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@princesa-utopica
Sabe paixão, eu não queria que as coisas terminassem dessa maneira,eu não queria que fosse assim, de repente, sem explicação, com brigas e discussões. Se lembra de quando no nosso mundo tudo era pra sempre? E “aconteça o que acontecer eu não vou te deixar nunca”? Infelizmente não foi o que...
Eu quero sim, brigar e discutir com você. Mas para escolher o nome dos nossos filhos.
Allax Garcia.
Ah! Se o mundo inteiro me pudesse ouvir, tenho muito pra contar, dizer que aprendi. E na vida a gente tem que entender, que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri. Mas quem sofre sempre tem que procurar, pelo menos vir achar razão para viver… Ver na vida algum motivo pra sonhar, ter um sonho todo azul, azul da cor do mar…
Tim Maia
Não busque alguém que te complete, seja inteiro e busque alguém que te transborde.
Pr. Nelson Junior
Não to procurando ninguém que me complete. Se me diverte já tá bom.
Soulstripper.
“Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.”
Fabrício Carpinejar.
Embora os contos de fadas terminem logo depois da décima pagina, o mesmo não acontece com a nossa vida. Somos coleções com varios volumes. Em nossa vida ainda que um episódio possa terminar mal, sempre há outro a nossa espera e depois desse, mais outro…
Irmãos Grimm
Mas não dá, de jeito nenhum, pra pedir e voltar atrás. É aquela história, a gente se arrepende em alguma hora. A gente se culpa, pede desculpa, a gente tenta. Mas não dá, cara. Não dá. Não dá pra ligar de madrugada pedindo 5 minutinhos do tempo. Não dá pra se cruzar na rua e dizer que queria que tivesse sido diferente. Não tem essa de querer ser diferente. Você teve a oportunidade de fazer diferente, mas não a agarrou. Não adianta ensaiar o que podia ter falado no espelho. Não adianta nem mais correr atrás. É complicado desistir, parece uma maratona de 5 horas num sol de meio dia. Mas não era pra ser, cara. E não tem essa de isso não existe. Gostar de verdade significa aceitar passar por coisas que você sabe que não vão te favorecer. Gostar de verdade significa, sei lá, entrar de cara num barco furado. E quando alguém nesse meio todo de gostar desiste, não adianta se arrepender. Não adianta dizer mil coisas que possam mostrar o quão mudado você está agora. Se você não mudou naquele tempo, você não muda agora. Não adianta ficar distante de meio mundo só por uma pessoa que não vai voltar. Pode até ser que volte, mas não vai adiantar. Não adianta fazer promessas. Ou você é presença, ou você mostra importância… Ou então acaba. Ou você acha alguém que te aceite sem promessas, ou você vai continuar se arrependendo. Ou você acha alguém que te aceite com o seu orgulho, ou você não vai ter nem por quem se arrepender. É algo tipo… Ou você segue, ou você empaca.
lo, lolo, lohanny.
Engoli inteiro o amor que sentia por você e engasguei.
Aclame
Foi justamente naquele dia, em uma ensolarada manha de domingo que você me disse adeus. Isso não é novidade, eu sei. Só que aquela vez foi diferente. Você olhou no fundo dos meus olhos e nele eu pude perceber a verdade. Você se foi. E no momento em que você estava parado em minha frente segurando minhas mãos você me olhou mas uma vez e sorriu. Um sorriso triste, um que eu nunca vou esquecer. E então você partiu. Você partiu pra nunca mais voltar.
Sofia Marques
Sou pergunta mal acabada, ideia mal formulada, ideia mal acabada, frase sem sentido, texto sem nexo, sexo sem amor, amor sem temor. Sou ponto sem final, vírgula sem continuação, parei na vírgula e ali fiquei. Sou sujeito sem predicado, sou educador sem relevância, ensinando pessoas a amar, sem ao menos saberem o que é o amor. Sou afirmação sem sentido, acusação sem prova, país sem governo. Desordem ou ordem? Ambos me parecem horríveis, em vista ao que se passa hoje em dia. Sou evolução. Evolução que por descuido empacou no meio do caminho, ficando no meio termo, começando mas não terminando. Sou começo, meio, mas sem dúvida, não sou o fim.
Alugue Felicidade.