faunos tauros carneiros lançam feitiços fazem putaryas cantam melodias de ninar pra você se sentir em berço de luz de boca aberta pra vc se sentir o mais vulnerável possível
KIROKAZE
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Xuebing Du
Cosmic Funnies

祝日 / Permanent Vacation
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@theartofmadeline

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wallacepolsom
Alisa U Zemlji Chuda
he wasn't even looking at me and he found me
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Origami Around
Peter Solarz
Game of Thrones Daily
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@arranco
faunos tauros carneiros lançam feitiços fazem putaryas cantam melodias de ninar pra você se sentir em berço de luz de boca aberta pra vc se sentir o mais vulnerável possível
Miley Cyrus: Tiny Desk (Home) Concert
Robert Henri - Rough Seas Near Lobster Point (1903)
TUDO QUE SE FOI E QUE SE É / ADIANTE: O SEU CAMINHO
"Como foi possível ter sido Hillé, vasta, afundando os dedos na matéria do mundo, e tendo sido, perder essa que era, e ser hoje quem é?"
h.h.
MESMO QUE EU SAIA PRA FORA DO TEU CÍRCULO / NÃO HÁ NO MUNDO O QUE POSSAS FAZER PRA QUE EU DEIXE DE TE AMAR
te vejo criança assustada que pede cuidado; te vejo criança machucada que pede conforto; e por isso nunca serei capaz de enxergarte monstruosidades que não sejam motivos de te amar ainda mais profundamente
[você me amou mas foi só por duas semanas]
Ó PODEROSA INANNA ISHTAR / ETERNAMENTE SAUDADA PELA PRIMEIRA POETA EN’HEDUANNA E AS POTENTES GALAS
DEUSA DO PASSADO TRAVIARCADO MESOPOTÂMICO ACÁDIO BABILÔNICO DA MAGYA / DEUSA DO FUTURO CUÍER GLOBAL DA TECNOLOGYA / ROGÁI POR NÓS, DEVOTOS DA VEADA CHAMA PÚRPURA / DO POVO LGBT / DOS DESVIOS E TRANSVIOS DE NOSSAS EXISTÊNCIAS / DA SACRALIDADE DESRESPEITADA DE NOSSOS SEXOS NÃO-AUTORIZADOS / ROGÁI POR NÓS
ODE AO GLORIOSO TRIUNFO / ELE ME PEGOU PELO PESCOÇO COM AS DUAS MÃOS
e me levou um segundo inteiro pra lembrar que eu também consigo agarrar um pescoço, que eu tão bem quanto consigo gritar até estourar tímpanos, arrancar os olhos com os dedos e comêlos; sim, essa cobra em minha coluna foi criada em jaula que ainda fede á sangue. e dançar jovialmente sobre toda uma carnificina vermelha e pastosa de cérebro exposto de ossos quebrados de órgãos rompidos de carne esmagada de suco de monstro; que eu já destruí criaturas tão antigas quanto o sol, que eu já abri e comi monstros que eram capazes de segurar esse mundo inteiro com ponta das unhas; e não é você que vai me fazer voltar pra lá.
SINGLES / by Rebecca Sugar
Basically, the point of this video is saying that you can't escape yourself. No matter how happy or unhappy you are, you cannot just jump out of your own body- you need to learn to respect and accept yourself somewhere along the line. And sometimes, it may be lonely, being you ((When he is getting together the sandwich, Rebecca draws the entire room along him sitting and doing it; this represents the loneliness in which one may go through in life. He is alone in the whole room, trapped, he feels)). Because he is lonely, the world around him feels glum and dark, hence the blackened part of his "bigger self" (the dark wall he finds when he looks around). He wants to escape himself, escape from all of the pain and loneliness in life. He is not trying to kill himself, which is what lots of you were saying. Looking deeper, he is in fact trying to find himself, find someone new that he can be. But alas, his body and forms endlessly take shape, and he eventually just learns to accept himself, because you can't be anyone but yourself; it is what you are best at. Once he learns that, he becomes better as a whole. Someone knocks at his door and gives him the cheese he dropped. My reasoning of why the title of the video is "Singles" (name of the cheese) is because once the other man gives him back his cheese, it symbolizes how the main character is seeing life so much better, from a whole new, welcoming perspective. So this might sound silly, but the cheese actually plays a major role in this story. At the beginning, he is clearly very sad and in pain, always crying and wishing he were someone he isn't. But by the end, he is sitting peacefully in his chair, singing cheerfully, as though finally freed and awakened from a terrible slumber
CAPITÚ
CAPITÚ
capitú
ALTAR
EU SOU O TEMPO EU CRIEI O TEMPO E MEU TEMPO É A CALMA
eu ritmo / eu ponte / eu casa / eu tempo / eu acolhida / eu recebida / eu cobra / eu calma: / pra nós
É COISA QUE MÓI MUXIMBA
àquele a quem serviu o banquete de seu corpo, o vinho da sua pele dourada, a carne escorregadia de dentro. àquele a quem ensinou lição por lição sobre o formoso verbo ser. àquele a quem deu as mãos para do sol proteger às 10h da manhã. àquele a quem olhou de perto olhou e olhou como que com esta mesma mirada lhe desse amparos. àquele a quem se rendeu mole e meio abobado, sem paredes nem obstáculos. e nunca se arrependeu.
pássara olho terceiro em vertical chora mel abre glorioso ilumina, envolta de asas pares e pares
faraó chromado / vens do futuro, não do passado / dígames aquilo que preciso saber neste tempo / dítes tuas ordens, que são preces, que são juras de amor / díme daime dôame dois beijos um em cada maçã do rosto / forte príncipe em armadura, dílhes que soy tuo
DEIXO NOSSA HISTÓRIA PARA O FUTURO ESCAFANDRISTA ALIENÍGENA
em algum futuro inimaginavelmente longínquo
alguma civilização futurística há de virar seus olhos para nós há muito acabados
em que um curioso romântico da era hipermoderna encontrará os meus vestígios
vai ver o pequeno desenho que você me deu com uma mensagem atrás “pra onde quer que você vá dentro e fora de si”
vai ver as noites mal dormidas, as transas pela metade, a quantidade de café
vai ver que acima de tudo, você não voltou
dirá:
{e bastou esse nada, essa quase presença, pra ele sofrer de amor}
eu estou voltando pra dentro de ti mamãemar pra dentro da senhora onde andar não cansa porque a senhora me sustenta onde o calor não mói porque a senhora me afresca onde o corpo não anda todo desajeitado porque a senhora me alivia da gravidade eu estou voltando pro interior nutritivo da senhora mamãemar e tua cheirada salgada e tua acolhida eterna e teu embraço pardo e tuas ondas sobre minha cabeça que lavam meu cocoruto meu despenteado que trago do mundo de chão tu me refará mamãemar mamãessal ó grande senhora mãe sulatlântica divide a luz do sol para que ela não queime minhas costas mulas minhas cores mestiças mãe mineral mãe horizontal mãe prisma que deita os continentes que recebe e limpa em tuas correntes que me espera nos litorais que me puxa na noite e no dia dessas capitais financeiras minha larga bronza líquida poderosa minha ser incontida achada me abençoa no mergulho no pulo na coroa branca espumosa das ondas dos seus cafunés aquecidos eu estou a voltar eu estou a voltar pra dentro da tua gestação oceânica ó gigante eterna senhora
Mariée Sioux 14/07/09 Paris, Oliver Peel session
eu me amo eu me cuido eu me chamo de amorzinho e me cubro de carinhos eu sou tempo calma o meu nome é calma coberta chinelo pé sola do pé calçado proteção ao pé massagem nos pés que eu faço pra mim eu sou formiga que pica a planta do pé eu sou a picada a dor eu inventei a formiga eu inventei a dor pra mim poder entender aquilo que eu sou.
QUE SAUDADE DE MAMAR VOCÊ
safado: / invento malícias / brincando: / confabulo segredos / ; só para que depois eu possa ser desvendado por você: / novêlo de lã nas patas de uma felina