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Férias natal 2016 (26 a 30 dezembro)
Férias natal 2016 (19 a 23 dezembro)
#semtrabalhos
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Estas verão acerta em cheio e escolhe os programas de férias mais divertidos ... 😉
Descobre tudo o que temos preparado para que tenhas umas férias inesquecíveis :)
Informações: [email protected] Tel.: 96 247 35 17 – 96 143 11 75 Web: www.centrosmegakids.com
TERAPIA DA FALA - APP EDUCATIVA GRATUITA
Palavras aos bocadinhos (Android e Ipad)
Aplicação de apoio à Terapia da fala desenvolvida com o apoio da Associação Portuguesa de Terapeutas da Fala. A aplicação está focada na área de divisão silábica.
Exercícios: As instruções dos exercícios têm som, para que a criança possa ser autónoma quando os está a fazer. No final de cada exercício são atribuídas estrelas de acordo com a facilidade com que a criança encontrou a resposta certa.
Segmentação - Quantos bocadinhos tem a palavra? Identificação - Encontra os bocadinhos que existem na palavra Síntese - Arrasta a carta que os bocadinhos formam Ajuda à Evocação - Arrasta as cartas que contêm o bocadinho Adição - Põe mais um bocadinho no início da palavra, o que é? Omissão - Se tirares o último bocadinho, com que palavra ficas? Substituição - Troca o primeiro bocadinho da palavra, o que é? Inversão - Se inverteres os bocadinhos, com que palavra ficas?
Jogos: 3 jogos de memória de sons. Todos os jogos têm 3 níveis de dificuldade, de acordo com o número de pares a encontrar. O primeiro jogo pede à criança para encontrar pares de palavras. O segundo pares de palavras que começam com o mesmo som. O terceiro e mais difícil, pares de sons.
Ministério da Educação quer os professores a dar ideias e lançou inquérito online para os docentes avaliarem as orientações curriculares
O Ministério da Educação lança um inquérito a todos os professores sobre os documentos curriculares. Pretende-se obter a opinião dos docentes sobre a adequação das orientações curriculares existentes.
Os resultados deste inquérito, já disponível para preenchimento em plataforma eletrónica disponibilizada para o efeito, serão fundamentais para o debate alargado que a tutela entende ser necessário construir sobre o perfil de saída do aluno após 12 anos de escolaridade, bem como sobre o contributo de cada disciplina para esse perfil.
Com efeito, o referido inquérito assenta nos seguintes objetivos:
avaliar a coerência entre os documentos curriculares das respetivas disciplinas, nomeadamente ao nível das finalidades e dos objetivos definidos;
aferir o nível de adequação das conceções e práticas dos professores à filosofia e às finalidades subjacentes aos documentos curriculares em vigor;
analisar o impacto dos documentos curriculares no desenvolvimento do currículo e na prática docente;
avaliar a eficácia e o impacto dos documentos curriculares e da sua utilização nas escolas e no sucesso escolar dos alunos;
produzir recomendações com vista a ajudar à tomada de decisão no que respeita à reformulação dos documentos curriculares.
Os documentos curriculares para a educação básica e o ensino secundário, presentemente em vigor, foram sendo homologados e implementados desde 1991.
Atualmente coexistem situações muito díspares como, por exemplo, Programas de 1991 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas de 2001 em articulação com Metas Curriculares de 2014, Programas e Metas Curriculares de 2015.
Os professores, enquanto agentes principais no desenvolvimento do currículo, têm um papel fundamental na sua avaliação, na reflexão sobre a sua exequibilidade e adequação ao tempo disponível e às reais capacidades dos alunos.
Tradicionalmente, os debates e decisões em torno do currículo envolvem especialistas e académicos, mas esquecem o contributo daqueles que, no dia-a-dia, o aplicam e conhecem melhor a sua viabilidade e o quanto os alunos conseguem, de facto, aprender.
Neste contexto, o Ministério da Educação promove uma conferência, no próximo dia 30 de abril, subordinada ao tema «Currículo para o Século XXI: competências, conhecimentos e valores, numa escolaridade de 12 anos».
Esta iniciativa vai juntar painéis constituídos pelas Associações de Professores e os conferencistas Andreas Schleicher (OCDE), Daniel Innerarity e Guilherme d’Oliveira Martins.
Notícia retirada de: http://www.portugal.gov.pt/pt/ministerios/medu/noticias/20160405-medu-curricula.aspx
Existe uma relação directa entre o número de alunos por turma e os problemas de comportamento - Professores portugueses gastam mais tempo para combater a indisciplina na sala de aula
Quanto maiores forem as turmas, menor é o tempo gasto em actividades de ensino e aprendizagem. Esta é uma das conclusões destacadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) num estudo sobre a organização de turmas, divulgado na semana passada, onde se refere também que as salas com mais estudantes “estão associadas a uma maior proporção de alunos com problemas comportamentais”.
(...)
O relatório foi divulgado a uma semana de serem apreciadas no Parlamento várias iniciativas legislativas — do PCP, Verdes, Bloco de Esquerda, CDS e PS — com vista à redução do número de alunos por turma, uma medida que, segundo o CNE, poderá resultar num encargo financeiro de mais 750 milhões de euros.
No último estudo sobre o estado da educação da OCDE (Education at Glance 2015), refere-se que “os professores gastam, em média, 79% do seu tempo no processo de ensino e aprendizagem”, uma proporção que, contudo, “varia muito de país para país” e que, só em parte, pode ser explicada pela dimensão das turmas, lembra o CNE, remetendo para as respostas recolhidas no âmbito do TALIS e que dão conta, por exemplo, desta situação: a dimensão média das turmas é semelhante em Portugal e na Polónia, mas o tempo gasto a ensinar é substancialmente menor por cá — 75,8%, por comparação com os 82,2% reportados pelos professores polacos.
Apesar de existirem outros factores que contribuem para esta variação, entre eles a qualidade dos professores, os dados recolhidos pela OCDE mostram que existe uma correlação entre o número de alunos por turma e o tempo dedicado ao ensino. “Especificamente, por cada aluno adicionado à média da dimensão de uma turma está associado uma diminuição de 0,5 pontos percentuais no tempo gasto em actividades de ensino e aprendizagem”, frisa o CNE.
Mais alunos indisciplinados
As turmas de maior dimensão também “estão associadas a uma maior proporção de alunos com problemas comportamentais” e, quando esta é superior a 10%, os professores “gastam quase o dobro do tempo a manter a ordem na sala de aula”, destaca o CNE. Segundo os dados do TALIS, Portugal está entre os cinco países com uma maior percentagem de professores a indicar que estão nesta situação: 38%. A Finlândia, geralmente apontado como um modelo na educação, aparece logo a seguir, com 35%, e o Brasil volta a ser o pior colocado, com mais de metade dos docentes (67%) a relatarem que leccionam em turmas onde mais de 10% dos alunos têm problemas de comportamento. Já no Japão desce para 14%, o valor mais baixo nesta tabela.
Num estudo sobre a indisciplina nas escolas, divulgado no mês passado, o docente do ensino secundário Alexandre Henriques, autor do blogue ComRegras, também apresenta a redução do número de alunos por turma como uma das medidas que podem contribuir para a redução daquele fenómeno que, segundo ele, é um dos principais problemas do sistema de ensino português.
Os dados que recolheu em 38 agrupamentos e escolas, abrangendo cerca de 50 mil alunos, dão conta de que no ano lectivo de 2014/2015 se registaram mais de nove mil participações disciplinares. Sublinhando que estes elementos dizem respeito apenas a 4% dos agrupamentos existentes, Alexandre Henriques faz o seguinte exercício: extrapolando para uma amostragem de 100% poder-se-ia chegar, “hipoteticamente, a um número superior a 200 mil participações disciplinares num só ano”.
Em resposta ao PÚBLICO, Alexandre Henriques comenta que "é do senso comum que tomar conta de 30 crianças não é a mesma coisa que tomar conta de 15". Embora defenda a redução do número de alunos por turma, considera que é preciso muito mais para reduzir a indisciplina em sala de aula, que deveria passar por “uma estratégia conjunta que envolva Ministério da Educação, pais, professores e também alunos que permitam a implementação de um plano em várias frentes". "A elevada carga lectiva, a negligência parental, modelos pedagógicos erráticos e antiquados, a ausência de monitorização disciplinar e processos burocráticos, entre outros, não se diluem com turmas mais reduzidas", alerta.
Mas se a investigação reconhece que a dimensão das turmas “contribui para a melhoria dos ambientes escolares”, tal já não se passa com a melhoria das aprendizagens, lembra o presidente do CNE, David Justino, na introdução ao relatório apresentado na semana passada. “Se colocarmos em alternativa a redução do número de alunos por turma e um maior investimento na formação de professores e em práticas de apoio às aprendizagens, estas últimas medidas têm maior impacto do que a mera redução administrativa da dimensão das turmas”, especifica o antigo ministro da Educação do PSD.
Actualmente, as turmas do 1.º ciclo podem ter num máximo de 26 alunos e nos ciclos seguintes este número sobe para 30. Os dados recolhidos pelo CNE, um órgão consultivo do Parlamento e do Governo, dão conta de que cerca de 45% das turmas do 1.º ciclo, 25% do 2.º ciclo e 32% do 3.º “estão subdimensionadas, isto é, não atingem o limite mínimo de alunos” por sala.
Notícia retirada na íntegra de: “https://www.publico.pt/sociedade/noticia/problemas-de-comportamento-aumentam-em-turmas-maiores-1728109 “
Provas de aferição marcadas para 6 e 8 de junho. Mas só são obrigatórias em 2017
Provas do 2.º, 5.º e 8.º anos podem não ser realizadas este ano se escola fundamentar decisão. São obrigatórias apenas a partir de 2017
As provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos já têm data marcada: dia 6 de junho para a disciplina de português e dia 8 do mesmo mês para matemática. O anuncio foi feito esta manhã pelo ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, em Conselho de Ministros. O responsável adiantou que as provas só se tornam obrigatórias a partir do próximo ano.
No caso do primeiro ciclo quer a prova de matemática como a de português terão uma componente de estudo do meio. Mas se as escolas fundamentarem o pedido, os exames de aferição poderão não se realizar este ano. Uma solução transitória, tal como a possibilidade de se realizarem provas para os 4.º e 6.º anos.
“Na sequência de audições a mais de 800 diretores de agrupamentos de escolas e não agrupadas foram criadas duas disposições transitórias que permite que as escolas que este ano não queiram fazer as provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos o passam decidir, se de forma fundamentada assim o desejarem. Mas é importante que entendam a importância da prova de aferição. Em 2017 a prova será de aplicação universal e obrigatória”, afirmou o ministro da Educação.
Também como medida transitória, a possibilidade de as escolas que queiram fazer provas de aferição nos 4.º e 6.º, para obter dados, o possam fazer. O ministério vai fornecer uma matriz e um guião para validação de resultados às escolas que queiram fazer as provas. “Estas disposições só são válidas este ano e vêm ao encontro das perguntas e inquietações dos professores”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.
O ministro adiantou ainda que todo o modelo integrado tem sido bem recebido pelos diretores de escola e garantiu que “a solução transitória não provoca nenhum problema de equidade”.
Notícia retirada de: http://www.dn.pt/portugal/interior/provas-de-afericao-marcadas-para-6-e-8-de-junho-mas-so-sao-obrigatorias-em-2017-5081894.html
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Educação e Saúde - Défice de atenção
O défice de atenção corresponde à ocorrência de períodos de atenção escassos ou breves e uma impulsividade exagerada para a idade. Este défice pode associar-se ou não à hiperatividade.
Embora seja mais comum nas crianças, pode também afectar os adultos.
Este problema afecta cerca de 5% a 10% das crianças em idade escolar e é 10 vezes mais frequente em rapazes do que em raparigas. As primeiras manifestações costumam surgir antes dos 4 anos e quase sempre antes dos 7.
O défice de atenção, isolado ou associado a hiperatividade, gera problemas em casa, na escola, no trabalho e nas relações interpessoais, pelo que o seu reconhecimento e abordagem são fundamentais.
Quais as causas do Défice de Atenção?
Pensa-se que este défice seja hereditário.
Alguns estudos/investigações indicam que ele é causado por anomalias nos neurotransmissores cerebrais.
O défice de atenção pode ser reforçado pelo ambiente familiar ou escolar.
Alguns estudos sugerem que este défice pode estar associado a fatores ambientais como a exposição ao fumo de cigarro ou a álcool durante a gravidez.
Pensa-se que a exposição a níveis elevados de chumbo (pintura de edifícios antigos) pode ser outro factor de risco a considerar.
Como se manifesta o Défice de Atenção?
A sua principal característica é a dificuldade na manutenção de níveis contínuos de atenção, de concentração e de persistência nas tarefas.
Uma criança que sofre desta perturbação também pode ser impulsiva e hiperativa.
O défice de atenção na idade pré-escolar associa-se a ansiedades, problemas de comunicação e de relacionamento e comportamento inadequado.
Outros sinais comuns são a agitação constante das pernas, agitar e esfregar as mãos, falar impulsivamente, esquecer facilmente as coisas e a desorganização.
A agressividade é rara.
Cerca de 20 % das crianças com défice de atenção apresenta dificuldades de aprendizagem e cerca de 90% têm mau desempenho escolar.
Na adolescência, pode ocorrer depressão, ansiedade ou agressividade.
Embora a impulsividade e a hiperatividade tenham tendência a diminuir com a idade, a falta de atenção e os sintomas associados podem permanecer até à idade adulta.
Como se diagnostica o Défice de Atenção?
O diagnóstico baseia-se na quantidade, frequência e gravidade dos sintomas.
Trata-se de um diagnóstico difícil, por depender de uma avaliação subjetiva.
Os sintomas podem estar presentes noutras condições e estas crianças podem apresentar outros problemas que se associam a manifestações distintas.
Como se trata o Défice de Atenção?
O tratamento, como regra, associa o uso de medicamentos e uma terapia comportamental realizada por um psicólogo infantil e adaptada a cada caso. Quando as crianças que não são muito agressivas e estão inseridas num ambiente familiar estável, pode ser suficiente o tratamento com medicamentos.
As crianças com défice de atenção não costumam, geralmente, ultrapassar plenamente as suas dificuldades. Os problemas que se manifestam ou persistem na adolescência e na idade adulta incluem o fracasso escolar, pouca auto-estima, ansiedade, depressão e dificuldades na manutenção de um comportamento social adequado. De um modo geral, as pessoas com défice de atenção aparentam adaptar-se melhor às situações laborais do que às escolares.
É importante reforçar que o tratamento pode aliviar muitos dos sintomas mas não existe uma cura para esta condição.
Como se previne o Défice de Atenção?
Durante a gravidez é importante evitar tudo o que possa prejudicar o desenvolvimento do feto, como o álcool, tabaco, fármacos ou toxinas ambientais.
Também as crianças devem ser protegidas de poluentes e toxinas do meio ambiente, como o fumo de tabaco, agentes químicos industriais ou agrícolas e a tinta com chumbo.
Embora não existam dados concretos, é prudente evitar a exposição excessiva à televisão ou a videojogos nos primeiros 5 anos de vida.
Fontes
Manual Merck Online
WebMD, 2014
The National Institute of Mental Health, the National Institutes of Health, 2013
Mayo Foundation for Medical Education and Research, Março de 2013
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