a porta entreaberta, amarela o café na xícara deve ter esfriado Chico, naquela manhã, veio manso “não se afobe não, que nada é para já” com a língua queimada troquei a canção “está provado, quem espera, nunca alcança…” não é sempre que a mansidão me alcança
da série: rádio-mundo / eu radio: o que me atravessa vira matéria.
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