"Morre gente todos os dias.
Quaisquer que sejam as armas.
Quaisquer que sejam os tipos de mortes.
Adoecemos amizades com indiferenças.
Desnutrimos crianças com a corrupção.
Ceifamos a empatia no egoísmo diário da vez no trânsito.
Atrasamos a cidadania, não deixando o pedestre atravessar antes da nossa pressa.
Matamos todos os dias.
Não geramos GENTILEZA.
É a era do umbiguismo.
Estamos disseminando o egoísmo bruto (foda-se a lápide ou o lapidar).
Precisamos enterrar essa babaquice.
Precisamos acabar com a bipolaridade de culpa ou da falsa certeza conveniente.
Precisamos parar de cuspir o ódio, ou a falta de diálogo que promove a desavença.
Mais ainda, precisamos entender o que é mais importante: a grandeza do que podemos ser juntos, ou a pobreza de sermos soberanos e únicos.
Não há “nós e eles”.
Sozinhos estamos morrendo todos juntos e aos poucos."








