Drawings by Christina Mrozik
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Kiana Khansmith
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

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Drawings by Christina Mrozik
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Troco teu leite e mel Por meu suor e algumas rugas Me ajudas a sonhar Te salvo de dragões
¿En qué hotel, de qué ciudad, en el que ahora me desvelo. Me estoy sintiendo lejos, de qué casa, a cuántas horas de aquí de vuelo?
http://www.flickr.com/photos/10paezinhos/8261286148/in/photostream/
Have you even been in love? Horrible, isn’t it? It makes you so vulnerable. It opens your chest and it opens your heart and it means that someone can get up inside you and mess you up. You build up all these defenses. You build up this whole armor, for years, so nothing can hurt you, then one stupid person, no different from any other stupid person, wanders into your stupid life. You give them a piece of you. They don’t ask for it. They do something dumb one day like kiss you or smile at you, and then your life isn’t your own anymore. Love takes hostages. It gets inside you. It eats you out and leaves you crying in the darkness so a simple phrase like ‘Maybe we should just be friends’ or ‘How very perceptive’ turns into a glass splinter working it’s way into your heart. It hurts. Not just in the imagination. Not just in the mind. It’s a soul-hurt, a body-hurt, a real gets-inside-you-and-rips-you-apart pain. Nothing should be able to do that. Especially not love. I hate love.
Neil Gaiman (The Kindly Ones)
Se o mundo parece esquecer,
O que rimou 'eu com você'.
Conversamos, comemos, fumamos, caminhamos, trabalhamos juntos, maneiras de fazer o amor sem entrar-se, e os corpos vão se chamando enquanto viaja o dia rumo à noite. Escutamos a passagem do último trem. Badaladas no sino da igreja. É meia-noite. Nosso trenzinho próprio desliza e voa, anda que te anda pelos ares e pelos mundos, e depois vem a manhã e o aroma anuncia o café saboroso, fumegante, recém-feito. De sua cara sai uma luz limpa e seu corpo cheira a molhadezas. Começa o dia. Contamos as horas que nos separam da noite que vem. Então, faremos o amor, o tristecídio.
Para inventar o mundo cada dia. Eduardo Galeano.
Quase Nada 178 by 10paezinhos on Flickr.
Esqueci?
Não adianta chegar na porta e ordenar abra öffnen open é preciso girar a chave e mais é preciso saber qual chave ou então esbarrar na dureza de certos materiais mogno pinho cedro ou lâmina de qualquer madeira conhecer a chave ou intuir para que lado gira tantos têm tão pouca paciência
Angélica Freitas in Rlke Shake
Le asustan, los ruidos y también la tranquilidad.. Le gustan, los mimos pero respira en soledad..
La Vela Puerca - Fragil
Deixa pra depois O que já não precisa esperar E tudo que não deu pra consertar Por culpa do depois
Não tem jeito não A gente sempre espera piorar A gente sempre deixa de cuidar Do que já tem na mão
Mas é sem querer Sem querer
Então, taí Nosso refrão Taí
Deixa pra depois O que já não precisa mais deixar Mudando as mesmas coisas de lugar
A certa coisa certa a se fazer E diz que só queria descansar De quem a gente mesmo escolheu ser Sem querer É sempre sem querer
Então, taí Nosso refrão Taí Sem graça Então, taí Pois então Taí
(Cícero_eu não tenho um barco, disse a árvore)
Açucar ou adoçante -Cícero
O tempo - Bárbara Eugênia
Mas o tempo É um amigo precioso Que faz questão de jogar fora Aquela mágoa vencida que ficou
Siempre di nunca.
Quase Nada 174 (by 10paezinhos)