Amor é bom quando é sem pressa, com calma, degustando cada pedacinho, como se fosse uma torta de morango. Tem que ser pra sempre, mas, se não for, tudo bem. O importante é que existiu.
Carlos Drummond de Andrade. (via inverbos)

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Amor é bom quando é sem pressa, com calma, degustando cada pedacinho, como se fosse uma torta de morango. Tem que ser pra sempre, mas, se não for, tudo bem. O importante é que existiu.
Carlos Drummond de Andrade. (via inverbos)
Eu não conseguia ouvir mais nada no mundo além de você. E, naquele momento, estava tão frio e tão silencioso… E eu te amava tanto.
O Teorema Katherine. (via inverbos)
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades. Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei. Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser. Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro. Sinto saudades do futuro, que se idealizado, provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser. Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito! Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre. Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter. Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram. Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências. Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer. Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar. Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar. Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade. Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que… não sei onde… para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi… vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades em japonês, em russo, em italiano, em inglês… mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil, só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota. Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria, espontaneamente quando estamos desesperados… para contar dinheiro… fazer amor… declarar sentimentos fortes… seja lá em que lugar do mundo estejamos. Eu acredito que um simples “I miss you” ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua, nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha. Talvez não exprima corretamente a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas. E é por isso que eu tenho mais saudades. Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos. Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis. De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência.
Clarice Lispector, Saudades. (via inverbos)
Mas, dá pra ver, nós seríamos um grande casal, você sabe, se houvesse alguma possibilidade.
Gabito Nunes. (via segredou)
A vida é como um piano. Teclas brancas representam a felicidade e as pretas as angústias. Com o passar do tempo você percebe que as teclas pretas também fazem música.
A Última Música. (via alentador)
Todo mundo tem suas manias, eu tenho as minhas. Mania de mexer no cabelo de 5 em 5 minutos, falar alto, encarar quem me olha demais. Mania de pensar demais em você, de acreditar em horas iguais, mania de ficar imaginando coisas antes de dormir, mania de rir por bobeira e de chorar de nervoso, aliás, mania de chorar por tudo, mania de escutar uma música e ficar me imaginando nela, mania de mudar de humor constantemente, mania de ver minha vida como se fosse um filme, na maioria das vezes um conto de fadas que ainda vai ter um final feliz, mania de ter medo de tudo, de falar o que eu sinto e de te perder. Mania de pensar no que já fiz, mania de repeti-las mesmo que me arrependa. Mania de precisar ter você do meu lado.
Tati Bernardi. (via readmitir)
Você pode amar uma árvore, um peixe, até um desconhecido, mas quando se trata do amor de uma vida, esse só existirá se houver reciprocidade, troca.
Elisa Bartlett. (via garoto-de-mochila)
Sem razões, sem porquês, só você e eu.
Taylor Swift. (via r-inunciare)
Boa parte das noites acabou caindo em um padrão. Ela discutia, pegava sua bolsa e saía porta afora. Era efetivo; havíamos vivido juntos e nos amado por muito tempo. Era normal que aquilo me afetasse, e afetava de fato. Mas eu sempre a deixava ir e me sentava impotente na cadeira e bebia meu uísque e ouvia um pouco de música clássica no rádio. Eu sabia que ela estava lá fora e sabia que havia mais alguém na jogada. Não podia fazer nada para evitá-lo, era preciso deixar que os eventos tomassem seu próprio rumo.
Charles Bukowski. (via oxigenio-dapalavra)
Eu gostaria de poder deitar no teu abraço. Lá colocar uns lençóis e fazer morada.
Juliana Azevedo. (via inquietud-e)
Já me disseram coisas que até hoje não fui capaz de esquecer.
Renato Russo (via corroendo)
Amar é quando sei que você vai me ver e fico ensaiando um jeitinho pra passar na sua frente.
Neto Monteiro. (via carencias)
E ela chorou, chorou a noite toda. Tudo isso porque em meio a 7 bilhões de pessoas não tinha uma para ouvi-la desabafar e dizer “eu te entendo, tudo vai ficar bem”.
Demografar. (via d-istanciada)
É engraçado e ridículo quando a gente começa a gostar de alguém e acha que tudo o que o outro faz é um sinal ou uma pista.
Caio Fernando Abreu. (via pushhed)