És sexy, és folgosa, és uma mulher integra, então será bem recebida, regada de carinho e muita intimidade !
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El Mendes
Viagem inesquecível, pt I - Andrômeda
Não me recordo ao certo quando eu e Andrômeda trocamos as primeiras mensagens via redes sociais. Mas foi apenas questão de tempo para que a afinidade entre nós dois deixasse de existir apenas no campo profissional.
Bastou uma postagem dela exibindo o belíssimo e longo cabelo vermelho, que resvalava aquela bunda perfeitamente redonda sob uma saia franzida, o sangue esquentou na hora e então trocamos as primeiras pronessas, os primeiros desejos.
Andrômeda mora a mais de 200km da minha cidade, mas a distância espacial se tornava um simples detalhe sempre que dividíamos os nossos orgasmos. Mesmo longe, a intensidade era quase carne-a-carne.
Apesar disso, não estávamos satisfeitos - e nem poderíamos. Precisávamos nos encontrar, chupar um ao outro, sentir no toque o calor de nossos corpos juntos e explodir em êxtase os nossos desejos. Prometi até beber vinho sobre o seu corpo, molhando os seus volumosos e duros seios, cujos bicos são quase do mesmo tom da pele branca, voltados para cima - uma delícia.
Um longo tempo passou, até que um grande oportunidade surgiu. Teríamos um congresso em uma cidade ainda mais distante e nós dois participaríamos. Desculpa perfeita, era hora de ajustar os preparativos.
Cheguei logo cedo na cidade, após 12h de ônibus. Ela chegaria em seguida, assim como os meus amigos que dividiriam o flat comigo. Deixei tudo pronto, até o vinho que tinha uma finalidade muito específica.
Ela chegou primeiro. Desci pra ajudar a subir com a mala e nos sentamos no sofá pouco confortável. Ela reclamando do cansaço e de dores nas costas causados por uma viagem também extenuante, enquanto eu tentava disfarçar o quando já estava excitado só de sentir o seu cheiro de perto. Nos beijamos brevemente, antes de esquentar a situação. Ela pediu para tomar um banho e meu pau animou-se ainda mais. Até que meus amigos chegaram e o clima cedeu. Jantamos todos, derrubei o vinho, tomamos banho (separados) e fomos dormir. Parecia que depois de tanta espera, não seria daquela vez.
Até que, do nada, por volta de umas 3h da madrugada, eu desperto no colchão de ar que dividimos na sala, enquanto os outros estavam no quarto. Mesmo ocm tudo praticamente escuro, era impossível não perceber a silhueta dos seios de Andrômeda.
Após tanto tempo, eu a tinha logo ali, do meu lado, deitada sobre o meu braço esquerdo. Não me contive. Na tentativa de não acorda-la, passei a sentir o seu cheiro mais de perto, percorrendo o nariz pelo seu pescoço. Mais perto e mais perto, até que meus lábios encostaram em sua orelha. Andrômeda acordou e sorriu pra mim, como se soubesse o que eu queria. Como se sentisse o que eu sentia. Nos beijamos por um longo tempo, até que as nossas libidos nos despertaram de vez. Foi quando tudo começou.
Cada beijo ficava mais intenso, enquanto passava a mão pela sua barriga lisa, magra, exitante a cada toque da ponta dos meus dedos. Subi a mão, alcançando seus seios. O bico enrijecido pedia a minha língua e eu atendi antes mesmo de levantar a camiseta.
Ainda deslertando do sono, Andrômeda baixou a mão e desceu a mão, sacando rapidamente o meu pau de dentro da bermuda e começou a me masturbar devagar. Meu pau vibrava de tesão e ela desceu pra sentir o gosto. Lambendo cada parte, mordendo de leve e arranhando meu peito e minha barriga com suas unhas. Delirei de prazer, mas sem poder fazer muito barulho.
Levantamos e começamos o nosso tour pela pequena e escura sala. Com o vento frio que vinha do mar e assobiava pela sala, os seios de Andrômeda ficavam ainda mais arrepiados. Sentei em uma poltrona e ela sentou junto, de frente pra mim. Quicando e rebolando no meu pau, nós dois ficamos por um bom tempo sentindo o prazer do nosso contato tão esperado.
A cada estocada, aquela buceta pequena, raspadinha e macia se contorcia, engolindo apenas uma parte do cacete extremamente duro. Rodamos pelo sofá, mesa e varanda, até que cansamos e eu a deitei no colchão para lubrificar com minha saliva e recomeçar mais uma sessão de sexo.
Até tentei resistir, mas não consegui. Aquela buceta era tão pequena que cabia inteira em minha boca, e o gosto era incrivelmente hipnotizante. Não consegui parar de chupá-la até sentir suas pernas tremendo e explodindo em um orgasmo silencioso - infelizmente.
Satisfeita e ainda sedenta, ela inverteu a ordem novamente e passou a me chupar com o oral mais gostoso que já recebi na vida. Molhando cada canto e masturbando de cima a baixo, com uma mão delicada e a língua safada, saboreando cada veia e cada curva do meu pau.
Gozei tudo na boca de Andrômeda, qua continuou mesmo após todo leite ter jorrado em sua boca pequena.
Tomamos banho, dormimos e perdemos a hora da palestra no dia seguinte. Infelizmente, foi o nosso único episódio até aqui. Ela ficou hospedada os demais dias com amigas. Mas a minha aventura naquela viagem não terminou por aí.
Fragmentos do subconsciente
Se em algum momento da sua vida você já sonhou com alguém que não faz a menor ideia de quem seja, você vai me entender.
E se você já passou horas, dias, semanas com vontade de saber quem é, de onde surgiu, de onde vai surgir, ou até se é possível surgir… você não enlouqueceu. Bem-vindo(a) ao clube.
Curiosamente, há poucos dias havia assistido novamente ao filme Inception, onde através do personagem de Di Caprio, Nolan nos doutrina a acreditar que podemos construir os nossos próprios sonhos. E ele está certo.
Não sei precisar qual era o recorte de tempo ou espaço desse fragmento de subconsciente. Lembro apenas que sonhava ainda trabalhar para uma grande empresa estatal, na qual estagiei há alguns anos. Após realizar uma vistoria em alguns imóveis - atividade esporádica que realizava em viagens -, deveria retornar à minha cidade. Na hora de dar partida com o carro, houve um desentendimento com uma espécie de ‘guardador’ de automóveis, que ameaçou o motorista da nossa equipe. Saí do carro revoltado, mas mantendo um tom de voz leve, para evitar perder a razão.
Comecei a argumentar e questionar a atitude do cidadão, que fazia parte de uma espécie de organização terceirizada pelo governo. Havia vários deles e após uma discussão acalorada, mas sadia, me pediram para conversar em uma sala reservada com uma pessoa em especial.
Aparentemente, ela estava no mesmo nivel de hierarquia dos demais. Jovem, baixinha, cabelos negros longos e lisos, ela me olhava com indignação, como se fosse retirada de um dever mais importante. Não cheguei a perguntar seu nome, mas passei a me explicar. E a cada palavra que dizia, mais ela concordava com meu ponto de vista.
Aos poucos, nas entrelinhas, ela dava sinais de que aquela conversa já não fazia o menor sentido e, de alguma forma, a nossa comunicação por gestos superava as palavras trocadas. Passei a perceber seus movimentos, seus leves sorrisos, enquanto já chegávamos a um concenso no assunto que já nem lembrava mais qual era.
Problema resolvido, mas ainda faltava algo que me fazia relutar em não sair daquele lugar. Passei a percebê-la como mulher, de fato, e a contornar os detalhes do seu corpo com os olhos a cada gesto de aceitação que vinha dela. Quando demos por nós, já estava perguntando: “Eu posso te beijar?”
A resposta não veio em palavras, mas sim em um sorriso malicioso, mordendo o lábio inferior. Aquela garota veio ao meu encontro e passamos um bom tempo nos beijando. Rapidamente passamos a despir o mínimo de roupas que nos permitisse uma transa, que queríamos desde o princípio.
Baixei a sua blusa azul de grande decote pelos ombros, deixando os seios fartos à mostra. Passei a lamber e apertar levemente, sentindo os arrepios daquela pele esbranquiçada e macia. Ela desceu e ajoelhou-se na minha frente, baixando o zíper da minha calça e sacando meu pau de dentro. Passando a língua de leve pela cabeça e depois engolindo com força, lubrificando cada canto dele. Fiquei louco.
Levantei-a pelo braço e ela sentou sobre a mesa da sala. Sequer lembro o que ela usava, mas lembro o gosto e a textura de sua buceta. Depilada, lubrificada e quente, abrindo-se cada vez mais para receber minha língua. Fiz oral naquela garota de uma forma que nunca fiz, avançando ainda mais longe enquanto ela rebolava e gemia.
Quando coloquei o dedo do meio em sua buceta já encharcada, fazendo um movimento de gancho pressionando pra cima, ela gozou e molhou meu rosto e minha camisa. Cada músculo do corpo dela tremeu, como se não fosse mais parar.
Mesmo sem forças e ainda tremendo, ela me pediu pra enfiar o pau - completamente rígido àquela altura. Naquela mesma posição em que ela estava, deitada de frente para mim com as pernas arqueadas, soquei fundo e ele entrou sem qualquer dificuldade.
Enfiava fundo e sentia cada toque, cada cheiro, imagem e som que meu corpo recebia naquele momento. Quando estava à beira do orgasmo, o meu celular despertou, avisando que era hora de levantar e ir trabalhar.
Já nem lembrava mais que era um sonho. Quando me dei conta do que havia acontecido, estava completamente excitado sob o edredom, querendo voltar de qualquer jeito àquele sonho. A imahem daquela garota agora faz parte da minha imaginação, ou já fazia antes, ou eu já a vi em algum lugar e não me recordo. Mas de uma coisa eu tenho certeza: aquilo não foi apenas um sonho.
Na boca e nos seios de Athena
Athena foi o namoro mais curto que já tive, porém um dos mais intensos também. Sobretudo no âmbito filosófico e sexual. Athena tinha seios fartos e perfeitamente simétricos como a matemática grega, além de uma pele macia, branca, convidativa e um olhar que… puta que pariu!, excita só de lembrar.
Infelizmente, mesmo ela se tornando a deusa do meu templo e fazendo da minha cama a nossa “mesa de sacrifícios”, tivemos grandes divergências e nós terminamos a relação - na verdade, eu não estava preparado para ela.
Ainda assim, vez ou outra nos falávamos e eu sempre lamentava o quanto tinha perdido a cada gozada que deixava de jorrar em seus peitos maravilhosos e em sua boca quente e convidativa, sempre molhada, pronta pra me chupar - no templo, na praia, na rua, onde ela quisesse.
Certo dia, numa dessas conversas fortuitas, Athena me ofereceu uma leitura - que veio a se tornar uma das mais intrigantes e gostosas da minha vida: O Dia Curinga. E eu não resistiria ao chamado do canto da musa grega.
Marcamos no lago da faculdade, sobre a grama que, de tão nova, era cortante e um berço natural de formigas. Ali sentamos e eu sentia meu estômago embrulhando antes mesmo de encontrá-la, assim como no nosso primeiro encontro, na praia.
Athena, dona da situação, me disparava olhares e sorrisos leves, testando a minha capacidade de conter o que não era possível. Certa de que estava vencendo a batalha, deitou a cabeça no meu colo, permitindo que o sol refletisse o castanho de seus olhos, contornados por um forte delineador negro e seus cílios pontiagudos como lanças. O busto arqueado fazia os seus seios marcar a blusa preta de lycra, deixando evidente o quanto os bicos enrijecidos e o quanto ela estava excitada. Eu também, obviamente.
Naquele momento, eu sabia o que viria pela frente. Essa mesma cena acontecera outras vezes, em alguns lugares públicos. Não havia força no meu corpo que fosse capaz de resistir àquele força quase gravitacional. Não demorei a contornar os seus lábios com o polegar da mão direita. Athena passou a roçar a ponta dos dentes e, em seguida, tocar de leve com a sua língua quente, molhada e macia, abraçando o meu dedo e depois engolindo.
Meu pau despertou completamente rijo em uma ereção, como se ali fosse o altar que era dela. Athena lambia, mordia e chupava meu dedo, enquanto me olhava e sorria da minha expressão catatônica.
Num movimento tão natural quanto respirar, saquei o dedo de sua boca e meti a mão em sua blusa, sentindo novamente o que tanto me causava saudades. Aquele seio farto, macio, de bico grosso e escuro estava entre meus dedos novamente, como se eu fosse um menino que vencera a disputa pela bola de gude mais rara da vizinhança.
Athena arfava e sorria, enquanto os seus dedos já dançavam sorrateiros sobre o meu pau, ainda por cima da calça jeans. A gente ia acabar transando ali mesmo, mas não podíamos. Local era movimentado demais. Foi quando tive a ideia de levá-la ao prédio de filosofia - até hoje custo a imaginar de onde veio essa intuição. Ela concordou. Tomamos o caminho do prédio sorrindo, como garotos que acabaram de assaltar um pé de frutas em segredo.
Chegando no 14° andar, ela me perguntou onde iríamos e eu saí desnorteado, procurando alguma sala vazia. Nenhuma em vista. Seguimos o corredor, a vista do bairro à nossa direita mostrava que o sol começava a avançar pela tarde escaldante. Avistei uma escadaria, com porta de segurança. “Local perfeito.”, pensei.
Comecei a descer a escada, mas logo vi que não teria sucesso. Então dei meia volta e nós subimos. Estava mais escuro, porém não o suficiente pra impedir a leitura do que estava escrito na parede: “AQUI A GENTE VEM PRA TRANSAR”, era a nossa permissão - até hoje ela me acusa de arquitetar tudo isso (não a julgo por isso, mas realmente foi espontâneo).
Não demoramos a nos beijar de forma intensa. Naquele tesão todo, que fazia saltar as veias do meu pau latejante e ensopar a buceta quente, depilada e macia de Athena, nos beijamos em uma serpente de ouroboros, um engolido a alma do outro.
As minhas mãos tocaram seus seios, baixando a blusa de lycra até que ficaram expostos. Eu lambi e mamei gostoso cada parte deles. Passava a ponta da língua e semicerrava os dentes, de uma maneira com que os bicos não se machucassem, mas enrijecessem ainda mais com a pressão da leve mordida. Meu pau estava a ponto de explodir. E tinha que ser na boca dela.
Athena saiu da defensiva e começou a agir. A mão forte, puxando a minha calça pelo cinto de pano e erguendo minha camisa preta para facilitar o desabotoar, sem interromper os beijos em momento algum. Foi quando ela desceu, se ajoelhou, enfiou a mão dentro da calça e sacou meu pau pra fora, com um olhar de satisfação e “missão cumprida.”
Athena me chupou de maneira deliciosa. Ela sugava e babava o meu pau de uma forma que nunca havia feito. Sempre foi gostoso o oral dela, apesar da insegurança que demonstrava enquanto namorávamos - muito pela minha imbecil falta de senso, quando atribui-lhe a injusta ‘nota 8’ quando ela me perguntou. Mas dessa vez, era diferente. Não há número no mundo capaz de mensurar o tesão que senti naquele dia - e que sinto só de lembrar.
Athena chupava meu pau com vontade e ofegava, enquanto eu segurava a sua cabeça e começava a enfiar mais forte, como ela sempre pedia. Ela tinha sede de pica. Da minha. Assim como eu tinha sede da buceta dela e não resisti. Levantei-a, fiz ela se virar e se apoiar na mureta sobre as escadas. Mesmo contra os protestos mais fajutos dela, ao dizer “A gente não vai transar aqui”, eu não resisti. Ela também não.
Abri dois botões e baixei a sua calça jeans azul desbotado. Com a calcinha junto, sem nem ao menos conseguir mirar qual a cor. A buceta de Athena estava encharcada e exalava o seu aroma intenso e extremamente convidativo. Segurei meu pau pela base e esfreguei a cabeça de cima a baixo de sua buceta, até ficar molhado com seu suco.
Enfiei o pau e ele deslizou com extrema facilidade, deixando-se envolver e preencher cada canto daquela deliciosa mulher, que tentava segurar os gemidos, mas não era capaz de segurar a respiração.
Fui enfiando cada vez mais, enquanto Athena rebolava. Mais forte, fazendo a sua farta bunda balançar e deixar seu lindo cuzinho à mostra. Mais forte, fazendo seus seios seguir o compasso, daquela foda incrível. Mais forte, enquanto as minhas pernas começavam a ficar dormentes e minha cabeça entrar em estado de transe. Puxei-a algumas vezes e a levantava, segurando os seios enquanto socava gostoso e fundo.
Athena arfava e eu não me continha. O tesão era tamanho, que senti que ia gozar. Ela também sentiu o estremecer das minhas mãos e não relutou quando a puxei de volta do parapeito. Novamente de joelhos, ela voltou a me chupar, sentindo o gosto saboroso daquela buceta deliciosa.
Athena focou na cabeça do meu pau enquanto eu batia a punheta, molhando minha mão direita por completo. Queria gozar em seus peitos novamente, mas ela queria engolir minha porra. “Quer na boquinha, né?” - como sempre, sedenta.
O orgasmo desceu do cérebro e eu sentia o estalar dos neurônios pela minha coluna vertebral, se espalhando pelos meus membros até jorrar um volume tão grande de porra, que sua boca não foi capaz de conter, descendo pelos seios fartos de Athena.
Eu nunca mais gozei como naquele dia.
Fragmentos do subconsciente
Se em algum momento da sua vida você já sonhou com alguém que não faz a menor ideia de quem seja, você vai me entender.
E se você já passou horas, dias, semanas com vontade de saber quem é, de onde surgiu, de onde vai surgir, ou até se é possível surgir… você não enlouqueceu. Bem-vindo(a) ao clube.
Curiosamente, há poucos dias havia assistido novamente ao filme Inception, onde através do personagem de Di Caprio, Nolan nos doutrina a acreditar que podemos construir os nossos próprios sonhos. E ele está certo.
Não sei precisar qual era o recorte de tempo ou espaço desse fragmento de subconsciente. Lembro apenas que sonhava ainda trabalhar para uma grande empresa estatal, na qual estagiei há alguns anos. Após realizar uma vistoria em alguns imóveis - atividade esporádica que realizava em viagens -, deveria retornar à minha cidade. Na hora de dar partida com o carro, houve um desentendimento com uma espécie de ‘guardador’ de automóveis, que ameaçou o motorista da nossa equipe. Saí do carro revoltado, mas mantendo um tom de voz leve, para evitar perder a razão.
Comecei a argumentar e questionar a atitude do cidadão, que fazia parte de uma espécie de organização terceirizada pelo governo. Havia vários deles e após uma discussão acalorada, mas sadia, me pediram para conversar em uma sala reservada com uma pessoa em especial.
Aparentemente, ela estava no mesmo nivel de hierarquia dos demais. Jovem, baixinha, cabelos negros longos e lisos, ela me olhava com indignação, como se fosse retirada de um dever mais importante. Não cheguei a perguntar seu nome, mas passei a me explicar. E a cada palavra que dizia, mais ela concordava com meu ponto de vista.
Aos poucos, nas entrelinhas, ela dava sinais de que aquela conversa já não fazia o menor sentido e, de alguma forma, a nossa comunicação por gestos superava as palavras trocadas. Passei a perceber seus movimentos, seus leves sorrisos, enquanto já chegávamos a um concenso no assunto que já nem lembrava mais qual era.
Problema resolvido, mas ainda faltava algo que me fazia relutar em não sair daquele lugar. Passei a percebê-la como mulher, de fato, e a contornar os detalhes do seu corpo com os olhos a cada gesto de aceitação que vinha dela. Quando demos por nós, já estava perguntando: “Eu posso te beijar?”
A resposta não veio em palavras, mas sim em um sorriso malicioso, mordendo o lábio inferior. Aquela garota veio ao meu encontro e passamos um bom tempo nos beijando. Rapidamente passamos a despir o mínimo de roupas que nos permitisse uma transa, que queríamos desde o princípio.
Baixei a sua blusa azul de grande decote pelos ombros, deixando os seios fartos à mostra. Passei a lamber e apertar levemente, sentindo os arrepios daquela pele esbranquiçada e macia. Ela desceu e ajoelhou-se na minha frente, baixando o zíper da minha calça e sacando meu pau de dentro. Passando a língua de leve pela cabeça e depois engolindo com força, lubrificando cada canto dele. Fiquei louco.
Levantei-a pelo braço e ela sentou sobre a mesa da sala. Sequer lembro o que ela usava, mas lembro o gosto e a textura de sua buceta. Depilada, lubrificada e quente, abrindo-se cada vez mais para receber minha língua. Fiz oral naquela garota de uma forma que nunca fiz, avançando ainda mais longe enquanto ela rebolava e gemia.
Quando coloquei o dedo do meio em sua buceta já encharcada, fazendo um movimento de gancho pressionando pra cima, ela gozou e molhou meu rosto e minha camisa. Cada músculo do corpo dela tremeu, como se não fosse mais parar.
Mesmo sem forças e ainda tremendo, ela me pediu pra enfiar o pau - completamente rígido àquela altura. Naquela mesma posição em que ela estava, deitada de frente para mim com as pernas arqueadas, soquei fundo e ele entrou sem qualquer dificuldade.
Enfiava fundo e sentia cada toque, cada cheiro, imagem e som que meu corpo recebia naquele momento. Quando estava à beira do orgasmo, o meu celular despertou, avisando que era hora de levantar e ir trabalhar.
Já nem lembrava mais que era um sonho. Quando me dei conta do que havia acontecido, estava completamente excitado sob o edredom, querendo voltar de qualquer jeito àquele sonho. A imahem daquela garota agora faz parte da minha imaginação, ou já fazia antes, ou eu já a vi em algum lugar e não me recordo. Mas de uma coisa eu tenho certeza: aquilo não foi apenas um sonho.
Minha Irmã - Parte final
Se tu não deixares, eu te dedo pra mamãe.
- Então conta. Tu já estás querendo muito. – E com um forte empurrão Clara me joga na cama, me despertando do estado de transe.
O que eu estava fazendo? Realmente já estava indo longe de mais. Baixei a cabeça envergonhado, iria pedir desculpas a ela, mas antes que pudesse abrir a boca ela me propõe:
-Olha posso bater uma punheta pra ti, nada, além disso.
Sem pensar duas vezes botei meu pau para fora.
-Tira toda a roupa. –Pediu Clara.
-Por quê?
- Não reclama e tira antes que eu mude de ideia.
Não entendia o porquê da insistência de Clara em querer que eu tirasse a roupa. Por um momento pensei que ela quisesse me ver pelado também.
Obedeci minha irmã e me despi completamente. Estávamos os dois pelados no quarto, sem roupa e sem a menor vergonha. Sentei na cama e Clara se ajoelhou perto de mim e ficou a olhar meu cacete.
-Olha nunca mais. - Disse minha irmã, segurando firme em meu duro membro. Com sua mão direita ela esfolou meu pau, olhou pra mim e fez o movimento inverso, desceu de novo e subiu mais uma vez; e assim iniciou uma deliciosa punheta.
Clara manipulava meu membro com maestria e sensualidade; minha irmã sabia a hora que deveria intensificar e o momento exato de minimizar as estocadas. Já deveria ter praticado muito com vários namorados.
Com sua mão esquerda ela começou a acariciar meu peito. Olhei para seus seios rosadinhos e timidamente toquei em um deles, Clara não recuou e nem fez comentários. Aproveitei e comecei a brincar com eles; massageava e com a ponta dos dedos mexiam nos duros mamilos entumecidos.
Clara aumentou as batidas desesperadamente, olhou pra mim e fez cara de safada. Eu não ia aguentar, mas não queria gozar. Então segurei firme no pulso de minha irmã.
-O que foi? Não queres mais? – Perguntou ela.
-Ainda não quero gozar... Na verdade eu não queria gozar na tua mão.
-O QUE TU QUERES ENTÃO? – Gritou minha irmã, me lançando um olhar de desaprovação.
-Me deixa gozar na tua bunda? – Ao pedir isso, Clara franziu a testa e provavelmente iria negar, mas a interrompi. – Eu vou só me esfregar nela. Prometo que não vou fazer nada além disso. Por favor, é só esfregar eu juro.
-NÃO CLÁUDIO!!! ISSO JÁ É DEMAIS.
-A culpa é tua por ficar me provocando.
-Eu estava só brincando, não podia imaginar que tenho um irmão tão tarado.
Ficamos em silêncio por um longo período. Clara me lançava olhares atravessados enquanto eu tentava gravar a monumental imagem de seu corpo, imaginava que aquela seria a última vez que o estaria vendo.
-Olha Cláudio... Eu... Isso é errado, eu vou deixar, mas que fique claro que tu só vai te esfregar até gozar.
Dei um gigantesco sorriso de alegria. Iria gozar na bunda de minha irmã mais velha.
Ela logo se deitou, de bruços, e disse para eu ser rápido. Aproximei-me e subi na cama, ficando de joelhos em cima de Clara. Tremendo coloquei minhas mãos em cimas das nádegas de minha irmã e as afastei; seu lindo cuzinho ficou a mostra, as bordas escuras me davam ainda mais tesão. Sem perder tempo coloquei minha pica bem no meio e contrai suas nádegas, fazendo pressão em meu pau.
Com leves e suaves movimentos fui esfregando meu cacete no cu de minha irmã. Sua grande bunda macia em contato com minha pele me davam um prazer sem igual.
Aos poucos comecei a gemer em cima de Clara e dar estocadas mais fortes, a cama balançava cada vez mais e minha irmã não esboçava nenhuma ação, até que notei uma leve arrebitada de sua bunda. Clara começava e dar pequenos gemidos. Eu por outro lado deitei-me por cima dela, as minhas mãos cobriram as suas e paralisamos por alguns instantes, até eu recomeçar as esfregadas.
O excitante cheiro do suor de Clara entrava forte em minhas narinas, não aguentei e comecei a beijar seu pescoço. Minha irmã intensificou seus gemidos. Nós dois estávamos em estados de transe total; nossos sussurros misturavam-se, nossos corpos se esfregavam espalhando suor e prazer, meu pau roçava cada vez mais forte no cuzinho que Clara já balançava pra mim. Meu lubrificante já lambuzara toda sua bunda, tornando os movimentos mais rápidos e deslizantes. Eu tinha melado toda a bunda de minha irmã.
Eu não conseguia mais suportar. Com uma das mãos larguei a mão de Clara e posicionei meu cacete na entrada de seu cuzinho, Clara não falou nada, então empurrei devagar. A Cabeça entrou.
-Seu filho da puta, não faz isso. – Pediu Clara.
Não dei ouvidos. Voltei a colocar minhas duas mãos por cima das dela e as apertei firmemente. Foi quando movimentei meus quadris e penetrei mais minha irmã. Ela soltou um forte e longo gemido pelo quarto. Aproveitei e comecei o vaivém, devagar para que ela não sentisse muito dor.
Aquele cuzinho me surpreendera, era mais gostoso do que havia imaginado; ele apertava todo o meu pau, era macio e carnudo, eu poderia morrer em cima dele que morreria feliz.
-Para filhoooo.... da puta... Para Clau....Não faz ISS...... – Minha irmã gemia sem força alguma, ela nem sequer mostrava interesse em se libertar, gemia enquanto arrebitava cada vez mais sua bunda.
As estocadas começaram a se intensificar, Clara já mexia os quadris e soltava pequenos gritos; seu cu apertava meu pau cada vez mais. Não consegui me controlar, com uma última e longa metida gozei no cuzinho de minha irmã. Seu buraquinho contraia na medida em que o fui enchendo de porra.
Clara desferiu um longo suspiro, eu desabei. Ficamos em silêncio, nossos corpos colados só me faziam sentir as gotas de suor que se espalhavam. Olhei para o rosto de minha irmã, que me empurrou.
-Pronto, espero que tu estejas satisfeito. – Disse ela chorando e saindo do quarto.
Fui atrás dela, mas só consegui um baita soco na cara. Ela se trancou no banheiro por mais ou menos 1 hora e meia, e quando saiu foi para o quarto de nossos pais e lá ficou até eles chegarem.
Nos dias seguintes Clara não falou comigo e todas as vezes que eu tentava pedir desculpas era rechaçado. Continuávamos a dormir no mesmo quarto, mas sem nos comunicar, era horrível. Já estava muito arrependido de ter transado com ela, mas confesso que quando as lembranças vinham a tona o tesão voltava.
Já tinha passado um mês que tudo havia acontecido. Clara estava no quarto, guardando suas roupas limpas, eu entrei e tranquei a porta. Esse era o momento de se desculpar.
-O que tu está fazendo? Vai querer me estuprar? - vociferou ela.
- Eu só tranquei pra ti não correr. Queria pedir desculpas, mas tu não me davas chance.
Clara se aproximou de mim, abaixou a cabeça e disse que estava tudo bem, que tentaria esquecer. E ao sair do quarto ela parou enfrente a porta e perguntou:
-Me responde uma coisa?
-Sim – Afirmei
-Tu tinhas tanta vontade de me comer assim? Que não conseguiu resistir a tua própria irmã. – Perguntou Clara seriamente.
Eu só baixei a cabeça e não respondi nada. Clara saiu do quarto.
Dois dias depois, domingo, nossos pais haviam ido a uma churrascada de um amigo. Clara e eu ficamos sós de novo.
Minha irmã tinha passado a tarde trancada em meu quarto ouvindo música e eu no Playstation na sala de estar.
Eram quase 5 da tarde e já estava me preparando para desligar o game quando sou surpreendido por Clara; ela usava a mesma camisola da noite em que havíamos transado. Parou em frente à Tv e sorriu pra mim.
- Ei estarei em seu quarto, se quiser suba agora ..... disse clara ....
Minha Irmã - Parte II
Dá para não olhar pra minha bunda. –Reclamou Clara me surpreendendo.
- Sai daí. Eu não tenho porque olhar para tua bunda sua feiosa. – Respondi esperando uma provável discussão, algo que não aconteceu.
-Feiosa é? Pensa que nunca notei que tu não paras de olhar para a minha bunda. – Havia ficado sem respostas, calado só pude esperar minha irmã continuar. – Só quero que tu lembres que sou tua irmã, e com irmã não pode... – E saiu do quarto gargalhando.
No outro dia, cheguei da escola e escutei Clara me chamar. Subi e dei de cara com ela vestindo um minúsculo biquíni vermelho; Minha nossa, era um espetáculo, o sutiã do conjunto realçava bem seus seios e a parte de baixo era engolida por sua enorme bunda em um monumental fio dental, na frente à boceta era coberta por um fiozinho muito pequeno. Fui à loucura só de ver.
-Ei tarado, o que tu achaste? Estou pensando em comprar, uma amiga da mamãe quer vender.
Não pude mentir; disse que estava bonita.
-Só bonita? Bonita quanto?
-Estás bonita. Linda está bem?
-Linda quanto? – Ela sabia que eu estava ficando sem graça, notei que queria ficar me tirando e decidi então cortar o barato.
-Tu estás gostosa. Se tu não fosse minha irmã eu te pegava. – E ao responder assim ela se calou. Desci, mas escutei um baixo risinho vindo do quarto. O que ela estava querendo?
A noite daquele mesmo dia, nosso pais saíram para um casamento e eu fiquei sozinho com Clara.
Não entendia o que estava acontecendo comigo, mas após a exibição de minha irmã com seu biquíni, eu havia ficado louco, não parava de pensar em seu corpo. Nunca esses sentimentos tinham norteado minha mente por tanto tempo. Eu estava com medo do que poderia tentar aquela noite.
Às 21 horas mais ou menos eu subi para o quarto para dormir. Clara estava deitada de bruços em sua cama. Ao me ver lançou-me um grande sorriso. Ela vestia uma camisola rosa de seda muito curta, algo que não era normal, geralmente dormia de short e blusa.
-Ei tarado!!!- Me chamou Clara. Ao olhar peguei um susto. – Olha! – falou ela balançando os quadris, que estavam amostra graças a sua curta roupa de dormir.
“Puta que pariu”- pensei. Era gostosa de mais e parecia que havia adquirido certo prazer em me provocar. Sentei imediatamente em minha cama evitando que ela visse minha ereção.
- Sei que tu gostas. Mas já disse que sou tua irmã e comigo tu não pode fazer nada.
Fiquei calado e pensativo, enquanto escutava provocações vindas de minha irmã. Sabia que não passava de uma brincadeira de Clara, acontece que eu estava pensando em algo realmente sério.
-Clara. – interrompi minha irmã, que me olhou curiosa. –Tu sabes que estás na minha mão, não sabe?
Ela ficou calada e não disse uma só palavra. Esperou eu terminar.
-Eu quero... Queria uma coisa... – Disse eu corando.
-O que tu queres? – indagou-me Clara com um semblante de preocupação.
-Deixa eu te ver pelada?
-Sério?
-Sério!
Eu já estava lá agora não poderia voltar atrás. Ela tinha me atiçado, agora iria sofrer as consequências.
Clara se levantou e ficou andando pelo quarto com a cabeça baixa e a mão direita no queixo, parecia pensar no assunto.
- Olha não estou dizendo que vou fazer, mas tu me prometes que nunca mais vai tocar nesse caso? Promete que não vai mais querer me chantagear? – Perguntou minha irmã.
-Prometo.
Minha irmã ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para o chão, parecia estar criando coragem.
-Credo Cláudio, eu sou tua irmã. – Disse Clara tentando tirar a ideia de minha cabeça, eu acho.
Fiquei calado e não respondi. Levantei a cabeça e vi Clara com um leve movimento retirar sua camisola. Seu belo corpo ficou amostra, um verdadeiro pecado; Seus firmes seios empinados e rosados me deram água na boca. Nua eu conseguia notar melhor suas curvas e ter a certeza: minha irmã não era apenas gostosa, era gostosíssima.
-Faltou a calcinha. – Falei gaguejando.
Clara relutou um pouco, mas passaram alguns segundos ela acabou despindo a última peça e jogando em cima de mim.
-Pronto, já estou nua. Aproveita para ver, porque não vai ter uma próxima vez.
Meus olhos foram tragados para a linda boceta de poucos pelos de Clara, já meu pau queria explodir dentro do short.
-Clara de uma volta, me deixa ver tua bunda.
Sem reclamar Clara virou-se de costas e ficou parada.
-Abre tuas nádegas.
-Não. – Negou minha irmã. – Tu já estás indo longe de mais Cláudio, para com isso.
-Tu que sabe... É a última vez que vou te pedir alguma coisa. Agora me nega que eu conto pra mamãe sobre o dinheiro.
Com uma mão ela afastou levemente a nádega direita, me relevando seu cuzinho com o buraquinho levemente escuro. Eu estava indo a loucura, apertava fortemente meu pau enquanto contemplava toda aquela visão. Clara continuou; arrebitou bem sua bunda e com as duas mãos a abriu toda, expondo completamente aquele buraco, que piscou para mim.
-Pronto. Está bom? – Perguntou Clara.
Levantei-me da cama e avancei em cima de minha irmã, agarrando-a fortemente pela cintura.
-Clara deixa eu te comer!
-Sai pra lá seu tarado, eu sou tua irmã.
Minha Irmã - Parte I
Minha irmã é gostosa, admito, mas isso nunca havia me feito desejá-la, ou bater punhetas pensando nela... Bem talvez uma ou duas vezes, mas nada além disso. A maior parte do tempo estávamos nos socando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela que não fosse seu belo corpo. E foi naquele mesmo dia em que as coisas mudaram, e por incrível que pareça foi por culpa dela mesma.
Eu estava em meu quarto, quando mamãe chegou me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Clara também era. Mas não teve conversar, minha genitora era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo.
Mamãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado às coisas. Já Clara, hora ou outra aparecia na porta e ficava me observando e dizendo frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou.
Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver do que se trava e tive minha surpresa; enrolava um maço de dinheiros, contabilizando era o valor da mensalidade da faculdade de Clara.
Semanas atrás minha irmã havia chegado em casa chorando, sem fala. Nossos pais ficaram muito preocupados, lhe deram um copo com água e esperaram que se acalmasse. Clara disse que havia sido assaltada e que tinha perdido tudo o que portava, incluindo a mensalidade da Facul.
Ora meus pais apenas deram graças a Deus dela estar bem e reembolsaram o dinheiro roubado. Nossos pais são muito bonzinhos para com Clara, talvez seja por isso que ela os engane. Mas agora eu a tinha em minhas mãos, ela os havia enganado e teria que arcar com as consequências.
Ela estava na sala de estar assistindo Tv quando cheguei quase dançando.
- É incrível como a mamãe vai ficar surpresa ao saber que tu és mentirosa. – Eu lançava um sorriso maquiavélico de vitória enquanto balançava o dinheiro.
-Onde tu achaste isso? – Clara esbugalhou os olhos e correu para tomar o dinheiro de minhas mãos. - Isso é meu, me dá.
Nos Empurrávamos. Ela tentava pegar o dinheiro, mas eu não deixava.
-Tudo bem. O que tu queres? – Perguntou minha irmã cansada e desistindo da luta.
-Em primeiro lugar quero saber o porquê tu enganaste nossos pais.
Ela abaixou a cabeça, franziu a testa e fez cara de choro. Confesso que seu rostinho estava tão lindo que cheguei a sentir pena. Depois ela explicou que estava devendo uma grana a uma pessoa e teria que pagar, e por isso havia precisado do dinheiro.
-Estava devendo tudo isso? – Perguntei.
-Metade, e como não tinha como inventar que o ladrão roubou só metade... Teve que ser todo o dinheiro. Pode ficar com a outra metade. – Disse Clara, dessa vez ainda mais linda que antes.
-Toma. – E joguei o maço de dinheiros em cima dela. Digamos que a beleza de minha irmã havia me feito desistir de fazer justiça.
-Não vai querer nada?
-Não. – Eu tinha ido com sede de vingança, mas tinha desistido. Não faria nada e deixaria pra lá, já estava decidido, só queria deixar um pouco de medo no ar para que da próxima vez Clara pensasse duas vezes antes de mexer comigo. – Quer dizer, a qualquer hora eu posso querer alguma coisa, então cuidado como se porta comigo. - E sai gargalhando.
Os dias que se passaram foram de total estranheza, minha irmã pouco falava comigo e quando o fazia era com admirável educação.
Passara-se quatro dias, eu estava deitado em minha cama lendo um quadrinho de o Homem-Aranha quando Clara entrou no quarto com uma vassoura na mão e danou-se a varrer. Olhei por cima da revista e sorri. Ela estava adestrada do jeito que eu queria.
Observei melhor e notei que minha irmã hora ou outra se abaixava para juntar alguma coisa. Ela vestia um shortinho muito sexy em conjunto com uma fina camiseta preta. Não dava para não olhar para aquela bunda gostosa, ao se abaixar ela parecia empinar o bumbum, ao menos foi essa a impressão que tive......
Deixei me esfregar e não aguentei Parte III
tentei novamente me desvencilhar mas quando ele pôs um dos seios na boca a minha resistência foi para o espaço... deixei ele ir chupando e ele foi lentamente me puxando para perto do seu corpo e quando senti o contato do seu pau em minha bucetinha mesmo por cima da sunga e do biquíni quase desmaiei... ele foi deitando e me puxando para cima de seu corpo e eu como que por extinto comecei a me esfregar em seu pau... nossa como tava bom... fui me esfregando... esfregando... e senti que tava com a buceta completamente ensopada quase gozando pela primeira vez na vida... foi quando percebi que ele tinha abaixado um pouco a sunga e eu estava esfregando nele protegida apenas pelo biquíni... na hora até quis parar mais como já tava quase gozando acabei deixando e me esfreguei com mais força ainda e quando menos espero ele desamarrou as laterais do biquíni... fiquei novamente sem ação e parei, mas ele rapidamente ergueu a cabeça e abocanhou um dos seios e então comecei novamente a ir pra frente e pra trás naquele pau e o biquíni aos poucos foi descendo e ai sim senti pela primeira vez o contato direto daquela carne dura e quentinha na minha bucetinha ... fiquei alucinada e comecei a me esfregar quase que com violência naquele pau estava tão bom que quase não ouvi ele me pedindo para que eu abrisse a bucetinha um pouquinho pois os meus pelos estava machucando um pouco o seu pau... ai com os dedos pequei os lábios de minha buceta abri ao máximo e sentei novamente naquele pau... ficou muito mais gostoso pois deslizava mais fácil e o prazer ficou ainda maior... quando ele percebeu que eu tava quase gozando fez com que eu parasse e puxou o meu corpo um pouco para cima e segurou o seu pau e encaixou a cabeça bem na entradinha da minha buceta... na hora disse que não pois era virgem e que sá deixaria ele esfregar... mas ele foi insistindo e pedindo para colocar apenas a pontinha pois na posição que estávamos eu quem comandaria tudo... comecei então a por e tirar bem devagarinho a cabeçinha dentro da minha bucetinha... quando eu colocava sentia uma dorzinha e tirava novamente... cada vez que eu colocava sentia entrando mais um pouquinho, mas quando sentia a dorzinha tirava novamente, fui fazendo isso por vários minutos e a dorzinha ficava cada vez menor, pois o meu hímen foi acostumando com aquelas investidas e foi laçeando.. até que ele disse que ia gozar pois não tava aguentando... e eu sem medir as consequências, pois não tomava nenhum remédio, acabei deixando a cabeça do pau bem dentro e quando senti o primeiro jato de porra comecei a gozar também e acabei descendo o corpo para baixo engolindo todo o seu pau... foi uma sensação maravilhosa... transamos neste dia e em varias outros até me transformei em uma garota sedenta por sexo ......
Deixei me esfregar e não aguentei.... Parte II
ele chegou perto de mim e foi olhando o meu bumbum e disse que o modelo que era daquele jeito... foi chegando mais perto e sentou na cama bem práximo de mim, pediu para que eu virasse de frente para ver se tinha algum defeito e eu morrendo de vergonha mas sem saber lidar com a situação acabei virando e percebi que ele grudou os olhos em mim... nem olhei para baixo pois sabia que ele tava vendo parte da minha intimidade, pois como na época não me depilava, boa parte dos pelos de minha vagina estavam saindo pela lateral do biquíni. Ele disse que tinha um fiozinho na lateral e se podia tirar...nem respondi sá senti o seu dedo tocando em minha virilha e ir puxando o tal fiozinho, mas depois que ele tirou o fiozinho ficou passando os dedos bem de levinho nos meus pelinhos... fui ficando completamente sem sentidos, não sabia se deixava ou se parava de vez com aquilo, foi quando ele me puxou um pouquinho mais para perto e deu um beijo em meu umbigo e foi dando beijinhos em toda a minha barriga e foi subindo bem devagar até chegar nos meus seios que estavam protegidos pelas minhas mãos... ele foi beijando minha mão esquerda e foi devagarinho colocando a lingua entre meus dedos e eu fui afrouxando e deixando até ele encostar a ponta da língua no biquinho... nossa que sensação maravilhosa... ele ia lambendo bem devagarinho e eu ia cada vez mais abrindo os dedos até que deixei o seio todo exposto ele foi chupando bem gostoso... perdi todo o pudor e compostura e acabei pegando o pescoço dele e puxando para o meu seio como se quisesse que ele engolisse... e ele foi alternando entre os dois seios, hora chupava um hora outro e eu ali toda entregue até que ele me puxou e me fez sentar com as pernas abertas sobre a suas coxas, pois ele tava bem na beirinha da cama e continuou a chupar os meus seios... passou uns cinco minutos e olhei para o lado e vi pelo espelho que ele tava sem camisa, nem percebi ele tirando, e pedi para ele parar pois estava indo longe demais, mas ele me deu um beijo na boca e falou que eu também tinha o direito de ver ele pelo menos de sunga, pois ele tinha me visto de biquíni e que isso não era justo... na hora disse que não e sai do colo dele mas ele rapidamente tirou as calças e ficou ali somente de sunga e com um negácio bem duro e grande por baixo dela... tentei pegar as minhas roupas mas ele me puxou novamente e me fez sentar em suas coxas de frente para ele, na mesma posição anterior, de pernas bem abertas e quase encostando minha bucetinha naquele negácio duro... tentei novamente me desvencilhar mas quando ele pôs um dos seios na boca a minha resistência foi para o espaço... deixei ele ir chupando e ele foi lentamente me puxando para perto do seu corpo e quando senti o contato do seu pau em minha bucetinha mesmo por cima da sunga e do biquíni quase desmaiei... ele foi deitando e me puxando para cima de seu corpo e eu como que por extinto comecei a me esfregar em seu pau... nossa como tava bom... fui me esfregando... esfregando... e senti que tava com a buceta completamente ensopada quase gozando pela primeira vez na vida... foi quando percebi que ele tinha abaixado um pouco a sunga e eu estava esfregando nele protegida apenas pelo biquíni... na hora até quis parar mais como já tava quase gozando acabei deixando e me esfreguei com mais força ainda e quando menos espero ele desamarrou as laterais do biquíni... fiquei novamente sem ação e parei, mas ele rapidamente ergueu a cabeça e abocanhou um dos seios e então comecei novamente a ir pra frente e pra trás naquele pau e o biquíni aos poucos foi descendo e ai sim senti pela primeira vez o contato direto daquela carne dura e quentinha na minha bucetinha ...
Parte III excitante .... amanhã
Deixei me esfregar e não aguentei .....
Parte I
Meu nome é Camila tenho 23 anos e tudo aconteceu quando eu tinha acabado de completar 19 anos, sou branca, cabelos castanhos bem claros, quase louros, olhos castanho claro. Eu na época era estagiária em uma empresa e o meu chefe chamava Marcos, era uma pessoa muito legal, inclusive foi ele quem me ensinou todo o serviço, ficamos muito amigos, pois ele tem uma filha um ano mais nova que eu e que mora com a mãe dela em outra cidade, pois ele tinha na época 34 anos e essa filha foi fruto de um namoro quando ele tinha uns 19 anos. No início era um relacionamento de colegas de empresa mas depois de um certo tempo fomos criando uma amizade muito bonita. Teve um dia, véspera de um feriado prolongado, eu tinha que protocolar alguns documentos no forúm e estava chovendo muito e o Marcos que estava de saída falou que me levaria até lá. Fomos até o forúm e na volta ele falou que iria no dia seguinte visitar a filha e que tinha comprado várias roupas para ela e que estava morrendo de saudades. Ao passar em frente da sua casa ele parou e disse que precisava pegar um talão de cheques lá dentro e falou para mim entrar pois não queria me deixar dentro do carro com as janelas fechadas por causa da chuva. Na hora fiquei com receio de entrar, mas ele falou tão calmo que acabei entrando com ele. Estava na sala aguardando quando ele me chamou até o quarto para mostrar as roupas que tinha comprado para a sua filha, e eu fui olhando e admirando, pois eram roupas muitos bonitas, mas eu disse que algumas peças me pareciam pequenas e que poderia não servir nela. Ele ficou olhando e concordou comigo e ai me pediu se poderia experimentá-las, pois o meu manequim era praticamente idêntico ao dela... Eu na hora falei que não, que não ficaria bem, pois estávamos apenas os dois ali e eu não usava algumas daquelas peças, ele falou que não me olharia e que era apenas para experimentar e dizer qual serviu e qual ficou larga ou apertada... eu acabei cedendo e ele saiu do quarto e encostou a porta e ficou no corredor me perguntando se tinha ou não servido e eu ia experimentando as roupas, até que coloquei um shortinho que ficou bem apertado, entrando bastante no meu bumbum, fiquei me olhando num grande espelho que tinha na parede e naquela hora eu estava apenas com o short e de sutien... fiquei completamente vermelha ao me olhar, eu tava constrangida e ao mesmo tempo excitada em me ver daquele jeito. Quando eu tirei o short faltava apenas um biquíni de laçinho para experimentar, por pudor achei melhor não colocar aquela peça, coisa que aliás nunca tinha usado, mas a curiosidade falou mais alto e tirei o sutien e coloquei a parte de cima, mas a parte debaixo coloquei por cima da calçinha... me olhei no espelho e achei que ficou estranho pois a calçinha era bem maior que o biquíni e não dava para ter uma idéia de como realmente ficaria... a excitação falou mais alto e então tirei a calçinha e pus o biquini... e ao olhar no espelho me senti poderosa, nunca tinha visto o meu corpo assim por inteiro, pois em casa não tem espelhos grandes, virei de costas e vi o meu bumbum completamente exposto, estava ficando mais vermelha ainda.. achei que estava indo longe demais e resolvi tirar aquela peça, tirei a parte de cima e quando fui tirar a parte de baixo o Marcos abriu a porta do quarto e perguntou o que estava acontecendo.. só deu tempo de cobrir os seios com as mãos e ficamos parados um olhando para o outro... ele gaguejando me pediu desculpas mas não tirava os olhos do meu corpo e eu completamente imóvel sem saber o que fazer acabei virando de costas para ele...
Voltamos galera ..... com um conto de uma seguidora ... titulei de desejos profundos
Entrei em seu quarto, confesso que fiquei vermelha de vergonha rs.
Pensei comigo mesma " e agora o que faço? ", meu Deus nunca senti isso antes, foi uma imensa mistura de vergonha e desejo, me perdi por um tempo em meus pensamentos, quando dou por mim me deparo com ele terminando de arrumar sua cama, fico inquieta até que ele termina e em seguida vem ao meu encontro com aquele olhar sedutor e um sorriso que mecheu com o meu psicológico, rapidamente me pegou na nuca roubando um beijo inesperado que tirou meu folego. Enquanto nos beijávamos ele foi me guiando até sua cama, me fazendo deitar, ele se deita por cima de mim me dando outro beijo, sinto suas mãos descendo pelo meu corpo, passando pelas minhas coxas, subindo lentamente meu vestido até minha cintura causando arrepios intensos me deixando molhada.
Senti suas mãos subindo devagar pelas minhas costas, terminando de me despir, logo em seguida retirou sua camisa. Ele fazia tudo com tanta calma, acho que sua intenção era essa, me fazer sentir cada toque, cada beijo, cada olhar, tudo intensamente.
Suas mãos percorrendo meu corpo, o beijando até meu sexo dando uma mordida leve, dei um leve e doce gemido, e novamente ele da aquele sorriso instigante e o olhar provocante. Retirou o restante da sua roupa, neste momento fiquei mais excitada ainda, desejando ele mais e mais dentro de mim.
Tirou minha calcinha com a boca. E eu ficando cada vez mais molhada.
Nós dois calados só se ouvia os sons dos gemidos.
Levemente ele me penetrando de vagar, pega em minhas mãos e aperta forte, ficamos nisso um bom tempo, estava começando a suar, começou a ficar mais forte, as mãos suando mais não soltava, eu gemendo no seu ouvido, minhas unhas cravando em suas costas, meu suor em seu corpo. No quarto alucinados pelo o prazer, queria ir mais além.
Acabamos gozando juntos, e assim ele me olhou e sorriu novamente. Bom ele nem imaginava que cada segundo com o meu corpo grudado ao seu me apaixonava cada vez mais .
Nos olhamos novamente, vi e senti o desejo dele, ele queria mais.
Então ele me beijou, um beijo quente, nele me senti completa e queria mais e mais,fomos de novo dessa vez fico por cima, represento faço ele revirar os olhos, tremer, aperta os lençóis ,soua frio enquanto geme.
Segurando minha cintura descendo até meus quadris e dava um tapa forte prazeroso, até que fiz ele novamente gozar, dou um sorriso malicioso e mordo meus lábios, ele manda eu deitar de costas e põe seu corpo sobre o meu, seu sexo entre minhas coxas, ele doido para me penetrar, segurou forte minha mão e colocou bem lentamente, dou um gemido meio alto, ele para, beija meu pescoço e aperta minha mão mais forte e mete tudo, começo a gemer mais alto e ele metendo e metendo e goza dentro de mim.
Me entreguei por inteira, como nunca fiz com ninguém, fui pra casa feliz e satisfeita, aqueles momentos me senti sua propriedade, me abri por completa. Me apaixonei!
E vi no seu olhar que queria mais que um simples resumo.
Vi nos olhos dele o desejo de me ter todos os dias como aquele momento, suas atitudes, olhar, cada toque e palavras todo conspirando pra dar certo mais infelizmente fui fraca, creio que me iludi, "busquei paixão aonde era apenas um rolo bobo", como ele mesmo disse.
Me entreguei até a alma e ele? Ah ele só tava querendo viver aquele momento, como deve ter vivido com qualquer outra.
Michelle Santos
Casal 10 mais o inexperiente
Carla e Jorge Somos um casal de vida simples, de um amor imensurável e muito cúmplice. Temos muitas fantasias ainda a realizar e outras já consumadas. Tenho 37 anos, sou Loira, de olhos claros, cabelos bem compridos. Tenho 1,60m, 56kg, gosto de me exercitar, tenho uma bundinha empinadinha, coxas grossas, seios pequenos. Tenho duas irmãs, também já casadas. Somos uma família muito bem relacionada e que recebe visitas e promove pequenos eventos caseiros com muita freqüência, conheci muitas pessoas através desses encontros. Numa dessas festas conheci o Lucas, um adolescente de 18 anos que estava no 3º ano do colegial prestes a fazer o vestibular, filho do primeiro casamento do marido da minha irmã, um menino moreno jambo, de compleições franzinas e mais ou menos 1,70m, magrelinho, calado e muito tímido, provavelmente com pouca experiência com as garotas. Meu marido sempre demonstrou boa receptividade a novas experiências sexuais, pois a cumplicidade e a certeza de nossos sentimentos facilita tal comportamento. Sempre fazemos amor exercitando nossos devaneios, preocupando-nos em dar prazer ao máximo um ao outro, não existe rotina em nossas vidas e as nossas fantasias sexuais em muito contribuem para essa vida em êxtase. De todas as situações e fantasias criadas, eu observo o grau de receptividade de meu marido, dando ênfase assim, àquilo que mais que mais lhe excita, o que me é recíproco também. Fantasiamos com outras mulheres, outros homens, às vezes até mesmo com o vizinho ou a vizinha do lado, sexo em lugares públicos. Não há pudor entre nossas quatro paredes, mas, uma fantasia em especial me deixava inebriada: transar com um homem mais jovem. Desde a nossa estadia em Natal aonde acabei realizando essa fantasia com 2 jovens que conhecemos na praia, falamos muito sobre o que ocorreu e sempre pensamos em repetir a dose. Passamos então a listar, fantasiosamente é claro, os potenciais moleques da rua onde a gente morava e então, na medida do possível, meu marido fazia-se passar pelo meu mais ardente objeto de prazer, onde usava seus dedos enquanto me penetrava simulando um pênis juvenil. No dia 5 de Abril do ano passado fomos convidados para uma festa de aniversário de uma de minhas irmãs, muitos foram os convidados, um ambiente familiar, muita gente, muitos casais com seus filhos, outros com seus netos e entre toda essa molecada estava o Lucas, sempre muito prestativo ajudava a distribuir guloseimas para os convidados em toda a extensão da casa e vez por outra passava perto de onde estávamos, conversávamos amenidades sentados em um banco, abraçada ao meu marido, quando espontaneamente ele me propõe: que tal com ele? Fingi não entender a pergunta e ele completou: que tal a gente transar com ele? Ou que tal você transar com ele? Neste momento, como num passe de mágica, um misto de excitação e desejo, dominou minha mente, podia sentir o calor do meu sangue que chegava ao cérebro e a minha reação foi abraçar e beijar ardentemente meu companheiro, talvez numa atitude instintiva de dizer: quero te ver fazendo isso. Uma sensação indescritível, onde eu já pude prever o prazer que sentiríamos em tal empreitada. A partir daí e durante o resto da festa senti uma inquietação que só se explicaria pela possibilidade, agora bem real, de foder com outro e ainda por cima bem mais jovem. É preciso viver uma situação desse tipo para se ter uma ideia do que estou falando. De qualquer modo resolvi deixar para ele a decisão de levar ou não essa ideia adiante, ele levou… O Lucas só iria embora no dia seguinte para pegar o ônibus para sua cidade, quando seu pai viria pega-lo depois do trabalho. Meu marido, raciocinando muito rapidamente, inventou uma história que ia trabalhar na região e que poderia levar o menino até a rodoviária, todos concordaram, eu, que só observava, senti nesse momento uma sensação até então desconhecida e não tenho aqui, palavras para descreve-la. Saímos então por volta de 01 hora da manhã, nosso carro, tinha espaço de sobra para que o Lucas pudesse deitar e dormir na ida até a nossa casa que ficava a uns 40 minutos de viagem, e assim aconteceu, tudo arquitetado pelo meu marido, amante, companheiro e por quem nesse momento eu estava ardendo de desejo. No trajeto de volta, quando o garoto já estava dormindo, comecei a indaga-lo sobre como faríamos tudo isso sem qualquer tipo de pressão, ele me respondeu apenas que agiríamos naturalmente e esperaríamos uma iniciativa por parte dele, assim concordamos. Chegamos em casa quase 02 horas da manhã e ao adentrarmos na garagem o Lucas acordou, indicamos um quarto a ele onde poderia tomar banho e vestir uma das camisas do meu marido só para dormir e fomos tomar banho em nossa suíte. Após um demorado e tenso banho meu marido foi à sala onde encontrou nosso hóspede assistindo TV e alegando que tinha ficado sem sono, fiquei mais tensa ainda ao ouvir aquilo. Eles estavam sentados num sofá grande, sofá de canto, conversando algo sobre o filme apresentado quando eu entrei vestida com um finíssimo e curto vestido para dormir, preto, cabelos soltos, e sentei entre eles no sofá. Meu marido ainda não havia assimilado a situação, ardia de ciúme e eu via que seu pênis nesse momento já não mais cabia na folgada bermuda que vestia, parece que ele não queria me ver sentada sentada no meio dos dois, será que ele queria me dividir com alguém, ou não queria?!! Era apenas um moleque que estava ali, não era concorrente à altura para ele, por que a preocupação? O que estaria por vir? Despertei-o das agruras dessas preocupações com um beijo propositalmente angelical no meu marido, eu perguntei então baixinho no seu ouvido se ele queria desistir. Entre a minha pergunta e a sua resposta menos de dois segundos se passaram, mais pareciam uma eternidade, uma eternidade de indefinição, de um dilema entre experimentar o proibido, correndo o risco de estar acabando ali com uma relação muito feliz ou desistir de tudo criando para todo o nosso futuro uma relação sem as benesses da imaginação, da fantasia. A resposta dele foi na realidade um prolongado beijo de língua, eu não tive nenhuma dúvida e sem planejarmos nada, comecei o tão esperado jogo de sedução. Nossa sala era ampla e a distancia entre a TV e o sofá era de uns três metros onde havia um tapete e muitas almofadas, eu então, alegando muito cansaço fui para o tapete, deitando ali de bruço, de frente para a TV e de costas para um antigo e também para o mais recente admirador e apesar do meu vestido era possível visualizar perfeitamente a silhueta de minha maravilhosa bunda, que estava a pouco mais de um metro dos olhos dos dois, meu marido não sabia o que fazer, fingiu então uma naturalidade e acomodou-se no sofá de forma que pudesse observar as reações daquele garoto. Resolvi então apagar a última lâmpada da sanca e diminuir um pouco o brilho da televisão de modo que pudéssemos ficar mais à vontade, meu marido me olhou e sorriu, entendeu tudo. Em mais dois ou três minutos da privilegiada observação, o Lucas não parava de olhar às propositais e também sutis mexidas de minha bunda. Algum tempo depois, não sei porque, meu marido fingiu estar acordando para não assustar o garoto e me chamou para o sofá, eu, fingindo-me sonolenta me postei novamente entre eles e desta vez deitei-me com a cabeça na cintura de meu marido, de pernas encolhidas e de bunda virada para o Lucas, foi evidente a felicidade do garoto com a nova posição, pois a minha bunda estava a apenas alguns centímetros de seus olhos. Fingi dormir e meu marido fez o mesmo e em menos de dois minutos o Lucas já estava de barraca armada olhando as minhas coxas e bunda. Eu então, numa atitude de provocação e ainda fingindo estar dormindo, aproximei-me mais ainda do garoto, com minhas pernas totalmente encolhidas, deixando a bunda praticamente encostada no lado da cintura do moleque, totalmente ao alcance de suas mãos. Eu não estava mais resistindo, me controlava para não se contorcer, o garoto deve ter percebido pois em uma atitude mais ousada pôs a mão e começou alisar bem devagar as minhas pernas até chegar na minha bunda, pois dormindo ou não ele já sabia que era exatamente isso que eu queria. Ele então desceu a mão a apalpou a intumescida e lambuzada xoxota e então não tirou mais a mão e passou a se masturbar com a mão esquerda dentro do calção, nesse ínterim meu marido se movimentava no sofá, de forma sutil, no sentido de observar melhor a ousadia daquele menino, foi quando comecei a gemer às carícias recebidas do garoto. O garoto brincava com minha xoxota colocando 1 e 2 dedos, me tocando deliciosamente e numa situação de perda de controle eu comecei a colocar lentamente minhas pernas em cima dele encostando de vez a minha bunda em sua cintura ao mesmo tempo em que rebolava delicadamente. Nestas alturas acredito que o Lucas, já tinha certeza de nossas intenções e já não tinha limites, metia os dedos que podia na minha boceta e voltava a se masturbar com a mesma mão, lambuzada com farto líquido que liberava. Enquanto eu rebolava na mão daquele moleque eu repetia baixinho: "quero ele meu amor, quero ele, quero ele dentro de mim!?" Ele provavelmente também ouviu meus pedidos feitos por uns dois, três minutos, tempo que meu marido levou para pensar em como dar continuidade àquele imensuravelmente delicioso ato. Enquanto o garoto colocava seus dedos alternadamente entre minha boceta e minha bunda eu comecei a pedir novamente, agora quase que miando: "quero ele, quero ele, quero ele meu amor, você deixa? Você deixa?" Meu marido então passou a repetir de forma que ele ouvisse: sim pode transar com o Lucas!!! Mas preciso conversar com ele antes! Me levantei e dei um caloroso beijo de língua em meu marido e na sequencia beijei o Lucas da mesma forma, percebi que o garoto mal sabia beijar uma mulher. Meu marido perguntou ao garoto se ele já havia feito isso antes, e ele então disse que não, meu marido riu e disse: "Pô com 18 anos ainda não transou?" O garoto ficou todo vermelho e meu marido perguntou então se ele queria continuar com a nossa brincadeira, a resposta dele foi: se a dona Luciana quiser, eu quero. Eu sugeri então que ele fosse tomar banho que eu ira falar com o meu marido, assim foi feito. Chegando a nossa suíte eu estava aflita e meu marido então pegou meu rosto com as duas mãos e perguntou: e você, quer continuar? Eu quero o que você quiser, respondi. Com os olhos ainda fixos nos seus e com uma expressão de total inebrio e com a voz deliciosamente rouca, eu disse: eu quero beijar na boca daquele moleque, quero chupar ele todinho, quero transar com ele, quero dar minha bundinha para ele. Numa situação desse tipo é impossível fazer qualquer previsão, o máximo que se consegue é "calcular" o próximo ato, que não é nada preciso. Quando chegamos à sala, encontramos o Lucas com a mesma camisa, de banho tomado e apresentava uma certa inquietação, perguntei o motivo e ele respondeu: queria transar sozinho comigo no quarto que lhe havíamos indicado. Perguntei-lhe o motivo de tal decisão e ele prontamente respondeu: tenho vergonha do seu marido. Naquele momento meu marido deu tudo por encerrado, pois para ele apesar de toda a excitação não cabia ali uma situação de exclusão, fosse ela qual fosse. Eu então, sempre pensando rapidamente, sugeri que fôssemos todos ao quarto e que meu marido só assistiria à transa, de longe. Sem mais retrucar o garoto nos acompanhou até o quarto, e lá chegando já foi tirando sua camisa e sentando na cama. Eu nesse momento, em total silencio, apertei a mão do meu marido, eu podia sentir a alta temperatura em função de sua excitação proporcionada pela iminente realização de uma fantasia, e foi somente por isso, pela minha felicidade, que ele aceitou esperar sentado numa pequena poltrona que ficava em um canto do quarto a dois metros da cabeceira da cama, de onde pode observar o Lucas sentado na margem do colchão, apoiado pelas duas mãos posicionadas atrás de seu corpo franzino e com seu pinto incrivelmente duro e apontando para o seu umbigo... Trêmula, aproximei-se daquele moleque, queria apenas usa-lo para os meus mais proibidos desejos, queria chupa-lo, beija-lo, queria foder com ele e foi isso o que fiz. Cheguei abocanhando com uma volúpia indescritível o pinto do Lucas. Deitei o moleque de costas na cama de forma que ele ficou com seu pinto apontado para o teto. Alucinadamente comecei a beija-lo na boca como uma namorada apaixonada cheia de saudades, beijo de língua, troca de saliva, chupei-lhe o pescoço, seus pequenos mamilos, seu umbigo e fui descendo até encontrar novamente o seu pinto e fiquei mamando ali até que ele deu sinais de que iria gozar. Olhei para ele com carinho e disse..."-Calma...calma..." A impressão que eu tinha era a de que deveríamos ter feito isso a mais tempo. Minha boceta estava totalmente intumescida, sedenta por ser penetrada, virei-me e fiquei de quatro e pedi para o Lucas me possuir, ele se posicionou atrás de mim e meio que sem jeito direcionou seu pênis na entrada de minha bocetinha, e aos poucos foi entrando deliciosamente. Comecei a rebolar lentamente e ele fazia um vai-e-vem gostoso, pedi para ele ficar de joelhos e então sentei-me no seu pênis enquanto ele passava as mãos em minhas costas e nádegas. Estava quase gozando, pedi a ele para se deitar novamente de costas para o colchão e delicadamente como uma bela cavalgadora sentei-me naquele pênis que sem dificuldade nenhuma me penetrou e após apenas quatro ou cinco estocadas tive que parar, o garoto ia gozar e eu percebendo isso parei e olhei para meu marido e perguntei: "quer também?" A princípio ele não entendeu a proposta mas já foi se levantando e aproximando, eu então, em um delírio comecei a rebolar no pau do garoto me dizendo, me fode Lucas! me fode Lucas! O garoto tratou de acelerar a felação e gozou em minha boceta um finíssimo leite, foi possível sentir os espasmos do menino nessa gozada, muito prazerosa, suas pernas tremiam. O garoto havia gozado rapidamente mas eu ainda não, meu marido que se masturbava em pé próximos a nós não acreditava no que acabara de ver. Em cima do garoto comecei a beijar seu tórax liso, fui subindo pelo pescoço até chegar em sua boca, com o pênis do garoto ainda dentro de mim após o incrível gozo, virei de lado e ficamos deitados um de frente ao outro mas grudados não deixando o pênis do Lucas sair. Joguei minha perna direita em cima do garoto enquanto ele a alisava com sua mão esquerda, e olhando-o nos olhos nos beijamos. Senti uma outra mão alisando minhas nádegas próximo a minha boceta ainda penetrada pelo pau do garoto que dentro de mim latejava. Era meu marido que em um ato de delírio deitou-se me deixando como o recheio de dois homens, ele colou o seu peito peludo nas minhas costas e beijava minha nuca enquanto eu beijava a boca do Lucas. Com a mão meu marido alisava minha bunda enquanto a mão esquerda do Lucas alisava minha coxa direita. Em um ato de insanidade meu marido pegou seu pênis e começou a forçar a entrada de minha boceta ainda preenchida pelo pênis do Lucas em uma deliciosa DP vaginal, sentia o calor, a umidade do esperma do garoto e sentia o pênis dele latejando dentro de mim, enquanto isso eu o beijava e chupava a lingua do nosso amante, meu marido forçou uma, duas vezes, senti um pouco de dor então joguei a perna mais para cima abrindo mais e então o pênis do meu marido entrou junto ao do garoto, senti dois machos dentro de mim, dois pênis me preenchendo, meu marido começou um delicioso vai e vem e com sua mão direita procurou meu ânus fazendo leve massagem com o dedo médio. Não aguentei situação e gozei tendo dois machos na minha boceta, meu marido também não resistiu e gozou dentro de mim misturando seu esperma com o do garoto dentro do meu corpo. Continuamos assim por quase um minuto e então arriamos, exaustos, satisfeitos. Depois dessa fomos para o outro quarto deixando o Lucas à vontade, que depois de um banho e sem dizer nada, foi dormir. Fizemos o mesmo e no dia seguinte o levamos para a rodoviária, onde no caminho pedimos a ele que não comentasse nada com ninguém, que se ficasse tudo só entre nós haveria mais vezes dessa brincadeira, ele se entusiasmou e pelo visto funcionou, pelo visto tudo continua como antes, menos a nossa vida conjugal, que melhorou muito, hoje somos mais cúmplices ainda.
Conto 043
Estávamos no sofá da casa dela. Além de nós dois, estavam também a mãe, o pai e dois tios, muito mais ciumentos que os pais. Estes tios não paravam de passar pela porta de onde estávamos, para nos vigiar. Aquilo claro, me amedrontava. Mas, minha namorada não contribuía para a paz. Além de ser linda, usava seu cabelo castanho escuro, solto, onde os fios caíam em cima dos belíssimos seios, que com o frio que fazia dentro daquela casa, deixava os bicos endurecidos, onde faziam marcas na blusa branca, quase transparente. Sem falar que ela não usava sutiã. Com minhas olhadas discretas, ainda conseguia ver as aréolas dos seios e aquilo mexia comigo. Ainda bem que tinha uma manta no nosso colo e que escondia a minha excitação. Escondia também as belas coxas de Nanda, que usava uma saia branca, bem curtinha, estilo tenista.
Aquela manta era perfeita. Primeiro que nos aquecia. O dia realmente estava frio e ter dois tios ciumentos, poderia ter me deixado tenso, se não fosse pelas mãos de Nanda. Corrigindo. Pela mão direita dela, que estava batendo uma excelente punheta debaixo daquele manto. Mal o filme havia começado e ela, habilidosamente já tinha tirado meu pau mole de dentro do short e da cueca. Meu cacete estava mole por causa dos olhares de inveja e proteção dos tios, pai e mãe. Minha sogra é quem dera a ideia de nós passarmos aquele final de semana em casa. Ao menos dormiria por lá, mesmo sabendo que seria impossível qualquer aproximação do quarto de Nanda. Acho inclusive que eles me trancarão no quarto de hóspedes quando eu for dormir. Claro que não vai adiantar, pois para uma foda com minha namorada, tudo tem um jeitinho.
Para os pais da minha namorada, ela é virgem. Para os amigos e inimigos, há dúvidas. Para mim, namoro uma puta, safada e tarada, que ama nossas loucuras sexuais. Para Nanda, não existe hora, lugar ou qualquer outro tipo de barreira, que possa nos impedir de ficarmos juntos. Na verdade, a lista dela de fantasias é bem maior do que a minha e uma delas é justamente aquela situação, na casa dos pais, com eles por perto. Nem prestávamos atenção no filme, que escolhi por ser longo: O Poderoso Chefão.
Usando uma roupa que fazia os próprios tios perderem a cabeça, a mão de Nanda dava partida para o perigoso final de semana. De pau duro, me masturbava para o momento ideal. Nanda queria goza na boca e seus tios não paravam de passar pela porta do quarto. Sim, estávamos dentro do quarto dela, no segundo andar. Aqueles tios arrumaram alguma coisa para fazer naquele pavimento, que só tem os quartos e uma sala com uma mesa ao centro. Resolveram pegar um baralho e jogar qualquer coisa, só como desculpa.
Eu, suando a ponto de melecar toda a mão de Nanda e claro, a manta, segurava-me para atender aos pedidos da minha putinha. Aquela mão, eu olhando um belo decote, com peitos lindos, o perigo e a excitação, tudo fazia parte daquele momento único. Quando ouvimos os tios descendo para ajudar os pais de Nanda que chegavam com várias sacolas de compras de mercado, me assustou o fato de nem ter percebido a saída de um carro daquela casa. Minha namorada tirou a manta e abaixou-se. Nada comentou comigo pois começou a lamber a cabeça do meu pau, aumentando a minha vontade de gozar. Mal acabei de pensar e o jato de porra foi certeiro, bem na boquinha dela, que o engoliu no exato momento que viu meu pau latejando forte. Eu agarrava o sofá e gemia baixinho, suando e rindo, tudo ao mesmo tempo, aliviando-me gostosamente. Quase acabando, segurei a cabeça de Nanda, para que ela engolisse todo o meu cacete e eu pudesse gozar até tremer todo meu corpo. Os gemidos dela me animava a querer mais experiências, mesmo com tantos perigos.
Nanda levantou-se rapidamente e foi ao banheiro, enquanto eu, satisfeito, a aguardava, pronto para começar a satisfazê-la novamente. Uma das coisas que eu admirava na minha namorada era que ela se satisfazia ao me satisfazer. Estranho? Enfim, nosso prazer sempre é mútuo.
Para não ser um simples incômodo, desci as escadas para ajudar a levar as tais compras. Muito a contragosto da minha sogra, que me tinha como hóspede, mas já ouvia os outros homens da casa criticando-me por não ajudar, fui pegando mais sacolas do que eles. Os homens quando são amigos, ajudam-se como verdadeiros irmãos. Basta colocar uma mulher entre eles e independentemente se forem ou não amigos, tudo muda.
Nanda estava radiante, linda e muito, muito gostosa. Desceu as escadas lentamente, onde pude ver suas belas coxas. Tem pernas lindas, sabe andar como uma modelo, desfilando sua beleza para deixar quase todas as pessoas à sua volta, babando. Enquanto eu segurava algumas sacolas na mão, em direção a cozinha, ela chegou perto de mim, falou uma puta sacanagem no meu ouvido, que quase me fez largar as sacolas e agarrá-la. Fiquei sabendo que além de estar sem calcinha, sua boceta estava molhadinha, só porque me viu carregando as compras. Via meus músculos do braço contraindo, meu corpo todo rígido e ainda trabalhando, como ela sempre ama ver. Meu pau recomeçou a reviver dentro da cueca e isso me fez sorrir.
Depois do pequeno trabalho e de um agradecimento por parte dos pais, eu e Nanda voltamos para o “filme”. E os tios, para seu “jogo” de baralho. Por pouco tempo. Quando minha sogra soube que eles nada faziam e estavam nos vigiando, ficou tão zangada que eles desceram, chegando a ir embora logo após o almoço.
E nós comemoramos aquilo de um jeito especial. Nanda deitara no meu colo, de ladinho e eu comecei a passar a mão nela. Primeiro em suas batatas, subindo minha mão direita por entre suas pernas, tanto que minha namorada abriu-as para que eu invadisse o seu sexo. Ao sentir sua boceta molhada, logo meu pau latejou, tanto que fez a cabeça de Nanda subir. Então, deitada em cima do meu pau, escondido pelo travesseiro, não dando a mínima ao filme e nem aos pais dela, recomeçamos a troca de carícias. Pegando meu pau com sua mão, ela começou uma lenta e saborosa chupada, enquanto eu a masturbava. Acariciava suas coxas internas e de pele macia. Sua bunda durinha, subindo a saia branca e olhando sua boceta lisinha e rosada. Coloquei um dedo na minha boca e depois passei dentro daquele buraquinho. Nanda olhou-me com uma cara de safada que deu gosto. Adorava meter meus dedos e claro, minha rola naquele cuzinho apertado, sem nem avisar. E também gostava de Nanda quase implorando que eu a invadisse, fazendo uma voz melosa e depois gemendo sem controle.
Mas foquei naquela boceta úmida. Forcei a cabeça dela para que engolisse meu cacete, com movimentos cada vez mais rápidos. E dois dedos enfiados dentro daquela xaninha. Nanda se contorcia e eu apenas controlava as metidas. Levava aqueles dedos para boca, provando o gosto e o cheiro. Isso aumentava nosso tesão, até quando Nanda não suportava. Enquanto ouvíamos a discussão dos tios com a minha sogra, Nanda rapidamente pulou no meu colo e encaixou-se de frente para mim. Sua boceta aceitou facilmente minha rola grossa e dura. Um entra e sai do meu pau, onde ela controlava o ritmo.
Segurava a bunda de Nanda desejando dar fortes tapas, mas concentrei minha vontade puxando seu cabelo com força. Isso a fazia gozar mais rápido. Nanda dava com gosto, rebolando para frente e para trás, sua boceta colada no meu corpo e meu pau todo dentro. Sua boca estava lambendo meu pescoço e cravou sua boca quando comecei a meter meus dedos em seu cuzinho. Fui colocando um dedo por vez quase levando-a a loucura de gritar para que todos a ouvissem. Me concentrei para não gozar antes, um grande esforço, já que aquela boceta me fazia prender a respiração e sumir com minhas preocupações.
Nossas “rapidinhas” sempre são descontroladas, onde cada um fica com uma marca. Eu puxava forte o cabelo de Nanda e esta me arranhava, mordia e judiava ao quicar sua xana em cima de mim. Gemíamos baixo, suando e um colado ao outro. Meu corpo tremia com cada toque que minha namorada dava em mim. Trocávamos olhares, beijos e carinhos, ao mesmo tempo que aquela foda era violenta e perigosa. Acho que se alguém subisse as escadas e fosse em direção ao quarto aonde estávamos, nós dois continuaríamos transando, porque aquela foda era simplesmente perfeita.
Nanda rebolava cada vez mais rápido e eu me segurava para não gozar dentro dela. Às vezes conseguia colocar a camisinha antes que ela me atacasse ou que ambos se agarrassem. Eu tinha umas dez camisinhas na mochila e uma dentro do meu bolso, mas não dera tempo de colocá-la. Falei que precisava colocá-la e a muito custo, Nanda saiu de cima de mim. Rapidamente coloquei a camisinha e minha namorada sentou-se de costas para mim, mostrando seu delicioso rabo para mim. Agora, rebolando graciosamente, colocou suas mãos em cima dos meus joelhos, subindo e descendo sua bunda, deixando sua boceta cada vez mais molhada e gemendo baixinho.
Aquela posição não durou por muito tempo, porque as pernas dela estavam moles. Fomos para o chão, transar em cima de um macio tapete branco. Nanda, de barriga para baixo, abrindo suas pernas para que eu entrasse dentro dela. Estava como que fazendo flexão, com meus punhos cerrados, braços esticados e metendo minha rola com força naquela xaninha. Eu metia usando todas as minhas energias, sentindo um arrepio por todo o meu corpo e aumentando meu tesão ao ver aquela bunda mexendo por causa das minhas metidas.
Tirei meu pau de dentro de Nanda e a virei, para que ficasse de frente para mim. Levantei as pernas dela e meti meu pau com tudo, quase fazendo-a gritar. Agora, enquanto metia com vontade, via os peitos dela, soltinhos dentro da blusa. Quando comecei a gozar, aumentei a velocidade das minhas metidas e deitei em cima de Nanda, que abraçava-me forte, mordendo meu pescoço e dizendo que me amava. As últimas metidas foram o ápice do nosso prazer, onde gemíamos satisfeitos por estarmos juntos e claro, transando.
Se pudéssemos, ficaríamos ali, deitados em cima daquele tapete, abraçadinhos e quem sabe, pegar no sono. De repente, escutamos uma voz vindo do andar de baixo, nos chamando para almoçar. Rapidamente e em silêncio, arrumamos tudo e fomos tomar banho. Nanda, para a minha felicidade, colocara uma calça lycra, bem colada ao seu corpo, da cor branca, desenhando perfeitamente seu rabo. Usando um tomara que caia rosa, pude notar seus biquinhos por baixo do tecido. Meu pau dava sinais de que a qualquer momento, talvez durante o almoço, ficasse duro. Sabia que depois do almoço, teria uma maravilhosa sobremesa. E isso quem disse, foi minha própria namorada.
Rebolg e divulgando .... legal e prazeroso
Meu primeiro anal amante
Caio Marcelo
Antes mesmo das férias começar recebo um pedido de minha patroa para passa meu serviço ha uma colega que iria me substituir nas ferias, por sinal era a carol uma colega amante. No primeiro dia repassei todo o serviço que havia ensinado e depois do expediente ficamos conversando sobre novidades que tínhamos. Ela esta no inicio de um namoro, por sinal o primeiro. Fez comparações entre as “as pegadas” minha e do namorado, riamos de tudo. Já no terceiro dia terminamos todo o serviço mais cedo e dispensamos os funcionários, chequei ate dispensa la também, ai veio o grito: – Tá me dispensando porque tem encontro ? Na verdade até tinha, com uma que já venho saindo a mais tempo. Fiz um comentário: – ficar aqui com você tá muito sofrido, preciso me descarregar. Ela em um tom leve e bem suave me diz: – Descarrega em mim. Trocamos loucamente um beijo demorado e despimos um ao outro. Ela beijava os meus peitos e mordendo os bicos do peito me deixando tão excitado que meu pau batia no seus peitos. Me empurrando para a cadeira montou de frente sentando em cima passando na sua fendinha num vai e vem, pegou seus peitos colocava em minha boca ora um ora outro. Ela gozou deixando seu corpo sobre o meu. Dizendo que seria seu segundo homem, que poderíamos fazer de tudo, menos perder a sua virgindade. Sentei a na mesa e com os pés na cadeira coloquei a minha língua na sua buceta e ela num vai e vem goza e gozou molhando toda a cadeira.
Virei a de costa e de pé apoiada sobre a mesa, aquele cuzinho virado para mim e brincava com a língua, abria a sua bundinha para enfiar o máximo, meu dedo brincava no seu grelinho. Deixei um pouco de saliva e colocando meu dedo naquele cuzinho, ela gemia de dor e tesão, ajoelhei no chão e chupava aquela bucetinha e meu dedo num vai e vem, gozou e deu para sentir aquele cuzinho apertando meu dedo.
Sentei na cadeira e fiquei sonhando com o meu pau dentro daquele cuzinho, puxei seu corpo com ela apoiada no encosto da cadeira e coloquei a entrada do seu cuzinho. Ela rebolava com o meu pau na entradinha do seu cu, deixei que ela mesmo tentasse colocar , desistia toda vez que sentia dor, deixava que seu corpo descer mais, os seu braço já tremia e gozando não aguentou o seu peso e entrou metade do meu pau de uma vez, ela tentou fugir, segurei pela cintura e pedi que relaxasse, foi deixando seu corpo descer ate sentir tudo dentro.
Jogou seu corpo para traz de encontro com o meu, falava que ainda doía. Massageava seu grelinho e colocava meu dedo ate sentir seu hímen. Ela foi relaxando e começando a rebolar no meu colo, sentindo a cabeça do meu pau relando no seu reto, sentido que iria gozar, puxei a com força ainda mais para baixo e explodimos num gozo junto, a cada vez que pau pulsava ela gritava. Ela debruçou sobre a mesa e gemeu gostoso sentindo o meu pau sair, tive a visão de ver aquele cuzinho se fechando.
Ela ficou viciada em me dar o cuzinho, tenho comprado lubrificantes e guardo na gaveta da minha mesa. Fico na torcida dela se casar, perder a virgindade da bucetinha. Porque no cuzinho já tirei.
Sexo Fitnes
Autora: Vanessa Eu estava matriculada em uma academia próximo a minha casa, ia e voltava a pé todos os dias. Uma tarde, voltando do treino, passou um cara numa moto esportiva, empinando a moto ao passar por mim. Achei graça. No dia seguinte a cena se repetiu. E no outro dia também. Quase todos os dias ele passava por mim, e sempre que passava empinava a moto. Eu me divertia com aquilo: uma manobra arriscada, que parecia insinuar um belo pênis ereto. Melhor do que a tradicional buzinada, com certeza. Nossas rotinas coincidiam e dia após dia ele me homenageava, incansável. Após algumas semanas assim, aquilo já era corriqueiro e instigava minha imaginação. Naquela tarde eu havia cometido a infelicidade de esquecer meus fones de ouvido, o que significou treinar sem minhas músicas e voltar pra casa no silêncio. O bairro residencial onde moro é bem quieto, e principalmente naquela área, onde quase não há trânsito. Sem meus fones, pude ouvir um ruidoso motor. Me virei e vi ao longe a moto vermelha de sempre se aproximando. Ao me ver de olho, já levantou a roda dianteira antes mesmo de chegar até mim. Curiosa, sem pensar, estiquei o braço e fiz sinal de carona. Ele reduziu e parou a moto bem ao meu lado, o capacete virado pra mim, ocultando o rosto que me encarava em silêncio. Na velocidade da luz me arrependi. “Que merda que eu fiz?”, foi o que pensei. “Agora já era, seja o que Deus quiser.” Subi na garupa da moto sem dizer uma palavra. Ele acelerou e saiu do acostamento. Pegou velocidade muito rápido. Era a primeira vez que eu andava de moto. Vestindo legging e regata, sem capacete, temi pelo meu courinho esfolado no chão caso acontecesse algum acidente. Com um frio na barriga, me agarrei ao seu corpo coberto por jeans e couro. Passamos pela entrada da minha rua. Eu não ia dar meu endereço a um desconhecido. Supondo que eu sobreviveria ao que quer que me esperasse, na pior das hipóteses ao menos ele não poderia me perseguir. E de qualquer forma ele não parecia estar interessado em saber pra onde eu ia, sequer me perguntou. Ele seguiu viagem até entrar em um outro conjunto residencial, não muito distante do meu. Foi parando a moto em frente a uma casa bonita, sem cerca na frente, mas com uma grande garagem fechada, ao estilo americano. Acionou um controle remoto e esperou o portão se abrir. Entramos e me vi trancada na garagem de um estranho, com o estranho. Estacionou a moto em um suporte que a deixava perfeitamente vertical. Desmontamos e ele tirou o capacete e a jaqueta. Não era muito bonito, seu corpo não era o meu estilo: apesar de saradinho, muito esguio. Se você já leu meus textos, sabe que eu gosto de volume muscular mais gordurinhas. Ele era médio volume muscular mais definição. Pardo, rosto bem feito, sem nada demais. Sorria dentes perfeitos pra mim. -Olha, não me leve a mal, eu não sei o que estou fazendo aqui. Me empolguei, sei lá…- Falei rindo de nervoso. -Relaxa gata, se você quiser ir embora pode ir, quando quiser. Eu até te levo. Mas você bem que podia ficar um pouco. Educado e simpático. Despertou um pouco mais de confiança em mim, me senti livre pra ir embora. Por isso, fiquei. E acho que acabei sorrindo. -Foi muito bom você grudadinha em mim, pra mim já valeu. Mas você é muito gata, podia deixar eu te olhar um pouquinho. -Beleza, pode olhar- Eu ri, mostrando meu corpo com as mãos. Ele segurou minha mão, me fez dar uma voltinha. -Linda. Senti meu rosto corar. Ele tinha um jeito educado de ser sacana. -Obrigada… -Então, já que nós estamos aqui, somos grandinhos e aposto que você sabe o que eu quero, não vou ficar te enrolando minha princesa. Você podia deixar eu ver essa bunda livre dessa calça apertada um pouquinho, pra variar. Eu já vejo ela assim todo dia. Irresistível. Ainda um pouco molhada do suor do treino, com dificuldade abaixei a legging colada, só o suficiente pra ele ver minhas nádegas. Ele olhou durante algum tempo. -Tira essa calça e monta na minha moto? Eu já estava ficando envolvida, tão respeitosamente solicitada a exibir o meu corpo a um completo desconhecido. De fato, ele só me olhava. Em vez de sanar o mistério do motoqueiro, minha curiosidade só aumentava. Resolvi atender ao seu pedido e ver aonde aquilo iria me levar. Fui descalçando o tênis. - Não gata, fica com o tênis. Tira só a blusa e a calça. Com alguma dificuldade, a bunda nua, tirei a calça por cima do meu Mizuno; tirei a blusa também. De tênis, fio dental e top, sentei na moto, me inclinei até o guidão distante. Minha bunda arrebitada, meus seios pulando pelo decote do top, os bicos já entumecidos despontando pelo apertado tecido azul claro. Ele deu a volta, me olhando por todos os ângulos. -Fica só de calcinha pra mim. Tirei o top e deixei ele me olhar, voltei pra posição segurando o guidão, meus seios pesados pendurados à frente do corpo. E ele só me olhando, me admirando como se eu fosse uma obra de arte. Colocou o pinto pra fora, começou a se masturbar devagarzinho. A moto estacionada, minha adrenalina a 200km/h. Ele se sentou atrás de mim, seu pau ereto apoiado em minha lombar. Começou a dar beijinhos no meu ombro, se aproximou do meu ouvido: -Eu só quero te dar prazer, minha gata. Posso? -Pode.- Falei virando os olhos com sua voz grave sussurrando pra mim. Começou a alisar o meu corpo: minhas coxas, minha barriga, agarrou os meus seios. Apertava-os enquanto sua língua molhava meu pescoço. Senti a movimentação de seu quadril por trás de mim, esfregava a rola nas minhas costas, usando o meu corpo para se masturbar. Aquele primeiro esperma lubrificante melava de leve a minha pele. Logo ao lado, uma grande porta de vidro me permitia assistir o quadro completo do trato que ele estava dando no meu corpo ainda salgado da academia. Uma mão desceu para dentro da minha calcinha, descobriu minha boceta molhada. Alisou bem gostoso o meu grelo, me deixando ainda mais excitada. Desceu da moto, estendeu a mão pra mim, solicitando que eu descesse também. Me guiou até uma bancada, me colocou sentada sobre ela, e enfiou dois dedos na minha boceta, beijando pela primeira vez a minha boca, com a sua salgada pelo suor do meu pescoço. Tirou a minha calcinha e me fez deitar. Lambeu a curva sob o meu seio, chupou meu mamilo. Não parecia se importar com meu suor. Terminou de tirar minha calcinha, posicionou uma mão sobre meu monte de Vênus e voltou a enfiar dois dedos na minha boceta. Agora, em vez de deslizar pra dentro e pra fora, pressionava e esfregava meu ponto G. A mão sobre minha pelve fazia compressão, cada vez mais forte. Era muito gostoso. Durante minutos me masturbou assim, assistindo minha xoxota aprisionando seus dedos. Eu não conseguia mais conter meus gemidos. Ele estava realmente empenhado em me dar prazer. Seu toque veloz e intenso sacudia o meu corpo. Em um dado momento, a situação começou a ficar ao mesmo tempo incômoda. Imaginei que estava com a bexiga cheia, uma vontade crescente de urinar. Ofegante consegui pedir para parar. -Por que minha gata gostosa? Não tá curtindo? Com vergonha, admiti: -Ai, parece que eu vou fazer xixi… -Relaxa, não vai não. E mesmo se fizesse, não teria problema. Mas não vai fazer. Tá gostoso? -Tá, mas… -Então fica tranquila que isso vai passar. E ele continuou. Ao mesmo tempo que a sensação de bexiga cheia aumentava, o prazer aumentava junto. Até que gozei, de um jeito que nunca tinha gozado antes, um orgasmo diferente, meu primeiro orgasmo de ponto G. -Senta esse rabão gostoso na minha cara, senta? -Deita que eu vou sentar. Ele se deitou no chão mesmo, e eu ajoelhei sobre seu rosto, minha bunda virada pra ele. Agarrou meu rabo, sua língua tentava invadir o meu cu. Peguei seu pau inchado e comecei a masturbar. Ele gemia baixo, a boca abafada pela minha bunda. Eu gemia alto, cheia de tesão, segurando sua rola e sentindo sua boca chupar meu rabo. Me inclinei pra lamber aquele pau tão duro pra mim, cuspi e punhetei mais. Minha boceta já estava satisfeita, mas agora o meu cu queria participar da festa também. Levantei, apoiei as mãos sobre a bancada, expondo bem o meu rabo. -Você não queria me dar prazer? Então vem aqui e come o meu cu. Ele não hesitou. Segurou sua rola lambuzada do meu cuspe, e pressionou contra o meu cu melado da sua saliva. Meu cu resistia, mas eu estava muito relaxada, e lentamente ele conseguiu enfiar inteiro. Afoito, já foi bombando com tudo. -Mete bem devagarzinho.- Eu ordenei. Ele obedeceu, diminuiu o ritmo. Parecia sofrer com aquilo, de tempos em tempos começava a acelerar, e eu mandava reduzir novamente. Segurava minha cintura e enfiava e tirava devagar. Comecei a rebolar e ele não aguentou. Rapidamente tirou seu pau de dentro do meu cu, bateu uma punheta e deixou a minha bunda toda coberta de gozo. Deste dia em diante, durante uns três meses ele foi o meu pós-treino. Passava por mim, me pegava, levava pra sua garagem e me comia bem gostoso.
Reveion foda
Talvez se eu não tivesse ido na cabeça de amiga, aquele réveillon poderia ter sido diferente.
Meu namorado e eu morremos de ciúmes um do outro e temos brigas horrorosas por causa disso. Com um namoro movido pelas fortes emoções, nossas atitudes eram pouco racionais e muito impulsivas. Claro que só resultava em brigas e no Réveillon de 2015 a coisa ficou feia.
Na manhã do dia 31, Nick deixou recado no meu facebook dizendo que estava de cabeça cheia, que nossas brigas estavam demais e que ele estava em Angra dos Reis para virada de ano com sua família. Disse que resolveu de última hora. Pegou seu carro e seguiu viagem dirigindo sozinho pela madrugada.
Fiquei irritadíssima, passei o dia deitada na cama, triste. Só me restava ficar com minha família e tentar curtir o ano novo na casa da minha vó com meus parentes.
Por volta das 16h, fui dar uma olhadinha no face pra saber das novidades. Quando olho no perfil de Nick, quase tenho um treco. O safado sem se importar com minha dor, estava postando fotos maravilhosas da praia Grande agarrado com duas de suas primas loiras e lindas. Tinha que ver a ousadia das fotos! A mãozinha dele, os beijinhos delas e outras safadezas. Fiquei mal de verdade, que ciúmes! Quase morri de tanto chorar! Os comentários nas fotos foram um ingrediente a mais na minha dor.
Algumas de minhas amigas começaram e me perturbar no bate papo, perguntando se eu tinha terminado um namoro de quatro anos. Elas sabiam que eu namorava Nick desde os meus treze anos e estava sofrendo muito. Camila não se conformou com a conversa virtual e foi até minha casa pra me ajudar a melhorar o ânimo, sair da cama e me convencer a ir com ela pro resort Aldeia das Águas e passar o réveillon junto com nossos amigos.
Camila era uma loirinha muito doida, adorava uma balada e bebia todas. Enfim, depois de algum tempo, os argumentos de minha amiga conseguiram me convencer a ir com ela pro Aldeia.
Eu estava muito triste, mas mesmo assim, tive ânimo para me aprontar para a festa de fim de ano. Vesti um vestido branco com detalhes prateados e bem curtinho. Modéstia à parte, fiquei linda dentro do vestido de alcinhas e soltinho no corpo. O tecido de seda permitia que minhas curvas fossem delicadamente delineadas e o decote favorecia os seios de colo bronzeados e mostrava marquinha de biquíni. Por baixo do vestido, apenas uma pequena calcinha sem elástico para não marcar o tecido.
Meus cabelos soltos, negros e com grandes cachos nas pontas atingiam um pouco acima da cintura. Sandálias de salto prata, maquiagem, acessórios e um leve perfume. Fiz questão de me arrumar assim, extravagante, com um modelito que chamasse atenção. Eu queria causar naquele réveillon.
O lugar estava maravilhoso, um clima agradável com muita comida, bebida e muita música. Camila e eu estávamos com nosso grupo de amigos dançando frente a piscina de ondas. Percebi que tinha um moreno alto, forte e musculoso me olhando.
Sinceramente, ele era o homem mais gato da festa. Ele usava tênis, bermuda e camisa branca, estava próximo ao bar com um copo na mão e completamente sozinho. Não acreditei que ele pudesse ter algum tipo de interesse. Sei que sou uma morena bonita, tenho meus atributos de mulher gostosa. Mas não imaginava que pudesse cair na minha um cara daqueles.
Camila logo percebeu e me incentivou a conversar com ele caso ele se aproximasse. O cara era bonito, mas eu não estava afim, meu objetivo naquele lugar era apenas para tentar tirar da cabeça e do coração o safado do meu namorado. Para isso, bebia muita caipirinha e dançava como nunca.
Alguns minutos se passaram me distraí e quando olhei o moreno não estava mais lá. Continuei com meus amigos bebendo e dançando. De repente, percebo um homem atrás de mim. Estávamos dançando de costas um pro outro. Ele me esbarrava toda hora e às vezes se esfregava em mim. Aquilo me incomodou e virei pra olhar diretamente para ver quem era o chato e inconveniente que me perturbava tanto. Era o moreno bonitão, aquele homem maravilhoso.
Camila ria da minha cara, pois entendia que o gostosão estava na minha. Disse pra eu dar mole e deixar rolar. Depois de algumas caipirinhas eu já não era mais a mesma. Eu dançava, bebia, mas minha mente estava bem distante dali, imaginando o que meu namorado estava fazendo com suas primas vadias.
Aos poucos, ele veio sorrindo, se aproximando e falou ao meu ouvido:
- Tu é séria assim mesmo? Não vai me dar um sorriso?
- Não tenho muitos motivos para sorrir! Hoje quero beber todas, pra espantar minhas tristezas!
- Minha boca tem um poderzinho que remove tristeza! … Apenas um beijo e adeus tristeza!
- Ha ha ha!… tá se achando demais heim!
- Desculpe, não beijo estranhos!
- Muito prazer! Sou Renan, agora já pode me beijar!
Me distanciei um pouco e fiquei em silêncio, mas Renan ficou ao meu lado, infiltrado no meio de meus amigos, se socializando. Não demorou muito, aquele gato musculoso, dono de uma boca carnuda maravilhosa, me puxou e me tascou um beijaço na boca, que pegada! Minha nossa! O jeito que se abaixou pra me abraçar forte até me levantar do chão, me tirou o fôlego. Fui pega de surpresa. Que beijo delicioso!
Quando acabamos de nos beijar, fomos nos sentar junto a uma mesa próxima ao bar. A conversa fluiu junto com mais uns beijos deliciosos e mais copos de caipirinha. Contei a Renam os motivos da minha tristeza e ele me contou que era um engenheiro, morava no Rio de Janeiro, tinha 28 anos e se hospedou no hotel do resort apenas para a passagem do ano novo. Ele disse que gostava de sair assim, sozinho.
Fui ficando cada vez mais alterada pela bebida e, no meio da conversa, Renam percebendo minha fraqueza pela bebida, me perguntou se eu já conhecia os apartamentos do apart-hotel do resort. Respondi que não. Então ele se levantou da cadeira, me puxou pela mão dizendo que estava na hora de reparar a situação e me levou pro seu apartamento.
Quando chegamos lá, Renam começou a me agarrar e me beijar com voracidade. O homem foi me levando para o quarto embalado pela volúpia, apertando seu corpo contra o meu, beijando meu pescoço.
No quarto, Renan começou a puxar meu vestido para cima afim de tirá-lo de mim. Eu estava molinha pela bebida mas tentei resistir:
- Por favor, Renan! Não!
- Deixa de bobeira, vamos aproveitar!
- Acho melhor não! Tenho namorado, vamos embora!
- Que isso gata?! Nós só vamos nos divertir um pouquinho!
- Sinto muito, mas não vai rolar!
Enquanto falávamos, Renan me segurava com força e eu tentava me soltar de seus braços. Ele era alto, forte e estava transtornado. Não consegui evitar que ele me arrancasse o vestido, me deixando apenas de calcinha. Naquele momento vi o instinto animal aflorando de dentro de Renam.
O morenão ficou tarado ao me ver quase nua. Chupava meus seios com gana, massageava-os com as duas mãos. E eu tentando resistir o tempo todo. Eu não queria ir além dos beijos, meu namorado não me saia da cabeça e o arrependimento me tomou por inteira. “Que ingenuidade a minha de achar que um homem me levaria ao quarto dele apenas para me mostrar a decoração”!
Aquele macho enfemeado me jogou na cama, puxou e tirou minha calcinha com violência. A bebida havia tirado minhas forças. Estava difícil resistir. Quando ele viu que minha bucetinha tinha apenas um pouco de pelos no púbis, ficou doido. Se aproximou para abrir minha buceta e apreciar o grelo delicado. Em seguida ele enfiou a cara nela e chupou ela todinha, deixando-a muito melada.
Embora estivesse muito excitada, implorei para que ele parasse. Mas ele continuava, ignorando minhas súplicas. Eu não queria trair meu namorado daquele jeito.
O moreno tarado arrancou suas roupas jogando-as no chão, subiu em cima de mim e deitou-se sobre meu rosto enfiando seu pau na minha boca. Fiquei sufocada com aquele cacete enorme fodendo minha boca como se estivesse metendo numa vagina. Aquela cabeçorra socava o fundo da minha garganta me causando ânsias e saliva em excesso. E ele gemia:
-Ahh! Que boca deliciosa! Chupa tudo putinha!
O safado socava mais e mais, sua respiração ficou cada vez mais ofegante. Então ele deu urro e gozou. Era tanto esperma que não deu para engolir tudo, transbordou um tanto que escorreu pelo meu rosto.
Ainda não satisfeito e como se não tivesse gozado toda aquela porra, ele continuou com o pau muito duro. Depois se deitou sobre mim, ficando na posição “papai – mamãe” e pincelou minha xoxotinha.
Contrariando contra minhas vontades, minha buceta babada estava latejando. O pau dele deslizava sobre a fenda roçando meu grelinho.
Me bateu um desespero e comecei a me debater na cama. Embora estivesse com muito tesão, não queria que ele me penetrasse. Não podia. Fiquei cansada de tanto gritar e me espernear. Contudo, ele facilmente me segurou pelos braços e com suas pernas me conteve imobilizada embaixo dele:
- Sossega!! Quer se machucar?!
- Não, por favor! Para com isso!
- Fica quieta sua puta! Não adianta gritar!
Fiquei exausta, sem ar e sem forças. Renan continuou pincelando até a cabeça tentando encaixar na entrada da minha xoxota. Quando conseguiu, enfiou todo aquele cacete nela. No início ele meteu lentamente, mas depois ele socou com força o quanto quis, por bastante tempo, até me deixar esfolada.
Mesmo assim, não me contive e gozei naquele pau grosso socado até o talo na minha buceta traidora. Renam sentiu minha gozada silenciosa e ficou mais excitado ainda. Ele gemia, respirava forte e rápido.
Com habilidade ele me virou e me colocou de bruços. Eu estava com a buceta encharcada e seu pau estava muito molhado do meu mel. O moreno tarado agora mirava no meu cuzinho.
Eu não oferecia mais resistência, apenas aceitei contrariada as investidas do brutamontes. Ele começou colocando seu pau entre minhas coxas deslizando seu pau que aos poucos invadia minha bunda posicionando a cabeçorra daquele pau enorme no meu anelzinho, até começar a forçar para entrar.
Aquele cacete foi me rasgando aos poucos. Senti dor. Ele meteu tudo dentro do meu cuzinho sem dó. Nunca tive um pau tão grande metendo com brutalidade dentro de mim como aquele. Ele estocava com força.
Renan, sem tirar o pau de dentro do meu cuzinho, mudou de posição mais uma vez. Me colocou de lado e ficou atrás de mim. Abriu minhas pernas e com seus dedos, esfregou meu grelo ao mesmo tempo que violava meu cu.
Ele estimulava meu grelinho sem parar e o pau dele atolado no meu rabo, socando com pressão durante muito tempo o que me obrigou a gozar pela segunda vez. Minha buceta traíra contraiu descontrolada várias vezes.
A pica daquele tarado pulsou forte, jorrando porra quente dentro de mim. Ele parecia um animal, bufando, urrando atrás de mim. Meu coração disparado. Fiquei exausta, toda ardida e louca para sair dali o mais rápido possível. Ele extasiado e deitado ao meu lado disse:
- Agora pode ir, putinha gostosa; já te comi do jeito que eu quis!
As lágrimas escorriam pelo meu rosto silenciosamente. “Por que eu ainda tinha que gozar no pau de um filho da puta que me violou”?
As sandálias nem saíram dos meus pés. Vesti minha roupa e saí em desespero do apartamento daquele homem. Há tempos que o dia tinha amanhecido e Camila me esperava ansiosa com nossos amigos para irmos embora. Eu chorava tanto que não conseguia falar. Mas como eu já estava arrasada mesmo, eles pensaram que minha tristeza era por causa da situação do meu namoro.
Cheguei em casa e meus pais não estavam lá. Fui direto tomar um banho que durou uma hora. Depois fui para meu quarto e me joguei na cama sem me secar, sem me vestir. Apenas chorava sem parar. Minha surpresa foi tão grande quando Nick entrou no meu quarto, aí que eu chorei ainda mais. Fiquei muito emocionada. Estava tão desnorteada que esqueci de trancar a porta e meu namorado entrar sem bater.
Jessika Carolina….