@sitomzok
❛❛ —- Brunãooo. ‘Sup, mate! ❜❜ sem nem parar para sequer considerar que o homem de quem se aproximava no café era um monstro que um dia jurou lutar contra com todas as suas forças, Wade se aproximou de Bruno, dando dois amigáveis tapinhas nas costas. Desde que conhecera o homem na floricultura, ambos ocupado gastando o salário com suas filhotas plantinhas (ou fora o que Bruno havia dito, pelo menos), ficaram amigos à primeira vista. Já era difícil para Wade se soltar e fazer amizades, tendo todo aquele jeito fechadão, mas sentia que o psicólogo era alguém que conhecia há séculos. Haha, devia ser algum feitiço besta de psicologia, aquele. Não que tivesse ido numa faculdade para saber, mas o homem era um ponto fixo de paz no meio de uma rotina tão imprevisível. Tão fixo quanto sua paz, era o fato que Bruno era um verdadeiro serial killer de plantinhas inocentes. Mas com ele gostando tanto de conversar consigo justamente sobre elas, imaginava que o outro fosse apenas um pai iniciante de plantas. Wade não poderia julgar! Ele também havia tido sua própria dose de assassinatos herbívoros na conta. Finalmente, se sentou à frente do psicólogo, puxando o cardápio do lugar disposto sobre a mesa para escolher algo para comer. ❛❛ —- Como tá indo? Como está aquele cacto que te dei para decorar o consultório? ❜❜










