lize e disse pra mãe que tinha pescado, pra que ela fritasse. – Yasser permitiu que seus lhos se serrassem lentamente, ouvindo as histórias de seu filho.
Yasser: Eu te amo filho. – Disse em voz quase que inaudível.
Zayn: Também devo a você e a mamãe, tudo o que sou hoje, se sou um homem e um pai de família, também devo a você. – Pausou para sorrir para o nada, deixando que suas lembranças de seus filhos viessem a sua memória. – Obrigada por me ensinar como tratar uma mulher, e a como ser um ótimo pai. – A mão de Zayn não estava mais sendo apertada como antes, mirou seu pai, que mantinha o sorriso, mas não tinha respiração, a maquina logo disparou, e ao contrário do coração do rapaz, que pareceu desacelerar, como se também fosse parar, uma lágrima desceu sobre seu rosto, e não teve nem tempo de sussurrar que o amava antes que os médicos adentrassem o quarto correndo.
...
Agora...
Zayn suspira fundo e encara todos os rostos tristonhos e cheios de piedade que o encaravam. Olha para a amada, ao lado de sua mãe, que seguravam os gêmeos. Todos devidamente vestidos de preto, algumas camisas amassadas e maquiagens borradas eram perceptíveis, assim como os murmúrios de pena, pelo o jovem garoto que era pai, mas que já não tinha mais o seu. Limpou a garganta antes de começar seu monólogo. Os oficiais da academia de policia, na qual trabalhara com Yasser puseram-se em pé, a respeito tanto ao Malik falecido quanto de seu filho. Visto isso, todas as outras pessoas no local se levantaram, repetindo o mesmo gesto respeitoso.
Zayn: Não sou muito bom em discursos ou monólogos, por sorte não fui escolhido como orador da minha turma no ano passado. – Disse abrindo o papel enquanto todos sorriam por conta de sua piada para descontrair. – Mas isto é um elogio fúnebre, não que eu seja melhor nisso, mas é por algo especial, por alguém especial. – Pausou para respirar, olhou para (S/N) que lhe lançou um olhar encorajador. – Talvez meu pai não tenha sido o homem mais honrável do planeta. Acreditem, ele conseguia tirar todos do sério. – Riu baixinho. – Pode não ter sido o chefe mais legal a se ter, pode ter sido um chato exigente, mas sempre conseguia chegar ao fim do mistério, sempre conseguia chegar onde queria. – Disse referindo-se aos policiais, ali presente que assentiram sorrindo. – Talvez possa ter se dedicado demais ao trabalho e tido pouco tempo com a esposa, dona de casa e cansada. – Virou-se para sua mãe, que deixava com que lagrimas discretas corressem por seu rosto. – Mas tudo o que ele queria era dar o melhor para nossa família. – Trisha assentiu tentando sorrir. – Talvez nossos almoços ou jantares tenham se tornado os mais loucos, com falas constrangedoras e maliciosas de sua parte. – Olhou para Annalize envolvida nos braços de Niall que quase gargalhou. – Talvez não tenha sido o pai postiço/sogro mais receptível, mas ele te amou e te foi leal. – (S/N) assentiu em gratidão, lembrando-se do porque de estarem ali, o motivo de Yasser ter lhe salvado, era não apenas por Zayn, mas também por ter jurado aos seus pais, lhe proteger a cima de tudo. – Detetive, Marido, Pai, Pai Postiço, Avô e Herói. Yasser Malik foi meu pai, e de certa forma meu melhor amigo, mesmo tendo nossas longas diferenças, brigas, implicâncias, sei que era um modo de proteção que ele tinha sobre mim. – Zayn fechou os olhos para finalizar, mas sua cabeça girou e sentiu-se tonto, em uma escuridão, proporcionada pelos olhos cerrados, viu uma luz e seu pai a sorrir e lhe agradecer: “Não importa se você é um vidente maluco, um vampiro sanguessuga, ou um lobisomem peludo... Você é meu filho, e eu tenho orgulho de você. A vida é frágil, lembre-se disso.” . Só então, naquele momento o rapaz percebeu o que seu pai queria lhe dizer com a vida ser frágil, isto lhe significava que não importa como morreríamos, podíamos estar sorrindo e ter um infarto, ou como Yasser levar um tiro e ver a vida lhe esvair. O importante era que aproveitássemos tudo o que pudéssemos, assim estaríamos prontos quando ela determinasse que fosse o seu fim, assim não haveriam tantos arrependimentos. Zayn reabriu seus olhos, junto de um sorriso enorme e uma lagrima escorreu sobre seu rosto. – Yasser, ninguém aqui é capaz de debater sua extrema competência em tudo o que fazia, realizava com sucesso tudo o que era imposto a sua vida, tenho orgulho de você, e não há mais palavras para lhe agradecer... Portanto, em sua homenagem, assim que conseguirmos sair deste tédio, festejaremos por você e encheremos nossas caras. – O moreno desceu do altar seguido pelos aplausos de todos.
Trisha: Belíssimos, querido. – O abraçou fortemente prensando o pequeno Henry entre si.
Zayn: A vida é frágil, mãe, a vida é frágil. – Sorriu.
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7° Capítulo - Garoto Mistério - Segunda Temporada - GM2
12:50 AM, 18/12/2015,Em uma fazenda qualquer um pouco afastado das Aldeias de Cotswolds,Inglaterra.
Zayn estacionou o carro junto ao local onde seus amigos o esperavam, ali mesmo na estrada de terra, próximo à entrada de uma fazenda. Todos desceram do carro, se encontrando em um grande circulo logo a entrada do local.
Yasser: É melhor que sigamos sem os carros a partir daqui, assim não faremos maior alarde de nossa presença. – Todos assentiram com a cabeça.
Zayn: Agora, mais do que nunca, gostaria de saber se vocês estão prontos. – Zayn olhou no fundo dos olhos de cada um de seus companheiros. – Armem-se. – Ordenou e todos pegaram suas armas. O moreno andou até Josh, o único que não carregava uma arma consigo. – Estou depositando minha confiança em você, faça-me perde-la e apodrecerá em uma cadeia. – Disse severo ao entregar um revolver nas mãos do rapaz.
Todos colocaram-se a espreitar pela pequena estrada de terra que dava na fazenda, a única luz que os cobria era a luz mínima da lua. Zayn ia atrás de todos, a sua frente a amada e seu pequeno filho, que estava disposto a proteger.
...
12:52 AM, 18/12/2015,Em um celeiro de uma fazenda qualquer um pouco afastado das Aldeias de Cotswolds,Inglaterra.
Solane adentrou o celeiro, encontrando Annalize e Ian, o caseiro da fazendo que seduziu para poder estar aqui, o mesmo que a ajudará com as fugas da garota, brincando com a pequena Hayley que soltava deliciosas gargalhadas de criança.
Solane: O que significa esse circo todo? – Levou as mãos a cintura, fazendo com que a olhassem assustados, o que fez Hayley começar a chorar.
Annalize: Muito obrigada por isso, vaca. – Disse levantando-se irritada tentando acalmar a criança.
Solane: Se eu não precisasse de você, eu estouraria seus miolos agorinha. – Disse indiferente. – E quanto a você, seu imbecil? – Disse dando um tapa na cabeça de Ian.
Ian: É que a criança estava chorando demais, e então fomos acalmá-la. – Tentou se explicar, o que fez com que Solane revirasse os olhos e virasse para Lize, que balançava Hayley pacientemente.
Solane: Arrume suas coisas, sairemos daqui agora mesmo. – Ordenou.
Annalize: Que coisas? – Riu sarcástica virando-se para pegar a sacola de Hayley.
Lize parou subitamente, suas mãos começaram a suar, e começou a ficar tonta, cerrou os olhos para ver se a má sensação passava. Encostou-se no fardo de feno,nele se sentando com Hayley em seu colo.
Solane: O que está fazendo? – Andou na direção da morena. – Não ouviu o que eu disse? Vamos sair daqui. – Puxou-a pelo braço.
Annalize cerrou os olhos, já imaginando o que viria, sua visão então, tornou-se branca, e pode ver, três pessoas caídas no chão, Solane, o traidor de seu irmão e outra pessoa sem rosto, todos os amigos de seu irmão no local e Niall a gritar seu nome enquanto sentia seu corpo caindo lentamente, e então mais um disparo foi ouvido. Assim que abriu os olhos novamente, ainda estava tonta, pois acabara de ter uma visão enquanto acordada. Ela soube então, que estavam chegando para salvá-las, e que tudo isso não seria mais que um banho de sangue.
Um barulho foi ouvido e então Solane correu para de trás da porta do celeiro fazendo um sinal para que Ian pegasse a garota caída.
...
Louis: Porra Harry, você precisa cair em todas as ocasiões? –Disse levantando o amigo que havia caído.
Patrick: Shh, a luz do celeiro está acesa. – Olhou para o mesmo de longe. – Posso tentando convencê-la antes que façam algo com ela? – Olhou-os, seu olhar transmitia piedade, o que fez com que Zayn assentisse com a cabeça.
Josh: Eu vou junto. – Disse para Zayn e em seguida se pôs a correr junto de Patrick até o celeiro.
Patrick: Sol? Filha? – Adentrou o celeiro. – É o papai.
Josh: Sol, eu também estou aqui, para com isso, por favor. Qual a finalidade? – Assim que Josh adentrou o local, dando de cara com Annalize com a boca tampada pelas gigantes mãos de Ian, que estava com um capuz preto, e uma faca pressionada contra a garganta da garota, ele gritou. – Anna...
Ouvindo-o lá de fora, Zayn e Niall colocaram-se a correr o mais rápido que puderam, atrás de si os outros companheiros. Zayn adentrou o lugar com um pulo majestoso, colocando-se em frente a Josh, apontando sua arma diretamente para o homem de capuz. Annalize mordeu a mão de Ian que a soltou sua boca por um segundo.
Annalize: Irmão... – Tentou avisá-lo, mas a enorme mão de Ian voltou ao seu rosto, e a outra pressionando a faca mais fortemente ao seu pescoço. Sem possibilidades de avisa-lo ela apenas olhou no fundo dos seus olhos e fez um sinal negativo com a cabeça.
Você: Hayley. –Disse apontando para a bebê em cima de um fardo de feno, Trisha correu em sua direção ainda apontando sua arma para a cabeça de Ian, que nem se mexeu, e pegou a criança, voltando em seguida ao lado de (S/N) que chorava desesperada.
Zayn ouviu passos e virou-se para trás, os revolveres de seus amigos, menos o de seu pai, que ainda apontava a têmpora do rapaz que segurava a sua filha.todos se viraram contra a mulher de capuz, que sorriu majestosa. Era difícil, imaginar um de seus amigos o traindo.
Solane: Pensei que não nos veríamos mais, depois desta noite, Malik. – Ela disse debochada. Zayn fez um sinal para que os amigos baixassem as armas, aponto para ela e andou em sua direção.
Zayn: Pois pensou errado, vadia. – Disse segurando-se para não atirar, se fazer isso, segundo sua visão, significaria uma pessoa amada morrer, então ele não faria. – Mande seu capanga soltar Annalize, e faremos tudo sem uma gota se quer de sangue. – Solane riu. Yasser, Niall e (S/N), que deixou Henry com Eleanor, andaram até o lado do moreno, apontando também suas armas para ela.
Solane: Oras, oras, Horan, quanta bravura. – Passou a mão pelo rosto de Niall o que fez Annalize gritar de ódio por entre a mão de Ian.
Niall: Tire sua mão de mim, antes que eu atire. – Esbravejou com o rosto fervendo de raiva.
Solane: Todos se acham tão valentes... Não é mesmo? – Disse tirando uma arma do bolso de seu sobretudo. – E se eu começar pelo diabinho? – Disse virando-se para Henry nos braços de Eleanor. – O quanto isso lhe afetaria Malik? – Sorriu.
Patrick: Sol pare com isso. Luane odiaria te ver agora. – Patrick gritou, o que fez com que Solane o olhasse séria. – O que fez consigo mesma? – Ele disse indignado.
Um disparo então foi ouvido, Zayn arregalou os olhos, e olhou para a arma em suas mãos, mas não havia sido dela que viera, olhou para o revólver da amada, e uma pequena fumaça saia por seu cano. Solane deixou sua arma cair sobre seus pés, levou as mãos ao local onde a bala lhe acertará surpresa, admirou o sangue em suas mãos antes de soltar uma gargalhada triunfal. Um segundo disparo preencheu os ouvidos do moreno, a bala vinha diretamente ao peito de (S/N), pensou em entrar em sua frente, mas quando ainda completava seu raciocínio viu seu pai cair no chão. Um terceiro disparo foi ouvido, desta vez Edward foi atingido.
Patrick e Josh correram para Solane que já estava no chão. Zayn ajoelhou-se ao lado de seu pai, junto da amada, logo Trisha também chegou, com os olhos cheios de lágrimas, entregando Hayley nos braços de Danielle.
O último minuto repassou na mente de Zayn como flashes, e então raciocinou, Edward, era ele o dono do disparo que acertou o peito de Yasser. Lembrou-se de Ed em sua casa, quando faziam churrascos com o pessoal da academia de policia, lembrou-se dele sorrindo com seu pai, lembrou-se daquela tarde quando ele entrou em sua casa mostrando-lhe o vídeo de Solane, aquilo tudo não passará de uma enganação, sua desconfiança sobre Josh e Patrick havia segado as possibilidades de reconhecer um verdadeiro Judas, uma que sempre aparentou estar ao seu lado. O moreno debruçou-se no peito do pai que subia e descia desesperado em busca de ar.
Zayn: Por favor, não morra, por favor, resista. – Gritava em desespero enquanto as lágrimas começaram a descer.
Yasser: Eu sei que não fui o pai que vocês gostariam... – Uma lagrima solitária desceu por seu rosto. – E nem o marido ideal. - Deu um mínimo sorriso para Trisha. – Mas se eu morrer agora, morrerei com a consciência tranquila de ter feito algo por vocês, principalmente por você, filho.
Zayn: Pai. – Zayn fungou entre o pescoço de Yasser que esticou a mão para poder agarrar a de sua esposa.
Niall apontou sua arma em direção à cabeça de Ian que olhava tudo com os olhos sobressaltados, enquanto ainda segurava Annalize.
Niall: Solte-a, bem de vagarzinho. – Disse e o homem negou com a cabeça. Sem paciência Niall mirou a perna do rapaz, e o quarto disparo foi ouvido. – Mandei soltá-la. – Ele gritou por cima do grito de dor de Ian que segurou a perna. Annalize caiu desmaiada e com o pescoço sangrando, Ian havia a ferido sem ao mesmo querer assim que sentiu a bala entrar em sua carne. Niall correu até ela conferindo se ainda tinha pulsação, e então gritou. – Liam, ligue para uma ambulância, agora. – Gritou.
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Trailer GM2
6° Capítulo - Garoto Mistério - Segunda Temporada - GM2
23:05 PM, 17/12/2015, Stow on the Wold, Rua Três, n° 505, Motel Venus, Aldeias de Cotswolds, Inglaterra.
Zayn estacionou o carro em frente ao local marcado e respirou fundo.
Você: Vai ficar tudo bem, não deixarei de te amar por isso, é por uma causa maior!-(S/N) disse dando-lhe um selinho, antes que o amado descesse do carro.
Seus amigos esperavam em seus carros disfarçadamente, para caso Solane fosse embora pudessem segui-la. Zayn chegou à frente do local, respirou fundo antes de criar coragem de adentrar a portaria. Era um simples motel, em situações lastimáveis talvez. Ele sabia muito bem do que sua inimiga queria. Tentou lembrar-se da voz de (S/N) dizendo-lhe que tudo ficaria bem, que não deixaria de ama-lo por isso, que tudo seria por uma causa maior, por Annalize e Hayley. Serrou os punhos sentindo raiva, mal via a hora de sua visão se tornar realidade e poder lhe acertar um tiro, mas não era disso que precisava naquele momento.
Xxx: Posso ajudá-lo, senhor?-A mulher extremamente vulgar atrás do balcão perguntou, debruçando-se sobre a bancada deixando seus seios fartos nela apoiada, exibindo-se para o jovem rapaz galã não acompanhado.
Zayn: Estou procurando por Solane McFless.-O sorriso malicioso sumiu dos lábios da mulher quase que de imediato.
Xxx: Não há registros de nenhuma Solane McFless.-Disse olhando em um caderno onde estavam marcados os hospedes.-Mas temos um registro de Luane McFless feito há alguns minutos.
Zayn: Como?-Franziu o cenho encarando a mulher.
Xxx: Luane McFless.-Repetiu.-Ela está no quarto 18. Se seguir este corredor e virar a direita, será a terceira porta.-Indicou o caminho.
Solane só poderia estar brincando com a sua sanidade, registrar-se como Luane era a prova de que realmente sua saúde mental estava lastimável. Assim que estava em frente ao quarto 18, respirou fundo mais uma vez, criando coragem antes de bater na porta. Bateu uma, bateu duas, e então a voz de dentro do quarto gritou.
Solane: Está aberta, entre.- A voz da loira fez com que Zayn abrisse a porta hesitante, dando de cara com uma pessoa de costas para si com um sobretudo de capuz preto.-Gostou do meu novo nome? Soa mais perigoso, não acha?-Ela disse ainda de costas.
Zayn: Você é doente.-Disse com desdém fechando a porta.
Solane: Você ainda não viu nada, querido Malik.-Ela disse deixando o sobretudo cair sobre seus pés e então virando de frente para ele sorrindo.-Me acha atraente agora?-Ela disse sorrindo maliciosa.
Os olhos do moreno se sobressaltaram,e seu queixo caiu, ele mal podia acreditar,não pelo fato da garota estar apenas de lingerie... Não bastava o nome, mas agora ela era quase Luane, a não ser pelos cabelos morenos. Zayn não sabia o que dizer, nem como reagir, apenas uma palavra insistiu em sair de sua boca repetitivamente.
Zayn: Doente.-Solane levou as mãos ao peito fingindo estar ofendida.
Solane: Não precisei nem de muitas cirurgias, apenas afinar um pouco mais o nariz e pronto, já era o seu sonho de consumo.-Ela disse enquanto Zayn se aproximava.
Em um golpe inesperado, Zayn agarrou-lhe o pescoço e a empurrou contra a parede furioso, não apenas por ela estar lhe torturando com a imagem de Luane, mas também por tudo, absolutamente tudo o que ela causara a sua família. Tudo o que queria naquele momento era sua irmã e sua filha.
Zayn: Diga-me onde elas estão.-Disse pressionando o pescoço dela contra a parede mais fortemente.
Solane olhou-o no fundo de seus olhos, estavam vermelhos de raiva, parecia que ele, a qualquer momento, sairia fora de si. Ela então, gargalhou, mas logo sentiu as mãos de Zayn apertarem mais seu pescoço o que fez com que lhe faltasse o ar.
Zayn: Diga, sua vaca.-Disse com raiva.
Solane deslizou calmamente as mãos para baixo e encontrou o botão da calça do rapaz.
Solane: Para que essa exaltação?Curta este momento.-Ela disse abrindo-o e adentrando sua mão nas calças do moreno.
Zayn: Tire essa mão, sua vadia.-Disse rispidamente. Solane apenas negou com a cabeça.
Solane: Primeiro faremos o que eu quero, depois te dou a informação.-Disse fazendo com que Zayn soltasse seu pescoço.
Abaixou-se em frente ao rapaz e olhou para cima maliciosa, Zayn desviou o olhar, não queria fazer aquilo, não queria sentir, e muito menos ver. A garota mirou o membro do rapaz com desdém e apertou-lhe as bolas.
Solane: Tenho que admitir que achasse que fosse maior, mas deve dar para o gasto.-Disse acariciando sua glande.-Vamos ver qual o tamanho dele animadinho.-Ela então abocanhou o pênis de Zayn.
O garoto não conseguia olha-la, não sentia prazer, e sim repulsa de si mesmo por estar naquela situação. A garota continuou a chupar-lhe, mas seu membro relutava a ficar ereto. Depois de alguns minutos tentando Solane levantou-se, com os lábios vermelhos e encarou-o nos olhos.
Solane: Você é mesmo bem resistente.-Disse com uma mão apertando-lhe os testículos e com a outra segurando o rosto do rapaz para que o mesmo a olhasse.
Os olhos do moreno se marejaram, mas ele não poderia chorar naquela situação, seria ridículo, e ele sabia de que nada se resolveria assim, com lágrimas ou violência. Solane pegou nas mãos do rapaz e as levou até suas costas.
Solane: Abra o meu sutiã.- Disse e Zayn nem se quer a olhou.- Faça o que estou mandando!- Segurou no cabelo do rapaz e o puxou.
“Vai ficar tudo bem, não deixarei de te amar por isso, é por uma causa maior.”- A voz de (S/N) ressoou em sua mente e então ele levou as mãos ao fecho do sutiã de Solane e em seguida o tirou.
Solane: Olhe para eles... Não são bonitos?-Sussurrou no ouvido do rapaz.- Toque-os.- Zayn levou as mãos aos seios da garota e os apertou com toda a sua força, com raiva, não prazer. Solane gemeu em seu ouvido.- Quer mamar Malik?-Ela sorriu maliciosa.
Zayn abaixou-se e abocanhou um de seus seios, a garota arfou, agarrou nos cabelos do moreno o induzindo no que fazia, o rapaz então, mordeu com força seus seios até sentir o gosto de sangue em sua boca. Solane soltou um grito misturado de um gemido. Zayn sorriu, então ele percebeu que poderia descontar toda a sua raiva, dar o que ela queria e conseguir seu objetivo.
O moreno ajoelhou-se em frente à garota e a olhou com um misto de malicia e odeio. Baixou sua calcinha e a jogou em qualquer canto do quarto, sorriu ao mirar a intimidade da garota, sem piedade ou dó penetrou-lhe dois dedos de uma só vez com força, o que fez com que a garota gemesse alto e jogasse a cabeça para trás. Ele estava realmente fora de si, não era selvagem e bruto assim na cama, não com sua amada. Sentiu seu pênis se enrijecer, rolou um momento de arrependimento quanto a isso, não era para ter prazer com aquela situação. Talvez seu prazer fosse machuca-la. Solane ao reparar a ereção do garoto, sorriu.
Solane: Agora sim.- Disse em um gemido, pois o garoto ainda a estocava violentamente com os dedos, que agora eram três.- Me penetre com esse seu pauzinho frouxo.-Ela disse com desdém.
Zayn então ficou de pé, olhou-a no fundo dos olhos. Ah, ela não sabia com quem estava lhe dando. Empurrou-a com força contra a parede, a ex loira arfou, o ar havia esvaído de seus pulmões. Zayn mirou os seis da garota, um deles sangrava, graças ao seu serviço, sorriu satisfeito e penetrou-a com sem membro sem ao menos avisar. A garota agarrou nos cabelos negros do rapaz e os puxou com força em meio ao seu gemido. Envolveu suas pernas na cintura do garoto induzindo-o a ir mais fundo e mais forte.
Enquanto Solane gritava, Zayn perdeu-se em pensamentos, lembrando-se das noites de amor com (S/N), não havia sombra de duvidas, que ele gostaria que fosse ela, ali com ele agora, com certeza não a machucaria, mas jamais havia se imaginado naquela situação. Sem querer, o rapaz viu em Solane a sua amada, e quando estava próximo de gozar urrou seu nome.
Zayn: (S/N).-Ele gritou entre um gemido abafado, assim que gozou dentro de Solane.
A garota o encarou furiosa. Zayn saiu de dentro dela envergonhado, com o olhar baixo, e totalmente arrependido de ter gozado. O moreno subiu as calças e se recostou na parede com as mãos na cabeça, se lamentando enquanto a garota se trocava. Uma lagrima solitária desceu pelo rosto do garoto, uma lágrima de raiva. Mirou Solane que se dirigia à porta.
Zayn: E quanto a minha informação?- Perguntou.
Solane: Ficará sem ela, apenas pelo fato de ter gemido o nome daquela idiota!- Saiu do quarto deixando a porta aberta e o cheiro de sexo sair por ela.
Acho que você adorariam que eu dissesse que Zayn saiu correndo furioso e deu uma voadora na cara de Solane, que bateu com a cabeça na parede e morreu sangrando. Eu mesma teria feito isso! Mas quem eu to querendo enganar? Sou apenas uma narradora de história tontinha. Tenho que contar a verdade!
Zayn ficou ali no quarto, acompanhado apenas de suas lágrimas e seu arrependimento. Solane? Ela saiu do motel vestindo seu sobretudo e seus óculos escuros. Entrou em seu carro e deu partida, seguindo agora, para o celeiro.
Harry: Por que é que temos que ficar no carro mais apertado?- Reclamou se remexendo no banco de trás.
Danielle: No outro carro eles tem o Ed, então da quase na mesma.- Ela riu.
Eleanor: Calem a boca.- Reclamou.
Liam: Aquela não é ela?- Liam perguntou apontando de dentro do seu carro, a mulher no carro vermelho que passava ao lado,por sorte Solane não os viu por de trás do vidro preto.
Louis: Desligue os faróis, seu idiota.- Louis disse, e assim Liam o fez, e a alguns metros de distancia começaram a seguir a garota, atrás deles vinham o carro onde estavam Niall, Ed, Josh e Patrick.
Deixando para trás apenas, (S/N), Yasser, Trisha e o pobre Zayn.
(S/N) adentrou a portaria correndo em direção ao trajeto que tinha observado seu amado fazer inicialmente.
Xxx: Moça.- A recepcionista gritou. Mas ela se fez de surda e correu até parar em frente ao quarto onde Zayn ainda chorava. Caminhou até ele o abraçando.
Você: Está tudo bem querido. Os garotos estão seguindo-a. Vamos encurrala-la agora. – Zayn levantou o olhar e sorriu.
Zayn: O que estamos esperando?- Levantou-se e correu para a portaria por onde saíram, deixando a recepcionista confusa. – Está conversando com quem? –Perguntou para seu pai que estava no telefone, enquanto entrava no carro secando as próprias lágrimas.
Yasser: Estou falando com Edward, eles estão a seguindo em uma estrada de terra, atravessando a ponte do rio Cotswolds. – Zayn então deu partida no carro, agora mais determinado do que nunca.
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