Eu chamo meu sogro de paizinho
Meu nome é Larissa. Quando aconteceu o relato a seguir, eu tinha 21 anos, recém-casada com o Saulo há cinco meses, e ainda tava aprendendo a ser esposa. Mas naquele dia em Ilhabela, com a chuva caindo sem parar e a casa vazia, eu descobri uma Larissa que nem eu conhecia.
Saulo tinha viajado por duas semanas a trabalho, e eu fiquei na casa de praia do avô dele, seu Onofre, um velhinho muito bacana. Na sexta feira, Carlos e Cibele, meus sogros, vieram passar o final de semana. Eu adoro eles, tanto que chamo de paizinho e mãezinha. No sábado, seu Onofre e a Cibele foram a São Sebastião fazer compras. Aí caiu uma chuva daquelas. Eles ligaram pra dizer que a balsa tava interditada e eles só iriam voltar de noite. E então eu fiquei sozinha com meu sogro, Carlos. Com a chuva nem dava pra sair de casa.
Eu tava na varanda com aquele camisetão branco velho, molhado nas pontas por causa da chuva, sem nada por baixo — como o Saulo sempre pedia, mesmo quando a gente ia visitar os pais dele. Eu gostava de obedecer. Fazia ele me chamar de donzela, de putinha obediente dele. Mas ali, sozinha com o paizinho, eu comecei a gostar de outra coisa: de ver ele sofrendo pra disfarçar o tesão.
Sentei na poltrona de vime, abri as pernas devagar enquanto tentava ler o livro. Não foi acidente. Eu sabia que ele tava olhando. Quando levantei os olhos, vi a sunga dele esticada, o pau duro marcando tudo. Ele ficou vermelho, gaguejou alguma coisa sobre a roupa ser indecente. Eu sorri por dentro e falei bem baixinho, com voz de menininha:
“Que que é isso aí, paizinho? Tá assim por minha causa?”
Ele congelou. Eu olhei direto pro volume, lambi os lábios sem querer. O coração batia forte, mas não de medo. De vontade. Quando o raio caiu e a luz apagou, a escuridão deixou tudo mais fácil. Eu me aproximei, toquei o peito dele, desci a mão devagar até a borda da sunga. Senti ele pulsar debaixo dos dedos. Puxei o elástico pra baixo e o pau saltou, grosso, veias marcadas, a cabeça roxa e brilhando. Eu fiquei olhando, admirando.
“É bem maior que o do Saulo… mais grosso também”, falei sem pensar, quase sussurrando. Ele gemeu baixinho só de ouvir aquilo.
Me ajoelhei entre as pernas dele. Nunca tinha chupado ninguém. O Saulo pedia às vezes, mas eu dizia que tinha vergonha, que não sabia fazer direito. Mentira. Eu só não queria dar pra ele daquele jeito. Mas pro paizinho… eu quis. Quis muito.
Abri a boca e engoli devagar. Era salgado, quente, preenchia tudo. Ele segurou minha cabeça com cuidado, guiou: “Mais devagar, minha filha… usa a língua na cabeça… assim… boa menina”. Eu obedeci como se fosse a coisa mais importante do mundo. Cada gemido dele me deixava mais molhada. Quando ele gozou, jorrou forte na minha garganta. Eu engoli tudo, lambi a cabeça pra limpar, olhei pra cima com os olhos pidões: “Fiz direitinho, paizinho?”
Ele tava ofegante, olhos vidrados. Eu subi na cama, sentei do lado dele, abri as pernas um pouco. O camisetão subiu, mostrou tudo: minha bucetinha depilada, já inchada, brilhando de tão molhada. Eu peguei a mão dele e levei até lá. Ele tocou devagar, os dedos grossos roçando os lábios, entrando um pouquinho. Eu gemi baixinho:
“Tá vendo como eu tô molhadinha por sua causa? O Saulo nunca me deixa assim… ele só mete rápido e goza fora.”
Ele tremeu inteiro. Eu me deitei de lado, puxei ele pra cima de mim. “Vem, paizinho… me come devagar. Me ensina como é ter um homem de verdade dentro de mim.”
Ele entrou devagar, centímetro por centímetro. Eu abri as pernas mais, senti ele me abrir toda. Não doeu quase nada — só uma pressão gostosa, cheia. Comecei a rebolar devagar, apertando ele lá dentro. “Mais fundo, paizinho… me enche todinha…”
Ele segurou minha cintura, meteu mais forte, mas ainda com cuidado. Eu gemia no ouvido dele: “Isso… assim… me fode como o Saulo nunca fodeu… me faz gozar no pau do paizinho…”
Eu gozei primeiro, tremendo toda, apertando ele com força, as unhas nas costas dele. Senti meu mel escorrendo, molhando tudo. Ele não aguentou: gozou dentro, jatos quentes, longos, enchendo minha bucetinha até transbordar. Ficamos grudados, ofegantes, o pau dele ainda pulsando dentro de mim.
Depois, enquanto a chuva batia, eu sussurrei no ouvido dele:
“Paizinho… toda vez que eu te chamar assim na frente da família, na frente do Saulo… você vai lembrar que essa bucetinha aqui já foi sua. Que eu gozei gritando baixinho no seu pau. E que uma parte de mim sempre vai querer mais.”
Ele apertou minha bunda, gemeu rouco: “Eu prometo, minha filha safada.”
A gente tomou banho junto, ensaboando um ao outro. Eu deixei ele lavar minha buceta devagar, os dedos entrando de novo, só pra sentir. Não falei mais nada. Mas quando saí do banho, com o camisetão colado no corpo, olhei pra ele no espelho e pisquei.
Porque eu sabia: aquilo não ia ser a última vez.
E toda vez que eu disser “paizinho” com voz doce na mesa de domingo… ele vai endurecer na hora. E eu vou sorrir por dentro, sabendo que sou a putinha secreta dele.













