#if you say so your majesty but my husband just walked into the room so i don’t care…
ojovivo

No title available
dirt enthusiast
h
Peter Solarz
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
TVSTRANGERTHINGS

titsay
Misplaced Lens Cap

Product Placement

Andulka
No title available

if i look back, i am lost

shark vs the universe

Janaina Medeiros
d e v o n
hello vonnie
Show & Tell
Alisa U Zemlji Chuda
cherry valley forever
seen from Australia
seen from United States
seen from United States

seen from Australia

seen from Malaysia

seen from Canada
seen from Türkiye

seen from Saudi Arabia

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from Türkiye

seen from Germany
seen from Netherlands

seen from Brazil
seen from Indonesia

seen from Germany
seen from United States

seen from Canada

seen from United Kingdom
seen from Australia
@mxrcyziel
#if you say so your majesty but my husband just walked into the room so i don’t care…
when the lights fade out, all the sinners crawl || haziel&caliel {task}
Havia um ditado muito conhecido pelos humanos que era “a curiosidade matou o gato” e se Haziel soubesse o seu significado talvez não tivesse aparecido naquela festa em questão. Aparecera depois da meia noite, o horário não lhe era exato, porém era notável que muitas pessoas estavam lá há muito tempo. Seu olhar procurou brevemente por rostos conhecidos, sentindo as mais diversas sensações, cheiros e situações. Conseguiu perceber que não havia só humanos, mas anjos e demônios também- este ultimo não a surpreendendo muito devido a natureza da anfitriã, esta que Haziel queria evitar. Não era apenas Beliel que a querubim desejava evitar, um estranho ex amigo também, que parecia estar agindo estranho com ela desde sua chegada, alguns momentos atrás. Primeiro não queria que ela ficasse perto, depois que resolvera se afastar, então o antigo amigo não deixara que bebesse um copo que lhe fora oferecido. Era, no minimo, estranho, e desde então Haziel começou a evitar aproximações dele novamente. Talvez tivesse sido melhor não ter nem aparecido, e seu pensamento provou-se correto, momentos depois.
Com um susto, devido as aparições repentinas, apareceram causando terror geral no recinto. Haziel quase não teve tempo de fazer qualquer coisa além de olhar para as criaturas de estranha aparência. Olhou para atrás, alguns convidados haviam fugido para a floresta, e seu instinto foi simplesmente pensar em sua espada, camuflada em algum lugar de suas vestes, e afastar-se o máximo possível das bestas antes que fosse vista. Seu desejo era atacar, porém não poderia fazer tal estupidez sem ter certeza de total preparação. Não foi tarde demais ao perceber que não estava sozinha, olhando brevemente para o lado, sem realmente focar no rosto da pessoa, seu olhar estava atento a qualquer besta que pudesse atacar. — É melhor você ir. — declarou, indicando brevemente para o caminho onde muitas pessoas haviam fugido. — É perigoso para você aqui. — disse, logo percebendo que era algo óbvio. Sacou sua espada, logo aquele sentimento de estar completa invadindo o seu corpo no meio do caos, virando-se novamente para a pessoa. — Eu posso cuidar disso. — olhou para uma besta que parecia ter notado sua presença.
As pessoas chamam pela solidão. Podem negar, mas a culpa do isolamento não é de mais ninguém. Cada não que dizem reforça isto, pedem seu próprio espaço, pedem por privacidade, guardam segredos, colocam seu pensamento em compromissos ‘mais importantes’, se tornam inalcançáveis. Super heróis que mandam em seu próprio mundo e seu poder é derrotar qualquer um que tente se aproximar, não inimigos, qualquer um. Uma pessoa solitária se esquece que existem outras pessoas no mundo, eles não tem inimigos, pois também não tem amigos. Constroem sua própria fortaleza e quando a solidão chega começam a reclamar. Estúpidos. Volupia só atende o pedido que eles mesmos fizeram. Porém, eles negam. Muitos até culpam as outras pessoas, como se estas não fossem boas o suficiente para estar em sua presença. A solidão não faz distinção entre os seres, ela chega para todos, mais cedo ou mais tarde.
Naquele dia nublado onde o vento castigava quem saia pelas ruas sem um casado, Volupia ia atrás de atender mais um chamado. Ora, não é necessário estar quebrado para se encontrar sozinho, a solidão conhece suas fraquezas e as ataca. Outra coisa que ninguém percebe é o nível de exposição em que se encontram, a pele fala antes de qualquer coisa. As pessoas se dizem capazes de manter segredos, mas seus olhos desmentem qualquer palavra falsa. A maneira como se movem, cruzando os braços, estralando os dedos, mexendo no cabelo, desviando o olhar, a maneira como andam, devagar, pensativos ou rápidos como se tentassem fugir de algo que ainda não sabem o que é. Tudo isto é uma arte, uma arte gloriosa até, cada individuo se torna um livro aberto para uma boa observadora. Quando Volupia chegava, podia ser notada, pelo modo que os saltos faziam os passos ecoarem. A solidão é algo forte e que chama atenção, os cabelos negros também balançavam conforme andava e podia ser notada sem dizer uma palavra. “Não acha que esta aqui a muito tempo?” Tinha um meio sorriso como se as frases tivessem um segredo que só ela sabia, até que gargalhou. Não era dona de alto controle notável. “Uma coisinha tão pequena como você, poderia se esconder em qualquer canto se desejasse, mas escolheu este lugar, como se quisesse que o achassem, como se quisesse ajuda. Não acha um tanto depressivo?” Colocou a mão no rosto de quem estava a sua frente e fez um biquinho que viria a se transformar em um sorriso com a frase seguinte. “Esta se sentindo sozinhx?”
Algumas vezes Haziel conseguia ouvir um chamado, aqueles gritos silenciosos dentro das mentes dos mortais, que se da ao estar sozinho, desesperado demais para que os lábios consigam pronunciar uma palavra sequer além de choros impossíveis de compreender. Mas ela conseguia, porém sua função não era estar em contato direto com os mortais, somente na morte poderia ser sua redentora, a mediadora entre uma sentença ou outra. Agora isso mudara, seus pés, assim como seu corpo aparentemente mortal, caminhavam nas mesmas ruas que os humanos, porém sua percepção era diferente, melhor até, podendo ouvir e ver melhor do que era possível, humano. Sabia de sua responsabilidade, sua casta, e não negava seus instintos quando a espada ficava em sua mão e o calor da batalha subia-lhe no corpo, nascera para a guerra, porém era mais do que isso, sendo também o anjo da misericórdia de Deus. Era este lado que fazia-lhe ouvir os pedidos sinceros, os choros de arrependimento e a busca incessante por algo além de suas existências, uma resposta, um sentido, agora tais chamados estavam mais fortes. Haziel ainda estava aprendendo sobre os humanos, o que era ser um, apesar de temer a verdade. Não eram santos, pelo contrário, o pecado corria em suas veias assim como o divino, tinham algo que muitos lutam para ter, alma, livre arbítrio, entretanto a inclinação para o pecado, o desconhecido tentador, também era forte. Haziel não poderia dizer que entendia, mas não julgava.
O clima naquele dia em questão fazia parecer noite, estava nublado e frio- Haziel tirou essa conclusão ao ver vários pessoas cobertas, tais sensações não faziam parte dela-, e teria passado direto por aquele local se não tivesse sentido aquele chamado desesperado, pedindo por clemencia, uma que a querubim poderia dar. Mas a pessoa não estava mais sozinha, a solidão estava lá e, por meros segundos, Haziel conseguiu a sentir. Era algo estranho, a tal da solidão, coisa que a querubim também não conhecia. Sempre sentiu que havia alguém com ela, guiando-a, não seus superiores arcanjos, mas o próprio Yahweh, trabalhando de formas misteriosas. Mesmo após seu sono, Haziel gostava de achar que ele estava lá. Solidão era outra coisa que entendia apenas na teoria. Ouviu a demônio falando com o humano e respirou fundo, não deveria meter-se, mas não lutava apenas por guerras, mas por almas também, vidas que poderiam ser prolongadas se os humanos fossem guiados, e estes eram tão perdidos. E este a chamava também. — Elx não esta sozinhx. — disse, firme, seu olhar passando da pessoa encolhida para a mulher. — Não é este tipo de ajuda que elx necessita. Eu assumo daqui.
Ah, se Haziel soubesse o quanto o seu querido Asmodeus havia mudado. Sem dúvida ela, com suas visões celestes, o consideraria, no mínimo, um monstro. O pensamento incomodava o anjo caído de uma forma que ele não conseguia compreender, mas uma parte de si queria que a querubim continuasse achando que ele era nada mais nada menos do que o serafim que gostava de trocar palavras com ela. E no momento aquela parte dele estava ganhando. Ao ouvir as palavras de Haziel, algo dentro dele pareceu se contorcer. Foi. Uma palavra tão simples, de apenas três letras, tinha um impacto devastador. Contudo, o duque tentava ignorar aquelas sensações que sempre se manifestavam quando decidia dialogar com o anjo guerreiro, elas tinham o péssimo costume de deixá-lo confuso. – Foi. – Ele repetiu com um tom de voz monocórdico. – Lembre-me novamente a necessidade do uso desse verbo no passado, minha querida querubim. – E, por mais ridículo que fosse aquele sentimento de vazio que o acometera ao repetir aquela palavra, ele se recusava a aceitar que o anjo não o considerava mais um amigo. Amigo. Um elo tão frágil, tão fácil de quebrar, e considerado pelo anjo caído algo altamente banal e desnecessário. Então por quê ele queria tanto que Haziel o considerasse um amigo? Ele não sabia a resposta, não era o tipo de sabedoria que alguém como ele, que ignorara a existência de sentimentos por tanto tempo, guardava. Tentou afastar novamente tais pensamentos de si, não podia se dar ao luxo de ser fraco. Asmodeus fitou novamente o espetáculo ao longe enquanto ouvia a resposta de Haziel sobre sua fé, todavia, sua atenção logo voltou-se novamente para a querubim, ela olhava para eles com uma admiração contida e um brilho alegre nos olhos. E o duque sentiu inveja daquele olhar. Inveja era algo conhecido para ele, algo do qual ele não tinha medo, algo que fazia parte de sua natureza orgulhosa sentir, afinal, quando as atenções não eram direcionadas a ele, sua inveja florescia, era seu orgulho impagável falando. E ele queria aquele olhar para si. Az colocou-se na frente da querubim, bloqueando sua visão. – E quanto a mim, hum? Você ainda tem alguma fé em mim, Haziel? Aliás… – Ele fez uma pausa, para dar ênfase à frase seguinte. – … Você sentiu minha falta? – Fez questão de perguntar, por mais que ele mesmo tivesse suas dúvidas sobre essa tal saudade que tanto falavam a respeito.
Esperava ansiosamente pelo desenvolver do próximo ato, fascinada com a rápida mudança do cenário, pessoas correndo de um lado para o outro a fim de mudar o cenário de castelos para uma floresta mágica, onde começava um dialogo entre o rei e a rainha das fadas. Sonho de uma Noite de Verão, lembrava ser este o nome da peça, sendo a primeira vez que tivera a oportunidade de presenciar uma representação moderna de obra tão famosa dentre muitos mortais. Era bela a dedicação que eles tinham em representar seus devidos papeis, podendo ver uma genuína felicidade até mesmo nos menores dos papéis. Faziam porque gostavam, sem esperar lucros. Era momento em que os casais entrariam em cena, mas Haziel já não os via. — Az! — reclamou quanto a interrupção. Az era claramente mais alto do que ela, fazendo com que seu campo de visão não fosse nada além de seus trajes escuros e seu rosto cheio de metais. Algo parecia ter despertado dentro dele, Haziel podia notar, ainda que não soubesse o que, então seu olhar encontrou o dele novamente. — Nada mudou para mim. — falou com sinceridade, um sorriso nostálgico aparecendo em seus lábios. — Já eu não posso dizer nada por você. — o quão tola era por acreditar em um demônio? Bastante, talvez, mas Az não era qualquer um. Queria acreditar que poderiam ser amigos novamente, acreditar que uma parte dele talvez tenha sobrevivido a queda. — Como eu poderia ter fé em você? — não era uma pergunta retórica, como os humanos costumavam dizer, Haziel realmente gostaria de saber como, e se era possível. Sua mão foi de encontro a dele, como um ato automático, segurando-a por alguns instantes. Queria sentir algo, qualquer coisa, que mostrasse que ele ainda estava ali. Saudades, então era aquilo, um sentimento humano estranhamente compreendido por ela. Sentia falta das conversas que tinham, dos argumentos perdidos e ganhos, e do simples bem que a presença de Az dava-lhe, como um alivio após a tempestade, aquele estranho sentimento por ele não estar mais nos lugares onde se encontravam. Se aquilo era saudades então Haziel a conhecia muito bem. Desviou o olhar do dele, largando sua mão e afastando alguns passos. Haziel segurava-se para não dizer toda a mágoa que sentiu ao ser, indiretamente, traída por um dos que mais confiava. Az escolheu aquele destino, escolheu deixá-la, e a querubim não queria despejar memórias daquele jarro que tanto lutou para manter intacto. — Agora deixe-me ver a peça. — o empurrou para o lado, não usando toda a sua força, mas o suficiente para tirá-lo do seu campo de visão. Precisava vê-los, distrair-se daqueles pensamentos tão... Humanos. Mas não queria que ele fosse, queria-o ali, talvez fosse realmente tola por isso.
❛❛É realmente uma pena eu não poder dizer o mesmo.❜❜ e não podia. Sabia que a garota a sua frente era um ser celestial por conta da pureza que ela emanava (o que causou uma séria nostalgia no louro ao se recordar de seus tempos angelicais, ficando desacordado por alguns poucos segundos). ❛❛Mas, bem, vamos nos tornar familiares, então. Como a senhorita se chama?❜❜
Não era um orgulho tirar tal conclusão, mas Haziel havia passado tempo demais com demônios para reconhecer um quando o via, e sabia perfeitamente que o homem na sua frente era um desses, ou melhor, um demônio que já fora um anjo. Somente o nome escapava-lhe nas memórias, e pretendia acabar com sua dúvida. — Haziel. — decidiu dar-lhe seu nome verdadeiro, afinal da mesma maneira que ele não a enganou, ela não o enganara. — Não consigo lembrar-me de seu nome, ou quem és, poderia me clarear?
⊰ take a sad song and make it better | haziel & rafaela
@thegodscure
O mundo mortal possuía muitas maravilhas, cujas quais Haziel teve o prazer de observar durante os momentos de tranquilidade de sua eternidade. Observou impérios nascerem e, com tempo, serem entregues as cinzas e ao esquecimento, o que a natureza humana tinha de mais belo e mais terrível, ainda que sua percepção sobre tais coisas fosse limitado, Haziel não entendia de sensações e sentimentos humanos, nunca esteve próxima a eles o suficiente para tal. Agora isso parecia ter mudado um pouco, afinal já não os via de longe, e sim estava dentre eles, com eles. As ruas estavam cheias do que chamavam de turistas, com suas maquinas que fotografavam e aparelhos finos que tinham diversas utilidades, dentre elas uma estranha forma de fotografia chamada selfie. Que ato estranho, pensara Haziel, antes as fotos eram feitas para registrar momentos e guardá-los para o futuro, agora a magia por trás disso parecia ter ficado no passado. Como o tempo era engraçado, para ela não fazia muita diferença, porém para os humanos era algo extremamente precioso. Para tudo havia tempo, e o deles era curto como a passagem das estações.
Encontrava-se já na Grécia, como fora instruída, aproveitando o seu tempo para visitar um local que há muito desejara, Rodes. Que maravilha do mundo antigo, ainda que sua história não seja a das mais belas. Havia muito pecado na Grécia, como costumavam dizer, entretanto também possuía uma grande liberdade de vivencia, os moradores eram felizes em suas vidas, ainda que o preço para tal fosse cobrado, tempos depois. Era inegável que se tratava de um belo local, uma cidade que parecia nunca ter saído do mundo medieval devido a suas esculturas e ruínas. Haziel observava o local onde costumava ficar o famoso Colosso de Rodes, perdido pelo tempo e desastres climáticos. Lembrava-se de quando ele fora erguido, não sendo uma época muito bonita de se observar, porém para a querubim era difícil tirar os olhos. Era a comemoração da retirada das tropas do rei Demétrio, que promovera um longo cerco à ilha de Rodes na tentativa de a conquistar, tal escultura foi erguida na fundição dos armamentos que os macedônios ali abandonaram. Agora não tratava-se de uma simples baía, porém com uma bela história.
Sua presença não era nota dentre tantas outras, preocupados em observar as redondezas ou simplesmente ouvir a guia turística, coisa que Haziel não o fazia. Por alguns instantes deixou-se levar pelas memórias que não a pertenciam, sua missão ali não era bancar a turista, sabia disso, estava ali para se certificar que os planos ocorreriam de forma perfeita, como tudo o que fazia. Seu olhar foi para o outro lado da baía, onde algo dizia-lhe haver alguma presença angelical estranhamente conhecida. Foi algo forte o suficiente para Haziel andar até ela, franzindo o rosto como se forçasse a mente a reconhecer a pessoa. A resposta veio de imediato, pronunciada em voz alta com um tom de surpresa: — Rafaela. — disse, ainda confusa quanto a identidade da figura. — É você, mesmo? — era uma pergunta tola, sabia disso, porém não conseguiria evitar, assim como o sorriso que apareceu em seus lábios ao se dar conta de que se tratava mesmo da arcanjo.
There was no in-between for her. It was either all or nothing. She wanted everything but settled for nothing. (X)
So that's what you think of me now?
— Não importa o que eu penso.— se haviam sentimentos que Haziel conhecia estes eram a raiva e a frustração, mostrados principalmente no campo de batalha, onde o calor do momento poderia fazer qualquer anjo frustrar-se com a derrota, e com ela não era diferente. Apesar disso, ela aprendeu a esconder tais sensações, como a tristeza, com sua expressão impassível. — O que eu penso, e o que é, são coisas completamente diferentes. — Haziel poderia ser o anjo da misericórdia de Deus, mas também era querubim, marcada pelo treinamento desde sua existência e, as vezes, esse seu lado ganhava. Não negava a si mesma que sentia falta dele, sente, que seu desejo era ignorar tudo, mas não podia. Não agora.
I wasn't born bad.
— Mas agora é, e é isso que importa, o presente, deixar o passado te definir é o que muda tudo.
I used to be bored to death in heaven and now I'm all alone in hell
— Entediado, é assim que você define a época que esteve no Céu?— perguntara, franzindo a sobrancelha brevemente, tentando esconder que estava levemente ofendida com as palavras dele, tentando soar o mais casual possível. Antes Haziel poderia dizer que ele tinha ela, e ela o tinha, gostava de pensar que eles eram amigos. Novamente, eram, foi. E nem mesmo agora tinha certeza de tais palavras. — Você teve o destino que escolheu.— falou, séria, não falando apenas da suposta solidão de Az, mas da queda e qualquer outra coisa que o levara a aquele dia.
I did what I had to do.
— Eu estaria mentindo se dissesse que não compreendo sua decisão, mas já não posso dizer que concordo, porém, aparentemente, as noções de certo e errado nesse lugar são relativas. But i don’t trust you.
Eu perdi o número do meu telefone… Me empresta o seu?
Eu acho que s... Espera, isso foi o que chamam de... Cantada, não é? Pois não faria sentido, e a sua foi muito ruim... Só precisava pedir.
não ouse me abandonar.
— Estou em dúvida se isso foi um aviso ou ameça. Ou os dois. De qualquer forma, sou fiel a sua posição, senhor.
Congratu-fucking-lations, você conseguiu me ofender!
Olha a boca, vou lavar ela com sabão. Eu ganho algum prêmio por isso?
E ai anjinha, vem cair pro meu lado!
— Acho que o estilo estrela cadente não combina muito comigo e, sinceramente, seu lado não é muito tentador.
Eu estava falando de MIM.
— Hum, não, você não é tão interessante de se fotografar.
“Take a picture, it’ll last longer.”
— Eu faria isso, mas você esta na minha frente, atrapalhando meu campo de visão. Saia dai para que eu possa fotografar.