ASM10: The First Three Rounds of Burst are fired at a Higher Accuracy.
Added since Launch. October 1st 2019, Season 1.
14th AR Gold Camo.

#dc#dc comics#batman#bruce wayne#dc fanart#tim drake#dick grayson#batfamily#batfam




seen from T1
seen from Malaysia
seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from United States

seen from Brunei

seen from Malaysia
seen from South Africa
seen from Malaysia
seen from Russia
seen from Brazil

seen from United States

seen from Malaysia
seen from China

seen from Malaysia
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from Japan

seen from Malaysia
ASM10: The First Three Rounds of Burst are fired at a Higher Accuracy.
Added since Launch. October 1st 2019, Season 1.
14th AR Gold Camo.
Tier List Armas do COD MOBILE 🔥🔥 O que acharam?! #ak47 #qq9 #asm10 #cod #codm #codmobile #codmobilebr #codmobilebrasil #season10 #callofduty #callofdutymobile #callofdutymobilebr #callofdutymobilebrasil #callofdutymodernwarfare #callofdutywarzone #callofdutyblackops4 #callofdutymobilegameplay https://www.instagram.com/p/CKU7J6kBAYv/?igshid=y029bilqzu1d
ASM10-TD
ASM10TDASM10-TD BOSCH SERVO DRIVE 1070077516-108
Amor sem Medidas - Capítulo 10 - Mudança
Sophia narrando
Ouvi alguém chamar meu nome.
Primeiro eu achei que estivesse sonhando, mas depois percebi que era apenas Mel tentando me acordar.
― Sophia... Ei, Sophia, acorda. ― Mel me chamava e me balançava levemente pelos ombros.
Não queria acordar. Dormir é divinamente maravilhoso, eu poderia passar o dia inteiro na cama sem me importar. Mas, infelizmente as coisas não podem ser assim.
― Hun? ― Gemi preguiçosamente, e me virei. Esfreguei os olhos, tentando acordar.
― Sophia, acorda. O Micael ligou e disse que daqui a pouco tá chegando aqui. ― Mel sussurrava.
Quê? Micael?
Levantei por impulso. Sentada na cama, bocejei e me espreguicei.
― O vem fazer aqui? ― Perguntei, ainda desnorteada pelo sono.
― Sophia, esqueceu que hoje você começa á “trabalhar”? Ele disse que vai vim buscar você e a Emmy, e as coisas de vocês. ― Mel me lembrou. Ela se sentou ao meu lado na cama, tinha uma expressão um pouco triste.
Como eu pude me esquecer? Oh merda...
Nem posso acreditar que estaria me mudando hoje.
Esfreguei os olhos, tentando tirar aquele sono de mim. Olhei para as malas que eu havia arrumado ontem á noite, e eu realmente estava me dando conta de tudo. Será que eu estava fazendo a coisa certa?
Bem, agora não importa mais. O que tiver de ser, será.
Ouvimos uma vozinha doce e aguda, infantil. Emmy balbuciava algumas pequenas palavras sem nexo, apenas vogais e sílabas sem significados.
Mel se levantou rapidamente e pegou Emmy do berço, que ia parando de chorar aos poucos.
― Olha só quem acordou... ― Mel falava com voz de bebê, vindo até a cama com Emmy nos braços.
Ela se sentou novamente ao meu lado na cama.
― Vem cá princesa, vem... ― Eu também falava com voz de bebê. Estiquei os braços, e Emmy se jogava pra vir pra mim. Eu a peguei.
A trouxe para meus braços e a abracei com ternura. Eu a amava tanto, mais que tudo. Dei um beijinho no topo de sua pequena cabeça.
Mel pegou a chupeta de Emmy e colocou na boquinha dela.
Ficamos alguns minutos ali com Emmy, observando a pequena.
Ela, querendo chamar nossa atenção, ria, se virava e rolava pela cama, bagunçando ainda mais os lençóis. Ficou de bruços, e enquanto balançava as perninhas, levou a mão á boca e tirou a chupeta.
Eu e Mel apenas observávamos e riamos de toda aquela algazarra de Emmy. E ela adorava que estivéssemos dando atenção, rindo de tudo que ela fazia.
― Acho melhor eu ir me arrumando logo, antes que ele chegue... ― Disse, ainda observando as brincadeiras e risinhos de minha filha, junto á Mel.
― Verdade, daqui á pouco ele chega e você ainda tá na cama, de pijama. ― Mel disse e riu. Também ri.
Me levantei da cama, calçando meus chinelos, e indo até cômoda que tinha no meu quarto. Em cima dela tinha minha roupa e de Emmy, que eu tinha separado ontem á noite.
Peguei a roupa de Emmy e a entreguei para Mel. Pedi para que ela arrumasse Emmy enquanto eu me trocava.
Enquanto Mel arrumava Emmy em meu quarto, fui para a cozinha para comer alguma coisa.
Passei pela sala, e vi Chay deitado no sofá, assistindo alguma coisa na TV, nos cumprimentamos com um “bom dia” e um sorriso, continuei seguindo meu caminho até a cozinha.
Tomei meu café o mais rápido que pude.
Terminando, coloquei o que sujei na pia e guardei o que sobrou. Em seguida, comecei logo a preparar a mamadeira de Emmy.
Fiz o mingau, e esperei esfriar, para que tivesse na temperatura ideal para que Emmy o bebesse.
**
Voltei para meu quarto, com a mamadeira nas mãos. Parei na metade do caminho quando vi Mel arrumando Emmy, e Chay também estava lá, ajudando. Ele brincava e mentinha Emmy entretida, enquanto Mel ajeitava os poucos cabelos dela, colocando um laçinho logo depois.
Não pude evitar a tristeza que senti, pois estaria “separando” Emmy de Chay e Mel. Ela os adorava, assim como adorava minha mãe. Já não basta ela ter perdido a avó, agora vai se afastar dos “tios”?
Minha vontade era largar tudo, desfazer as malas, ligar para Micael e dizer que eu estava desistindo. Mas, infelizmente não podia fazer isso. Apesar de tudo, não podia deixar Micael na mão.
Fui até eles.
― Olha só o que a mamãe trouxe Emmy... ― Eu me aproximei dela, e mostrei a mamadeira. Ela logo se animou, e esticou os bracinhos, querendo pegar a mamadeira de minhas mãos. Estava tão linda. ― Calminha, a tia Mel vai dar a mamadeira pra você enquanto a mamãe se arruma, tá? ― Eu falava com ela, ri.
Entreguei a mamadeira á Mel.
― Vem cá lindinha, vamos lá pra sala, vamos deixar sua mãe se arrumar né? ― Chay falava com Emmy, e a pegou no colo. Eu ri. Ele a pegou um pouco atrapalhado, mas muito melhor que nos primeiros dias que chagamos.
De novo, aquela sensação veio, eu estava me sentindo mal. Agora que Chay e Mel estão se adaptando com uma criança na vida deles, eu vou me mudar.
Eles saíram do quarto. Chay levando Emmy no colo e Mel atrás dele, com a mamadeira em mãos.
**
Comecei a me arrumar. Coloquei um vestidinho soltinho e florido, com um laço marcando minha cintura. Calcei uma sapatilha marrom, combinando com o laço do vestido, e com detalhes na ponta. Arrumei meu cabelo o mais rápido que pude, pois não podia demorar muito. Passei pouca maquiagem e perfume, coloquei alguns acessórios dando um toque final.
Me olhei no espelho, verificando se eu realmente estava apresentável. Constatei que sim.
Peguei as minhas três malas, com todas as minhas coisas e de minha filha, e as arrastei para fora do quarto.
Bem, acho que acabei por aqui. Dei uma última olhada do quarto, meio que me despedindo. Gostava de morar aqui.
Saí, indo para a sala.
**
Me surpreendi ao ver que Micael já estava ali. Ele estava sentado no sofá, conversando sobre alguma coisa com Chay.
Mel estava ao lado deles, com Emmy no colo, terminando de dar mamadeira á ela.
Fui até eles.
― Oi. ― Eu e Micael nos cumprimentamos ao mesmo tempo. Chay e Mel nos olharam e riram.
Fui para perto de Mel e peguei Emmy no colo, dando um beijinho nela em seguida.
― Bem, acho melhor ir arrumando suas coisas dentro do carro. Onde estão suas malas? ― Ela perguntou, e se levantou do sofá. Chay e Mel também se levantaram.
― Estão ali. ― Eu apontei para onde tinha deixado minhas malas.
― Vou te ajudar a levar as malas. ― Chay se ofereceu. Ele e Micael pegaram as malas e saíram do apartamento para levá-las até o carro dele.
Eu, com Emmy em meus braços, olhei para minha prima, Mel. Ela também olhava pra mim. Nos encarávamos, e parecia que podíamos saber o que cada uma estava sentindo, apenas pelo olhar.
Percebi que ela tinha os olhos marejados.
― Você tem mesmo que ir? ― Seu lábio inferior tremeu, franziu o cenho, e inevitavelmente, uma lágrima rolou por seu rosto.
Senti que meus olhos também marejaram. Andei á passos largos até ela, e a puxei para um abraço. Emmy ficou entre a gente.
― Você sabe que eu tenho... ― Sussurrei, ainda braçada á ela.
Continuamos abraçadas por alguns minutos, até que ouvimos alguém entrar no apartamento. Olhamos para a porta e vimos que era apenas o Chay. Ele nos olhou e hesitou antes de falar.
― Er... Bem, nós já guardamos tudo lá, ele só tá te esperando pra vocês irem... ― Chay ia falando, mas ao ver que Mel começava á chorar, foi parando.
Não pude evitar, minha visão ficou embaçava pelas lágrimas acumuladas ali, e então, elas escorreram por meu rosto.
― Droga, eu odeio despedidas. ― Eu disse e tentei limpar as lágrimas que caíam, inútil.
― A gente vai sentir falta de vocês aqui. Já tava me acostumando com a ideia de ter um bebê em casa. ― Chay disse, e sorriu. Mel foi para perto dele, e ele colocou o braço em volta da cintura dela.
― É mesmo. Vou sentir tanta falta dessa pequena, das gracinhas que ela fazia, do sorrisinho dela, e até mesmo de quando ela chorava. ― Mel riu. ― Eu também vou sentir muito sua falta Sophia, mesmo. Era bom chegar do trabalho e ter uma amiga em casa, pra falar besteira, e essas coisas de mulher, já que o Chay não serve pra isso. ― Ela olhou pro Chay e riu. Eu também ri.
― Eu só tenho que agradecer á vocês, por terem me ajudo, e terem acolhido á mim é a minha filha, ― Olhei para Emmy. ― no momento em que eu mais precisava. ― Limpei mais uma lagrima quer insistia em cair ― Bem, acho melhor descer, o Micael já deve estar esperando.
― Vamos lá então... ― Mel fez biquinho.
**
Nós saímos do apartamento, e enquanto estávamos no elevador, Mel pediu pra ficar com Emmy um pouco, antes de irmos. Coloquei Emmy no colo de Mel.
O elevador chegou ao térreo, e fomos direto para o estacionamento, passando pela portaria e pelo play, onde algumas crianças brincavam.
Chegamos ao estacionamento, e já podíamos ver Micael esperando, encostado em seu belíssimo carro que nem se eu trabalhasse minha vida inteira conseguiria comprar um igual.
Ele olhava para nós.
― Bem, eu vou deixar vocês se despedirem. ― Ele disse, pois talvez ficasse um pouco desconfortável.
Micael entrou em seu carro, fechou a porta, e em seguida subiu os vidros.
Não queria ir chorando o caminho todo, então, tentei me despedir sem muito sentimentalismo. Afinal, eu estava indo apenas para outro bairro. Tudo bem que fica um pouquinho longe, mas pelo menos ainda ficaríamos na mesa cidade, no mesmo estado...
Novamente, agradeci á Chay e Mel por tudo, e disse que nunca iria esquecer tudo o que eles fizeram.
Emmy ainda estava no colo de Mel. Mel disse que ela e Chay estavam de coração partido porque estava indo embora, ela era a alegria da casa. Prometi, várias vezes, que viria visitá-los sempre.
Mel me entregou Emmy, e eu a peguei.
Dei mais um abraço em Mel e outro em Chay. Me virei, e entrei no carro.
**
Já havia se passado dez minutos desde que tínhamos saído do prédio.
Eu estava no banco de trás, com Emmy em meu colo. Ela estava quietinha, com sua chupeta, olhava as ruas pela a janela, que tinha o vidro fechado.
Micael estava no banco do motorista, atento ao trânsito, não falava nada. Nem eu.
Senti que o carro parou, e vi que era apenas porque o sinal estava fechado. Vi que ele olhava pra mim pelo espelho retrovisor.
― Er... Bem, meu pai vai chegar no Brasil hoje á noite, e bem, acho melhor contar algumas coisas importantes sobre mim, caso ele pergunte algo pra você.
― “Coisas importantes”? Que tipo de coisas? ― Perguntei, desconfiada.
― Ah, nada demais, só algumas informações sobre mim. ― Ele disse e riu. ― Como por exemplo: Meu nome completo é Micael Leandro de Farias Borges. O “Leandro” vem do meu pai, na verdade, foi meio que uma homenagem, porque é esse o nome dele, Leandro.
― Entendi. Eu também vou ter que falar sobre mim? ― Perguntei.
O sinal abriu e senti que o carro voltou á correr.
― Ah, seria bom. ― Ele riu. ― Mas, deixa eu ir primeiro. Bem, como eu já disse, meu nome completo é Micael Leandro de Farias Borges. Tenho 22 anos, e faço aniversário dia 12 de dezembro. Me formei em administração, e trabalho nas empresas do meu pai desde meus dezoito anos. Foi lá que conheci a Camila. E então a gente... ― Ele falava, enquanto dirigia, mas eu o interrompi.
― Camila? ― Perguntei, franzindo o cenho.
― É... Minha namorada, não te falei dela? ― Ele disse, olhando apenas para o trânsito, dirigindo.
Como um balão cheio de ar, meu corpo também estava cheio, mas de raiva. Como assim ele tem uma namorada e não me conta?! Puta merda.
― Não, não falou! Isso muda tudo. Eu não acredito que você tem uma namorada e não me contou. O que ela vai pensar de mim? ― Me exaltei. Passei a mão pela testa e cabelo, em desespero. ― Com certeza ela vai se sentir traída, e vai me odiar! Céus, no que foi que eu me meti?!
Senti que o carro parou bruscamente. O olhei com raiva.
― Dá pra você se acalmar?! ― Ele pediu, também irritado. Respirou fundo, fechando os olhos, depois os abrindo. ― Olha, a Camila já sabe de tudo. Ela está de acordo com todo o plano, até me ajudou com ele. E antes que pergunte, sim, eu pedi pra ela ser minha “esposa”, mas ela não quis. Ela não aceitou se casar comigo nem de mentira, quanto mais de verdade. Por isso, não haverá problemas com ela. Melhor agora?
Fechei os olhos e respirei fundo.
― Não, tudo bem. Me desculpa. ― Pedi, agora sentindo vergonha de mim mesma por ter meio que surtado com aquilo. O que tinha dado em mim? ― Pode continuar contando.
Ele voltou a dirigir, e continuou falando. Eu tentava ao máximo prestar atenção no que ele dizia.
Micael falou algumas coisas de sua infância, momentos especiais com seu pai, os lugares que já morou, nome de alguns parentes distantes, as escolas onde estudou, e várias outras coisas que eu não prestava atenção.
Desejei ter ali um bloquinho para anotar tudo o que ele falava, porque provavelmente dali á alguns minutos eu já teria esquecido praticamente tudo.
Na minha vez de falar, vasculhava em minha mente as coisas mais importantes.
Falei pouco sobre mim, apenas meu nome completo, idade, e algumas coisas sobre minha infância e adolescência. E então, comecei a falar de Emmy.
Como a mãe coruja que sou, já viu, né? Comecei a falar e falar dela, não parava mais. Contava cada detalhe.
Desde o dia do nascimento, até hoje, eu contava tudo. O dia, a hora, o mês em que nasceu. Contei com quantos quilos, centímetros, e a descrevi fisicamente quando nasceu, como era tão pequena... Ah, eu lembro perfeitamente daquele dia! Contei do primeiro sorriso, das gracinhas que faz, de como adora atenção, e como é linda...
Micael ouvia tudo atentamente, rindo ás vezes. Parei de falar um pouco, não queria perturbá-lo.
**
Depois de mais ou menos quinze minutos, ele parou o carro. Olhei pela janela, e vi estávamos em frente á uma enorme casa.
Seria essa a casa dele? Não...
― Bem vindas ao novo lar meninas. ― Micael falava comigo e com Emmy.
Então essa era realmente a casa dele. Podemos assimilar a casa á uma mansão.
Pela janela do carro, admirava a fachada da casa. Era linda, e enorme. Exageradamente grande. Conseguia ser maior que a casa de Lua e Arthur.
Se Micael mora sozinho numa casa deste tamanho, devia se sentir solitário ali. Deve ser por isso que passava a maior parte do seu dia grudado no trabalho.
Uma pessoa provavelmente poderia se perder ali dentro. Fiz uma careta, enrugando o nariz para aquilo tudo. Eu definitivamente não estava acostumada com todo aquele luxo.
― Uau... ― Foi a única coisa que eu consegui dizer. Emmy soltou um gritinho, rindo.
― Se vocês gostaram por fora, têm que ver por dentro. ― Micael disse, rindo.
Nós saímos do carro, e fomos em direção á grande casa.
Micael apertou algum botão, de um mini-controle que tinha em seu chaveiro. E então, os portões se abriram.