"Olha a onda, olha a onda... CARALHO MANO EU FALEI OLHA A ONDA PORR EU COMPREI ESSE BARCO EM 500 PRESTAÇÕES VENDI MINHA ALMA"
-- Hilário você, cara!

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"Olha a onda, olha a onda... CARALHO MANO EU FALEI OLHA A ONDA PORR EU COMPREI ESSE BARCO EM 500 PRESTAÇÕES VENDI MINHA ALMA"
-- Hilário você, cara!
*Audrey's voice* PROTEUS! PROTEUS! {E assim Proteus comeu seu espinafre e derrotou Dracus e recuperou Audrey Palito}
-- Seu senso de humor é incrível mesmo.
verdade ou consequência
-- Já que eu claramente me fudi da ultima vez, vou escolher verdade.
CONSEQUÊNCIA, NÃO DEVERIA TER FEITO ISSO. Mintira q Desafio-te escolher uma pessoa aleatória, ou alguém de seu agrado, e confessar um medo e um amor. Não precisa ser algo recente, nem tão velho, apenas um amor passageiro, ou não, que o marcou. Medos são eternos então o mesmo que tivera no passado, provavelmente ainda tem hoje em dia. Boa sorte :D
-- Joga a bomba e depois deseja boa sorte, muito gentil!
Verdade ou Consequência?
-- Evidentemente, consequência.
Me mande “verdade ou consequência” e meu char vai decidir entre responder a uma pergunta sua sem poder mentir ou abrir um starter com o seu desafio.
Send me ‘Kiss’ and my muse will kiss yours somewhere according to their feelings for your muse!
Touching Meme: Kiss Addition!
Kiss on the forehead: Parental/Familial love
Kiss on the eyelids: You make me sad/Upset
Kiss on the nose: You make me happy
Kiss on the cheek: Platonic love/Friendship/Attraction
Kiss on the lips: Romantic love/Attraction
Kiss on the neck: I want you/You are mine
Kiss over the heart: I am connected to you
Kiss over the wrist: I think you are beautiful/I find you attractive
Kiss over the back of the hand: Respect/Admiration/Reverence
Kiss on the palm of the hand: I am yours/I know you have me
Kiss on the knuckles: Protectiveness
Kiss on the fingertips: I care about you
Kiss on the nails: I want to hurt you/You've hurt me
Kiss on the stomach: Sexual attraction/Desire
Kiss on the knees: I want to support you
Kiss on the feet: Fealty/Loyalty/Servitude/Submission
Almost kiss: Interest/Curiosity
No kiss: Indifference/I don’t know you
Bite: Dislike/Hate/Resentment/Enmity
Character a e s t h e t i c s: – 21st century meme character development
✦ Proteus Henry Turner &&. Audrey Roseflare in 21st century ✦
Character a e s t h e t i c s: -- 21st century meme character development
✦ Proteus Henry Turner in 21st century ✦
Fool for sacrifice ⚜ Pirate Queen
Valkyrhea entrara em pânico desde que acordara de seu pesadelo. Era realmente aquilo que ela queria? A ideia de servir como sacrifício para os deuses lhe trazia sérios arrepios. Se o fizesse, seria por seu povo ou por alguém pelo qual realmente se importava. Morrer não a assustava, mas sim o que vinha após essa etapa final da existência de cada ser humano. Sabia que pensar nisso era só mais um motivo para o peso da coroa lhe pender na cabeça. Faria qualquer coisa para afastá-la de si, toda essa maldita responsabilidade. Não se sentia preparada, mesmo que tivesse certeza de que Kida reinaria por mais mil anos se tudo ocorresse como planejado. E o pior de tudo era que Rhea não tinha mais ninguém com quem conversar. Na verdade, Nedakh não confiava em mais ninguém. Às vezes se amaldiçoava por ter esse traço em sua personalidade. Desconfiança. Mas após tudo o que passara nesse instituto fodido e cheio de armadilhas, só conseguia se lembrar de uma pessoa que, por algum motivo, a tinha salvado de ser esmagada por um lustre. Proteus. Não sabia porque o pirata tinha tomado essa decisão. Era difícil acreditar que pôr a própria vida em risco era hábito de um saqueador como ele. Sua mãe sempre lhe contava histórias sobre como o seu avô assistia o kraken afundar o navio dos piratas que tentavam encontrar Atlantis para saquear suas relíquias e estuprar suas mulheres.
A criança cresceu temendo e odiando esses homens não só pelo bem estar de seu povo, mas também pelos amaldiçoados vivendo em terra firme. Estava em certa sobre o que faria em seguida, mas seus pés a levavam na direção do salão comunal dos Seditiosus. E os seus olhos procuravam o moreno, que não deveria estar dormindo, ela acreditava. Para a sua sorte, Proteus se encontrava num dos cantos, sentado numa poltrona perto da lareira, com um lápis numa das mãos e um caderno sobre as coxas. Rhea sorriu de canto. Ele estava desenhando. A mão da loira pousou sobre o ombro do outro, apertando-o de leve para que o mesmo notasse a sua presença sem se assustar. —– Se você desenhasse assim em Atlantis, provavelmente ganharia um espaço na mesa dos nossos artistas mais renomados. —– Começou, se sentando numa poltrona ao lado dele sem maiores alardes ou cerimônias. Mas a expressão brincalhona da princesa foi embora poucos segundos depois, como de praxe. —– Eu decidi confiar em você, mesmo que tudo na minha cabeça me diga para não fazer isso. Decisão horrível, eu sei. Mas você deve ter as marcas dos cacos de vidro daquele candelabro gigante nas costas por minha causa, e eu não vou poder amenizar isso nem com todo dinheiro do mundo. Mesmo que você não vá recusar algumas moedas de ouro se eu oferecer. —– Ela acabou rindo com aquele pensamento e balançou a cabeça negativamente. —– Além do mais, é difícil não ter amigos por aqui. Não estou me adaptando, são muitas diferenças. Eu só queria saber como você consegue se dar tão bem nesse lugar. —– Valkyrhea suspirou e encolheu os ombros, as têmporas doíam mas ela acabou apenas descansando a cabeça na poltrona aveludada. —– Foi aquele maldito pesadelo. E eu sinto que preciso conversar sobre ele ou vou enlouquecer. Se importa de ser meu cobaia essa noite? Por favor, nunca te pedi nada.
Ao sentir uma mão sobre seu ombro, Proteus ergueu os olhos para encarar a pessoa que lhe chamava atenção, e sorriu. -- Olá, princesa. -- Cumprimentou, fitando o próprio caderno, onde começara a desenhar o rosto de uma pessoa, em seguida voltou a olhar para a jovem. -- Jura? Hum, parece importante. -- A verdade é que ele ainda tinha muita vontade de conhecer Atlantis, afinal, não é como se sonhos de infância simplesmente desaparecessem. Observou-a sentar-se numa poltrona ao seu lado, ouvindo atentamente o que ela tinha a dizer. -- De fato, eu gostaria sim de umas moedinhas de ouro. E sobre as marcas? Não precisa se preocupar, uma cicatriz a mais ou a menos não faz diferença. -- Disse, mantendo o sorriso no rosto, mas logo voltando a ouvir o que a atlantis tinha a dizer. -- Não me importo, não. -- Deixou o caderno de lado. -- Vamos conversar, sou todo seu.
Era necessário um grande esforço para que Audrey pudesse manter a expressão impassível que mantinha, olhando fixamente para o pirata e imaginando que ele também estava fazendo um grande esforço, mas para não gritar com ela. Não poderia culpá-lo por isso, não estava sendo a melhor das pessoas com ele, e nem com qualquer outra pessoa que a abordara naquele dia em questão, o que sucedera a onda de pesadelos. Nem uma única palavra saiu de seus lábios enquanto ele falava, estava ocupada demais observando as oscilações de gestos e feições de Proteus, cada uma apertando-lhe mais o coração, como se este estivesse sendo esmagado por mãos invisíveis. Era um teste que precisava passar, precisava muito. Mas era como tentar esconder as coisas de Asher, impossível, improvável, o Snowheart sabia quando mentia só de olhá-la, assim como ela sabia, e Audrey percebeu que situação semelhante acontecera agora. Mais um para quebrar a sua mascara, porém dois era um número bom, aceitável para seus padrões. Levantou-se da cadeira e foi até ele com uma expressão de preocupação em seu rosto, sentando ao seu lado, com o corpo de frente a ele. — E eu te entendo. Mais do que imagina. — ouvira atentamente tudo o que ele falara sobre as vozes do navio, a necessidade do Holandês Voador tem um capitão, ele. Não era necessário estar no mar para entender o peso que aquilo tinha sob ele, principalmente ao testemunhar a perda de seu coração. — Você não precisa se preocupar, me deixe carregar isso. — seus dedos delicadamente tiraram alguns fios que estavam no rosto do pirata, demorando mais alguns momentos ali para usar a mão a fim de fazê-lo olhar para ela. Por alguns instantes Audrey se perdeu nos olhos dele, como um mar negro pronto para afogar uma princesa desavisada. — Me deixe carregar a sua preocupação por agora. — havia uma estranha doçura em sua voz enquanto falava, e não era de seu feitio agir daquela maneira. Não era necessário ser uma sereia para saber o que dizer, sua mãe recebera bençãos de fadas que acabaram sendo passadas para Audrey.Era comum para Audrey tentar absorver as dores alheias para si, afim de fazer com que aqueles que se importava parassem de sofrer. Fizera isso com sua mãe, escondendo seus medos a fim de ela ter uma vida feliz, fizera isso com seus amigos anos depois, e agora estava fazendo isso com Proteus. Não contaria a ele os seus medos e preocupações, mas poderia absorver os dele. — Eu devo tanto. — sussurrou, mais para si do que para ele, lembrando-se da enorme divida que tinha com ele.
Observou-a sentar-se à sua frente sem mudar de expressão, na verdade, ele tinha cansado de reagir, o pirata agora só esperava por respostas. Qualquer dica da razão pela qual Audrey estava agindo daquela forma, Proteus a conhecia o suficiente para saber que algo estava acontecendo. Então por quê la não lhe contava? Por quê tinha que manter segredo? O fato era que a princesa de Stallia não lhe devia resposta alguma, ela não tinha nenhuma obrigação de contar-lhe o que estava acontecendo se não quisesse, mas só de pensar nisso ele se sentia... traído. Mais frustrado do que já estava. Porque ele queria ser capaz de ajudá-la de alguma forma, mesmo que não soubesse como. -- Entende? -- Disse, abrindo um meio sorriso sem emoção que durou apenas um segundo. O pirata sentiu o toque delicado da princesa e seus cabelos e rosto com o olhar ainda em outro canto, até ela fazê-lo olhar para ela. Por um instante tudo o que Proteus se permitiu fazer foi fitá-la, enquanto absorvia as palavras que lhe eram dirigidas. Outro sorriso triste tomou conta do rosto do pirata. -- Não seria justo. -- Falou, respirando fundo. -- Eu não posso deixar você carregar um peso meu. Você também tem suas preocupações para carregar, não? -- Seu tom de voz era calmo, mas carregava um tom um tanto desesperado que nem o próprio rapaz sabia direito a razão de estar assim. Ele pegou a mão da princesa que ainda passeava por seu rosto e a segurou com firmeza. -- Eu não posso te deixar carregar tudo por mim, mas não tem problema dividir o peso. -- Dessa vez foi a vez dele de tirar uma das mechas do cabelo de Audrey que caía sob o seu rosto delicado, o pirata gentilmente colocou o cabelo atrás da orelha da moça, a fim de observar com mais clareza seu rosto de marfim. -- Por quê você não me deixa carregar uma parte das sua preocupações também? Não confia em mim?
— Pensei que ia precisar te acordar com um beijo. — Lilith cantarolou, com os cotovelos apoiados próximo á cama da outra pessoa, enquanto a observava dspertar.
O pirata balbuciou algo inaldivel antes de se virar para o lado e ignorar parcialmente a presença da garota até finalmente abrir um pouco as pálpebras. -- Sete infernos, o que você quer, Demônio Marinho?
“Death is not the greatest loss in life. The greatest loss is what dies inside us while we live. The second we are born we start dying, this isn’t life, this is death. So I may not be death itself, but I am the ruler of the dead. So my kingdom has been build of blood and bones, and my queen is made out of ashes and steel, in this realm is only to her that I’ll kneel.”
Character a e s t h e t i c: mythology!AU — Proteus Henry Turner as Hades, the lord of the underworld and ruler of the dead.
“Sandman, o carinha dos sonhos. O que não faz sentido porque a tradução literal é cara das areias. Mas até que combina, eu acho.”
-- É porque ele controla sonhos então, sabe, é mais fácil associar como carinha dos sonhos. E pra falar a verdade eu nunca entendi bem qual é a das areias...
“Isso. O estado de inconsciência emite uma energia estranha que eu sou capaz de sentir.. É estranho.”
-- Entendi... Eu acho. Mas deve fazer sentido considerando que você é a filha do Sand... Sand... do Carinha dos Sonhos.
- Não queria dar um susto, desculpe. Mas pareceu oportuno.
-- Por quê?
“Plausível; algo que é perfeitamente aceitável, algo que se se pode admitir, algo razoável.”
-- Quem bom, você lê dicionários... Mas, veja bem, se eu não aceitar não é exatamente plausível, é?