Jeremy Irons & The Ratgang Malibus, Muñoz, The Muddy Brothers, 05/12/2015
Festival Banana Progressyva 2015 Superloft, São Paulo
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Stranger Things
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祝日 / Permanent Vacation
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❣ Chile in a Photography ❣
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Jeremy Irons & The Ratgang Malibus, Muñoz, The Muddy Brothers, 05/12/2015
Festival Banana Progressyva 2015 Superloft, São Paulo
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Whitney Shay & Igor Prado, Centro Cultural São Paulo, 29/11/2015
My first time shooting Micro Four Thirds. It will definitely take some time to adjust but so far so good.
Tomei vergonha na cara e troquei minhas fotos da parede...
#grumpymondays
O dia em que o rock venceu em ambos os lados da ponte (Millencolin, 14/11/2015, Carioca Club, São Paulo)
Örebro, em sueco, significa algo como “ponte da moeda”. A palavra também é o nome da cidade de origem do MILLENCOLIN. Ironia ou não, dos dois lados do Rio Pinheiros a cidade de São Paulo recebia dois shows quase que simultaneamente e, ainda que os públicos sejam diferentes, as bandas disputam uma boa parte da mesma faixa etária. Numa noite em que o PEARL JAM tocava para um Morumbi cheio, com muito menos pompa e alarde o MILLENCOLIN não fez por menos e esgotou os ingressos no Carioca Club para a tristeza de vários fãs que, aos quarenta e cinco do segundo tempo e toureando os ônibus que passavam em alta velocidade pela via, tentavam a sorte junto a algum fã com algum ingresso sobrando.
A banda sueca, que promove seu último álbum, True Brew, deu aos fãs um smorgasbord de músicas antigas e sucessos, mas com uma dose grande do último trabalho, no qual é possível ver sintomas de amadurecimento e até alguma instrospecção, como na letra da boa Sense & Sensibility. Os fãs do MILLENCOLIN são fieis e devotos de todo o catálogo da banda, mas fica evidente que os sucessos de Pennybridge Pioneers ainda são o alicerce do setlist, seja no início com Penguins & Polarbears e Fox ou no golpe de misericórdia com o sucesso No Cigar.
Numa noite em que pairava uma estranha sensação e a ainda vívida lembrança da banda que fora silenciada pelos Kalashnikovs odiosos em Paris na noite anterior, aqui em São Paulo válvulas, cordas e baquetas falaram mais alto e formaram a ponte que ligou ambas margens do rio na vitória do rock nessa noite de música em São Paulo.
Setlist:
Egocentric Man
Penguins & Polarbears
Twenty Two
Fox
Sense & Sensibility
Happiness for Dogs
Bullion
Man or Mouse
True Brew
Dance Craze
Olympic
Bring Me Home
Cash or Clash
Autopilot Mode
Kemp
Mr. Clean
Black Eye
Leona
Duckpond
Lozin' Must
Farewell My Hell
The Ballad
No Cigar
(Com os agradecimentos à The Ultimate Music e à Radio & TV Corsário pelo credenciamento)
Muse - Drones Tour - outubro de 2015
(matrerial para publicação no Whiplash.net)
Muitos de nós acreditamos que aquilo que você escuta até uma certa idade é aquilo que forma o seu gosto musical. De forma geral, tendo a concordar com isso e o Muse foi a última das minhas bandas favoritas. Posso estar enganado, mas desde então ouvi muita música magnífica e, por mais esforço que eu fizesse, nunca mais atravessei a linha que separa o frio respeito do apreciador casual da adoração de fã. Não me recordo exatamente, mas em algum ponto do ano de 2002 alguém me falou, via ICQ (?!), para que eu ouvisse um disco com uns desenhos que, para mim, até hoje são umas traves de futebol americano. Para efeito narrativo, teria sido mais legal o amor à primeira vista, mas infelizmente não foi. O disco da capa amarela ficou encostado em alguma pasta do HD do computador por um tempo junto com um monte de outras coisas que eu nunca devo ter ouvido (discografias completas de coisas como OCEAN COLOUR SCENE ou algum obscuro disco solo do Scott Rockenfield). No ano seguinte me avisaram que o tal do MUSE havia lançado outro disco. Meio resistente, dei uma chance e aí, logo de cara, começou o “problema”. O Origin of Symmetry -- o disco amarelo -- é um clássico entre os fãs e hoje certamente é tocado em casa mais do que deveria, mas sempre fui atraído por álbuns em que o exagero, a megalomania e a grandiosidade prevalecem (os Illusions do GUNS N’ ROSES, o Mellon Collie dos SMASHING PUMPKINS e, para dar dois exemplos na seara do metal, o Seventh Son do IRON MAIDEN ou o Scenes From a Memory do DREAM THEATER). O Absolution certamente tinha os riffs de guitarra de Stockholm Syndrome, o “quasiprog” de Butterflies and Hurricanes e os timbres gigantes de bateria de Apocalypse Please (todo disco com tambor gravado de dentro da piscina é automaticamente bom); o que me fisgou, no entanto, foram o riff de baixo, o refrão e -- mais importante -- um Chad Smith do fim dos dias encarnado em Dominic Howard descendo o porrete em Hysteria. O MUSE pode não ser a minha banda favorita, mas certamente é a mais importante num aspecto em particular: foi com esses ingleses porta-vozes da distopia e do apocalipse que estabeleci uma ligação entre a minha geração e os fãs mais novos. Com o MUSE, aquela (bem questionável) autoridade do fã mais velho perante o mais novo não existe e, assim, viro moleque novamente. Para além do registro jornalístico, as fotos que apresento aqui são as lembranças de viagem de um fã em meio à correria de quem está acompanhando uma das suas bandas favoritas. Quem é fã sabe que a experiência de ir a qualquer show de rock vai além das duas horas que você fica de frente para a banda: acordar cedo de ansiedade, não ter cabeça para trabalhar, a cerveja na fila com os amigos, a ressaca afônica no dia seguinte e, o mais importante, o frio na barriga naquela hora em que a luz apaga de uma vez e o show começa. Sendo fã ou não, se você se identificar pelo menos um pouquinho com esse sentimento ao ver essas fotos, dou por cumprida minha missão fotográfica. (Com o agradecimento à T4F pelo credenciamento para os shows. Um salve em espcial ao colega Ton Müller, grande fotógrafo!)
Gamma Ray, 04/10/2015, Carioca Club, São Paulo
Kai Hansen aka "God amongst the men" along with his fellow knights never failing to deliver with a concoction of double bass, hellish screams, twin guitar harmonies and a shitload of singalong. Five minutes in and it's 1995 all over again!
Check the full set at facebook.com/fernandoyokotafotografia
©Fernando Yokota 2015 All rights reserved Todos os direitos reservados
Nightwish, São Paulo, Tom Brasil, 26/09/2015
Full set can be seen at https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/albums/72157659161586072
(photos for the Whiplash.net website)
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MONO, Overload Music Fest, 06/09/2015
Quando saio para fotografar uma banda que não conheço, dou uma ouvida antes para saber do que se trata. No caso do MONO, ouvi umas músicas e, sendo bem sincero, passou batido. Na hora da coisa ao vivo, contudo, foi uma inundação de melancolia que me pegou de calças curtas.
Alguém falou qualquer coisa sobre ter visto um show de "emo instrumental" ou coisa do tipo. Respeito a opinião, mas eu talvez discorde por ter visto a melancolia retratada como um ente em terceira pessoa noset dos japoneses. No caso do emo, a temática talvez seja mais de uma tristeza local, contingente e particular (um relacionamento que chegou ao fim, a crueldade com os animais, a violência no mundo, etc.), e não da melancolia da qual o Espinosa, por exemplo, tratava, como sendo um total estado de apatia.
Esse vazio, como se alguém tivesse colocado um aspirador de pó ligado na minha boca, foi o que eu senti vendo o MONO. Deixar de se sentir o Sísifo por uns instantes e trocar o peso da pedra rolada montanha acima pelo vazio foi uma experiência, no mínimo, relaxante.
A fotografia em questão, longe de ser um primor técnico, foi a minha favorita do dia. Tecnicamente, mostra a total falta de ideia do que fazer com a câmera na mão naquele momento; por outro lado, foi um retrato bacana do que eu sentia naquele momento. Geralmente, fotografar vale por conta dessas pequenas coisas.
Overload Music Fest, 05 e 06/09/2015
(set inteiro aqui)
Registro de dois dias de princípios de hipoglicemia paliativamente curados com cocadas e pés de moça que misteriosamente apareciam nos bolsos, uma lente revoltada que decidiu parar de funcionar no meio de um show e a desafiadora fumaça de palco em abundância. Por outro lado, é o testemunho da minha já favorita surra musical do ano na cidade.
Muito bom rever os amigos, falar de axé e pagode em nome do deus Zueira e entrar no pit perdendo de três a dois no dérbi e sair de lá com o jogo empatado. Foi tudo muito bacana; as fotos, nem tanto. De qualquer forma, aqui vão elas.
PS – Não aguento mais ver luz vermelha.
(fotos para o Whiplash.Net. Com os agradecimentos à THE ULTIMATE MUSIC pelo credenciamento e à Overload pela acolhida)
A arquibancada do CEPE
Não sei antigamente, mas hoje a arquibancada do CEPE é tudo menos uma arquibancada. No máximo, um perdido ou outro sobe e desce seus degraus com as quinas já comidas pelo esquecimento para treinar não sei o que das pernas. Tampouco pode ser demolida pois, se não tem mais gente em cima dela, embaixo abriga salas e vestiários. É uma senhora cheia de responsabilidades para as quais seus degraus e a forma em meia-lua nunca foram imaginados. Cansada das dores estruturais e das infiltrações, pensou em desistir e desabar por conta própria, mas lhe alertaram quanto às suas responsabilidades e, desanimada, desistiu de desistir. Hoje, a arquibancada o CEPE não vive: ela simplesmente espera.
Boogarins, 27/08/2015 Centro Cultural São Paulo Quinta à noite, previsão de chuva. Quem apareceria para um show às sete no CCSP tendo que encarar o trânsito e o metrô entupido de gente? Bom, TODO MUNDO apareceu, porque tinha gente até do lado de fora da sala para ver o show. Como pedir licença para um fã literalmente em transe porque você tem que passar para fazer umas fotos? Você precisa das fotos mas o cara precisa botar a zica da vida miserável pra fora (nada mais justo). Na verdade, é uma situação comum quando se fotografa no meio da plateia, mas dessa vez foram várias as tentativas de comunicação entre o plano das coisas (eu) e o das ideias (o público). Desde os tempos da faculdade de filosofia, transcendência nunca foi minha especialidade. Da parte fotográfica foi um pouco tenso: o show foi filmado e o crew estava com MUITAS câmeras, incluindo varias REDs (que o padawan da videografia aqui nunca tinha visto antes ao vivo). Entre câmeras bacanudas e o público em elevado estado espiritual, isso aí foi o que consegui trazer para casa. Tem dia em que o cara chuta pro gol mil vezes e a bola não entra. Ontem não deu pra mim. (fotos para o BlogduDurr, com agradecimentos ao Nelson pelo credenciamento)
©Fernando Yokota 2015 Todos os direitos reservados All rights reserved
Glenn Hughes, 16/08/2015, Carioca Club
(set inteiro em https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/albums/72157657384548046)
O milagre do conatus Nas aulas de filosofia aprendi sobre um negócio chamado "conatus". Para não começar uma digressão sem graça, resumo assim: quanto menos "conatus", menos vontade de viver. O meu estava no volume morto no domingo. Não estava a fim de nada e o trajeto de casa até o Carioca Club nunca havia sido tão longo e penoso como nesse domingo. Só que aí o Glenn Hughes entrou no palco e a coisa foi muito séria. Ninguém vivo canta mais que Glenn Hughes. Lembrei do Dio, que nunca vi ao vivo. Pelo menos não cometi a mesma cagada duas vezes e, feliz, fui testemunha do impossível sendo operado com pregas vocais que são tudo menos humanas. Salvou meu domingo e meu reservatório de "conatus". (com os agradecimentos à The Ultimate Music e à Overload pelo credenciamento) Carioca Club, São Paulo ©Fernando Yokota 2015 All rights reserved Todos os direitos reservados
Galeria do Rock, entre luzes e sombras (julho de 2015)
(série completa em https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/albums/72157657387775812 ou http://fb.com/fernandoyokotafotografia)
A Galeria é um lugar em constante mudança, que reflete tendências comportamentais, sociais e econômicas de um tempo ao qual o fotógrafo, de alguma forma, está atrelado; ademais, e não menos importante, como frequentador, sempre fui mais assíduo nos andares mais relacionados ao rock; e, por fim, o olhar fotográfico é algo fundamentalmente subjetivo e particular. Não haveria, portanto, como fazer um registro definitivo de um lugar como a Galeria do Rock.
Se as lojas do primeiro e segundo andares são o lastro para que o local seja chamado de Galeria do Rock, esta não se resume a isso: das oficinas de silk screen no quarto andar às lojas de artigos para grafite ou os cabeleireiros do subsolo, tudo deve ser considerado como tecido formador das Grandes Galerias, como era originalmente chamada. Iletrado quanto ao que se passa nos outros andares, sei que se trata de uma coleção de fotos que não representa a Galeria em sua plenitude. Ainda assim, tentei uma tímida incursão nos “andares desconhecidos” àqueles que, como eu, tendem a passear mais pelos andares mais vinculados ao rock.
No quarto andar, conheci o seu José Castro, que hoje deve ser o mais antigo dos lojistas da casa (excluindo um breve período em outro lugar, seu José tem mais de 50 anos como alfaiate na Galeria). Com fita métrica sobre os ombros e um brilho nos olhos, me contou que era compositor e que escreveu um dos mais conhecidos jingles de campanha eleitoral, do eterno candidato José Maria Eymael (“o democrata cristão”).
Vi as lojas que vendem (e compram) cabelo, as de hip-hop e os vários estúdios de tattoo. Entrei nas lojas incríveis que vendem latas de tinta e por um momento lamentei por ter decidido fotografar em preto e branco.
Queria fotografar a Baratos Afins e o Luiz Calanca, o cara que praticamente deu à luz o metal nacional em sua forma prensada (no mês passado, em duas noites com ingressos esgotados, foram comemorados os 30 anos das pioneiras coletâneas SP Metal). Comecei a ouvir as histórias do Luiz (ele poderia compilar aquilo tudo e editar um livro) e quase esqueci do motivo de eu estar lá. Pude conversar um pouco com o Fausto da Die Hard, que tantas nas inhas memórias de adolescente se resumia a uma cabeça que ficava atrás de um balcão muito alto e forrado de CDs (talvez ele não se lembre mais, mas ele quase assinou com uma banda de amigos meus). Queria uma foto da Hellion, mas decidiu a fortuna que eu estivesse lá exatamente na semana seguinte ao fechamento do tradicionalíssimo ponto do metal na Galeria.
Em dois dias, pude olhar o lugar com mais calma e reparar no painel do artista italiano Bramante Buffoni acima do hall dos elevadores no térreo. Aprendi que cada andar tem um desenho diferente para o chão de cada andar (repare nisso em sua próxima ida). Como fotógrafo, fui presa fácil para as curvas desenhadas pelo arquiteto Alfredo Mathias e que tanto caracterizam visualmente a Galeria.
Vendo em retrospectiva, faltou um bocado de coisas e de pessoas e a culpa é toda minha. Para um fotógrafo, a Galeria é como pegar areia com as mãos: um monte de fotos incríveis escapa pelos dedos o tempo todo.
Por fim, agradeço ao Marcone, da assessoria, e ao seu José pela autorização e atenção. Agradeço a todos os lojistas que acolheram este maluco escondido atrás da câmera. Como fotógrafo de shows e de rua, meu desejo de juntar as duas coisas finalmente foi realizado e agradeço por isso.
Espero que vocês curtam!
Sleeping with Sirens, 15/08/2015, Carioca Club
(set completo em https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/albums/72157656924300288)
Em seu giro sulamericano, o SLEEPING WITH SIRENS passou por São Paulo neste fim de semana com seu rock que os mais chegados em rótulos costumam chamar de “post hardcore”. Dada a alta procura de ingressos, foi incluída uma data extra na Clash Club ocorrida no dia anterior.
Para a alegria dos espectadores, a maioria de garotas com não mais que dezoito anos, e para o olhar preocupado de alguns dos vários pais que olhavam mais ao fundo quando o vocalista Kellin Quinn decide puxar um coro de impropérios em inglês (verdade seja dita, alguns deles se divertiam junto), a banda executou basicamente o mesmo repertório de suas últimas apresentações.
A soma do fato de ser a primeira visita da banda ao país com a fila que se formava do lado de fora com uma antecedência não muito comum para shows no local transformou o Carioca Club num caldeirão hormonal e a banda não teve muito trabalho para, depois do resoluto set, mandar os fãs contentes para casa. Para este bolorento, neandertálico e antiquado reporter/fotógrafo, ainda que, digamos, não tenha a banda figurando em sua lista de favoritas, é sempre revigorante ver os mosh pits pulsando, jovens e renovados, independente da trilha sonora.
De negativo, fica apenas um registro: quase no fim do show, Quinn atendeu ao pedido de um fã para subir ao palco e cantar com a banda, que por sua vez pedira ao vocalista para que desse um abraço em sua namorada. O vocalista perguntou se ele não a pediria em casamento ali no palco e, se a desenvoltura sobrou para o rapaz na hora de cantar, quando Quinn colocou a bola na marca da cal o fã pediu para não bater o pênalti. Fica para a próxima...
Setlist:
Kick Me
Do It Now Remember It Later
We Like It Loud
Go Go Go
Tally It Up, Settle the Score
Fly
Gold
The Strays
Scene Two: Roger Rabbit
Iris (cover dos Goo Goo Dolls)
Parasites
Better Off Dead
Don't Say Anything
If I'm James Dean, You're Audrey Hepburn
If You Can't Hang
(texto e fotos para o Whiplash.net, com o agradecimento a The Ultimate Music e à Liberation pelo credenciamento)
Korzus + Capadocia, 26/07/2015, Centro Cultural São Paulo
(fotos em https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/sets/72157654109971994)
Uma noite antes, o Krisiun veio e destruiu tudo. No dia seguinte o Korzus trouxe a galera do Capadocia e destruiu tudo de novo.
Das coisas mais legais que pude presenciar nese fim de semana, lembro aqui do mosh pit no fundo da sala. Quem conhece o lugar sabe que ali fica um piano de cauda que não deve custar barato. Foi bacana ver a galera afastando, com todoo cuidado, o piano para promover o exorcismo da zica com toda a propriedade e consciência da preservação da coisa pública.
Até tentei fazer umas fotos, mas eu não sei fazer essas fotos lindas de mosh pit que a galera faz. Deixei uma foto aí e foi o melhor que eu consegui. Vale pelo registro.
Fotograficamente falando, nunca corri tanto atrás de músico no palco. Na mesma noite, um palco em forma de U (Capadocia) e outro na forma de um O (Korzus). A noite acabou junto com meus joelhos.
Fim de semana classudo no CCSP com a zica devidamente tirada. Magnífico.
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Krisiun, 25/07/2015, Centro Cultural São Paulo
(fotos em https://www.flickr.com/photos/fernandoyokota/sets/72157656406703175)
Hoje não vou gastar o verbo explicando como foi a coisa: a primeira foto explica tudo.
ENTRETANTO, se a ocasião me permite uma pequena nota, que fique registrado que ouvimos Alex Camargo cantando "Parabéns pra você" e Electric Funeral na mesma noite.
Foi o último how da banda antes de partirem para conquistar o mundo mais uma vez. O mundo que se prepare.
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