Cymbeline, aquela que tem alma de velha, mãe das maquinas, rato de laboratório, nerd do reino, rainha das invenções, senhora quero ficar em casa, percursora das chatices, princesa do gelo, descente da ordem...
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One Nice Bug Per Day

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⁂

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@belshylock
Cymbeline, aquela que tem alma de velha, mãe das maquinas, rato de laboratório, nerd do reino, rainha das invenções, senhora quero ficar em casa, percursora das chatices, princesa do gelo, descente da ordem...
Para plots com a Beebel da like.
ally-of-justice:
Arthur riu levemente conforme ela lhe perguntava, a timidez, a dureza e é claro, a inocência de Beebel eram grandes atrativos, por mais que naquele momento Arthur não soubesse exatamente como agir com ela, se ela continuasse se fechando daquela maneira… Diferente das outras garotas ela realmente não parecia estar ali para conquista-lo… O que era um tanto quanto paradoxal, será que ela não se lembrava que Arthur escolheria as garotas de acordo com a sua proximidade e interesse? – Porque você fica uma gracinha quando fica vermelha… e bom… quando seus cabelos mudam de cor – com cuidado ele levava a mão ao rosto da outra, tocando suave e acariciando a maça de seu rosto com o polegar – Estou adorando a frequência com que você anda sorrindo, sabia? Não era tão comum te ver assim… – Ele sorria sincero, seu comentário não saia com tom de flerte, mas apenas carinhoso -Ok… entendi… – o Príncipe pigarreava um pouco sem jeito, tentando manter o sorriso no rosto – Sexo. – Completava, antes de arregalar os olhos – Você… só vai me beijar se nos casarmos? – agora Arthur legitimamente estava surpreso
Ele ria com sua resposta, a pequena artífice podia ser durona, mas definitivamente não intimidava Arthur, sua vontade ela pega-la no colo naquele momento, agindo daquela forma intocável, exigente, era até divertido, tanto que entrava no que considerava brincadeira – Me diz que ordens tenho que seguir para que você me beije… – sussurrava novamente e arriscava, dando uma singela e leve mordida no lóbulo da orelha da jovem – Beebel… a magia faz parte de você, queira ou não sempre haverão coisas que nos acompanharão desde o berço. Podemos as renegar, ou então as abraçar e aceitar como parte de nós – ele se afastava um pouco, para que pudesse olhar nos olhos da artífice – Entendo que você não goste desse sopro me magia que herdou, mas pelo menos eu vejo como algo só seu, algo próprio da Beebel que eu conheço. Não é um sinal de fraqueza… É o sinal de como você é única – ele sorria sincero, conforme falava, quase sem tirar os olhos dos dela, apenas desviando a visão para os pequenos lábios por um momento ou outro, procurando o sorriso da outra, além de considerar um avanço mais ousado, por mais que não invadiria o espaço da outra.
Vendo os olhos da artífice brilharem era simplesmente quase demais de se aguentar ela poderia não querer, mas de fato Arthur a achava uma gracinha naquele momento, se aproximou um pouco mais dela, quase que por reflexo, colando o seu corpo de vez ao dela, ainda mais que via o seu sorriso abrir de novo. Quando ela comentava aquilo, o passarinho mecânico cantava a melodia que indicava verdade. Arthur ria levemente com a ironia, antes de se aproximar mais dela, fazendo os narizes se encostarem, ele inclinar o rosto um pouco para o lado e aproximar-se mais alguns milímetros quase selando os seus lábios com os dela – Então me beija, Beebel. – sussurrava, suave
FLASHBACK!
Gracinha? Gracinha? Gracinha... tentou conter o riso que mesmo assim se atreviam a lhe escapar no olhar, entre as pequenas bolsinhas que se formava abaixo deles, era estranho e no mínimo incomum ser tratada daquela forma mas não podia negar a si mesma que gostava, de como ele tocava sua pele atrevidamente e a fazia se arrepiar, era no mínimo assustador como gostava daquilo. Eu também, eu nunca achei que nada além do trabalho poderia me fazer feliz mas... estava errada. Talvez fosse apenas difícil demais dizer as palavras certas mas ele saberia o que significavam não? E não era comum ver porque eu prefiro ficar sozinha. Encolheu os ombros. Me desculpe se sou fria demais as vezes, é só difícil, lidar com sentimentos... pra mim. As palavras saíram arrastadas em um sussurro, havia passado tempo demais tentando afastar qualquer coisa que a tornasse vulnerável. Mas por outro lado você sempre foi sorridente, eu sempre achei isso meio irritante... mas é bonito. Precisaria flertar não? Deus parecia tão difícil. É isso, não que seja um problema, eu não sou inexperiente, diria que até sou demais pra quem nunca fez. Disse um tanto pensativa, ao menos naquilo talvez não o desapontasse. Não! Você acha que sou tão puritana assim? Precisou morder a língua ou gargalharia da cara dele. É só que... nada. Negou com a cabeça. Mas é bom saber que quer me beijar. Ofereceu uma piscadela.
Ordens... tentou pensar em algumas mas era difícil pensar de fato com ele tão perto e com aquele maldito arrepio percorrendo a espinha, contendo um suspiro mordendo o lábio inferior. Prefiro renegar, não quero nada dos Shylocks, se pudesse nem teria mais esse sobrenome. Resmungou. Não me olhe assim, já decepcionei pessoas demais nessa vida, pode não ser uma delas? Pediu. Porque você tem que soar tão adorável? Estreitou os olhos. Você vê as coisas de forma otimista, é legal, eu nunca vi assim. Na verdade é um sinal de fraqueza, ou ao menos foi como sempre viu, mas ao menos uma vez tentaria ver com outros olhos. Você tá secando meus lábios sabia? Provocou umedecendo os mesmos, se ele era descarado o bastante para fita-la daquela forma porque não usar ao seu favor?
Os sorriso porém secaram ao vê-lo se aproximar, não em desaprovação mas surpresa, talvez em uma linha que nem ela sabia que podiam cruzar, principalmente por sua própria invenção lhe entregar. Já que você tá pedindo. Talvez ele não a deixasse pensar direito mas que mal tinha? Se fosse sua escolhida afinal precisaria aprender a se entregar mais. As mãos subiram firmes puxando o mesmo contra si para selar os lábios com o príncipe, bem se seria seu primeiro beijo o faria direito. Não esperou que ele lhe desse o passo, aprofundando o beijo com a língua, já tinha visto aquilo mil vezes e não queria um beijo qualquer, apenas mas uma para tirar a castidade de uma moça, ela não era assim.
ally-of-justice:
Arthur permanecia risonho, conforme confrontava a expressão um tanto quanto emburrada da selecionada, quase gargalhando, acha um absurdo quando as pessoas falavam que alguém era uma graça quando estava nervosa, mas estava pagando pelos pensamentos, pois era exatamente como se sentia diante de Beebel, era quase como ver um filhote de cachorro, bravinho, tentando parecer ameaçador, mas só parecendo mais fofinho. Ele negava com a cabeça, rindo para dentro com a provocação, era admirável que ela ainda tentava atingi-lo, mesmo estando em desvantagem – Gosto de te ver assim sem jeito… – declarava brincalhão, indo um pouco para trás, reconhecendo a falta de conforto da outra, afinal não estava ali para fazer qualquer coisa contra a vontade de alguém – “Feito muita coisa”? – repetia, em tom que questão, tentando se perguntar o que ela queria dizer com aquilo – Como assim? Você nunca… – ele olhava para os lados – …Beijou? – perguntava, levantando uma sobrancelha.
Ele ouvia as palavras com atenção, concordando suavemente com um acenar de cabeça, conforme ela continuava a discursar, era interessante a posição que ela tinha, independência, era admirável, mas ao mesmo um pouco triste, soava um tanto quando sozinho, um tanto de solidão, Arthur não conseguia se imaginar isolando-se daquela maneira, bom, ao menos tirando o que teve que se submeter para a seleção – Eu, submisso? – achou uma ponta de graça, conhecia a personalidade forte da artífice, mas não imaginava aquilo – Muito bem, você está no comando então, senhorita Shylock… – comentou divertido, sentindo ela retribuir o abraço, o calor dos corpos juntando-se - Então me diga, o que tenho que fazer para você? – ele se aproximava de seu ouvido, pouco a pouco deixando sua fala sussurrada – Falar o quanto seus cabelos lilases são lindos? Ou o quanto eu acho fofinho como você começa a ficar animada quando colocam uma pecinha que for que você nunca viu, na sua frente? – cuidadosamente retirava um objeto de seu bolso e o colocava no ombro contrário do lado em que ele tinha se aproximado, um pequeno autômato, um pequeno… passarinho, o presente que havia recebido da própria artífice, que soltava uma leve melodia mecânica da sua caixa de som – Mesmo que eu não o use como você queria… eu o carrego comigo a maioria do tempo, sabia?
FLASHBACK!
Porque? Ela indagou de tanto desafiante, longe de curiosa porque sabia a resposta, ele gostava de como ela reagia a ele porque podia ver os efeitos que causava em si, ela odiava isso porque era se mostrar vulnerável a seus encantos, mas ainda sorria sutilmente porque talvez de fato não odiasse aquilo. Eu não queria que ele pensasse que fiquei feliz por ele ter se afastado, não que não tivesse ficado aliviada mas foi o ato em si que me fez perceber mais uma vez que ele jamais faria algo que me desagradasse. É você sabe, aquelas coisas... atos e comportamentos entre indivíduos com intenção de obter prazer através de áreas erógenas? Tentou explicar entre as palavras cientificas que conhecia para rir em seguida do quanto parecia tola e selecionada tratou de se calar mordendo o lábio inferior, era quase estranho se escutar rindo. Para de agir assim, soa como se fosse algo terrível, é só bocas e línguas e o que isso agrega na minha vida? Fez uma pequena careta de fato confusa. Mas se nós casarmos, não será um grande sacrifício. Deu de ombros.
É claro que estou, você acha que eu tenho cara de quem não comanda? Brincou, sutilmente em uma careta. Como assim? Inclinou a cabeça para que pudesse olha-lo ainda sem desvencilhar do abraço. Eu odeio meu cabelo lilás, ele me entrega sempre. Resmungou baixinho ainda que escondesse o sorriso no canto dos lábios, como sempre alguém precisasse desvenda-la. Eu não gosto de ter essa magia, de lembrar de onde vim, sempre foi um sinal de que sou fraca. Desabafou, ele precisava conhece-la certo? Bem isso eu preciso concorda, mas você não fica fascinado com coisas novas? Eu não sei porque mas eu gosto de criar, de ver além das coisas que já sabemos. As orbes negras brilharam se lembrando de algumas invenções e descobertas que já tinha feito, deixar as madeixas tomarem tons azulados novamente junto com sua pele. Droga eu fiquei animada de novo. Negou com a cabeça, não, não queria ser uma gracinha. Você guardou. O sorrio tomou então conta dos lábios da guarda. Obrigada. Murmurou. Você até me faz querer te beijar. Disse em tom divertido.
ally-of-justice:
Arthur olhava de canto para ao seu redor discretamente conforme ouvia as palavras de timidez e preocupação da artífice, ela estava certa, parecia tão tímida que soava até mais adorável conforme falava, alguém que parecia ter o mundo no coração para dar, porém fechada dentro de várias camadas de aço moldadas com o tempo, tinha um grande carinho pela amiga, até já sentiu uma certa atração pelo seu jeito sincero e descabido, então não estava se sentindo fora do normal alí. – Ok, então espera um pouquinho… – Dizia gentil – Me acompanhe – Sussurrava em seu ouvido, entrelaçando os dedos com os dela e a guiando com cuidado, despretensioso, para que não chamasse a atenção das pessoas ao redor. Com passos tranquilos, rapidamente levava a selecionada para a tenda designada à mesma e fechava o pano que ficava na entrada, agora estavam a sós – Muito bem, não queria que fosse na frente dos outros? Assim está melhor? – perguntava gentil, não passando ideias de segundas intenções com aquele ato se não apenas poder conversar com a outra mais solta. Ele estava de frente para ela, na mesma distância que estavam antes, principalmente depois dela ter se aproximado para repreende-lo, por mais que causava o efeito contrário – Agora onde estávamos? – fingia tentar se lembra da conversa – Ah sim… – Arthur se aproximava sorrateiramente da artífice e depositava um segundo pequeno beijo, novamente na sua bochecha, mas dessa vez perigosamente mais perto dos seus delicados lábios – Eu estava pensando em aqui… – começava suave – Ou estava com ideias de outro lugar ainda? – brincava flertando, ele sabia muito bem como havia falado antes, afinal era o que pensava verdadeiramente, mas era divertido ver ela ficando descabida pouco a pouco, tinha que quebrar as soldas do seu coração se quisesse a conquistar de verdade. Ele surpreendia-se um pouco com o discurso da outra, sendo pego completamente desprevenido – Você… nunca… – Ele sorria suavemente, dividido em acha-la adorável e em simpatia na jovem, pensava em como ela deveria ter vivido, uma garota linda como ela nunca ter sido beijada, era impossível que ninguém a tivesse desejado – Eu também sempre tive um grande carinho por você – dizia, justamente, carinhoso, tocando em seu rosto com delicadeza, levantando-o para que pudesse a olhar nos olhos – Além de uma grande admiração por suas invenções e sua inteligência, pra ser sincero acho que nunca lhe chamei para sair porque eu sempre vivi com essa sombra de seleção no meu futuro, nunca pude me envolver – não é como se tivesse uma queda na artífice, mas sempre se perguntou o que poderia acontecer entre eles se eles tivessem saído, se fossem um pouco mais que amigos. Ele ria com os comentários sem papas da selecionada, como de costume, ela nunca falhava em diverti-lo, sentia uma ponta de ciúmes na analise que ela fazia, o que deixava as coisas mais interessantes ainda. Sentindo o beijo em seu rosto, ele não percebia quando puxava o ar num singelo suspiro de surpresa, aquilo já era um grande progresso, principalmente vindo da artífice – Bom… posso pensar em algumas coisas – dizia, conforme soltava as mãos dela, pouco a pouco deslizando por seus braços, chegando ao seu corpo e a puxando pela cintura num abraço, colando o corpo da selecionado ao seu – Um abraço ser de exemplo? Ou está um pouco demais para você, Beebel? – perguntava com um leve ar de flerte, a provocando
FLASHBACK!
Arthur era diferente de maioria, não só pela personalidade do mesmo, as vezes descabido de senso lhe provocando, mas porque de fato com todos os anos naquele castelo não nutri carinho pelo mesmo era impossível, era uma das poucas pessoas que lhe incentivava e admirava, aquilo era muito para Cymbeline e o tornava de fato atraente, mas longe das outras a guarda não conseguia apenas se levar pelos sentimentos lascivos, era cautelosa demais para se entregar tão fácil. Acho que isso foi uma péssima ideia. Murmurou pressionando o lábio inferior entre os dentes ao se ver a sós com o mesmo, não que não confiasse em Arthur mas não se sentia confortável naquela posição, como se não soubesse o que poderia acontecer, para alguém que adorava estar no controle isso era sufocante, tanto que sequer notou prender a respiração até sentir o corpo próximo de si novamente. Onde está seu juízo? Os olhos negros encaravam o príncipe em clara reprovação. Eu não gosto de parecer... alcançável alteza. O provocou, ele adorava irrita-la com o apelido e ela não deixaria aquilo escapar, quase riu, quase, se ele não lhe atingisse com mais um beijo, a fazendo segurar os braços do mesmo com certa força. Se você passar da linha vai se arrepender. Você gosta de me beija né? Semicerrou os olhos para negar com a cabeça logo em seguida. Eu vou avisar as outras pra te beijar mais pra ver se me deixa em paz. Resmungou, ainda que sorrisse sutilmente. Ei não precisa ficar com essa cara! Não é como se eu não fosse desejável, acredite eu poderia ter feito muita coisa... As bochechas não se aqueceram como sempre, na verdade era o fato de sentir algo por Arthur que a deixava sem graça não beijos ou qualquer coisa. Mas eu nunca quis, nunca vi muito sentido, sempre foquei em coisas mais importantes como meu trabalho, não preciso de ninguém pra me dar prazer. Revirou os olhos. Sabe que me inscrevi na seleção porque acho que serei uma boa rainha e não porque quero me casar com você né? Não que isso seja um fardo, talvez pra você até seja. Disse divertida, ainda que falasse serio. Mas vou deixar você tentar me conquistar. Se atreveu a utilizar o tom de provocação. Algo sobre mim, é que se formos beijar, eu que darei o passo, eu fico no controle, consegue ser submisso alteza? Inclinou a cabeça para o lado curiosa. A isso é claro, você não disfarça o que sente. Não que não gostasse disso, ele era transparente e a fazia se sentir confortável. Isso sim é um elogio. Bel sorriu largo, provavelmente seu ponto fraco era suas invenções e perceber que Arthur via mais do que sua beleza. Duvido que eu aceitaria mas você pode tentar agora. Sugeriu divertida. Ele tinha um riso gostoso de ouvir, ainda mais por eu ser culpada, aquilo era novo para mim. Que coisas? As sobrancelhas franziram confusa quando sentiu as mãos percorrem o corpo pelo tecido grosso dando graças por isso ou ele perceberia que tinha se arrepiado. Eu gosto de abraços. Sussurrou, envolvendo o mesmo ainda um tanto frouxa, fazia muito tempo que não se encontrava naquele contato mas ao mesmo se sentia bem com aquilo.
TASK
IU for W Korea (April 2020 issue)
ally-of-justice:
Era difícil não ver o rubor surgindo no rosto da jovem artífice, era divertido demais brincar daquela forma, esperava não estar fazendo reais maldades com a velha amiga. Via ela se afastando, o que o fazia levantar uma sobrancelha, ainda bem humorado – Oras… porque… Já te falaram como você fica uma gracinha sem graça? acho que me viciei em te deixar assim… - comentava despretensiosamente, tombando a cabeça para o lado - Alias, se já fica assim com um beijo na bochecha… imagino como você reagiria se fosse… Em outro lugar – confessava, a provocando, era mais do que claro que ela queria esconder as sensibilidades e timidez por baixo de uma casca… não, de uma armadura, de invenções, mas tinha vontade de vê-la sem aquelas salvaguardas – Eu sei disso… Mas não queremos nenhuma garota perdendo o braço, não? Eles foram feitos pra serem fraquinhos! – dava de ombros, brincando mais uma vez, antes de rir novamente – Ai ai… me desculpe ok? As maquinas cumpriram suas funções. Foram feitas para serem quebradas! Depois vamos reciclar tudo, se quiser até pode pega-los e construir algo novo… tenho certeza que ficaria incrível! – ele se aproximava dela e pegava em suas duas mãos – Afinal, você parece fazer milagres maiores que magia com essas duas coisinhas aqui – dizia conforme massageava os dorsos da selecionada com os polegares
Já te falaram como você fica uma gracinha sem graça? Pelos deuses ele não tinha vergonha? Então suponho que terei que me acostumar com isso. Os lábios se pressionaram pensando sobre. Não, aquilo era um grande problema porque não sabia como retribui-lo, ou se o queria, deuses ele lhe deixava tão confusa! Não era como as maquinas, não havia uma solução logica para como se sentia sobre as provocações e tudo que conhecia estava tão longe de sentimentos. Pode ao menos não o fazer na frente de todos? Ainda tenho uma reputação a zelar, ficar vermelha implica sentir e eu sou conhecida por não ter coração. Não que eu tenha um batendo por sua causa agora. Em outro lugar? As orbes escuras se arregalaram entre o murmurar. Sugiro que não ouse isso, Arthur! Se atreveu a dar um passo a frente e ameaça-lo com um semicerrar de olhos, ao menos ele lhe conhecia para saber quando falava serio, e quando não falava? Eu sei que anda beijando as outras. Não que estivesse com ciumes. Mas... Era selecionada certo? E queria ser sincera com ele. Nunca me deixei levar por esses sentimentos e sei que pra você pode ser comum, mas pra mim ainda é... estranho. Não de forma ruim. Suspirou. Eu nunca fui uma romântica, okay? Não é isso, mas eu nunca... beijei ninguém e... preciso que seja mais paciente comigo. Soltou o ar que nem percebeu que segurou em um riso. Sempre nutri um carinho por você e vou tentar transformar em algo mais, mas não sei como ainda. Você é ótimo mas pode conquistar um coração desacreditado? Elas são tão fracas assim? Depois eu que tenho que usar armadura. Revirou os olhos em claro deboche. Minha guilda sabe o que faz mesmo que não seja todo potencial deles. Ele ria muito, não que fosse algo que não gostava mas era incomum vindo de pessoas a sua volta, não era engraçada e nem muito simpática mas ele parecia a vontade com isso. A claro mas eu não quebrei nenhuma. Sorriu orgulhosa de si mesma, mas este se estendeu com a proposta. Eu adoraria isso. Disse animada. Talvez possa me ajudar, mesmo não sabendo muito de maquinas, o que acha de lhe mostrar porque amo fazer isso? Talvez pudesse começar assim, se conhecendo melhor? Queria isso. Vai ficar incrível! E ele sabia bem como atingi-la, fazendo os lábios se curvarem em um sorriso. Aquilo estava ficando mais comum do que esperava. Eu tento. Sorriu radiante, talvez como não fazia a um tempo e não se importou com o toque em suas mãos, ou os arrepios que vieram em seguida, um tanto curiosa pelas sensações. Obrigada. Sem pensar muito tomou a bochecha do mesmo em um beijo. Isso é muito importante para mim. E eu sei que você sabe. E essa mãos servem pra mais que destruir criações?
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IG: Glowdrama
Aproximando-se por trás, enquanto via que @belshylock parecia observar o campo de batalha, sem perceber a expressão de aparente aflição que estava em seu rosto (julgou que era empatia pelas maquinas, não seria inesperado uma atitude daquelas vindas da garota), Arthur tomava a sua melhor aproximação furtiva para chegar perto e depositar um beijo colocado na bochecha da outra, havia gostado de provoca-la anteriormente e gostaria de fazer o mesmo agora - Oi Beebel - dizia ao pé do ouvido da amiga e guarda, o tom de flerte e divertido misturado presentes - Ainda estou me perguntando como teve coragem de destruir aquelas pobres maquinazinhas! - brincava divertido com a fala que provocava a outra
Um beijo. Arthur realmente era louco quando se atrevia tanto, a pele alva da selecionada queimou em tons de rosa quando ela fechou o punho para socar de seja lá quem fosse... bem antes que o fizesse teve sorte de perceber que era o príncipe, o que pareceu só piorar as coisas, ele ficaria sempre lhe beijando agora? Mas se ele a escolhesse... a pele de Cymbeline ficou ainda mais vermelha. Oi Beebel. Ela estremeceu e esperou que ele não tivesse percebido. Tinha mil e uma qualidades para ser uma boa Rainha mas diferente das outras selecionadas estava longe de saber conquista-lo. Porque... fez isso? Precisou dar um passo para trás, estavam perdo demais e era tão difícil de se concentrar. Eu podia ter quebrado seu nariz. O que estava longe de ser uma mentira. Maquinazinhas? Isso é uma ofensa sabia? Claro que sabia que era uma criação meia boca. Se eu tivesse as feito você veria as maquinazinhas. Com certeza teria caprichado para ser uma batalha difícil. Eu não destruí nada diferente das suas outras selecionadas. Resmungou furioza só de lembrar. Isso foi como tirar doce de criança, qual é máquinas feitas por minha guilda? Vai precisar de algo mais pra me desestabilizar. Disse convencida. Mas estou brava com você também, eu vi tudo!
POV | TORNEIO!
Cymbeline não conseguia olhar, vez ou outra desviando para qualquer ponto que não fosse as máquinas sendo destruídas, tanto trabalho sendo desperdiçado sem mísera misericórdia. Eu sabia que eles tinhan sido feitos para aquilo mas não era menos insuportável de ver. Um suspiro lhe escapou quando chamaram seu nome, as roupas lhe incomodavam, porque signifacavam o quanto era fraca. Humana, mas longe de ser fraca. Era uma Shylock afinal e deixaria claro isso quando os olhos encararam as criações em um sorriso, já tinha visto o bastante das outras selecionadas mas também sabia que sua guilda não deixaria fácil para si. Não vou machuca-los, vocês não merecem isso, diferente de pessoas. Gritou talvez para que todos ali entendessem que havia formas menos violentas de lidar com a batalha, o que era um ponto perfeito, todos achavam que por ser guarda seria mais aberta a isso, ao campo, qo sangue, por ser sempre tão fechada e grossa, mas algo sobre Bel era que ela agia mais com a cabeça do que com o coração, por isso eu diria que foi quse ridículo como tão facilmente ela "destruiu" os automatos. Sem magia, sem criações, os passos lentos e seguros pelo campo mostrava que ela não tinha qualquer medo. Confiança.
Era ali que mostraria ser perfeita pra ser rainha por ser ela mesma. A primeira maquina lhe atacou o bastante para chegar perto de seus sistemas, tinha calculado os movimentos e aonde estaria as engrenagens certa para que eles funcionassem e em um movimento furtivo com as mãos arracou uma única peça que fez a criação parar, não havia feito sequer um aranhão e isso a fez sorrir bobamente. Logo em seguida fez o mesmo com os outros, agora quatro em sua direção, o que fez a mesma arrancar um dos braços da maquina desligada para usar ao seu favor, correndo pra outra direção enquanto transformava a latarial em outra coisa, algo que lhe ajudasse a manter os robôs afastados e lhe desse tempo de atacar um por um. Madeiras eram péssimos condutores de calor mas no interior das maquinas se usava além das engrenagens carvão e polvora precisava fazê-los esfriar ou esquentar um pouco mais . Com um toque de invenções em sua mão o braço do autônomo, conseguiu criar uma pequena bomba com os matérias que fora logo jogado contra os robôs, o corpo da selecionada indo ai chão junto com os mesmos para logo em seguida se reerguer e o mais rápido que podia ir de encontro a um deles e desativar a maquina.
3... 2... ele se levantava antes de chegar a tempo dois vindo em sua direção e com impulso entre os dois saltou os fazendo colidir e ficarem com as engrenagens presas um no outro com ajuda da espada que tinha levado, o que facilitou seu trabalho. 2... 1... e lá estava todos os autômatos paralisados no campo sem que precisasse destrui-los, o rosto sujo de graxa a fez rir porque era tão ela... e talvez ali se deu conta de que realmente qheria aquilo, ganhar a seleção. O que sempre era incomum não só tomava os lábios em um sorriso que era escondido por uma máscara mas quem fitasse seus olhos veria que eles sorriam de fato orgulhosos de si mesma e admirados com os aplausos. Quando fitou Arthur lhe encarar e por um segundo, talvez mais eram eles dois no campo e ela havia lhe mostrado sua pior fraqueza. Sentir. Mas pela primeira vez em muito tempo não tinha mais certeza se aquela era sua fraqueza.
Cymbeline já estava muito bem familiarizada com os torneios e adorava se exibir neles, afinal era ótimo para jogar na cara de seus parentes o quanto era boa, muitos até pensasse que fosse injusto pois a criação que derrotaria era da sua própria guilda mas bem talvez fosse isso que a tornasse perfeita não? Conhecia as estrategias de guerra melhor que qualquer outra selecionada e sabia que tiraria tudo de letra. A não que estivesse subestimando os artificies, mas era uma das melhores e por isso foi enviada para o palácio, era apenas observar, saber os pontos fracos dos autômatos e usa-los contra eles mesmos, sequer levou uma de suas criações, estava apenas com uma espada e o uniforme que era um pouco mais resistente já que era uma humana e por isso mais frágil ao combate corpo a corpo, não que pretendesse usar disso, Shylock diferente da maioria preferia a longa distancia, calculando e usando de estrategias muito bem pensadas.
WHO THE CROWN DOES BELONG?
De todas as selecionadas uma em especial aquecia o coração da Shylock, as vezes até demais quando a mesma mexia em suas invenções mas não podia negar toda animação ao ver @cxsparrow toda sua curiosidade. Oi! A mulher chamou quase em um tom doce, incomum, mas feliz em ter ao menos alguma selecionada de seu gosto ali, seria trágico demais viver rodeada de tantas falsidades. Eu queria saber se quer me ajudar com uma coisa? Cymbeline preferia trabalhar sozinha claro mas adorava pessoas dedicadas e curiosas e Cordelia era uma delas. Lembra do passarinho o Arthur não gostou muito da utilidade que dei para ele e me pediu para mudar, quer trabalhar comigo nisso?
A sim Cymbeline tinha suas desconfianças nas selecionadas, porém algumas era mais que insegurança, um ranço que ela não podia evitar ao ver @thcirastra passar por si, causando uma cara feita na guarda... ex guarda, agora selecionada. O quanto aquila era estranho? Deixar minha sala de engrenagens, deixar meu quarto para estar em ambiente tão luxuoso, aquela não parecia eu. Não, não eu não posso te ajudar. Disse rabugenta, ao menos podia utilizar aquele tom sem que tivesse seu emprego em risco. Olha aqui, eu sei que você pode achar que as outras sãos suas amigas mas não são, qual é? Estamos em uma competição, é serio que você acredita nessa baboseira de amizade? Sendo que as outras pegam o mesmo homem que você? A não eu não vou ser falsa com você. Se depender de mim a coroa nunca será sua querida. Conteve a linguá ainda que o claro desgosto fosso nítido em falar com uma portadora de magia, uma abençoada claro quando ela fora castigada com aquela maldita metamorfagia. Talvez a inveja-se ainda que jamais fosse assumir.
#10yearswithIU
2008.09.18 - 2018.09.18