faunos tauros carneiros lançam feitiços fazem putaryas cantam melodias de ninar pra vocĂȘ se sentir em berço de luz de boca aberta pra vc se sentir o mais vulnerĂĄvel possĂvel
Keni
Sade Olutola
đȘŒ
Show & Tell

Andulka
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trying on a metaphor

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blake kathryn

Love Begins

Kiana Khansmith
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d e v o n
đ©” avery cochrane đ©”
Aqua Utopiaïœæ”·ăźćșă§èšæ¶ă玥ă
Claire Keane

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if i look back, i am lost
The Bowery Presents
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@arranco
faunos tauros carneiros lançam feitiços fazem putaryas cantam melodias de ninar pra vocĂȘ se sentir em berço de luz de boca aberta pra vc se sentir o mais vulnerĂĄvel possĂvel
Miley Cyrus: Tiny Desk (Home) Concert
Robert Henri - Rough Seas Near Lobster Point (1903)
TUDO QUE SE FOI E QUE SE Ă / ADIANTE: O SEU CAMINHO
"Como foi possĂvel ter sido HillĂ©, vasta, afundando os dedos na matĂ©ria do mundo, e tendo sido, perder essa que era, e ser hoje quem Ă©?"
h.h.
MESMO QUE EU SAIA PRA FORA DO TEU CĂRCULO /Â NĂO HĂ NO MUNDO O QUE POSSAS FAZER PRA QUE EU DEIXE DE TE AMARÂ
te vejo criança assustada que pede cuidado; te vejo criança machucada que pede conforto; e por isso nunca serei capaz de enxergarte monstruosidades que nĂŁo sejam motivos de te amar ainda mais profundamenteÂ
[vocĂȘ me amou mas foi sĂł por duas semanas]
Ă PODEROSA INANNA ISHTAR / ETERNAMENTE SAUDADA PELA PRIMEIRA POETA ENâHEDUANNA E AS POTENTES GALAS
DEUSA DO PASSADO TRAVIARCADO MESOPOTĂMICO ACĂDIO BABILĂNICO DA MAGYA / DEUSA DO FUTURO CUĂER GLOBAL DA TECNOLOGYA / ROGĂI POR NĂS, DEVOTOS DA VEADA CHAMA PĂRPURA / DO POVO LGBT / DOS DESVIOS E TRANSVIOS DE NOSSAS EXISTĂNCIAS / DA SACRALIDADE DESRESPEITADA DE NOSSOS SEXOS NĂO-AUTORIZADOS / ROGĂI POR NĂS
ODE AO GLORIOSO TRIUNFO / ELE ME PEGOU PELO PESCOĂO COM AS DUAS MĂOS
e me levou um segundo inteiro pra lembrar que eu tambĂ©m consigo agarrar um pescoço, que eu tĂŁo bem quanto consigo gritar atĂ© estourar tĂmpanos, arrancar os olhos com os dedos e comĂȘlos; sim, essa cobra em minha coluna foi criada em jaula que ainda fede ĂĄ sangue. e dançar jovialmente sobre toda uma carnificina vermelha e pastosa de cĂ©rebro exposto de ossos quebrados de ĂłrgĂŁos rompidos de carne esmagada de suco de monstro; que eu jĂĄ destruĂ criaturas tĂŁo antigas quanto o sol, que eu jĂĄ abri e comi monstros que eram capazes de segurar esse mundo inteiro com ponta das unhas; e nĂŁo Ă© vocĂȘ que vai me fazer voltar pra lĂĄ.
SINGLES / by Rebecca Sugar
Basically, the point of this video is saying that you can't escape yourself. No matter how happy or unhappy you are, you cannot just jump out of your own body- you need to learn to respect and accept yourself somewhere along the line. And sometimes, it may be lonely, being you ((When he is getting together the sandwich, Rebecca draws the entire room along him sitting and doing it; this represents the loneliness in which one may go through in life. He is alone in the whole room, trapped, he feels)). Because he is lonely, the world around him feels glum and dark, hence the blackened part of his "bigger self" (the dark wall he finds when he looks around). He wants to escape himself, escape from all of the pain and loneliness in life. He is not trying to kill himself, which is what lots of you were saying. Looking deeper, he is in fact trying to find himself, find someone new that he can be. But alas, his body and forms endlessly take shape, and he eventually just learns to accept himself, because you can't be anyone but yourself; it is what you are best at. Once he learns that, he becomes better as a whole. Someone knocks at his door and gives him the cheese he dropped. My reasoning of why the title of the video is "Singles" (name of the cheese) is because once the other man gives him back his cheese, it symbolizes how the main character is seeing life so much better, from a whole new, welcoming perspective. So this might sound silly, but the cheese actually plays a major role in this story. At the beginning, he is clearly very sad and in pain, always crying and wishing he were someone he isn't. But by the end, he is sitting peacefully in his chair, singing cheerfully, as though finally freed and awakened from a terrible slumber
CAPITĂ
CAPITĂ
capitĂș
ALTAR
EU SOU O TEMPO EU CRIEI O TEMPO E MEU TEMPO Ă A CALMA
eu ritmo / eu ponte / eu casa / eu tempo / eu acolhida / eu recebida / eu cobra / eu calma: / pra nĂłs
Ă COISA QUE MĂI MUXIMBA
Ă quele a quem serviu o banquete de seu corpo, o vinho da sua pele dourada, a carne escorregadia de dentro. Ă quele a quem ensinou lição por lição sobre o formoso verbo ser. Ă quele a quem deu as mĂŁos para do sol proteger Ă s 10h da manhĂŁ. Ă quele a quem olhou de perto olhou e olhou como que com esta mesma mirada lhe desse amparos. Ă quele a quem se rendeu mole e meio abobado, sem paredes nem obstĂĄculos. e nunca se arrependeu.Â
pĂĄssara olho terceiro em vertical chora mel abre glorioso ilumina, envolta de asas pares e pares
faraĂł chromado / vens do futuro, nĂŁo do passado / dĂgames aquilo que preciso saber neste tempo / dĂtes tuas ordens, que sĂŁo preces, que sĂŁo juras de amor / dĂme daime dĂŽame dois beijos um em cada maçã do rosto / forte prĂncipe em armadura, dĂlhes que soy tuo
DEIXO NOSSA HISTĂRIA PARA O FUTURO ESCAFANDRISTA ALIENĂGENA
em algum futuro inimaginavelmente longĂnquo Â
alguma civilização futurĂstica hĂĄ de virar seus olhos para nĂłs hĂĄ muito acabadosÂ
em que um curioso romĂąntico da era hipermoderna encontrarĂĄ os meus vestĂgios Â
vai ver o pequeno desenho que vocĂȘ me deu com uma mensagem atrĂĄs âpra onde quer que vocĂȘ vĂĄ dentro e fora de siâ
vai ver as noites mal dormidas, as transas pela metade, a quantidade de cafĂ© Â
vai ver que acima de tudo, vocĂȘ nĂŁo voltou Â
dirĂĄ: Â
{e bastou esse nada, essa quase presença, pra ele sofrer de amor}
eu estou voltando pra dentro de ti mamĂŁemar pra dentro da senhora onde andar nĂŁo cansa porque a senhora me sustenta onde o calor nĂŁo mĂłi porque a senhora me afresca onde o corpo nĂŁo anda todo desajeitado porque a senhora me alivia da gravidade eu estou voltando pro interior nutritivo da senhora mamĂŁemar e tua cheirada salgada e tua acolhida eterna e teu embraço pardo e tuas ondas sobre minha cabeça que lavam meu cocoruto meu despenteado que trago do mundo de chĂŁo tu me refarĂĄ mamĂŁemar mamĂŁessal Ăł grande senhora mĂŁe sulatlĂąntica divide a luz do sol para que ela nĂŁo queime minhas costas mulas minhas cores mestiças mĂŁe mineral mĂŁe horizontal mĂŁe prisma que deita os continentes que recebe e limpa em tuas correntes que me espera nos litorais que me puxa na noite e no dia dessas capitais financeiras minha larga bronza lĂquida poderosa minha ser incontida achada me abençoa no mergulho no pulo na coroa branca espumosa das ondas dos seus cafunĂ©s aquecidos eu estou a voltar eu estou a voltar pra dentro da tua gestação oceĂąnica Ăł gigante eterna senhora
Mariée Sioux 14/07/09 Paris, Oliver Peel session
eu me amo eu me cuido eu me chamo de amorzinho e me cubro de carinhos eu sou tempo calma o meu nome Ă© calma coberta chinelo pĂ© sola do pĂ© calçado proteção ao pĂ© massagem nos pĂ©s que eu faço pra mim eu sou formiga que pica a planta do pĂ© eu sou a picada a dor eu inventei a formiga eu inventei a dor pra mim poder entender aquilo que eu sou.Â
QUE SAUDADE DE MAMAR VOCĂ
safado: / invento malĂcias / brincando: / confabulo segredos / ; sĂł para que depois eu possa ser desvendado por vocĂȘ: / novĂȘlo de lĂŁ nas patas de uma felina