Conversando a gente se entende
Prendi a bike em um poste e fui almoçar. Na volta, soltei a bike e iria voltar a pedalar. Distraído, quase bato a bike em uma idosa que caminhava. Ela resmungou e parou para reclamar.
Reconheci que errei. Pedi desculpa. Ela reclamou que sequer buzina eu tinha na bike. Falei que nessa bike eu não tenho buzina porque essa uso para viajar e saí com ela por causa do para lamas, já que ameaçava chover. Além disso, mesmo sem buzina eu tenho freios.
Ela reclamou que já viu pessoas atropeladas por bicicletas "nessas faixas que fizeram". Repeti que melhor seria as pessoas irem mais devagar e frearem. Ela começou a mudar a expressão fácil.
Arrematei que por sorte as pessoas foram atropeladas por bicicletas. Se fossem atropeladas por carros ou motos poderiam se machucar mais ou ate morrer.
A idosa sorriu. Agradeceu as ideias. Falou que escreve poesias e que achou bonito o que falei. Depois abençoou meu caminho e desejou boa tarde.
-Guilherme Moraes da Silva










