DEAR READER
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we're not kids anymore.
One Nice Bug Per Day
I'd rather be in outer space 🛸
ojovivo
noise dept.
YOU ARE THE REASON

@theartofmadeline

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shark vs the universe

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trying on a metaphor

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Alisa U Zemlji Chuda

Andulka
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Janaina Medeiros
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@pecandoemsilencio
todo mundo começa a se importar quando é tarde demais.
“Somos seres temporários, prometendo eternidades.”
— Arkab
““Confesso que me dá uma saudade irracional de você. E tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesmo que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta.””
— Caio Fernando Abreu.
“Demorei muito para acreditar na mais louca e cruel verdade: quem gosta de você vai te tratar bem. Quem gosta de você se importa, quer o melhor, te procura, te liga, te dá satisfação. Quem gosta quer estar junto. Quem gosta demonstra. Quem gosta faz planos. Quem gosta apresenta para a família e amigos. Quem gosta manda uma mensagem bobinha só pra dizer que ama. Quem gosta carrega uma foto sua pra ver quando dá saudade. Quem gosta abraça na hora de dormir. Quem gosta dá um beijo de boa noite e de bom dia. Quem gosta aguenta suas reclamações, sua cólica infernal, suas manhas e manias. Me desculpa, mas não existe medo que seja maior que um sentimento. Não existe timidez que seja mais forte que uma declaração de amor. Não existe distância que deixe uma relação morrer se as duas pessoas querem ficar coladinhas. Não existe estou-dividido-entre-ela-e-você. Quem gosta pode se perder, mas sempre vai saber pra onde quer voltar.”
— Clarissa Corrêa.
Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, a força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há platéia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.
Machado de Assis (via quoteiros)
Todo ano, sempre que ligava no meu aniversário, meu avô me perguntava o que eu queria ser, quando crescesse. Em 1988 eu respondi “batman”; em 1991, “bombeiro”; em 1995, “ponta-esquerda do Grêmio”; em 1997, “astro de rock”; em 1999, falei “drag-queen” (em minha defesa, estava passando por um momento meio confuso, que já passou); e, em meados de 2000, eu desisti de todo aquele papo e respondi que só queria ser livre. Ele resmungou no telefone que era bobagem, isso de ser livre. Ninguém é livre.
Gabito Nunes. (via allaxg)
O maior erro de noventa e nove por cento das pessoas é ter vergonha de serem quem são, é mentir a esse respeito, fingindo ser alguém diferente. A honestidade era a sua marca, a sua arma, a sua defesa. Quando somos honestos, as pessoas se assustam, ficam chocadas.
Morte Súbita. (via allaxg)
esse ambiente tóxico me causa ânsia e queima meu estômago lentamente tuas palavras duras me invadem como balas perdidas eu não preciso disso
But what a difference between what you know intellectually, and what you feel.
Simone de Beauvoir, from a diary entry (via mesogeios)
Não reconhecer a diferença como uma das maiores riquezas da humanidade é negar a própria evolução.
Elisa Bartlett. (via oxigenio-dapalavra)