Meu deus
Eu esbarrei com o Tumblr por algo motivo, e passei o dia relendo todos os turnos. A nostalgia bateu com uma força...... Será se tem alguém que ainda vê Tumblr? oaiwejoia
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Meu deus
Eu esbarrei com o Tumblr por algo motivo, e passei o dia relendo todos os turnos. A nostalgia bateu com uma força...... Será se tem alguém que ainda vê Tumblr? oaiwejoia
[Mesa da ceia - Noite]
O loiro limitou-se a assistir toda a situação.
- Deixe que eles se matem, nenhum dos dois vai te escutar. - Disse à paladina. Simplesmente cruzou os braços e continuou no seu canto.
- Não fale como se não soubesse! – Encarava-o com raiva. Tentava manter o pé bem firme, mas por um momento sentiu o peito dele sumir e o pé foi de encontro com o piso, quebrando parte dele. O que?! Ele é água?, ficou meio confuso, tirando o pé rapidamente antes que o corpo se fechasse. Aquilo era realmente uma técnica interessante, mas não era isso no que estava interessado.
- Elesis não vai gostar de saber que você quebrou as costelas e asa do meu mascote. – E antes que pudesse voltar pra cima do albino, foi empurrado pela paladina e caiu no chão. Caramba, ela é forte… disse mentalmente, levando-se rapidamente depois. Ele entendia que era Natal, mas estava realmente puto com isso.
Realmente, não podiam sair destruindo tudo por ai. Então, fez a coisa óbvia a se fazer. – Eu não vou esquecer do que você fez, e eu sei que foi de propósito. Se queria ver o que eu sei fazer no campo de batalha, ótimo. Vai ver em primeira mão. É bom ter uma entrada pro coliseu e um bom plano de saúde. – Encarava-o seriamente, com certa raiva em sua feição.
Eu não tinha medo da Elesis descobrir o que eu fiz com o grifo, já que eu tinha uma razão boa para me proteger.
Assim que a outra empurrou Jin, eu recompus o meu corpo, trazendo a água do cômodo debaixo. Me sentei logo depois, fitando o lutador e ouvindo o que ele tinha dizer.
Minha primeira reação foi mudar o sorriso do meu rosto, agora era um sorriso um tanto que mais sinistro. Eu tinha conseguido o que queria.
- Se você insiste. - Mantive o sorriso por mais algum tempo e então voltei ao sorriso anterior. - Mas infelizmente teremos que esperar até o fim do ano. - Dei de ombros. - Você sabe, eu ainda quero comemorar todas as festividades.
Holy olhou para Lupus dessa vez com uma cara um pouco chorosa. Queria encerrar as discussões ali e agora, mas não conseguiria.
Quando viu que Azin e Jin definiram que iam disputar em uma luta na arena, ficou satisfeita e bufou. Permitiu que a situação retornasse ao normal…
Embora o sorriso de Azin estivesse macabro.
- Depois das festividades. - Repetiu Holy depois de Azin. - É uma boa decisão.
Não sabia que lado apoiar, mas estava fazendo seu melhor pra preservar o natal.
O loiro deu uma breve olhada na paladina quando a mesma o olhou tristonha e voltou o seu olhar para a briga, mais precisamente no sorriso macabro que um dos lutadores acabara de dar. Cerrou os olhos encarando aquilo.
“Não passa de um psicopata doente.”
- Ótimo, depois das festividades. – Concordou, indo até a mesa para pegar algo para comer. Afinal, estava morrendo de fome e queria subir logo para o seu quarto. – Aproveite as festas. – Disse, de certa forma neutro a ele, se virando para ir embora. Antes, acenou para a paladina e deu um sorrisinho, como quem desejasse Feliz Natal. – E desculpem por isso. – Comentou, mais para Holy do que para os outros dois. Querendo ou não deixou que a raiva interrompesse o natal deles. E deu um breve aceno para Lupus também, por educação. E levando a comida na mão, foi subir para o seu quarto tomar um bom banho e descansar direito, para voltar ao veterinário logo.
[Mesa da ceia - Noite]
- E-eeeeehhh?! Jin! O que está fazendo?? A paladina se desencostou da mesa, mas não interferiu na briga.
O loiro nada disse e nada fez, apenas encarou com uma sobrancelha erguida a agressividade do ruivo pra cima do lutador. Provavelmente ele tinha feito alguma coisa, como ficou claro.Seria divertido assistir.
Ouviu Holy falar algo, mas estava atento no lutador. Ele, apesar de estar com seu pé bem apertado no peito dele, continuava com um sorrisinho cínico. E isso era bem irritante. – Estou bem, ao contrário do meu mascote. – E então deixou que o pé afrouxasse um pouco, embora ainda mantinha o leve aperto. Não queria matá-lo, mas a raiva era tanta que queria mesmo socá-lo muito. E tinha a intenção, mas não ali. – Por que você fez isso?! Ele não fez nada. – E apertou depois, encarando-o bem sério e com um semblante furioso.
Continuei sorrindo enquanto o lutador falava, praticamente prevendo tudo o que ele diria. - Oh, o que aconteceu com ele? - Mantive o sorriso no rosto, e aproveitei o tempo em que eu conseguia respirar bem novamente, ignorando a dor de algumas costelas quebradas. Ouvi atentamente o que ele falava, e quase previ o que faria em seguida. Assim que senti que o outro iria forçar o pé novamente em meu peito, eu abri um buraco onde o pé dele estava, fazendo com que o mesmo pisasse e quebrasse o chão embaixo de mim. - Tal pet, tal dono. - balancei a cabeça, em um sinal negativo. Uma parte circular do meu peito tinha se transformado em água, que agora estava espalhado embaixo de mim. - Elesis não vai gostar nadinha disso. Tinha um buraco abaixo de mim, de onde dava pra ver algo parecido com uma biblioteca, onde a água que meu peito tinha virado caíam como uma goteira ali.
Holy estava começando a ficar irritada com a situação. Estavam quebrando o clima de natal!
- Oi, oi oi oi!! Parem com isso agora! - e empurrou Jin para ele sair de cima do Azin, o suficiente para o Jin cair
- E você, pare de provocar o Jin! - apontou o dedo na direção do híbrido, bem brava. - Levante-se daí!
A paladina deu uma olhada. “Onde estava Elesis? Ela subiu?”
O loiro limitou-se a assistir toda a situação.
- Deixe que eles se matem, nenhum dos dois vai te escutar. - Disse à paladina. Simplesmente cruzou os braços e continuou no seu canto.
- Não fale como se não soubesse! – Encarava-o com raiva. Tentava manter o pé bem firme, mas por um momento sentiu o peito dele sumir e o pé foi de encontro com o piso, quebrando parte dele. O que?! Ele é água?, ficou meio confuso, tirando o pé rapidamente antes que o corpo se fechasse. Aquilo era realmente uma técnica interessante, mas não era isso no que estava interessado.
- Elesis não vai gostar de saber que você quebrou as costelas e asa do meu mascote. – E antes que pudesse voltar pra cima do albino, foi empurrado pela paladina e caiu no chão. Caramba, ela é forte... disse mentalmente, levando-se rapidamente depois. Ele entendia que era Natal, mas estava realmente puto com isso.
Realmente, não podiam sair destruindo tudo por ai. Então, fez a coisa óbvia a se fazer. – Eu não vou esquecer do que você fez, e eu sei que foi de propósito. Se queria ver o que eu sei fazer no campo de batalha, ótimo. Vai ver em primeira mão. É bom ter uma entrada pro coliseu e um bom plano de saúde. – Encarava-o seriamente, com certa raiva em sua feição.
[Mesa da ceia - Noite]
- Claro, nada dá errado em lugar algum. Tirando nos boeiros. - Ele riu mais uma vez, escutando a última frase da paladina. - Você não me causou problema. Alguém rápido tinha que ter servido de isca. - E disse, dando uma breve olhada na sua taça de champagne que tinha deixado largada na mesa. Queria beber mais um pouco, mas não queria ficar bêbado.
- Bueiros? - Eu sentia como se isso fosse uma indireta ou algum tipo de sarcasmo pra mim, mas ao que eu me lembrava, eu nunca tinha tido nenhum envolvimento com problemas em esgotos.
- Você é tão fraco assim pra bebida? - Era a única explicação que eu conseguia.
Eu terminei o meu copo de rum, e, apesar da enorme vontade de encher outro, o mantive vazio. Rum não era uma bebida leve, e eu não queria ficar bêbado e acabar dizendo algo que não queria.
E percebeu que Azin se fez de inocente, fechando um pouco o semblante… e depois olhou pro Lupus, quando o outro falou sobre a fraqueza pra bebidas.
Se Lupus fosse fraco pra bebidas, Holy seria mais ainda, e percebendo isso acabou ficando com o rosto vermelho, envergonhada - Eu… será que eu tô bêbada? … Hein?… - Começou a se preocupar, mas viu os fogos de artifício (praticamente o som de estalinhos) perto da escada, e esqueceu completamente o que estava pensando, passando a rir levemente da cena entre Chaserrot e Flubell.
- Sou eu quem está caindo de tanto beber aqui, Azin? - Ele soltou um sorriso irônico largo; era óbvio que o outro também já estava começando a ficar tonto. Só então escutou a pergunta da outra.
- Não. Ainda não.
O ruivo chegara no QG um pouco cansado. Não havia dormido direito, não havia tomado banho, ficou o dia todo fora e sua roupa estava toda suja de neve. Ao menos sentia os músculos do maxilar relaxarem, seu sorriso incessante já havia terminado. Ao chegar ali, percebeu uma certa aglomeração na mesa e decidiu ir ver o que era. O cheiro estava bom, mas querendo ou não também tinha um cheiro de bebida no ar. Festas… concluiu mentalmente, indo até lá.
Na mesa realmente tinham muitas comidas, e algumas pessoas; Holy, quem conhecera recentemente, Lupus – o qual não se importava – e Azin. Achara que nunca teria mais raiva de alguém do que tinha do Lupus, mas Azin se superou ao mexer com seu mascote. Então assim que o viu, puxou sua cadeira com força e a derrubou com ele ainda sentado, não se importando com as pessoas ou o estado delas. Com ele no chão, pisou no peito dele com certa força, para que ele não se levantasse, e o olhara bem sério, apertando o punho.
- Por que você fez isso?
Havia percebido o ruivo chegando no QG pelo barulho da porta e pelas pisadas fortes que o mesmo deu. Pelo jeito que ele estava andando, eu já imaginava que ele tentaria fazer algo, e também já conseguia deduzir o porque.
Eu tinha um sorriso no meu rosto, antes mesmo do lutador puxar a minha cadeira. Perdi o ar quando o mesmo pisou em meu peito, mas não tentei desviar.
- … - Demorei um tempo pra recuperar o ar. - Feliz natal Jin! Como tem passado? - Apesar da respiração ofegante, o sorriso em meu rosto não se desfez em nenhum momento.
- E-eeeeehhh?! Jin! O que está fazendo?? A paladina se desencostou da mesa, mas não interferiu na briga.
Ouviu Holy falar algo, mas estava atento no lutador. Ele, apesar de estar com seu pé bem apertado no peito dele, continuava com um sorrisinho cínico. E isso era bem irritante. – Estou bem, ao contrário do meu mascote. – E então deixou que o pé afrouxasse um pouco, embora ainda mantinha o leve aperto. Não queria matá-lo, mas a raiva era tanta que queria mesmo socá-lo muito. E tinha a intenção, mas não ali. – Por que você fez isso?! Ele não fez nada. – E apertou depois, encarando-o bem sério e com um semblante furioso.
[Mesa da ceia - Noite]
- Claro, nada dá errado em lugar algum. Tirando nos boeiros. - Ele riu mais uma vez, escutando a última frase da paladina. - Você não me causou problema. Alguém rápido tinha que ter servido de isca. - E disse, dando uma breve olhada na sua taça de champagne que tinha deixado largada na mesa. Queria beber mais um pouco, mas não queria ficar bêbado.
- Bueiros? - Eu sentia como se isso fosse uma indireta ou algum tipo de sarcasmo pra mim, mas ao que eu me lembrava, eu nunca tinha tido nenhum envolvimento com problemas em esgotos.
- Você é tão fraco assim pra bebida? - Era a única explicação que eu conseguia.
Eu terminei o meu copo de rum, e, apesar da enorme vontade de encher outro, o mantive vazio. Rum não era uma bebida leve, e eu não queria ficar bêbado e acabar dizendo algo que não queria.
E percebeu que Azin se fez de inocente, fechando um pouco o semblante… e depois olhou pro Lupus, quando o outro falou sobre a fraqueza pra bebidas.
Se Lupus fosse fraco pra bebidas, Holy seria mais ainda, e percebendo isso acabou ficando com o rosto vermelho, envergonhada - Eu… será que eu tô bêbada? … Hein?… - Começou a se preocupar, mas viu os fogos de artifício (praticamente o som de estalinhos) perto da escada, e esqueceu completamente o que estava pensando, passando a rir levemente da cena entre Chaserrot e Flubell.
- Sou eu quem está caindo de tanto beber aqui, Azin? - Ele soltou um sorriso irônico largo; era óbvio que o outro também já estava começando a ficar tonto. Só então escutou a pergunta da outra.
- Não. Ainda não.
O ruivo chegara no QG um pouco cansado. Não havia dormido direito, não havia tomado banho, ficou o dia todo fora e sua roupa estava toda suja de neve. Ao menos sentia os músculos do maxilar relaxarem, seu sorriso incessante já havia terminado. Ao chegar ali, percebeu uma certa aglomeração na mesa e decidiu ir ver o que era. O cheiro estava bom, mas querendo ou não também tinha um cheiro de bebida no ar. Festas... concluiu mentalmente, indo até lá.
Na mesa realmente tinham muitas comidas, e algumas pessoas; Holy, quem conhecera recentemente, Lupus – o qual não se importava – e Azin. Achara que nunca teria mais raiva de alguém do que tinha do Lupus, mas Azin se superou ao mexer com seu mascote. Então assim que o viu, puxou sua cadeira com força e a derrubou com ele ainda sentado, não se importando com as pessoas ou o estado delas. Com ele no chão, pisou no peito dele com certa força, para que ele não se levantasse, e o olhara bem sério, apertando o punho.
- Por que você fez isso?
O ruivo sorriu, abrindo um pouco a boca para falar algo mas acabou gaguejando antes mesmo de conseguir. Abraçou-a de volta, todo vermelho, e encarou o presente como se fosse a melhor coisa que já havia ganho na vida. - O-Obrigado! E-Eu estava mesmo precisando de uma m-mesmo! - E manteve o sorriso bobo, todo vermelho e sem saber o que falar direito.
- E...F-Feiz Natal! - E deu-a outro abraço.
[ Veterinário em Serdin ]
Foi um caminho demorado para o ruivo até a Veterinária. O clima já não era dos melhores, então o lutador o mantinha coberto o tempo todo, tentando também se manter fora do frio. Embora ainda estivesse sorrindo de maneira incômoda, seu mascote era tudo o que o importava. No caminho pensava o porquê do Azin tê-lo chutado, afinal, ele não fez algo tão grave assim. As perguntas foram sumindo, conforme chegou na cidade.
Jin pediu a senhora que o deixasse num canto que ele conhecia, que fora o veterinário que foi assim quando ganhou o ovo do Léo. Por azar, estava fechado pelo horário, saiu tarde do QG. Agradeceu a senhora, e assim que esta partiu, arranjou um cantinho para deixar o Léo confortável e coberto. E tentou dormir bem próximo, encostado na parede.
No fim, fora acordado pelo próprio pessoal da veterinária, que provavelmente reconheceram os cabelos espetados e vermelhos, mas que estavam praticamente brancos pela neve que caíra nele. Logo que entrou, sorrindo – e o lutador explicou rapidamente que não era culpa dele – e carregando seu mascote com o maior cuidado, deixou-o em uma das mesas dele. Na verdade, eles não tinham uma mesa que coubesse o griffo inteiro, então pegaram algumas mesas móveis menores para suportá-lo.
Enquanto o ruivo via tudo de perto, os veterinários perguntavam o que havia acontecido a ele. E ele explicara, enquanto tomava um chocolate quente para amenizar essa exposição exacerbada a neve. Fizeram alguns exames, como raio-x, e incrivelmente o griffo estava bem quieto para isso. Talvez ficar naquele estado fira o orgulho de uma criatura como os griffos. Ele não estava gravemente ferido ou corria risco de vida, mas a asa e parte da costela haviam sido comprometidas com isso, e ele precisaria passar por alguns procedimentos. Por sorte, ainda era de manhã e não havia mais ninguém no local, mas conforme fossem chegando pessoas, os veterinários teriam de atendê-las.
E então o lutador ficou lá, sentado e esperando , vendo a todo momento como andava seu mascote. E nisso a tarde já ia caindo, embora os veterinários ali já estivessem cuidando dele agora e explicando para o ruivo como aconteceu e como cuidar dele nesse meio tempo. E, por conta dos medicamentos que ele tomou, iria ficar em um sono por quase um dia. Como não podia ficar lá dentro, Jin só pode agradecer a todos ali – com aquele sorriso – e se despedir de seu amigo dorminhoco.
Iria tomar um banho, descansar e estar ali de novo assim que abrisse. Com este pensamentos, pagou outra carruagem de volta – o tempo não havia melhorado – e começou a voltar para o QG.
[Sala de estar - Tarde]
jin-kaien
O ruivo chegou na sala um pouco depois de ouvir o griffo. Ele estava caído um pouco longe do sofá, e o mesmo estava rasgado. Arme já estava ali, e provavelmente quem havia feito aquilo já não estava ali. Mesmo que estivesse morrendo de preocupação, não conseguia tirar aquele sorriso da face, mesmo não sentindo mais tanta felicidade. Ajoelhou-se perto do mascote ferido, vendo Chass e a maguinha tentando curá-lo como podiam. Quem será que fez isso com você?!
- Leo! Arme, o que aconteceu com ele? – Perguntou com um tom meio desesperado, mas aquele sorriso meio bizarro na face. Ele já tinha uma ideia do motivo de isso ter acontecido, embora do jeito que ele estava não justificasse um rasgo no sofá; se ele não tivesse crescido tanto, provavelmente estaria muito pior. Ainda bem que tem o tamanho de um leão...
Não encarava direito a maguinha, se focava em acariciar com cuidado o mascote. Mas eu o deixei sozinho por tão pouco tempo…
arme-chan.gc
Concentrar mana curativo sem o catalisador, lidar com a distração do inseto imaginário e agora a gritaria do ruivo era estresse demais para a jovem maga.
- Aaah, calado, eu preciso de paz aqui! - suas mãos tremeram, jogando mana para lugares aleatórios. Sorte dela (e de todos os presentes) mana curativo não ter efeitos destrutivos quando liberado de tal forma. - Eu não posso fazer muito por ele além de aliviar a dor. Acho que tem um veterinário de criaturas mágicas em Serdin, melhor procurá-lo o quanto antes. - dito isto, olhou para o lutador e seu sorriso bizarro. “Por que está tão feliz?” - … Tá certo que não é tãaaao grave, mas podia pelo menos parecer mais preocupado, né?
Dor de cabeça. Era demais para a maga por um dia. Levantou-se e pegou Chaserrot no colo; até o arlequim parecia mais preocupado com o grifo que o dono.
- Leo estava mordendo o sofá. Joguei uma almofada pra fazê-lo parar mas ele não parou. Aí o Azin, sei lá, tentou empurrá-lo com o pé e exagerou na força - a paranoia de Arme a fazia ter uma visão um pouco distorcida das coisas ao seu redor, por isso não sabia dizer se era ou não intenção do lutador vulpino ferir o grifo daquela forma. - Tá todo mundo muito estranho no QG esses dias.
Ficou mais quieto e tentou se acalmar com a fala da maga, até porque queria que ela fizesse o máximo que pudesse para cuidar do griffo, que ficava até quieto para que ela a fizesse; talvez a porrada tivesse atingido um pouco seu orgulho também. Mantinha o sorriso ainda, e tentou se explicar para a maga quando falou de parecer preocupado.
- Eu estou! - Disse, tentando desfazer o sorriso, mas só fazia caretas bizarras. Suspirou, ainda sorrindo, e coçou o cabelo. - Eu não consigo parar de sorrir, mesmo que eu tente. - Comentou, tentando levantar o griffo; o mesmo até ajudava, mas estava com a pata comprometida, e com o peso de um leão não conseguiria levá-lo até a cidade sem ajuda.
Ouviu a história dela, ouvindo também sobre o que Azin tinha feito. Ergueu a sobrancelha, empurrar com o pé? Levantou-se, tentando fazer o melhor para acariciar seu mascote ferido. - Ele está com uma mania de morder as coisas, eu também tentei fazer ele parar e ele não conseguiu… Mas pelo jeito isso não foi empurrar, foi um chute. - Disse, começando a ficar bravo. Por que o Azin faria isso?!
Embora estivesse bravo, o sorriso ainda era presente na sua expressão. Nem notara o griffo mastigando lentamente parte da sua calça.
Arme deu de ombros.
- De qualquer forma… - revirava os olhos caçando o inseto - Não posso te levar pra Serdin com o Gorgos, seria desconfortável para o Leo. Mas está cedo, você pode ir lá fora, até a estrada, atrás de uma carona. Se bem que sorrindo desse jeito vai ser difícil te levarem à sério
Então ela sentiu um calafrio, um vento gelado vindo pela fresta da janela. Olhou para fora.
- Neve? Não está forte, mas é melhor você vestir algo mais quente antes de sair, Jin. Eu fico de olho no Leo enquanto isso.
Suspirou, acariciando os cabelos. Ele fez que sim, e subiu rapidamente para seu quarto na parte masculina. Haviam mudado bastante coisa ali… Vestiu rapidamente uma roupa e desce com a mesma rapidez, ainda sorrindo. Ele foi lá pra fora, fechando bem a porta para manter o QG quentinho. Foi até a estrada e ficou esperando um pouco; algumas pessoas paravam, mas pareciam realmente ficar meio perturbadas pelo sorriso inabalável.
Até que o lutador ofereceu algum dinheiro, e uma senhora com uma carroça que estava de passagem aceitou a oferta. Ele pediu que a seguisse - com um sorriso - e voltou ao QG. - Consegui… - E pegou o Léo com cuidado, mas sabia que não iria aguentar tanto. Acelerou um pouco até a carroça, deixando a porta aberta.
Arme nada pôde fazer se não ficar de olho no grifo ferido enquanto o dono dele corria de lá pra cá. Leo não tinha nenhum ferimento exposto que precisasse ser enfaixado, e sem conhecer direito a anatomia interna da criatura, não poderia se arriscar a mexer muito nele.
Quando Jin voltou para buscá-lo, correu na enfermaria - que estava vazia naquela hora - pegou um cobertor qualquer e acompanhou o ruivo até a carroça.
- Cubra ele com isso, pode ser que a neve piore no caminho. - entregou o cobertor assim que o grifo foi acomodado na carroça - Tomem cuidado.
Colocou-o ali, vendo a maga pegar um cobertor para ele. Agradeceu curvando-se um pouco, mantendo aquele sorriso e cobrindo o enorme griffo com o cobertor. - Tomaremos. Obrigado Arme, volto assim que o Leo estiver melhor. - Comentou; Ele não deixaria o griffo sozinho, então ficaria por lá até que ele melhorasse, até porque ele que deixou-o sozinho na sala. Sentou-se num espacinho do local, ao lado da mascote, e pediu que partissem, e a senhora logo o fez. Acenou brevemente, mantendo o sorriso e voltando a atenção ao griffo.
A neve não o incomodava muito, e nem sentia tanto frio; queria manter seu amigo bem e a salvo.
[Sala de estar - Tarde]
jin-kaien
O ruivo chegou na sala um pouco depois de ouvir o griffo. Ele estava caído um pouco longe do sofá, e o mesmo estava rasgado. Arme já estava ali, e provavelmente quem havia feito aquilo já não estava ali. Mesmo que estivesse morrendo de preocupação, não conseguia tirar aquele sorriso da face, mesmo não sentindo mais tanta felicidade. Ajoelhou-se perto do mascote ferido, vendo Chass e a maguinha tentando curá-lo como podiam. Quem será que fez isso com você?!
- Leo! Arme, o que aconteceu com ele? – Perguntou com um tom meio desesperado, mas aquele sorriso meio bizarro na face. Ele já tinha uma ideia do motivo de isso ter acontecido, embora do jeito que ele estava não justificasse um rasgo no sofá; se ele não tivesse crescido tanto, provavelmente estaria muito pior. Ainda bem que tem o tamanho de um leão...
Não encarava direito a maguinha, se focava em acariciar com cuidado o mascote. Mas eu o deixei sozinho por tão pouco tempo…
arme-chan.gc
Concentrar mana curativo sem o catalisador, lidar com a distração do inseto imaginário e agora a gritaria do ruivo era estresse demais para a jovem maga.
- Aaah, calado, eu preciso de paz aqui! - suas mãos tremeram, jogando mana para lugares aleatórios. Sorte dela (e de todos os presentes) mana curativo não ter efeitos destrutivos quando liberado de tal forma. - Eu não posso fazer muito por ele além de aliviar a dor. Acho que tem um veterinário de criaturas mágicas em Serdin, melhor procurá-lo o quanto antes. - dito isto, olhou para o lutador e seu sorriso bizarro. “Por que está tão feliz?” - … Tá certo que não é tãaaao grave, mas podia pelo menos parecer mais preocupado, né?
Dor de cabeça. Era demais para a maga por um dia. Levantou-se e pegou Chaserrot no colo; até o arlequim parecia mais preocupado com o grifo que o dono.
- Leo estava mordendo o sofá. Joguei uma almofada pra fazê-lo parar mas ele não parou. Aí o Azin, sei lá, tentou empurrá-lo com o pé e exagerou na força - a paranoia de Arme a fazia ter uma visão um pouco distorcida das coisas ao seu redor, por isso não sabia dizer se era ou não intenção do lutador vulpino ferir o grifo daquela forma. - Tá todo mundo muito estranho no QG esses dias.
Ficou mais quieto e tentou se acalmar com a fala da maga, até porque queria que ela fizesse o máximo que pudesse para cuidar do griffo, que ficava até quieto para que ela a fizesse; talvez a porrada tivesse atingido um pouco seu orgulho também. Mantinha o sorriso ainda, e tentou se explicar para a maga quando falou de parecer preocupado.
- Eu estou! - Disse, tentando desfazer o sorriso, mas só fazia caretas bizarras. Suspirou, ainda sorrindo, e coçou o cabelo. - Eu não consigo parar de sorrir, mesmo que eu tente. - Comentou, tentando levantar o griffo; o mesmo até ajudava, mas estava com a pata comprometida, e com o peso de um leão não conseguiria levá-lo até a cidade sem ajuda.
Ouviu a história dela, ouvindo também sobre o que Azin tinha feito. Ergueu a sobrancelha, empurrar com o pé? Levantou-se, tentando fazer o melhor para acariciar seu mascote ferido. - Ele está com uma mania de morder as coisas, eu também tentei fazer ele parar e ele não conseguiu… Mas pelo jeito isso não foi empurrar, foi um chute. - Disse, começando a ficar bravo. Por que o Azin faria isso?!
Embora estivesse bravo, o sorriso ainda era presente na sua expressão. Nem notara o griffo mastigando lentamente parte da sua calça.
Arme deu de ombros.
- De qualquer forma… - revirava os olhos caçando o inseto - Não posso te levar pra Serdin com o Gorgos, seria desconfortável para o Leo. Mas está cedo, você pode ir lá fora, até a estrada, atrás de uma carona. Se bem que sorrindo desse jeito vai ser difícil te levarem à sério
Então ela sentiu um calafrio, um vento gelado vindo pela fresta da janela. Olhou para fora.
- Neve? Não está forte, mas é melhor você vestir algo mais quente antes de sair, Jin. Eu fico de olho no Leo enquanto isso.
Suspirou, acariciando os cabelos. Ele fez que sim, e subiu rapidamente para seu quarto na parte masculina. Haviam mudado bastante coisa ali... Vestiu rapidamente uma roupa e desce com a mesma rapidez, ainda sorrindo. Ele foi lá pra fora, fechando bem a porta para manter o QG quentinho. Foi até a estrada e ficou esperando um pouco; algumas pessoas paravam, mas pareciam realmente ficar meio perturbadas pelo sorriso inabalável.
Até que o lutador ofereceu algum dinheiro, e uma senhora com uma carroça que estava de passagem aceitou a oferta. Ele pediu que a seguisse - com um sorriso - e voltou ao QG. - Consegui... - E pegou o Léo com cuidado, mas sabia que não iria aguentar tanto. Acelerou um pouco até a carroça, deixando a porta aberta.
[Sala de estar - Tarde]
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O ruivo chegou na sala um pouco depois de ouvir o griffo. Ele estava caído um pouco longe do sofá, e o mesmo estava rasgado. Arme já estava ali, e provavelmente quem havia feito aquilo já não estava ali. Mesmo que estivesse morrendo de preocupação, não conseguia tirar aquele sorriso da face, mesmo não sentindo mais tanta felicidade. Ajoelhou-se perto do mascote ferido, vendo Chass e a maguinha tentando curá-lo como podiam. Quem será que fez isso com você?!
- Leo! Arme, o que aconteceu com ele? – Perguntou com um tom meio desesperado, mas aquele sorriso meio bizarro na face. Ele já tinha uma ideia do motivo de isso ter acontecido, embora do jeito que ele estava não justificasse um rasgo no sofá; se ele não tivesse crescido tanto, provavelmente estaria muito pior. Ainda bem que tem o tamanho de um leão...
Não encarava direito a maguinha, se focava em acariciar com cuidado o mascote. Mas eu o deixei sozinho por tão pouco tempo…
arme-chan.gc
Concentrar mana curativo sem o catalisador, lidar com a distração do inseto imaginário e agora a gritaria do ruivo era estresse demais para a jovem maga.
- Aaah, calado, eu preciso de paz aqui! - suas mãos tremeram, jogando mana para lugares aleatórios. Sorte dela (e de todos os presentes) mana curativo não ter efeitos destrutivos quando liberado de tal forma. - Eu não posso fazer muito por ele além de aliviar a dor. Acho que tem um veterinário de criaturas mágicas em Serdin, melhor procurá-lo o quanto antes. - dito isto, olhou para o lutador e seu sorriso bizarro. “Por que está tão feliz?” - … Tá certo que não é tãaaao grave, mas podia pelo menos parecer mais preocupado, né?
Dor de cabeça. Era demais para a maga por um dia. Levantou-se e pegou Chaserrot no colo; até o arlequim parecia mais preocupado com o grifo que o dono.
- Leo estava mordendo o sofá. Joguei uma almofada pra fazê-lo parar mas ele não parou. Aí o Azin, sei lá, tentou empurrá-lo com o pé e exagerou na força - a paranoia de Arme a fazia ter uma visão um pouco distorcida das coisas ao seu redor, por isso não sabia dizer se era ou não intenção do lutador vulpino ferir o grifo daquela forma. - Tá todo mundo muito estranho no QG esses dias.
Ficou mais quieto e tentou se acalmar com a fala da maga, até porque queria que ela fizesse o máximo que pudesse para cuidar do griffo, que ficava até quieto para que ela a fizesse; talvez a porrada tivesse atingido um pouco seu orgulho também. Mantinha o sorriso ainda, e tentou se explicar para a maga quando falou de parecer preocupado.
- Eu estou! - Disse, tentando desfazer o sorriso, mas só fazia caretas bizarras. Suspirou, ainda sorrindo, e coçou o cabelo. - Eu não consigo parar de sorrir, mesmo que eu tente. - Comentou, tentando levantar o griffo; o mesmo até ajudava, mas estava com a pata comprometida, e com o peso de um leão não conseguiria levá-lo até a cidade sem ajuda.
Ouviu a história dela, ouvindo também sobre o que Azin tinha feito. Ergueu a sobrancelha, empurrar com o pé? Levantou-se, tentando fazer o melhor para acariciar seu mascote ferido. - Ele está com uma mania de morder as coisas, eu também tentei fazer ele parar e ele não conseguiu... Mas pelo jeito isso não foi empurrar, foi um chute. - Disse, começando a ficar bravo. Por que o Azin faria isso?!
Embora estivesse bravo, o sorriso ainda era presente na sua expressão. Nem notara o griffo mastigando lentamente parte da sua calça.
[Sala de estar - Tarde]
Completamente desgastada de tanto se estressar com um inseto que não achava de jeito nenhum, Arme desistiu de todos os planos para seu dia. Jogou-se no sofá verde e deixou seu mascote solto pelo sala.
Chaserrot pendurou-se no batente da janela, encarando curiosamente a pessoa (Uno) do lado de fora.
Depois de ter passado algum tempo extremamente emotivo, sem nenhum motivo aparente, descobri que todas as minhas roupas - inclusive a que eu estava usando - tinham virado vestidos.
Depois de tomar um banho, eu tive que passar uns bons minutos pra aprender a colocar aquela coisa. Eu finalmente consegui colocar um vestido azul escuro, com alguns detalhes em preto.
Desci para a sala de estar, andando quase como se eu estivesse com uma roupa normal.
- Essa coisa não é tão ruim assim. - Olhei para a roupa que eu usava. - Mas acho que realmente fica estranho com chinelos. - Murmurava a mim mesmo, sem perceber a maga paranoica no sofá.
- Hm? - ouvindo a voz familiar, Arme levantou a cabeça jogada no encosto do sofá apenas para ver quem era.
… Aquilo é um Azin de vestido?
E voltou a tombar a cabeça no encosto. - Eu estou ficando louca mesmo. - resmungou consigo.
Chaserrot ainda estava encarando o rapaz lá fora, quando este de repente saiu de seu campo de visão, e como a janela estava fechada, não pôde segui-lo.
Após fazer algumas anotações mentais pra próxima vez que eu fosse usar vestidos, reparei o lugar ao meu redor. Arme e um bicho estranho na janela, que deveria ser o mascote dela.
- Ei, Arme! - Andei até o sofá que a garota estava e me abaixei de frente para o encosto onde Arme estava com a cabeça. Abri um sorriso gentil, que quase sempre ficava em meu rosto. - Você parece meio cansada, aconteceu algo?
- Um inseto que não me deixa em paz - respondeu evidentemente impaciente - Eu sei que ele está por perto, mas eu não consigo achá-lo. - ainda na posição que estava, só via o rosto do garoto, então ainda considerava o vestido dele uma alucinação.
Emburrado por perder seu alvo, saiu da janela. Foi para o braço do sofá verde, ficar perto da maga, e quando percebeu Azin, passou a encará-lo quieto como vinha fazendo com qualquer um desde a noite anterior.
- Um inseto? - Olhei ao redor, procurando algum. Eu era muito bom em matar esses bichinhos. - Ali está ele! - Apontei pra trás da garota, apesar de não ter inseto nenhum ali.
E então eu ouvi os guizos da mascote que andava para perto de nós. Aquele ser pulou em cima do sofá e passou a me encarar fixamente. Me levantei, voltando para minha altura normal.
- Minha roupa está tão estranha assim? - Fitei o mascote.
Arme só cobriu o rosto com as mãos e choramingou - Manda ele embora, não aguento mais. Eu tinha tanto coisa pra fazer hoje mas esse bicho…!
Chaserrot balançou a cabeça para os lados uma vez, apenas para soar os guizos de seu chapéu, e continuou imóvel encarando Azin.
Então a maga jogou a cabeça pra frente e soltou um longo suspiro derrotado, puxando a pele do rosto pra baixo enquanto suas mãos caíam de volta para o colo.
- Deve ser fome, não tem nada na dispensa além de cereal de fibras. - e acabou tendo Azin em seu campo de visão. - …
Não sei se torço ou não pra esse vestido nele ser uma alucinação.
Acabei não respondendo a primeira parte da frase da garota, já que estava prestando atenção na mascote.
- Brr… - Abracei meu próprio corpo, como se estivesse com frio. - Isso dá um pouco de medo.
Então ouvi sobre a comida no QG. Aparentemente ninguém tinha ido atrás de comprar mais ainda.
- Vou tentar ir eu mesmo conseguir comida mais tarde, então. - E notei a expressão estranha no rosto da menor. - Oh, então minha roupa realmente está estranha.
- Por favor, me diz que tem um motivo pra você estar assim. - Louca, eu estou ficando louca. E então teve a atenção tomada, virou o rosto pro lado que achou ter visto o inseto - Aaaah sai da minha vida, inseto chato!
Arme pegou uma das almofadas do sofá e começou a sacudi-la como se quisesse espantar o inseto.
- Ah, é que misteriosamente todas as minhas roupas viraram vestidos nesse estilo. - Segurei as pontas de baixo do vestido, uma com cada mão, para mostrar. - Mas está tão ruim assim?
Segui o olhar da garota procurando o inseto. Não tem nada aí…
- Você quase pegou ele!
Depois de tanto sacudir a almofada, desistiu e voltou a se jogar no sofá, derrotada. - Eu não aguento mais isso! - E bateu a almofada em seu rosto. Abaixou-a depois de resmungar coisas inteligíveis. - É muito estranho ver um cara de vestido. Quero dizer, é um vestido bonito, mas em você…
Observei a maguinha tentar pegar um inseto que existia apenas na mente dela. Ela provavelmente estava sobre o efeito de alguma magia.
- Você consegue invocar meteoros né? Podia usar isso no mosquito. - Não se podia subestimar esses bichinhos. Até mesmo as pessoas mais fortes tinham problemas em lidar com eles.
- Então sou eu que não combino com o vestido? - Fiz um rosto pensativo. Talvez uma cor escura tenha sido uma má escolha…
- Meteoros pra um alvo tão pequeno não prestam - Sim, ela não estada preocupada com destruir ou não a casa, mas com a possibilidade de errar o inseto. - Bom, parece que o Chaserrot gostou.
Chaserrot ainda estava encarando Azin.
De repente, apareceu o grifo já com o dobro do tamanho da última vez que Arme o viu. Leo mastigava o sofá branco.
- Ué, Leo? Está sozinho? - Caçou o Ruivo por um instante, sem encontrá-lo. - Jin deve ter saído sem alimentá-lo… - jogou a almofada no grifo - Ei, para, não come o sofá!
- Entendi. Mas talvez aquela magia de inverter a gr… - Eu olhei o pet do Jin. Ele estava comendo o sofá, e se eu não o parasse, a Elesis também brigaria comigo.
- Sim, eu só estou fazendo isso pra Elesis não brigar comigo… - Andei vagarosamente para atras do grifo. - Não é nada pessoal com o seu mestre. - Minhas mentiras já estavam muito óbvias no meu tom de voz.
Em um chute rápido demais para que o grifo tivesse qualquer reação, ele foi jogado por cima do sofá e para o outro canto da sala.
- Desculpe Arme, preciso trocar minha roupa agora. - Aquilo era uma péssima desculpa para sair dali antes que algo ruim acontecesse, mas não dei tempo da garota notar isso antes de ir pros dormitórios.
Arme levou um imenso susto quando Azin atacou o grifo de repente, que por estar mordendo o sofá na hora que foi atacado, levou um pedaço da lateral junto. Seu primeiro intuito foi acudir a pobre quimera caída longe. E quando deu por si, Azin já tinha saído.
- Ai meus desues, Leo, você está bem? Os chutes do Azin são muito fortes, o que deu nele??? - perto do grifo, tentou avaliá-lo cuidadosamente, o que era muito complicado com aquela sensação de ter o inseto voando perto de si. - Parece que deslocou o ombro esquerdo e fraturou a asa…
A maga não tinha nenhuma arma por perto, mas mesmo sem um catalisador, tentaria castar a magia curativa. Pôs as mãos abertas sobre as áreas feridas sem chegar a tocá-las e concentrou seu mana nas mãos, para então liberá-lo no grifo.
Tal feito custaria muita concentração sem o catalisador, o que não dava muito certo com a falta de foco que a maga sentia por causa. A magia era usada de forma instável, não fazia muito efeito nas áreas alvo, mas talvez pudesse aliviar só um pouco a dor que Leo certamente sentia.
Quanto ao arlequim, quando Azin se foi, o mesmo ainda tentou segui-lo mas não tinha altura para abrir a maçaneta da porta que se fechou depois que o lutador passou. O foco do mascote então foi para o outro mascote. Chaserrot veio pra perto de Arme, e diferente de como vinha encarando os outros, olhava para Leo muito preocupado.
O ruivo chegou na sala um pouco depois de ouvir o griffo. Ele estava caído um pouco longe do sofá, e o mesmo estava rasgado. Arme já estava ali, e provavelmente quem havia feito aquilo já não estava ali. Mesmo que estivesse morrendo de preocupação, não conseguia tirar aquele sorriso da face, mesmo não sentindo mais tanta felicidade. Ajoelhou-se perto do mascote ferido, vendo Chass e a maguinha tentando curá-lo como podiam. Quem será que fez isso com você?!
- Leo! Arme, o que aconteceu com ele? – Perguntou com um tom meio desesperado, mas aquele sorriso meio bizarro na face. Ele já tinha uma ideia do motivo de isso ter acontecido, embora do jeito que ele estava não justificasse um rasgo no sofá; se ele não tivesse crescido tanto, provavelmente estaria muito pior. Ainda bem que tem o tamanho de um leão...
Não encarava direito a maguinha, se focava em acariciar com cuidado o mascote. Mas eu o deixei sozinho por tão pouco tempo...
[Cozinha - Noite]
Holy acabou reparando no Lupus, mas preferiu ficar quieta, estava envergonhada demais por estar tão atrapalhada com os braços.
- Ah.. oi! .. S … sim… - E chegava um que ela ainda não cruzou os olhos. O ruivo sorria muito contente, então ela resolveu sorrir também. - Se você puder colocar água pra mim nesse copo… - era um caneco de alumínio
ps: Flubell estava no quarto, dormindo.
O caçador, sem dizer nada, aproveitou que estava pegando água em um dos copos e despejou um pouco no caneco da esverdeada antes que ela sujasse mais alguma coisa. Fez isso antes de tomar o primeiro gole; não o encheu todo, apenas o suficiente para saciar a sede dela. Já tinha notado um certo padrão entre o tempo em que eles balançam e não queria uma cozinha toda molhada.
Feito isso, passou uma das mãos no rosto enquanto bebia a água do seu copo. Estava tentando acordar antes de procurar algo para comer.
Sorriu. Ele já ia ajudar a garota, mas logo alguém já havia dado para ela um copo de água. Virou-se para ele, mas Lupus já havia ido embora antes que pudesse dizer algo. Deu de ombros, ainda mantendo aquele sorriso – que até o incomodava um pouco. Aproveitou para tomar um pouco de água, encarando a paladina. – Muito prazer, meu nome é Jin. Acho que não nos conhecemos ainda. – Comentou. Ela era pequenininha, e parecia um pouco desastrada e tímida. Era algo engraçado. Não estendeu a mão, até porque ela estava ocupada.
Holy viu que Lupus foi enchendo seu copo - Ah, obrigada! - e ele foi saindo sem nem falar nada. - Meu nome é Holy, muito prazer. - Juntou as mãos e se curvou um pouquinho pra frente como cumprimento. - Acho que já ouvi falar de você… - disse sorrindo e, com o copo na bancada resolveu pegar e beber do copo sem usar as mãos, segurando com os dentes. Mas escutou um barulho que a desconcentrou.
- Espera um pouco, Jin… acho que tá tendo uma confusão lá fora… - disse com dificuldade por estar com o copo na boca
Saindo da cozinha, escutou melhor a bagunça. Parecia ser uma confusão no dormitório masculino… “Melhor eu não me intrometer…”
Sorriu, respondendo ao comprimento de forma animada. Holy? Acho que nunca ouvi falar dela. – Muito prazer Holy. – E ficou encarando o modo curioso com que ela usava para beber água. Será que ela está com algum problema? Ele ia perguntar se poderia ajudar em mais alguma coisa ou se estava tudo certo, mas ela logo disse que talvez estivesse acontecendo alguma confusão.
- Certo. – E iria ficar ali esperando, bebendo água. Estava com humor, e mesmo que nada o abalaria, não queria se envolver em brigas no momento. Continuaria ali, mas ouviu um barulho suspeitamente familiar da sala e lembrou-se do mascote. Ainda sorrindo, deixou o copo na pia de qualquer jeito e foi até lá, ver o que havia acontecido.
-
[Cozinha - Noite]
Holy voltou de Canaban junto com Lupus e Ronan, e assim que chegou em seu quarto tratou de arrumar suas coisas. Estava ainda com o mesmo vestido branco e azul, e pegando as roupas de Uno, levou-as para baixo pra devolvê-las assim que o encontrasse.
Mas seus braços realmente nao ajudavam nem um pouco…
Foi para a cozinha, deixando as roupas dele em um banco, e foi pra geladeira. Mas até segurar um cópo com água era uma tarefa árdua. Acabou molhando o chão…
O loiro, depois de dormir por algumas horas, resolvera descer do quarto. Pensou em forrar o estômago com alguma coisa ou fazer um jantar para si.
Ainda com as suas calças de pijama, entrou na cozinha passando as mãos nos fios dourados desarrumados.
O ruivo havia passado um dia todo trabalhando na casa de seu mascote. E devido a isso, estava muito cansado e suado, mas ainda sim bem feliz. Estava com a camiseta amarrada na cintura, e um shorts casual de labareda. Sentia calor, e por isso se vestida de uma maneira confortável. Contudo, estava estranhamente feliz. Muito feliz.
Precisava de um banho, mas precisava ainda mais de uma água. Fora sorridente para a cozinha, e seu mascote até foi o seguindo, fazendo barulhos engraçados com o bico. Ergueu a sobrancelha, olhando para ele. - O que foi Leo, tá tudo bem? - Abaixou-se.
Porém, parecia não estar. Ele foi rapidamente morder o sofá, e apesar dos esforços do lutador, ele não largava. Suspirou, ainda tentando fazê-lo soltar. - Não rasga nada…. Eu só vou tomar água. - Embora ainda não estivesse contente com o mal comportamento do mascote, sorria. Que droga…
E na cozinha, acabou encontrando uma garota de cabelos verdes que derrubava água no chão. Não lembrava de a ter visto por ai antes, mas ela parecia desajeitada. Mantinha o sorriso. - Precisa de ajuda?
Só depois o caçador chegou, mas o lutador não reparou a primeira vista.
Holy acabou reparando no Lupus, mas preferiu ficar quieta, estava envergonhada demais por estar tão atrapalhada com os braços.
- Ah.. oi! .. S … sim… - E chegava um que ela ainda não cruzou os olhos. O ruivo sorria muito contente, então ela resolveu sorrir também. - Se você puder colocar água pra mim nesse copo… - era um caneco de alumínio
ps: Flubell estava no quarto, dormindo.
O caçador, sem dizer nada, aproveitou que estava pegando água em um dos copos e despejou um pouco no caneco da esverdeada antes que ela sujasse mais alguma coisa. Fez isso antes de tomar o primeiro gole; não o encheu todo, apenas o suficiente para saciar a sede dela. Já tinha notado um certo padrão entre o tempo em que eles balançam e não queria uma cozinha toda molhada.
Feito isso, passou uma das mãos no rosto enquanto bebia a água do seu copo. Estava tentando acordar antes de procurar algo para comer.
Sorriu. Ele já ia ajudar a garota, mas logo alguém já havia dado para ela um copo de água. Virou-se para ele, mas Lupus já havia ido embora antes que pudesse dizer algo. Deu de ombros, ainda mantendo aquele sorriso – que até o incomodava um pouco. Aproveitou para tomar um pouco de água, encarando a paladina. – Muito prazer, meu nome é Jin. Acho que não nos conhecemos ainda. – Comentou. Ela era pequenininha, e parecia um pouco desastrada e tímida. Era algo engraçado. Não estendeu a mão, até porque ela estava ocupada.
[Cozinha - Noite]
Holy voltou de Canaban junto com Lupus e Ronan, e assim que chegou em seu quarto tratou de arrumar suas coisas. Estava ainda com o mesmo vestido branco e azul, e pegando as roupas de Uno, levou-as para baixo pra devolvê-las assim que o encontrasse.
Mas seus braços realmente nao ajudavam nem um pouco…
Foi para a cozinha, deixando as roupas dele em um banco, e foi pra geladeira. Mas até segurar um cópo com água era uma tarefa árdua. Acabou molhando o chão…
O loiro, depois de dormir por algumas horas, resolvera descer do quarto. Pensou em forrar o estômago com alguma coisa ou fazer um jantar para si.
Ainda com as suas calças de pijama, entrou na cozinha passando as mãos nos fios dourados desarrumados.
O ruivo havia passado um dia todo trabalhando na casa de seu mascote. E devido a isso, estava muito cansado e suado, mas ainda sim bem feliz. Estava com a camiseta amarrada na cintura, e um shorts casual de labareda. Sentia calor, e por isso se vestida de uma maneira confortável. Contudo, estava estranhamente feliz. Muito feliz.
Precisava de um banho, mas precisava ainda mais de uma água. Fora sorridente para a cozinha, e seu mascote até foi o seguindo, fazendo barulhos engraçados com o bico. Ergueu a sobrancelha, olhando para ele. - O que foi Leo, tá tudo bem? - Abaixou-se.
Porém, parecia não estar. Ele foi rapidamente morder o sofá, e apesar dos esforços do lutador, ele não largava. Suspirou, ainda tentando fazê-lo soltar. - Não rasga nada.... Eu só vou tomar água. - Embora ainda não estivesse contente com o mal comportamento do mascote, sorria. Que droga...
E na cozinha, acabou encontrando uma garota de cabelos verdes que derrubava água no chão. Não lembrava de a ter visto por ai antes, mas ela parecia desajeitada. Mantinha o sorriso. - Precisa de ajuda?
Só depois o caçador chegou, mas o lutador não reparou a primeira vista.
Parabens! Seu mascote recebeu um M!A comemorativo!
A partir de agora [Leo, o griffins] está com coceira nas gengivas (ou bico, sei lá). Seu mascote vai ficar mordendo as coisas (talvez até roupas alheias) e dificilmente vai parar quando você mandar.
A data de liberação do M!A será dada em breve. Divirta-se!
~poof~
[ Jardim do QG - Fim da Tarde ]
O ruivo já estava trabalhando há um tempo. Já passara um bom período desde que ganhou o seu companheiro, um grifo lindo chamado Leo. E de fato, não viu este tempo passar. Foi tão rápido... Aquela criatura alada já estava enorme. Tão grande que estava difícil mantê-lo no quarto, e até mesmo a organização - lê-se Lothos - já reclamava disso. Dava para montar nele com certa facilidade até.
O lutador então viu-se na obrigação de montar um cantinho legal para ele, que coubesse o seu tamanho enorme e que ninguém pudesse reclamar. Até porque, deixaria-o com mais conforto e poderia visitá-lo sempre. Não era um exímio marceneiro, mas sabia um pouco, e ele torcia para que fosse o suficiente para fazer algo bom, ao menos a curto prazo, antes de se aprimorar. Então pegou todas as madeiras que pode, vários pregos e ferramentas de construção, e foi para fora ainda de manhã.
E lá, num canto nem tão afastado do QG, mas ainda sim visível da janela da ruivo, perto das árvores e da floresta para ele caçar, começou a construir as bases da casa. Difícil foi parar o griffo para ajeitar suas medidas na casinha. Mas, depois de um tempinho, conseguiu. Ele não gostou muito da ideia de se afastar do dono, dormir fora e etc. Mas era preciso, e ele deveria entender isso. Ainda era de manhã quando começou a ajeitar as tábuas, fazendo um bom espaço pra ele.
Madeira por madeira, o ruivinho ia ajeitando a casa. Pregava uma na outra, parando de vez em quando para secar o suor da testa com o braço. Estava feliz por aquilo; dar cada marretada era motivo de alegria. Como qualquer outra coisa naqueles dias, aliás. O mascote observava, parando pra passear de vez em quando. Apesar de ter crescido, continuava lindo como um filhote, e sua majestosidade agora era mais notável.
Com alguma parte da casinha feita, o ruivo tirou adentrou o QG para tomar um energético e comer alguma coisa. Tanto trabalho era cansativo, mas queria acabar o quanto antes. Nem parou no QG direito, apenas pegou algumas coisas e saiu novamente, comendo enquanto ajeitava o espaço da ‘’portinha’’, com o máximo de cuidado.
O dia ia indo embora, enquanto o lutador ainda trabalhava. Colocava as madeiras em pé agora, para formar as paredes. Era um pouco difícil de pregar essa maneira, mas de uma forma meio desajeitada ia conseguindo. E mesmo contra isso, o mascote ia ajudando o dono, apoiando as tábuas no bico para que eles as pregasse. Fazia carinho no griffo com isso, ajeitando todas as tábuas.
No final da tarde, só faltava o teto. Queria fazer algo menos simples que ‘’uma caixa’’, mas isso ai além das suas habilidades atuais. E não daria para ficar sem teto. Então, apenas colocou as tábuas lado a lado do lado de cima, pregando-as com ajuda da ave novamente, que por dentro as segurava com o bico. Após um dia todo de trabalho, estava pronta; era simples, não tão grande, mas seria confortável para ele a curto prazo. Sentou-se na grama, fazendo carinho no mascote. - Pronto, Leo. Prometo que assim que puder, eu te arrumo uma casinha ainda melhor. - E continua a fazer carinho. Ele deitou-se com as patas para frente, aproveitando o aconchego. O lutador estava tão feliz e divertiu-se tanto que nem notou que já entardecera.
Parabéns! Você recebeu um M!A comemorativo!
A partir de agora [Jin] está muito feliz. Você está muito contente e serelepe por motivo nenhum. Mesmo se te contarem algo triste ou ruim, nada pode abalar sua felicidade!
A data da liberação do M!A será dada em breve. Divirta-se! ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
- Mas o q-...
*Poof*
E então, o lutador sentiu uma vontade irresistível sorrir, mesmo se não tivesse motivo. Seria como um bobo feliz agora.