I love my birthday. its a palindtome. and i love panidroems
seen from China
seen from United States

seen from Singapore
seen from Türkiye
seen from Singapore
seen from United Kingdom
seen from Austria
seen from Türkiye

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Russia

seen from United States
seen from Jordan
seen from Bahrain
seen from Türkiye
I love my birthday. its a palindtome. and i love panidroems
Gıcık olduğum tipler; geçiştirenler
It is here my friends
21/12
Você está dormindo. Suado e mau humorado. Pensa em levantar, mas desiste ao olhar para o relógio e ver que ainda são cinco e trinta e cinco da manhã. Mais parecia estar no inferno. As gotículas de suor escorriam livremente do seu rosto.
Até que finalmente desiste de tentar dormir e levanta-se. Cambaleando, andas até o banheiro da suíte e enfia a cabeça de baixo da água corrente da pia. A mistura da água fria com o corpo quente era o que você precisava.
Alivias tua bexiga, e sem puxar a descarga vai em direção a pia, novamente. Repetes o ato refrescante, e em seguida escovas teus dentes não tão alinhados.
Teu estômago dá sinais de vida. Andas em direção a porta, e tomas um puta dum susto ao ver uma figura feminina sentada em sua cama. Ela sorria despreocupadamente. Ao te ver, ela alarga o sorriso e vem em sua direção. Você está aflito com o ser desconhecido a sua frente, mas não nega que a beleza da moça é deslumbrante.
A mulher tinha cabelos negros e ondulados, que contrastavam com sua pele extremamente branca. Seus olhos te passavam aflição. Mas uma boa aflição. A moça era magra, frágil. Parecia que ia romper. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz:
“Meu amor…”
Você ia respondê-la com um “Quem é você?” ou até com um “Sim?”, mas ela continuou dizendo pausadamente:
“O que você faria Se só te restasse esse dia? Se o mundo fosse acabar Me diz o que você faria”
Ela vai até você com certa lentidão em seus passos, toma tuas mãos com as dela, e te puxa para cama. Dominante, ela te joga de costas pra cima da cama e continua:
“Ia manter sua agenda De almoço, hora, apatia? Ou esperar os seus amigos Na sua sala vazia?”
Você abre sua boca e fala “Deve estar havendo algum engano!”. Ela ri, e sobe em cima de você, com uma mão em cada ombro seu.
“Meu amor… O que você faria Se só te restasse esse dia? Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria”
Você está confuso, muito confuso. E está gostando. Sua ereção prova isso. O cabelo dela roça em teu peito, te causando uma ligeira coceira. Excitante.
“Corria pr’um shooping center Ou para uma academia? Prá se esquecer que não dá tempo O tempo que já se perdia”
Você se imagina correndo em direção a qualquer shopping, e nota que se o mundo realmente acabasse, como ela dizia, com certeza não faria isso. Ela morde o seu lóbulo direito, te causando um arrepio intenso. De costas arqueadas, você geme.
“Meu amor O que você faria Se só te restasse esse dia? Se o mundo fosse acabar Me diz o que você faria”
Ela pausa para passar suas mãos pelo teu corpo. As mãos eram geladas, feito a corrente de água que você enfiou a cabeça pia abaixo. Você começa a entrar na dança dela, e tenta inverter o jogo. Mas, infelizmente, em jogo de sedução, ela sempre estará em primeiro lugar. Ela tenta tirar a sua camisa do pijama, mas não obtem êxito. Você a ajuda, jogando o pedaço de pano, tão desnecessário para o momento, longe. Ela sorri com o teu ato, e começa a lambê-lo por todo seu corpo. Chega perto do teu ouvido e maliciosamente continua suas frases, até então, desconexas.
“Andava pelado na chuva? Corria no meio da rua? Entrava de roupa no mar? Trepava sem camisinha?”
Você sorri com a última opção. Você para e pensa que está prestes a transar com uma desconhecida. Você gosta dessa situação. Você estica seus braços em direção ao corpo dela, tão sensual, para tentar tirar-lhe o vestido curto de seda. Ela não deixa, e se levanta, deixando você com um ponto de interrogação na cara.
Sapecamente, ela sorri e começa a tirar suas vestes. Você nunca achou que ganharia um strip matinal. O mundo realmente acabaria. Angustiando, vai na direção dela, pouco se importando se ela havia terminado o seu showzinho ou não. Faz o que ela fez com você: a derruba na cama. Só que jogou ela de barriga para baixo, e tratou de subir em cima dela para a mesma não escapar. Com uma voz dengosa, ela diz:
“Meu amor O que você faria?”
Você afasta a roupa íntima dela e lhe mete um dedo. Ela se derrete. De caçadora, ela vira a caça. Você vira ela de costas para o colchão, sem parar com os estimulos, e chupa um de seus mamilos. Ela se rende, e te puxa para um beijo. O beijo dela tinha gosto de hortelã. Seu beijo era viciante.
Timidamente, ela tira tua cueca, e começa te masturbar. Você fecha os olhos e geme. Ela insistia em continuar falando:
“O que você faria? Abria a porta do hospício? Trancava da delegacia? Dinamitava o meu carro Parava o tráfego e ria?”
Você não se importa com as frases, apenas continua a meter-lhe dedos. Sedenta, ela almeja algo mais satisfatório. Sem dó nem piedade, você introduz o pênis de uma vez só. Ela geme, talvez de dor. Você vê que as lágrimas preenchem os olhos da mulher. Sua gentileza faz você esperar ela se acostumar. Seria virgem uma moça tão seduzente?
Não aguenta esperar tanto tempo, e voltas a te mover dentro dela, já mais solta. Os minutos passam. Você goza. Ela também.
Ofegante, você a puxa para seu peito, com o fim de voltar a dormir. Ela não resiste, e dentro de pouco tempo, ela dorme.
Você pensa em como ela poderia ter entrado, mas o sono te vence. Vocês dormem.
Não sei se a música é do Paulinho Moska ou do Lenine. De qualquer forma, crédito aos dois.
I HAVE NO WEED FOR THE END OF THE WORLD
FUCK THIS SHIT
MUDEI MEU THEME FICOU FODA EU ACHEI. QQ CES ACHARAM ? *--------------*