“— Você tem certeza que a gente devia entrar nisso?” Ela olhava para a atração com um olhar meio suspeito, com a sobrancelha levemente arqueada. “E se a gente for só… pegar uma cerveja? Sério, não sei se é uma boa ficar entrando nesses negócios, vai que mexe la dentro” ela apontou para a própria cabeça, fazendo uma breve careta em seguida. Apontou para um quiosque que havia alguns metros deles “Não me chame de covarde, eu só estou morrendo de sede, sinceramente.” Merida tinha coragem para a maior parte das coisas, mas quando se tratava de lidar com o emocional? No, thanks.












