rufem os tambores porque MALI SIAN acaba de entrar no campus da briar university! na ficha de inscrição consta que têm 25, CURSA PÓS EM PERFORMANCE ATLÉTICA E MONITORA UMA CLASSE DE FISIOTERAPIA, e irá morar em RESIDÊNCIA PRÓPRIA! aqui não encontramos informações extracurriculares… mas dizem que poderá fazer PODCAST NA RADIO! no off do campus, é conhecida por ser cativante e ansiosa! espero esbarrar com ELA nos corredores, afinal, é igualzinha à QUENLIN BLACKWELL!
her pinterest board. wanted connections. musings.
personalidade:
+ cativante, engraçada, observadora e carismática.
- ansiosa, perfecionista, evitativa e teimosa
tinha apenas oito anos quando se apaixonou por patinação artística depois de ver na televisão; e depois de semanas falando no assunto, seus pais decidiram a levar para brincar de patinar. e ela pareceu ter nascido para os patins, depois daquela primeira vez, o esporte e ela se tornaram um só.
a patinação era um esporte caro e a família de mali não tinha muito dinheiro, mas... esforçaram-se muito para manter ela ali, e valeu a pena aos quatorze, competiu pela primeira vez na ISU e apesar de não ganhar, ganhou grande destaque.
teve uma fase depressiva e uma fase revoltada também, mas o amor por esporte sempre foi algo mais alto. foi muito motivada a fazer a faculdade (e agora a pós) por isso- ou talvez porque tudo que ela sabia da vida sempre foi naquele meio; era ainda seu ponto seguro de certa forma.
além de ser monitora de cinesiologia, ela também trabalha na clínica de fisioterapia do campus e tem seu podcast na rádio.
o podcast não tem um assunto principal, apesar de ter alguns "segmentos", o mais famoso de todos, um focado em esportes, em que explica de forma mais simples coisas dos esportes. termos, jogada, algumas coisas que aconteceram com os times das universidades e etc.
ainda sofre de dor cronica por conta da lesão em seu joelho, mas é algo que pouquissimas pessoas sabem. nunca fala sobre isso, mas quando está de mal humor ou quieta demais é normalmente por conta da dor.
ainda ama patinar, mas é algo que faz apenas de hobbie. além disso, também ama pilates e pratica-o 3 vezes na semana.
nicknames/alias: the blue wraith, wolf (verse dependent).
date of birth: 13 firstfall 9:05 / scorpio.
- dao/da2: 25
- dai: 36
- datv: 47
place of birth: seheron.
nationality: seheroni, tevinter.
species: elven.
religious beliefs: andrastian, exposed mostly to the imperial chant.
sexuality: demiromantic bisexual.
pronouns/gender: cisman, he/him.
parents: unnamed, status unknown to fenris.
siblings: varania, sister.
combat & abilities: lyrium ghost, the name given to the activation of his lyrium brands that allows him to phase in and out of combat, often times through people or objects. glows blue before he disappears entirely, nigh untraceable at times. through this innate ability to channel the lyrium in his skin, he can release flares of spirit energy, knocking opponents back or stunning them; dealer's choice. he can also mitigate incoming magical damage, so long as he is expecting it. aside from this, fenris is a capable warrior, besting the majority of his opponents in hand-to-hand, and two-handed weapon combat. his chosen great sword is named lethendralis.
occupations, in order of fulfillment: body guard of magister danarius, perrepatae, mercenary, venatori hunter, shadow dragon.
— APPEARANCE:
eyes: olive green, wideset & clear.
hair: 1A; straight and very fine. born dark, that turned white and silver after the arcane ritual that gave him his lyrium brands. brows and lashes are still dark after the ritual.
height/body type: 5'3" | 160 cm. slight but defined, leanly muscled. covered in white, scarred markings from head to toe. these marks are infused with lyrium and glow bright and blue with their channeling. can be mistaken for vallaslin.
( - ) abrasive, at times ◦ distrustful ◦ stubborn ◦ choleric
mbti type: istp - the lone wolf
— CHARACTER NOTES/VERSE EXPLANATIONS:
fanon and i don't get along. i'm sorry in advance.
fenris is not an alcoholic. he goes through six bottles (through drinking and shattering against the walls of the house danarius estate in kirkwall) of a very specific wine in which he drinks/wastes to prove a point to himself and to his abuser. there are two scenes in the entire game where fenris has a bottle in his hand, last i checked. his consumption is about as normal as everyone else's in the party, i promise :' )
contrary to popular belief, fenris is in fact capable of being level-headed and reasonable. one has to remember that da2 was written from varric tethras' point of view (love him to death, this is not necessarily a bad thing) and told from such a perspective to spin a story for the seekers following the explosion of the chantry in kirkwall. things are embellished for flavor, and that does include fenris' temper.
the above being said, he does still have somewhat of a short fuse; how quickly it burns down is dependent on a few different things. the biggest factor is his mindset for the day - as fenris is a survivor of abuse and is actively recovering throughout the events of da2, he not only suffers from ptsd but chronic pain. he might come off snappy, harsh, or even cruel, but these instances are fewer and further between than the game might lead one to believe. you have to remember that we are seeing specific aspects of the champion's journey through kirkwall. there are several time skips. fenris' outbursts are concentrated in these scenarios for a reason.
if you are interested in shipping with fenris, it is important to note that no one is safe from the awkward situationship. you know exactly which one i am talking about. i have linked my post that explains it in more depth for future reference.
fenris is, up until the events of da2, somewhat avoidant of intimacy due to his past. only in kirkwall does he start to confidently branch out in his bisexuality. while he does experience sexual attraction, romantic attachment is a little harder for him to wrap his head around.
verse-wise, i have a number of scenarios that can be freely plotted within. i have developed a verse where fenris becomes a grey warden in dragon age: origins; i have a verse where fenris becomes a companion during the events of inquisition. i also have a verse where fenris becomes rook in datv. however, the main verse on this blog will follow the events of da2, as well as the comics centered around the blue wraith.
it is also canon to this blog's main verse that fenris is a founding member of the lucerni, and eventually, the shadow dragons through his (headcanon-based) post-trespasser connection with dorian pavus. while he is considered to be a decision maker, it is not known that he is a member of the shadow dragons, beyond a circle of trust. in-depth meta to come at a later date.
more to come as i feel the need to update. last updated: 7.2.26
Ei, você viu quem voltou para mais um ano? Por um momento pensei ter visto ZHANG RUONAN, mas é melhor, é WANG MEILING! Soube que ele está cursando MEDICINA aos 23 ANOS e é uma LEGADO da Saint Benedict Hall. Todas às vezes que encontrei com ela eu podia jurar que ela estava ouvindo I LOOK TO YOU, WHITNEY HOUSTON Isso até combina muito com o quanto ela me lembra de TEMPERANCE. Eu só acho que algo está diferente esse ano, melhor ficar de olho nela!
[ DO I SOUND HONEST ENOUGH? ]
Meiling acredita ser uma escolhida, um presente divino. Essa fé cega é o que a mantém funcional, mas também a aprisiona. Reprime desejos, emoções e dúvidas, convencida de que pureza é sinônimo de salvação. Sorriso contido, palavras medidas, olhar julgador, sua devoção se confunde com medo.
Apesar da aparência tranquila, vive em constante tensão interna: teme o pecado, mas sente curiosidade; busca a aprovação da mãe, mas sente raiva dela, reza por redenção, mas não entende de que culpa precisa ser salva.
Quando se aproxima do irmão, o conflito se intensifica. Parte dela o enxerga como ameaça ( a “alma perdida” da qual deve se afastar), mas outra parte sente uma ligação que desafia a doutrina que a moldou. Ela acredita que cada dor é uma prova enviada por Deus e que seu nascimento foi um ato divino. A ideia de ter sido fruto de adultério é inimaginável representaria o colapso de tudo em que acredita.
[ IF I CANNOT BEND HEAVEN I WILL RAISE HELL ]
Meiling nasceu da crença de um milagre, uma promessa divina em forma humana. A mãe jurava que jamais poderia ter outro filho depois do primogênito, e ainda assim, ali estava ela: viva, saudável, perfeita. Uma bênção, diziam. Um sinal de que Deus ainda olhava por aquela casa.
Mas o milagre tinha outro nome, um que ninguém ousava pronunciar. Ela não era filha de um plano celestial, e sim de um deslize humano: um caso esquecido, um segredo soterrado sob rezas e rosários. A mãe, em sua devoção teatral, a ergueu como um troféu da própria santidade. Meiling cresceu acreditando ser obra divina, cercada de velas e castigos, ajoelhando-se até os joelhos sangrarem para agradecer por uma vida que não te pertencia.
A pureza era o dever dela, e para isso ser obediente. Pessoas obedientes sabem como se reprimir, como aceitar castigos e se colocar no papel de que mereceu ser castigada. Essa era sem dúvidas Wang Meiling. A menina acreditou tanto que reprimiu todos seus pensamentos para encaixar naquele molde criado pela mãe.
Seu irmão, o mais velho, era o oposto de tudo o que ela era obrigada a ser. Ele era: imperfeito, errante, pecador. Ela o olhava com o mesmo julgamento que via nos olhos da mãe. Rezar por ele era sua penitência diária. Mas sempre doía cada vez que o via ferido, cada vez que o pai levantava a voz. Pela fé ficava em silêncio, e o medo a fazia concordar que ele merecia ser punido, como a mãe sempre dizia.
Na noite em que o mundo desabou, ela se lembra apenas de fragmentos. Um grito. Um golpe. O corpo do pai tombando sobre a mesa, a lâmina do abridor de cartas manchada. Sua primeira mentira nasceu ali. “O coração dele… parou”, ela disse, a voz firme apesar do tremor nas mãos. A primeira vez que Meiling mentiu.
Desde então, seu olhar nunca mais foi o mesmo. Nem o do seu irmão. Ele a protegeu do peso da verdade, em troca, ela o protegeu, a farsa que sustentava sua própria existência.
Ainda sorri com aquele ar distante de quem acredita viver em graça. Mas há rachaduras na sua fé por onde escapa o que você tenta esconder: a dúvida, o medo, o desejo.
O incidente não existiu. Soterrado na memória pelo trauma, e ainda exibindo o mesmo olhar de vergonha e desprezo sobre o irmão. Ainda sendo a espada de sua mãe, e a própria intervenção dívina na terra.
Ei, você viu quem voltou para mais um ano? Por um momento pensei ter visto BOSS CHAIKAMON, mas é melhor, é KORN VEERAPOL! Soube que ele está cursando MÚSICA aos 25 ANOS e é um APADRINHADO da Saint Benedict Hall. Todas às vezes que encontrei com ele eu podia jurar que ele estava ouvindo SLEEPWALKING, BRING ME THE HORIZON. Isso até combina muito com o quanto ele me lembra de THE CHARIOT. Eu só acho que algo está diferente esse ano, melhor ficar de olho nele!
[ DO I SOUND HONEST ENOUGH? ]
A personalidade de Korn sempre foi de linha permissiva. Com a pressão desde cedo de ser o melhor no esporte, não havia muito espaço para se rebelar ou dizer não. O problema, sem dúvidas, era que ele não possuía o amor (e nem tanto talento), mas ele compensava com o esforço já que seus pais não aceitariam menos.
O local onde ele se expressa de verdade é pela música. Fechar os olhos e tocar seu violoncelo descartando toda a raiva, dor e sentimento que tem no coração. O coral é um dos ambientes que ele mais ama, e poder se dedicar a ele era algo que lutaria com unhas e dentes. Enquanto mente para seus colegas do atletismo que ele não pode ser mais o capitão que esperavam e contavam por causa de sua lesão, na Orquestra ele já assume outra postura, organizando seus colegas e aconselhando ficando na sala até mais do que deveria.
[ IF I CANNOT BEND HEAVEN I WILL RAISE HELL ]
Oh, os Veerapol são uma família extremamente conhecida por estarem inclusas em meio esportivo. A família se mudou para Inglaterra durante as Olímpiadas de 2012, faziam parte do comitê da Tailândia e decidiram ficar ali para continuar trabalhando nas relações entre os países. Os pais juravam que Korn, aos doze anos, seria a nova promessa do atletismo. Foi até mesmo naturalizado como Inglês para que participasse em nome da Inglaterra durante os jogos.
O que era uma brincadeira, se tornou a única coisa que importava para os pais. Por ser focado em atividades individuais (os pais odiavam depender de outra pessoa para esportes coletivos) passavam muito tempo junto a ele em complexos esportivos vigiando o treinamento do filho, afinal, entendiam como funcionava o mundo dos esportes e como era importante desde cedo estar ao lado das pessoas certas, e ter seu caminho traçado.
Ele se sentia extremamente cansado de todo aquele treinamento, mas não podia dizer isso aos pais que achavam que era o menino de ouro. Toda vez que os treinadores diziam que ele deveria se esforçar mais, os pais entendiam que na realidade era o técnico que não explorava seu potencial ou possuía alguma espécie de pensamento preconceituoso com o filho.
Seu momento de escape era tocando o violoncelo. Os pais não eram tão fãs de que ele dedicasse tanto tempo em outra atividade, mas os psicologos diziam que não eram saudável viver só de uma atividade, e achavam até interessante o desenvolvimento artístico do menino. Seus pais não haviam estudado por lá para que ele conseguisse ser um legado, mas não foi difícil para os pais acharem padrinhos para o filho ingressar na faculdade.
Seu destaque era pelo esporte, e seus pais só se importavam com isso para que ele continuasse a treinar e se destacar. Afinal, nenhuma outra faculdade de elite o aceitou (mas isso não era importante, pois sempre era culpa dos outros). Se matriculou no curso de música, podendo fazer o que amava de verdade, e tinha até desejo de se destacar ali, mas não poderia chamar atenção para isso.
O problema era que não podia dedicar suas atividades da música por causa de que seu foco deveria ser no Atletismo, e então...aconteceu. Quando repensa no acidente, sua mente acredita que ele poderia ter evitado. Se ele tivesse caído direto, ou tomando mais impulso na hora de pular. Será que ele se sabotou? Foi de forma proposital? Ele não sabe responder ainda, ou não quer responder.
Seus pais jamais aceitariam o fim de sua carreira nos esportes e naquele ano estão o colocando em todos os tipos possíveis de fisioterapia e programas de recuperação, mas o que ele mais gosta? Mais tempo de se dedicar a música. Ele quer melhorar? Quer voltar? Foi por conta disso que abriu mão de ser capitão único do time de Atletismo. Utilizou do seu acidente para abrir mão daquela responsabilidade, e ao mesmo tempo se aproximou mais tornando-se presidente do clube de música.
O que era quase impossível, pois a votação já havia acontecido e todos sabiam que o indicado para aquele semestre após a formatura do atual presidente era Owen. Sim, Owen, aquele que foi encontrado no lago. Junto a Owen, Korn havia dedicado um tempo mostrando seu trabalho como líder e conhecedor de música, mas seus colegas haviam preferido o outro. Ainda mais depois da discussão (calorosa) que tiveram um pouco antes do semestre anterior acabar.
Onde Korn acusava Owen de usar sua influência, amigos e posição para conseguir os votos. Alguns haviam concordado com Korn, fazendo com que ele e Owen fossem os nomes mais indicados, mas Owen ainda tinha a grande maioria. Uma pena, afinal, o verbo está no passado e a realidade se transformou na presidencia indo para ele.
Agora que Korn foi eleito, o clima e fofocas continua, será que foi Korn que pediu para os céus por uma oportunidade, e essa oportunidade foi atendida as custas da vida de Owen?
name: aenea iveani lavellan [ay-NAY-uh, iv-AH-ni]
nicknames & titles: 'the bird's eye', 'Nea, 'Herald of Andraste', 'Inquisitor.'
age: ~26
date of birth: 28th Haring, 9:15 ( capricorn )
gender & pronouns: cis woman, she / her
orientation: demiromantic / demisexual
lineage: dalish elf
class: rogue assassin
status: hunter / scout for her clan,
language(s): trade, elvhen
parents: iveani lavellan ( former first of clan lavellan, deceased ), unknown father
siblings: none
other family: solas ( worldstate romance ), varric ( father figure ), dorian pavus ( brother figure ).
birth place: free marches wilderness
height: 5'4
build: nimble, quite lean and angular
eye color: red-ringed amber
hair color: very light ashy blonde.
complexion: bronze-toned, very lightly freckled
faceclaim: tba.
tattoos: falon'din's vallaslin, removed
scars: deep cut just below her hairline on her forehead from a fall in childhood; diagonal claw scars from shoulder to sternum from the battle with corypheus.
symbols: the owl, for her pledge to falon'din. though she lets solas remove her vallaslin, she does not abandon the symbol.
accessories & attire: typically seen in the dalish scout armor. when she can, she likes to accessorize with feathers.
worldstate & choices. ` currently being re-gathered!
do you know ROWAN CARTER ? SHE is that BLUE HOUNDS PLAYER that works at ICE RINK … no ? really ? i hear they are team-first and disciplined but i’ve also seen them being self pressuring and unsure who she is off the ice. they have been around town for TWENTY FIVE of their TWENTY FIVE years of age, and whenever i see them, i am reminded of LOCKER ROOM LAUGHTER, OVERSIZED HOODIES AND DENIM, SKATE BLADES CARVING INTO FRESH ICE. they even look like that CHANDLER KINNEY and i remember hearing COMEBACK by JONAS BROTHERS blaring out of their earphones that one time. do you know who i’m talking about now ?
rowan carter has never known a life that didn’t smell like cold air and sharpened steel. born and raised in montrouge, canada, she grew up in a town that breathes hockey the way other places breathe weather. her earliest memories are of rink lights humming overhead, oversized skates sliding across ice, and her father’s voice cutting clean and calm through the noise.
angelo carter has coached the red cheetahs for as long as anyone can remember (at least that’s how it feels to rowan) and carrying his last name means carrying expectation. but he is more than a coach to rowan, he has always been a father first. he taught her how to skate before she could walk properly, how to throw a perfect pass, how to hit the ice without hesitation. he pushes her hard, but never cruelly, and he looks out for her in ways no one else can, always knowing when to let her fight for herself and when to step in. their bond is quiet but unbreakable, built on shared mornings on the ice, laughter echoing through empty arenas, and the kind of trust that only comes from growing up together in the rink’s hum.
TW her mother died of cancer when rowan was five, leaving a hollow space that no amount of practice could fill. most of what she knows about her comes secondhand, stories whispered softly, photos tucked away in drawers, a presence felt more in absence than memory. grief shaped her quietly, steering her toward scraped knees and calloused hands instead of questions she didn’t know how to ask.
rowan is a tomboy through and through, carrying the easy confidence of someone who has spent more time on the ice than anywhere else. she’s outgoing, loud when the situation calls for it, quick with jokes, and first to throw her shoulder into a friend or teammate. she thrives in chaos, whether it’s a fast-paced game or a locker room full of laughter, but beneath the bravado is someone fiercely loyal, protective, and intensely aware of her own vulnerabilities. softness exists in her, she just keeps it close.
hockey became both refuge and language. where words failed, the ice didn’t. she learned how to take a hit and keep moving, how to bleed without complaint, how to show love through effort and loyalty instead of confession. she fights hard for the blue hounds, always team-first, always disciplined, but she does it with an energy that lights up the rink and makes her impossible to ignore.
montrouge still feels like home, equal parts comfort and pressure. rowan loves the town even as it keeps her tethered, loves her father even when his shadow stretches long, and cherishes the lessons he’s taught her, on and off the ice. she is learning, slowly, that strength doesn’t always have to mean silence, that laughter and connection can exist alongside grit and determination, and that being herself- tomboy, outgoing, loyal, is enough.
WANTED
father (1/1) — taken by angelo carter
first love - (0/1)
inside source (1/1) — taken by maren...they're good friends but rowan is also maren's inside source for interviews for both the red cheetahs and blue hounds
once upon a time li haoyu was paris, a prince of troy.
his tragic human background:
Em sua vida atual, Li Haoyu, foi muito amado por sua família. Seus pais, mesmo não tendo muito recursos, se certificaram de dar para ele o máximo de educação que conseguiam.
Conhecido pela educação, apesar de sua insegurança, Haoyu estudou administração e sempre foi ótimo em lidar com organização e pessoas. Sendo comunicativo e extremamente paciente.
Seus colegas sempre falavam que faltava nele impulsividade para perseguir seus sonhos, mas ele sempre se intimidava e preferia ficar sozinho para refletir. Confiar nos outros era fácil para ele, só se distanciava de ter que enfrentar discussões ou disputas sempre levando para o RH, pois não queria ser injusto.
Tanto que a vaga para seu atual emprego nem foi ele que aplicou. Um amigo que sabia de seu potencial o inscreveu para gerenciar um hotel na Grécia, e por mais que ele tivesse medo de deixar tudo que ele conhecia, ao mesmo tempo, era um novo desafio e ficaria ótimo em seu currículo administrar um hotel na famosa Grécia.
O idioma veio simples em sua mente, o que achou que seria sua maior dificuldade, e ali sentiu uma paz que a muito tempo não sentia. Afinal, a inquietação sempre fez com que para ele fosse difícil ficar no mesmo lugar.