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Caroline Chagnon
Transition Words For Your Essays
Transition Signals:
Transitions are words and phrases that connect ideas and show how they are related.
To repeat and ideas just stated:
In other words,
That is,
To repeat,
Again,
To illustrate an idea:
For example,
For instance,
In particular,
To illustrate,
In this manner,
Thus,
To announce a contrast, a change in direction:
Yet,
However,
Still,
Nevertheless,
On the other hand,
In contrast,
Instead of,
On the contrary,
Conversely,
Notwithstanding,
In spite of this,
Time:
At once,
In the interim,
At length,
Immediately,
At last,
Meanwhile,
In the meantime,
Presently,
At the same time,
Shortly,
In the end,
Temporarily,
Thereafter,
To restate an idea more precisely:
To be exact,
To be specific,
To be precise,
More specifically,
More precisely,
To mark a new idea as an addition to what has been said:
Similarly,
Also,
Too,
Besides,
Furthermore,
Further,
Moreover,
In addition,
To show cause and effect:
As a result,
For this reason,
Thereafter,
Hence,
Consequently,
Accordingly,
Conclusion:
In short,
To conclude,
In brief,
On the whole,
In summary,
To sum up,
A expressão hebraica para Páscoa (pesach) deriva-se da palavra pasach e quer dizer literalmente “passar sobre”, uma referência à passagem do Senhor sobre a casa dos israelitas durante a praga dos primogênitos. A páscoa cristã é herdeira da páscoa dos judeus.
(...) As conexões entre a páscoa dos judeus e a páscoa cristã são fortes e quase indissociáveis. Jesus é identificado no Novo Testamento e na tradição cristã como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29), também uma referência ao cordeiro que era sacrificado durante a páscoa israelita. Jesus Cristo se torna o inocente “cordeiro sem defeito de um ano” (Ex 12.5) que foi entregue pela libertação do povo.
(...) Uma das práticas do antigo rito israelita da páscoa, que sempre me impressionou, relaciona-se justamente ao sacrifício do cordeiro pascal. De acordo com as orientações de Êxodo 12, no dia 10 do primeiro mês (o mês de aviv, que se situa entre os meses de março e abril do calendário ocidental) um cordeiro — “sem defeito”, “macho” e de um ano de idade — deveria ser tomado por uma família e guardado em casa até o 14º dia do mesmo mês. Depois, em assembleia, as famílias deveriam sacrificar seus respectivos cordeiros no crepúsculo, ou seja, na viração para o 15º dia. O sangue desse sacrifício deveria ser passado nos umbrais das portas das casas dos israelitas, e assim, o cordeiro deveria ser comido pelas famílias. O sangue (v.13) serviria de sinal para que a praga contra os primogênitos não os atingisse.
(...) Agora, convido o leitor a considerar a cena. Com quatro dias de antecipação, um pai de família sai e vai até seu rebanho, de lá, toma um cabritinho de apenas 1 ano de idade e o traz para casa. Durante os próximos quatro dias, aquele animal, faria parte da família. Um cordeiro dessa idade ainda se comporta como um filhote e apresenta uma aparência “fofa”. Provavelmente, seria natural que as crianças se identificassem com aquele animal tão perto do convívio da família, e quem sabe, até mesmo lhe dessem um nome. (Certamente, meu filho o faria). (...) considere a mudança de atmosfera: a alegria infantil e espontânea dá lugar a gestos solenes e graves.
No 14º dia do primeiro mês, o animal era ritualmente conduzido a uma área externa, provavelmente, amarrado pelos pés e suspenso. A faca afiada está na mão do pai de família. A família tinha que estar presente durante este sacrifício e as crianças, infelizmente, teriam que testemunhar a morte triste daquele que era, até então, um tipo de pet. Não sei se algum dos leitores já viu o abate de um cordeiro. Eu já vi. Também já vi o abate de porcos uma vez. A diferença é impressionante. Porcos lutam para não morrer, gritam e esperneiam. Já cordeiros, ficam em absoluto silêncio, passivos. Na ocasião, parecia que o cordeiro já sabia que iria morrer. Parecia que ele estava pronto para seu destino. Finalmente, entendi a frase bíblica: “como ovelha muda perante seus tosquiadores” (Is 53.7). O cordeiro fica absolutamente mudo. O corte na jugular é definitivo e ele se entrega passivamente à morte quase imóvel.
(...) Que culpa tinha aquele animal? Que alto preço era aquela a ser pago? Era o custo de um ser inocente, que as crianças amavam, que conviveu com a família, e que agora, deve ser imolado para a libertação de muitos. Isto te lembra alguma coisa? Como não lembrar de Jesus Cristo naquela outra páscoa? Depois de três anos de caminhada com seus discípulos, sendo afeiçoado e amado a ponto de um deles se reclinar a seu peito. Jesus que partia o pão e que realizou tantos milagres, curas, multiplicações e até ressurreições, agora, em sua pureza, é conduzido como “ovelha muda”, passivo, ao sacrifício, à morte de cruz. Os eventos que abrangem a traição até a morte de Jesus na cruz são chamados tradicionalmente de paixão. O termo vem do latim, patior, e remete um sofrimento passivo, comportamento típico do cordeiro ao ser abatido. Desta palavra, originam-se as expressões paciência, passividade e pacífico. Uma bela síntese da entrega de Jesus em seu sacrifício.
(...) Vaias, cusparadas, chicotadas, nudez, coroa de espinhos e cravos na mão. O Filho de Davi não está no trono, está na cruz. Como diria o hino clássico: “um emblema de vergonha e dor”. Mas o enigma pascal foi anunciado por João Batista quando viu Jesus e bradou: “Eis o Cordeiro de Deus!” (Jo 1.35). O apóstolo se maravilha e celebra: “Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado" (1 Co 5.7). "(...) Vencido, ele estava vencendo. Esmagado pelo poder inflexível de Roma, ele mesmo estava esmagando a cabeça da serpente (Gênesis 3.15). A vítima era o vencedor, e a cruz ainda é o trono do qual ele governa o mundo.” (A Cruz de Cristo)
Cristo triunfou sobre o mal absoluto. Por mais que fiquemos perplexos diante do ‘problema do mal’ e do ‘sofrimento no mundo’, não há mal que possa ser comparado à violência contra o inocente Jesus na cruz. Ele é a fonte de toda inocência e aquele que pode inocentar a muitos. Além de homem, era o Filho de Deus, gerado de seu amor desde a eternidade. Agora, lá estava ele, o mais justo, puro e impecável dentre todos no universo, exposto como vítima de nossa corrupção e maldade. Ele amava os que lhe repudiavam. Como foi dito pelo sacerdote Caifás em uma frase ambígua, que acabou se tornando uma profecia: “Vos convém que morra um só homem pelo povo e que não venha a perecer toda a nação” (Jo 11.50).
Como na páscoa israelita, na cruz, juízo e salvação acontecem simultaneamente. (...) A páscoa israelita era uma celebração de superação da tirania, da opressão e um ato de salvação que deu início a história do povo de Deus (...). A morte do cordeiro não foi um fim em si mesmo, como o sacrifício de Jesus na cruz não era um final trágico de um projeto messiânico fracassado. A cruz é o início de uma nova história, que em conjunto com a ressurreição de Cristo, inaugura um novo povo e um novo mundo.
(...)Gente cheia de esperança e que tem sua fé ancorada (Hb 6.19) na estabilidade da eternidade que os aguarda naquela bendita cidade iluminada pelo Cordeiro: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.” (Ap 21.23)
“Agnus Dei: O Triunfo do Cordeiro Pascal” por Igor Miguel https://link.medium.com/DK1mNu2Jz5
Cozinhe para evitar armadilhas
“Os aplicativos de entrega são os mais novos integrantes deste sistema alimentar que afasta você da cozinha. Os executivos dessas novas empresas, em várias entrevistas, descrevem o fogão como maior concorrente e vislumbram a casa do futuro sem cozinha. Um deles inclusive diz que o objetivo é fazer as pessoas pararem de cozinhar. Ou seja, a estratégia é tirar sua autonomia e, com o perdão do trocadilho, fazer você comer na mão deles! Mas, aqui entre nós, o objetivo mesmo é ter mais lucro e não leva em conta a saúde da populacão.
O discurso – ou marketing – do aplicativo é bom: entregar comida de verdade na sua porta. Agora, uma coisa é pedir uma refeição vez ou outra, mas quando o objetivo do aplicativo é que todas as suas refeições sejam feitas por ali, é preciso olhar para essa oferta de forma mais criteriosa. A comida de verdade, com base no padrão alimentar tradicional brasileiro, contém cinco grupos de alimentos. Um prato-feito balanceado, de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, é assim: de um lado, arroz e feijão; do outro, legumes e verduras e, para quem come carne, um pedaço de carne. A fruta é sobremesa. Agora vamos pegar um exemplo de "pê-efe" do aplicativo: vai arroz, feijão, batata, farofa e linguiça. Ou seja, tem o triplo do que você precisa de alimentos do grupo de cereais e tubérculos, nenhuma hortaliça e a carne é de qualidade questionável e em quantidade desproporcional.
Uma refeição desbalanceada não tem problema. Mas no longo prazo, se a rotina for essa, a conta vai chegar.
Já no plano mais conceitual, quem abre mão de cozinhar perde autonomia e acaba fazendo piores escolhas. Aí você vai cair no papo da marmita fit, que em vez de ser uma opção saudável é, mais uma vez, desbalanceada: tem hortaliças, mas não tem leguminosas. E, logo mais, só falta eles lançarem a marmita com áudio de mindfulness… É engraçado como essa turma que abraça a tecnologia sem reflexão se afasta de tarefas como cozinhar e depois fica indo atrás de métodos para recuperar os momentos de mindfulness.
Quando você cozinha, não cai em nada disso porque não precisa de nada disso. Já está exercitando o foco no presente.
É muito simples: se não estiver atento na cozinha, ou se corta ou se queima ou queima a comida.
Cozinhar vai muito além de preparar o próprio alimento ou nutrir a família. É uma forma de se conectar ao essencial. E, depois de meia hora, você produz algo muito concreto: uma refeição que alimenta”. Rita Lobo
Igreja, é necessário ser antirracista
“O livro sagrado dos cristãos começa com a criação do mundo e termina com a renovação gloriosa desse mundo. Na criação, todos os homens encontram sua origem em Deus. Na renovação, essa origem é restabelecida. Isso é necessário porque, entre uma coisa e outra, a humanidade tenta romper com essa origem e estabelecer para si mesma uma identidade separada da sua fonte divina. O nome dessa ruptura é Pecado.
Por essa razão o racismo é pecado. Ele é a ideia de que os seres humanos estão separados em sua dignidade e valor por critérios raciais. Em outras palavras, o racismo nega a origem comum de todos os homens em Deus e coloca um outro definidor de humanidade: a raça. (...) racismo é a hierarquização dos grupos humanos que nega o princípio básico e equalizador do Evangelho: todos pecaram e carecem da Glória de Deus.
A promessa do Evangelho é contrária ao pensamento racista. Ao vencer o pecado, Cristo, o mediador de toda a humanidade, reconecta homens e mulheres com sua origem divina. (...) A esperança de reencontrarmos nossa origem divina concretizou-se na cruz. Por isso Paulo afirma em Gálatas que “não há mais judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo”.
É isso que celebramos na Ceia do Senhor. Todos comemos do mesmo pão, simbolizando que somos um só corpo unidos a um só Cristo. (...) Racistas não podem participar da ceia, porque não podem crer na sua mensagem. E a mensagem da ceia é que em Cristo os corpos brancos, negros, indígenas, orientais e todos os outros estão unidos. (...) A Bíblia termina com a renovação de todas as coisas. E lá, no Apocalipse, em uma nova Terra sob novos céus, Deus diz: “Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus” (Ap. 21.3).
(...) Não basta dizer que em Jesus a identidade racial é suplantada por uma identidade divina. Não basta dizer que somos todos irmãos e parte de um mesmo corpo. Não, isso não é o bastante. Dizer não é o bastante.O princípio da unidade cristã exige que levemos os fardos uns dos outros; exige que partilhemos as dores e dificuldades. Veja, não basta a Igreja dizer que é contra a pobreza e não cuidar do pobre. Não basta dizer que é contra o machismo e não cuidar da viúva. Que é contra a xenofobia e não acolher o estrangeiro. “Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e verdade”.
(...) Em uma sociedade racista, a Igreja não só prega o evangelho da reconciliação, ela vive a reconciliação. Os irmãos brancos sentem as dores dos irmãos negros e, por isso, arrependem-se de seu próprio racismo e dão fruto desse arrependimento. Se simplesmente deixamos o racismo reinante sem o confronto do evangelho, na prática estamos sendo infiéis ao evangelho.
Uma Igreja fiel ao evangelho não é apenas uma Igreja não-racista. É uma Igreja antirracista.”
“Ela podia se dar ao luxo de esperar e ficar quieta porque conhecia o poder de Deus e confiava nEle para cumprir Seus planos para sua vida.”
— Nancy Demoss (via prosa-com-deus)
Deus virá sem disfarce; algo tão impressionante que causará reações de amor ou horror a toda criatura. Então, será tarde demais para escolher o seu lado.
— C.S. LEWIS
Literature student aesthetic
"Produtividade é administrar seus dons, talentos, tempo, energia e entusiasmo com eficácia pelo bem das pessoas e para a glória de Deus. A produtividade chama você a dedicar a vida inteira a esse grande objetivo de glorificar a Deus fazendo o bem às pessoas.
Esse chamado envolve usar seus dons, os dons espirituais que você recebeu quando o Senhor o salvou; envolve o desenvolvimento de seus talentos, as áreas em que você é naturalmente mais forte; envolve a utilização de seus talentos nas áreas em que você é naturalmente mais forte; envolve a administração de seu tempo, aquele período de 24 horas que Deus lhe dá a cada dia; envolve o uso de sua energia, força ou vitalidade que vai e vem ao longo do dia e da semana; e envolve até mesmo o entusiasmo, a paixão e o interesse que podem fazer parte das obras que você ama praticar.
Deus chama você para pegar todas essas coisas e aplicá-las com cuidado, fidelidade e consistência no objetivo maior de fazer o bem às pessoas."
"Faça Mais e Melhor: Um guia prático para a produtividade" de Tim Challies -
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Conversas sobre a Reforma Protestante costumam focar nos homens: (...) mas a Reforma também é um período rico em exemplos de serviço feminino.
O trabalho da mulher era essencialmente em três categorias: servindo no lar, promovendo a Reforma e criando a próxima geração de protestantes; servindo em posições de poder que defendiam ou promoviam a liberdade protestante; e servindo por meio da escrita e de publicações que promoviam o pensamento protestante.
Lares da Reforma
(...) As casas não eram meramente locais onde os maridos podiam descansar e a família ter comunhão, eram também postos para o trabalho e testemunho cristão. Eram lugares em que as crianças recebiam educação e treinamento para servir ao evangelho. Em suas casas e despensas, os viajantes podiam reabastecer-se para suas jornadas e os famintos serem alimentados. Lares cristãos eram as raízes da Reforma e a fortificaram continuamente.
(...) É bem provável que Catarina Lutero (1499-1552) tenha o direito ao topo da lista de donas de casa. À noite, Catarina oferecia comentários sobre o trabalho do marido. Martinho recepcionava estudantes; Catarina preparava refeições com alimentos que ela própria havia cultivado e depois sentava-se à mesa para participar das discussões. Crianças moravam e eram ensinadas em casa — tanto os filhos do casal quanto órfãos que eram acolhidos por eles. Na Abadia Negra, futuros pastores viam como uma família cristã funcionava. O mosteiro em ruínas transformou-se no núcleo da Reforma nas mãos de Catarina. Era como se a alegria de sua salvação não pudesse ser contida internamente e encontrasse expressões físicas e relacionais em seu lar. (...) as esposas dos pastores protestantes podiam orar, ler, jardinar, cuidar dos enfermos, abrigar viajantes e promover uma atmosfera intelectual tão bem quanto monges e freiras fizeram durante séculos.
Autoridades da Reforma
Enquanto as esposas dos reformadores enfrentavam uma quantidade assombrosa de trabalho nos bastidores, as rainhas e abadessas reformadas encaravam isolamento, intimidação e violência das maneiras mais públicas.
(...) Quando seu marido alcoólatra e adúltero morreu em 1555, Joana de Albert (1528-1572) tornou-se a rainha de Navarra. Joana estava em uma posição vulnerável, encurralada entre as poderosas nações França e Espanha. Mas isso não a desacelerou ou desencorajou nem um pouco.
(...) Seus filhos foram sequestrados, sua vida foi ameaçada, rebeliões emergiram, guerra com a França desencadeou-se — mas seu amor pela igreja era maior do que tudo isso. Seu trabalho proporcionou abrigo para os Huguenotes (protestantes franceses) durante as Guerras da Religião na França. Joana também foi um exemplo de fé posta à prova: sua coragem e determinação doutrinária foram discutidas internacionalmente e trouxeram conforto a outros crentes em sofrimento.
Catarina de Zimmern (1478-1547) teve uma infância difícil e eventualmente foi colocada em um convento. Porém, assim como a cidade de Zurique, Catarina foi exposta à fé reformada e em certo momento converteu-se. (...) Zuínglio sabia quão poderosa era a abadessa; ela poderia ter exposto as atividades protestantes e procurado a ajuda de Roma. Mas ao invés disso, ao final de 1524, Catarina entregou a abadia e todos os seus bens para a cidade de Zurique. Tal atitude foi por convicção pessoal —pacífica, porém forte— de que Roma estava errada e deveria ser resistida. A transferência de propriedades deu à cidade uma vantagem mais do que econômica: transformou Zurique em um lugar abertamente seguro e livre para protestantes, sem os conflitos civis que tantos outros locais enfrentavam. Entretanto, colocou Catarina em uma posição muito vulnerável, como inimiga pública de Roma. Deus a protegeu e também lhe deu um marido e uma filha.
Canetas da Reforma
A terceira principal contribuição das mulheres para a Reforma foi através da escrita (...). Margarida de Navarra (1492-1549) foi a primeira poeta protestante a ser publicada. Do seu inicial catolicismo romano ao seu reconhecível calvinismo, a poesia de Margarida reflete sua jornada espiritual. (...) Em sua última grande obra, ela enfatiza e se maravilha na obra completa e totalmente suficiente de Cristo por Seu povo. Sua publicação desafiou os ensinamentos de Roma sobre santos, indulgências, penitência e a missa. Foi uma proclamação pública da salvação por meio da graça pela fé somente.
(...) Havia muitas outras mulheres naquela era, algumas escreviam para crescimento pessoal ou recreação mas muitas publicaram suas obras pela causa da igreja reformada emergente. Suas óbvias habilidades intelectuais coincidiram com a crença protestante de que os cérebros deveriam ser usados, fossem eles masculinos ou femininos.
Algumas mulheres serviram nas três áreas; outras se destacaram em uma área. O impacto causado por elas foi tremendo, porque o Salvador que elas serviam é onipotente. Essas mulheres amaram a Jesus e o serviram porque Ele as amou.
https://benditas.blog/2017/10/31/as-mulheres-da-reforma-protestante/?fbclid=IwAR2-CqjBxVj5SDNuCZPN6hK-K2VbfIiNMVdNuCEPDaVPi1e0jnfgZziT5QE
Conversas sobre a Reforma Protestante costumam focar nos homens: pregadores, teólogos e mártires (masculinos). O trabalho deles foi formativ
Somente a fé em Cristo somente pela graça, revelada somente pelas Escrituras, e somente para a glória de Deus
O verdadeiro genio da reforma; https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/10/o-verdadeiro-genio-da-reforma/
Get your coffee, tie your hair back and get to work. You’ve got goals to achieve
A era pós-moderna ungiu a tolerância secularizada como seu deus. Antigamente tolerância significava ouvir respeitosamente todos os pontos de vista, discutindo livremente na busca comum da verdade. Mas o credo do novo deus da tolerância reza que o conhecimento da verdade é impossível. Desse modo, todo mundo está livre para pensar e agir como gosta, com uma exceção: aqueles que têm audácia de acreditar que sabem a verdade, particularmente quando afirmam que Deus a revelou a eles, não são tolerados.
COLSON; FICKETT, 2009, p. 96 in Juventude pós-moderna, Natsan Matias.
Come Josephine in my flying machine Going up she goes! Up she goes!
My definition of paradise