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@pr-ahri-blog
â*ă;+ candy power - ahri & jongdae
Ahri nĂŁo seguia muitas das chamadas "regras sociais" - exatamente por isso era vista como estranha por muitas pessoas, incluindo integrantes da sua famĂlia. NĂŁo era incomum falar o que pensa; se tem algo que as pessoas prĂłximas de Ahri podem contar com, isso Ă© a sua sinceridade. Por conta de todos esses fatos, nĂŁo teve nenhum problema em chamar alguĂ©m que conhecia fazia poucos dias para comer uns doces no parque; poucas das coisas que sabia sobre @pr-jongdae era que ele compartilhava de seu amor por doces, e nĂŁo ia perder a oportunidade de conhecer o garoto melhor. Animada e saltitante como sempre, Ahri vestiu o seu vestido branco florido (que achava ser perfeito para andar pelo parque) e pegou a sua cesta de piquenique que jĂĄ estava cheia de doces, se pondo Ă caminho do ponto de encontro. Quando viu o homem, sorriu; atĂ© pensou duas vezes antes de abraçå-lo, mas acabou nĂŁo resistindo e praticamente pulando em cima dele. "Oiiii! Estou tĂŁo feliz por vocĂȘ ter vindo!"
âMe falaram que eu nĂŁo pareço fazer parte de uma banda por conta da minha aparĂȘnciaâŠ. VocĂȘ tambĂ©m acha isso? Eu deveria por um piercing ou algo assim?â
âO que seria parecer fazer parte de uma banda pela aparĂȘncia? Bom, vocĂȘ Ă© bonito. Pra caramba. Tipo, realmente lindo. Se for isso, estĂĄ aprovado! NĂŁo que vocĂȘ precise da minha aprovação, claro.â
chuu at the window @Â idol radio
â*ă;+ not so lonely anymore - ahri & kino
pr-kinoâ:
     NĂŁo, nĂŁo podia ser sĂ©rio. NĂŁo podia ser real. Kino atĂ© achou que estava vendo coisas, porque nĂŁo tinha como aquela garota estĂĄ vindo mesmo em sua direção. Discretamente, o garoto atĂ© olhou por sobre os ombros - talvez, encontrasse alguma outra garota acenando, esperando por aquela que continuava a se aproximar. NĂŁo tinha ninguĂ©m. E aparentemente, ela arrancava alguns olhares Ă medida que andava.Â
   E se Kino teve alguma chance de simplesmente ignora-la, esvaiu-se quando ela nĂŁo desviou de sua mesa e, pasme, sentou-se ao seu lado. Nem se quisesse fingir que ela nĂŁo existia, conseguiria. Ela sentou ao seu lado - fala sĂ©rio! E nĂŁo suficiente, pĂŽs-se a falar. Kino parou com os braços no mesmo instante, no meio do caminho para Ă boca. Era alguma piada? O moreno nĂŁo conteu-se em erguer um pouco do rosto de expressĂŁo fechada e procurar a cĂąmera ou qualquer grupinho com cara de imbecis tentando nĂŁo rir enquanto esperavam pela risada do ano. No entanto, nĂŁo achou.Â
  Sem mais, ele apoiou os antebraços de volta Ă borda da mesa e virou o rosto em direção Ă garota. Olhou-a completamente sĂ©rio, como quem estava pronto para um debate caloroso, por alguns segundos. EntĂŁo, o canto dos lĂĄbios curvaram-se num meio sorriso embriagado com sarcasmo. âE decidiu ser a mocinha de filme? Por que eu pareço tĂŁo sozinho?â Os olhos escuros pareciam ficar ainda mais. Kino servia bem Ă faceta de amante de SatanĂĄs ou bruxo. O sorriso fechou. âEu nĂŁo gosto de conversar..â Todavia, podia dizer: havia sinceridade na forma que ela falava, pois simplesmente parecia natural como o sorriso da mesma. Ele, por sua vez, sabe mais: as pessoas mentem e fingem muito bem, ele prĂłprio sendo um exemplo. Ainda sim, decidiu aconselhar: âSeu eu fosse vocĂȘ, vazava agora.â
Ahri nĂŁo poderia mentir e dizer que ficou surpresa com a reação do garoto; ela ouvira as poucas pessoas que tentaram se aproximar falando sobre qual era o seu jeito natural de ser, e havia se preparado para aquilo. Sabia que por trĂĄs da maior parte das grosserias existia um motivo. O modo como olhou para os lados antes de respondĂȘ-la deixou bem claro que ele estava descrente com o fato dela genuinamente querer puxar assunto. O sorriso sumiu de seu rosto, sim, mas apenas porque nĂŁo gostava de ser interpretada errado; se sentia profundamente incomodada sabendo que ele achava que ela talvez fosse uma daquelas pessoas mal-intencionadas. De qualquer maneira, colocou uma mecha de cabelo atrĂĄs da orelha e voltou a falar.
"Depende! Eu geralmente gosto das mocinhas, mas tem umas vilĂŁs legais. Tipo a MalĂ©vola. VocĂȘ viu o filme dela? Ela Ă© minha vilĂŁ favorita. Ela Ă© incrĂvel! Mas eu diria que a vilania nĂŁo combina comigo, entĂŁo sim. Mocinha." Disse tudo muito rĂĄpido, mas ainda de uma forma inteligĂvel. "Talvez vocĂȘ seja um praticante da solitude? E eu respeito. Mas vocĂȘ come no terraço sozinho todos os dias... Hoje foi a Ășnica oportunidade que achei de falar com vocĂȘ entre todos os dias. NĂŁo ia disperdicar, nĂ©?" Mordeu um pedaço da maçã, como se para calar a boca que sentia que mais atrapalhava do que ajudava - e que havia acabado de revelar que prestava atenção nele e se preocupava, mesmo que sem querer. Tinha a bizarra mania de falar exatamente o que vinha Ă sua cabeça; como um mecanismo contra a timidez que fez parte de sua vida por muitos anos. Sabia que se pensasse demais, sua natureza paranĂłica assumiria... E aĂ que nĂŁo falaria nada mesmo. Absolutamente nada.
Encarou-o por um tempo antes de responder. "E eu tambĂ©m nĂŁo gosto de ir embora e mesmo assim vocĂȘ estĂĄ me aconselhando a fazer isso. Acho que estamos quites.â Balançou sua cabeça para cima e para baixo, como se estivesse concordando com a prĂłpria afirmação. Achava que haviam grandes chances do garoto jĂĄ ter se convencido sobre sua insanidade, mas a vida sĂł se vive uma vez - e Ahri nĂŁo tinha particularmente aversĂŁo ao tĂtulo de louca, que tanto a aplicavam desde que se entendia por gente. Havia adotado aquilo que era para ser um xingamento como algo de sua identidade. Bizarra. ExcĂȘntrica. Colorida demais. Qualquer coisa que dissessem. "Mas eu nĂŁo sou vocĂȘ, Kino."Â
â*ă;+ songbird - ahri & jupiter
pr-jupiterâ:
Havia se passado alguns dias desde que Jupiter apadrinhara Ahri, uma garota extremamente fofa que aparecera em seu twitter. Portanto, quando ela demostrou interesse em instrumentos musicais a Kim nĂŁo perdeu tempo em oferecer-se para ajudĂĄ-la com o piano. Aquela fora sua primeira paixĂŁo, desde sempre gostava de tocĂĄ-lo e iria continuar assim atĂ© a morte. Sorriu para a garota maravilhada, sentindo quase como se fosse ela mesma ali, descobrindo a mĂșsica pela primeira vez. âNĂŁo Ă©?â, disse, alisando o instrumento. âMeu maior orgulho. VocĂȘ sabe das notas principais? DĂł, rĂ©, miâŠâ, ia tocando uma por uma.
Ainda encarava o piano, sentindo-se como se estivesse no fantĂĄstico universo de uma de suas histĂłrias. Poderia ser algo simples para muitas pessoas, mas Ahri via uma tremenda beleza na simplicidade e magia na mĂșsica. "Sim. VocĂȘ devia mesmo ser orgulhosa!" Sorriu, se aproximando mais do grande objeto. "Posso...?" Perguntou, gesticulando para o banco do instrumento. Em seguida, passou a mĂŁo no prĂłprio suavemente. "Oh... Eu nĂŁo sei muito bem, para ser sincera. Mas elas soam maravilhosamente bem." Fechou os olhos, apreciando a melodia que ainda nĂŁo tinha ritmo, mas jĂĄ era absurdamente incrĂvel.
â*ă;+ small dog attack - ahri & jangmi
pr-jangmiâ:
â sim, se chama mocha â, ela responde. mocha nĂŁo consegue parar quieto e ela percebe que precisa levĂĄ-lo para locais abertos e amplos assim com mais frequĂȘncia. â nĂŁo brinca com isso que sĂł de me imaginar sem ele, bate um pequeno desespero â, jangmi se assusta com a prĂłpria franqueza, o quĂȘ deu nela pra ficar se expondo assim pra uma desconhecida? ter adotado mocha ainda traz algumas dĂșvidas, como nĂŁo saber se é normal essa estranha sensação de amar um animal mais do que a si mesma - e tambĂ©m a vontade de contar tudo sobre ele para todo mundo. â eu adotei ele recentemente, nĂŁo faz nem uma semana que estamos juntos. ainda nĂŁo tinha levado ele para passear aqui na praça, por isso ele estĂĄ explodindo de felicidade com esse gramado. â
"Mocha... Mocha, vocĂȘ Ă© muito lindo!" Ainda fazia carinho no cĂŁozinho, que agora havia deitado de barriga para cima. Posição tĂpica dos cachorrinhos, mas nunca deixava de ser extremamente fofa. Ahri parecia incapaz de tirar o sorriso do rosto. "Oh, perdĂŁo... NĂŁo quis dizer que vou roubar ele mesmo! Quer dizer, dĂĄ vontade... Mas eu nunca faria isso! Jamais. Vai te deixar triste e eu nĂŁo quero isso." Disse com convicção, balançando a cabeça. Poderia se imaginar no lugar dela, amando o seu animalzinho de estimação com todas as forças... Se ao menos pudesse ter um. "Faz tĂŁo pouco tempo assim? Imagino que o amor tenha sido instantĂąneo, entĂŁo... Deve ser assim mesmo. Essas bolinhas de pelo se infiltram no nossos coraçÔes para ficar." NĂŁo tinha nenhuma experiĂȘncia prĂłpria, pelo simples fato de nunca ter tido condiçÔes de ter um; ainda tentava convencer a sua mĂŁe, mas sabia que primeiro precisava se tornar apta para arrumar um emprego de meio-perĂodo e ajudar nas despesas da casa.
pr-kwonjinhoâ:
âObrigado! Eu sou um desastre, tambĂ©m vivo deixando o meu cair⊠Mas essa queda foi pior que a mĂ©dia, fiquei com medo de ele morrer de vez. Surpreendentemente atĂ© agora parece que tĂĄ funcionando normal.â
âSer desastrada Ă© uma das caracterĂsticas difĂceis de lidar que Deus me deu, mas fazer o que, nĂŁo Ă© mesmo? Que Ăłtimo que estĂĄ normal! Ă o universo te dando chance de comprar uma cordinha de segurança e nunca mais deixar isso acontecer novamente. SĂ©rio, eu recomendo.â
pr-yeonahâ:
âVocĂȘ pode levar mais coisas. Se eu vender bem, eu ganho mais dinheiro.â
âAi, assim eu vou acabar levando tudo e gastando toda a minha mesada... Ă esse o seu plano maligno? NĂŁo que seja maligno mesmo, vocĂȘ me entendeu! Enfim, quais sĂŁo as flores menos apreciadas por aqui? Pois eu irei apreciĂĄ-las.â
âEu nĂŁo acredito que acabei de derrubar meu celular da escada e pra piorar vocĂȘ ainda viu. Meu Deus, que vergonha. Mas olha, ele tĂĄ bem, nem trincou a tela.â
âEu jĂĄ devo ter deixado meu celular cair umas cinquenta vezes, e nĂŁo Ă© nem por falta de amor porque ela Ă© a melhor pessoa. Pode ficar tranquilo que eu nem vou te julgar! TĂĄ funcionando direitinho?â
pr-yeonahâ:
âNĂŁo achei ruim, sĂł achei verde. VocĂȘ deveria levar o cacto.â
âOh, ele Ă© realmente bonitinho... E minha mĂŁe ama plantas... Mas nĂŁo sei, acho que deveria dar mais uma olhada por aqui.â
âEsse cacto parece com vocĂȘ. NĂŁo porque tem espinhos, mas porque Ă© verde.â
âVocĂȘ achou ruim? Ok, eu sei que todo o verde desse vestido Ă© um pouco extravagante, mas me representa perfeitamente!â
â*ă;+ not so lonely anymore - ahri & kino
@pr-kino
Ahri tinha o costume de falar mais do que o suficiente - na verdade, extremamente mais do que o suficiente. As palavras simplesmente saĂam sem que pudesse controlar, e de repente estava lĂĄ falando sobre como bolachas recheadas sĂŁo deliciosas com todos. A verdade Ă© que suas amizades eram tĂŁo variadas justamente por nĂŁo ter limitação nenhuma na hora de conversar com qualquer ser que fosse, e suas habilidades sociais (nĂŁo muito normais) a ajudavam nisso.
Poderia ficar em qualquer lugar no intervalo, atĂ© mesmo aproveitando a prĂłpria companhia durante aqueles preciosos minutos. PorĂ©m, soube com quem passaria seu intervalo quando seus olhos captaram aquele garoto solitĂĄrio, no canto. O coração da garota apertou; quis se aproximar dele desde que havia começado a estudar naquela escola, mas a realidade Ă© que era muito difĂcil achar um momento onde teria a oportunidade de fazer isso; se tratava de uma pessoa realmente fechada. Odiava observar o isolamento alheio, e sabia que todas as coisas estĂșpidas que diziam sobre ele contribuĂam para que isso acontecesse; Ahri entendia o que era sentir que ninguĂ©m verdadeiramente a compreende ou a aprecia sendo do jeito que Ă©, assim como jĂĄ havia passado pelo injustificĂĄvel bullying.Â
Andou a passos largos atĂ© onde Kino estava, sentando-se ao seu lado e abrindo o maior dos sorrisos. "Oi! VocĂȘ Ă© o Kino, certo? Eu sou a Ahri. Posso sentar aqui?" Ela jĂĄ havia sentado, mas nĂŁo era como se fosse ser mal-educada de qualquer maneira. "Sou nova na escola, entĂŁo talvez vocĂȘ nĂŁo me conheça! Quer comer comigo? VocĂȘ parece tĂŁo... Sozinho. NĂŁo que isso seja exatamente ruim, nem sempre, mas Ă s vezes Ă© bom ter alguĂ©m para conversar, nĂŁo Ă©? Enfim... TĂȘnis legais!"
â*ă;+ small dog attack - ahri & jangmi
pr-jangmiâ:
como uma pessoa que nunca para de trabalhar, muito menos se afasta da cidade para dar uma folga pra cabeça, jangmi nĂŁo Ă© muito fĂŁ do ar livre. aquela coisa toda de se conectar com a natureza, pisar na grama para recuperar as energias, pra ela Ă© tudo bobagem. ainda assim, estĂĄ tentando melhorar, aos poucos, e dar um fim Ă sensação de que ela sempre tem que adicionar mais e mais itens na sua lista de afazeres. mocha tem ajudado bastante nisso. jangmi decidiu levĂĄ-lo para passear na praça, que Ă© perto de onde mora, mas esperando tranquilidade, se assustou quando o cachorro saiu de perto de si e pulou em cima de uma garota. â mocha! â, ela chama, e ele apenas dĂĄ uma olhada pra trĂĄs antes de seguir dando atenção Ă menina que derrubou. jangmi se aproxima e sorri com a cena. â vejo que vocĂȘ jĂĄ fez uma amizade. â
Estava tĂŁo envolvida em brincar com o bichinho - que obviamente nĂŁo tinha respondido nenhuma de suas perguntas - que se assustou ao ver a mulher se aproximar, e a lerdeza foi tĂŁo grande que sĂł percebeu que se tratava da dona do cachorro apĂłs a fala da mesma. Sorriu, com as mĂŁos ainda acariciando a bolinha. "Sim... Ele Ă© a coisa mais fofa! Ă um menino mesmo?" O doguinho dava pulinhos animados, e Ahri parecia incapaz de tirar o sorriso do rosto. "Vou levar ele para casa!"
â*ă;+ songbird - ahri & jupiter
MĂșsica sempre foi uma das coisas que Ahri mais gosta em todo o mundo. Simplesmente fecha os olhos e aprecia a melodia, desejando um dia ser alguma das pessoas que tocam e proporcionam uma sensação tĂŁo boa em outros. Nunca teve a oportunidade de aprender a tocar qualquer instrumento - nĂŁo tem dinheiro para pagar um curso, muito menos para comprar algum instrumento. AtĂ© aquele momento, ser uma musicista era como um sonho distante para a garota. E exatamente por isso ficou emocionada quando @pr-jupiter a convidou para ir em sua casa com a promessa de ensinĂĄ-la a tocar piano. Apreciava o grande objeto, com os olhos brilhando e dedos que mal podiam esperar para tocar todas as teclas. "EntĂŁo... Ă lindo. Realmente lindo." Sorriu para a mais velha, incerta sobre o que deveria fazer naquele momento.
â*ă;+ small dog attack - ahri & jangmi
Andar sozinha pela praça parecia uma ideia um tanto quanto solitĂĄria para Ahri, mas como ela pretendia apenas ler um pouco ao ao-livre - e o livro de fantasia que estava segurando revelava isso - nĂŁo se importou com a solidĂŁo tanto quanto deveria. Seu vestido branco balançava com o vento enquanto procurava um bom local para sentar, ler e se conectar com uma de suas histĂłrias favoritas. Estava um pouco distraĂda, de modo que nĂŁo percebeu o cachorrinho de @pr-jangmi que corria em sua direção - e perdeu o equilĂbrio quando o mesmo pulou em cima de si, lambendo o seu rosto. Riu daquela situação, sentando no chĂŁo enquanto ainda fazia carinho no pelo do animal. Talvez ele tenha lido os pensamentos de Ahri dizendo que estava sozinha.  "Qual o seu nome, pequeno? VocĂȘ Ă© tĂŁo fofo! NĂŁo tem dono... Ou dona?"
â*ă;+ candy dilemma - ahri & danbi
Entrou na confetaria como se fosse o melhor local da existĂȘncia, vestindo um traje completamente azul pastel - blusa, saia e meias atĂ© o joelho azuis, acompanhadas do penteado maria-chiquinha que tinha sido feito com elĂĄsticos da mesma cor. Confeitarias eram como o habitat natural de Ahri; passava muito tempo lĂĄ, torrando todo o salĂĄrio da mĂŁe - de uma forma que ela acabou restringindo o dinheiro que dava para a filha, deixando-a no maior dilema de sua vida: qual doce comprar? Pudim, bolo, torta... A garota olhava de forma confusa para todas aquelas opçÔes, incapaz de decidir mesmo apĂłs minutos observando tudo. A forma mais fĂĄcil que achou de resolver aquilo foi cutucando @pr-danbi que estava do seu lado, e nĂŁo teve vergonha na hora de fazer a pergunta. "Moça, pode me ajudar a escolher um doce?"