៹ 𓏲࣪ nunca tinha imaginado que passaria por uma situação daquelas. jabez já estava irritado por si só nas últimas semanas sem o veneno para equilibrar seu humor, agora o imprevisto dos fantasmas fazia os boatos correrem pelos corredores de que o fim estava próximo. mas fim de quê? deles? porque teria que agradecer se fosse isso. “ ━━━ se essa merda de mundo vai acabar, por que não acaba logo? fica vindo essas coisas esquisitas." reclamou, o olhar desviou de lowell para um fantasma no pátio, a criatura nem tinha cabeça! mesmo sem a cabeça, ainda parecia que o espectro olhas na direção de ambos. jazz até sentia um arrepio na nuca com o quão desconfortável era aquilo. “ ━━━ agora olha pra isso, a gente fica sendo obrigado a aguentar essas esquisitices. ele nem tem cabeça e eu tenho certeza que essa merda está me seguindo. é a terceira vez que olho e ele tá em algum canto."
O ar gélido arrepiou sua espinha. As velas se apagaram de repente e caíram como a chuva, mas lentamente como penas sem nenhuma resistência do vento. O clima lúgibre o preocupou no exato instante em que se instaurou, o envolvendo como se a felicidade do mundo tivesse deixado de existir. Sentiu o corpo querer fugir e se esconder, seja lá onde conseguisse sentir-se seguro longe de todo e qualquer mau que pudesse vir a acontecer. Todavia, como sempre seus pensamentos de proteção recaem sobre a irmã, Maekar a pouco havia deixado @ravween -- após o filme no cinema -- enquanto partiu atrás de Hazal quase que no mesmo instante em que percebeu que as coisas poderiam piorar.
Os passos apressados o levam sem rumo, ao mesmo que os olhos procuram pelo rosto familiar ou cabelos lisos castanho, entretanto, estes foram interrompidos quase que de sopetão. Do aglomerado de alunos um se destacou. Levitou até mais alto que a altura dos olhos pudesse acompanhar, alto o suficiente para ter a atenção de todos e era isso o que ele queria.
Das palavras desconexas e quase sem sentido, uma poesia de mau agouro era proferida. Uma poesia profética solta aos ventos frios que as carregam até os ouvidos de quem detinha sua atenção. Palavras de poder, de domínio e de certeza de que um fim chegaria. Palavras estas que causaram pânico, que fizeram seus músculos retesarem perante a grossa voz do garoto que simplesmente desabou sobre o chão em um baque surdo.
Em meio a gritaria o chão se inundou com uma água que não tinha de onde vir ou por onde entrar. Jorradas do meio do nada indo para lugar nenhum enquanto as pessoas corriam e gritam por ajuda, socorro ou apenas gritam pelo medo e desespero. @justabreezz está descontrolada, criando seus fios de água que aos poucos se tornam torrentes varrendo tudo por onde passa. Por um breve momento com um gesticular de mãos ou um brandir de braços Maekar controla o líquido traçando um caminho molhado para a saída, cuja força da correnteza arrebenta a grande porta do hall de entrada. - Breeze! - Ele grita por cima do marulho dando um passo de cada vez se aproximando aos poucos da moça. Os braços estentendidos tentam firmemente manter as águas no percurso que traçou, segurando a corrente de água ferrenhamente evitando que se desvie e corra em direção aos demais. - Breeze... Se acalma. Ei... Olhe para mim. Preste atenção em mim. Foque na minha voz, respire. - Suas palavras eram calmas, embora precisasse falar mais alto que o forte som da água corrente. Aos poucos sente a energia se esvair e o corpo começar a enfraquecer, como o terminar do combustível de uma máquina rodando atodo vapor, dificultando o seu domínio sobre toda aquela água. Aos poucos a calmaria foi tomando conta de Breeze, a medida que Maekar tenta conversar com ela, com palavras calmas e compassadas, a atraindo de volta à realidade, de volta à si até que finalmente pôde se soltar do controle daquela torrente.
Seus olhos ainda procuram pela irmã, ao mesmo momento em que em sua mente um zunido começa. Aquele pi de fundo que aos poucos irrita qualquer pessoa que o ouve. - Hazal. - Ele chama. - Haz... - Continua a chamar cada vez mais alto acima de qualquer grito que pudesse o sobrepor. Encheu os pulmões e com seu domínio sobre o ar gritou o mais algo que conseguiu deixando o vento levar sua voz, mas ainda assim não a uuviu de volta. O pi aumentou tanto de altura quanto de intensidade. Aos poucos se tornando um zunido mais alto, mais alto e mais alto. O barulho insuportavel grita em sua cabeça e provoca uma dor descomunal. Os joelhos protam sore o chão enquanto as mãos estão em ambas as têmporas e ouvidos, como se o zunido viesse de fora -- mas está dentro da sua cabeça. O chão em seu entorno estremesse em resposta aos seus poderes que começam a fugir do controle. O piso se racha e as lascas levitam e o rodeiam. O ar em sua volta se agita como se um grande ventilador estivesse ligado e água começa a surgir em seu entorno tão descontrolada quanto o forte vento que assopra por e para todos os lados. A garganta arde com os gritos de dor enquanto corpo se encolhe em posição fetal atrás de algum conforto e alívio da dor escruciante que sente no cérebro. Mais lascas se soltam do piso que continuar a rachar devido ao tremor, e voam para nenhum lugar específico se chocando contra as paredes, barracas, e talvez até pessoas ao passo que seu corpo enfraquece por conta de tanta dor.
Ainda que o zunido esteja presente, seu corpo não mais responde ao estímulo de dor. Ele sente que ela está presente, entretanto, seu corpo não quase não responde ao seu comando e, quando achou que desmaiaria, o barulho cessou. Em sua volta a destruição estava feita. As paredes rachadas com alguns buracos, o chão remexido como se um terremoto tivesse atingido o interior da academia, plantas fora dos vazos espalhadas por todos os lados misturadas à lama que escorre o chão. Enfraquecido o Charming tenta se levantar quase sem sucesso ainda com a mão na têmpora procurando um sossego, mesmo que o zunido tenha cessado. Todavia, tão lentamente tenha se levantado, rapidamente voltou ao chão.
Maekar apenas sentiu o empurrão em suas costas e não tardar a dor que desceu espinha abaixo. @cachorrao o tem em seus dentes puxando pelo tênis aos poucos subindo pelo tornozelo. Ele tenta lançar uma lufada de ar, mas o que consegue é apenas uma brisa, que talvez tenha irritado ainda mais o lobo que o toma um dos braços por entre os dentes e o aperta cada vez mais. As costas ardem contra o chão barroso onde sentiu o empurrão, ao passo que tenta se livrar dos domínios dolorido do lobo que insiste em manter os dentes em seu braço. Em mais uma tentativa, Maekar brande o braço solto que faz o barro se unir e investir contra o lobo que finalmente o solta e corre para o lado contrario, entretido com quem quer que fosse a próxima vítima.
O luz começa a deixar os olhos. A dor do braço e tornozelo se juntam com a da cabeça e o corpo cansado se deixa levar à tranquilidade que aos poucos o acomete. Seu cérebro começa a desligar e os musculos relaxarem, apesar dos ferimentos e os estímulos da dor irradiarem pelo corpo -- mas ela mais adormece do que dói de fato. Maekar vê alguém se aproximar, mas não consegue enxergar quem e o último vislumbre que tem é a visão embaçada escurecer.
text to Lowell: Ei, Lowell. Tudo bem?
text to Lowell: Peguei seu número com o Raven, espero que não se importe.
text to Lowell: Mas estou com uma questão aqui que, acredito eu, só você pode me ajudar.
text to Lowell: Por favor, não se sinta ofendido. Não é a minha intenção. Mas...
text to Lowell: Estou aqui no canil da academia, com os cães do Esquadrão, tem alguma ideia de como faço pra me obedecerem?
text to Lowell: Preciso entregar esse trabalho até o meio dia.
ʿ ❀ ༘⋆ os boatos que chegavam a si sobre a festa de Úrsula eram muitos. precisava sempre separar e saber o que tinha um bom potencial de fofoca e o que podia apenas descartar. tinha sido atingida pela gula na festa e comeu tanto que ainda sentia a barriga doer; o foco na comida impediu-a de prestar atenção ao que acontecia, mas graças as giriboides miracleos, sua espécie de borboleta favorita em wonderland, as pessoas gostavam de comentar os acontecimentos. era por causa de um desses que tinha resolvido caminhar com sua bandeja para a mesa de lowell, sentando-se na cadeira vaga em frente ao rapaz. ❝ ── não se importa se eu sentar aqui, certo? tenho que comer essas coisas mesmo que isso me faça lembrar o quanto comi naquela festa da bruxa. digo, da úrsula. ❞ soltou, começando a cercar o assunto.
Por mais que Low não fosse exatamente sua primeira opção para uma visita na Favo de mel, era melhor do que ir sozinha para se empanturrar de doces, algo do qual ela definitivamente estava precisando. E bem, ela também tinha que aproveitar o máximo que podia antes de virar uma cabra e não poder ter nada daquilo, caso esse realmente acabasse sendo seu destino. A Tremaine não gostava sequer de pensar muito sobre, a deixava estressada e de humor azedo. "You’re lime–green jello and you can’t even admit it to yourself." Comentou quando viu o amigo perto das gelatinas, uma comparação da qual ela acharia ofensiva, mas bem, não estava exatamente no melhor dos humores, mesmo que tentasse não demonstrar tanto. "Eu? Bom, eu diria que claramente sou um bolo de chocolate triplo com cobertura de ganache e raspas de chocolate branco. Terrivelmente gostosa e ninguém em sã consciência resiste."
·. ❛ that sounds dangerous. i’m in! ❜ + passeio com os cavalos marinhos.
ʿ ִ ⨳ ⭑ os cavalos não pareciam amigáveis de longe, imagine de perto? raven estava hesitante em se aproximar, mas bastou escorregar a ideia para lowell que claro que o rapaz animou-se. nenhum dos dois perderiam a chance de experimentar algo tão perigoso mas que certamente entregava um baita diversão, ele era a companhia certa para aquele passeio. ❝ ── então nós vamos, mas vamos montar em um porque eu não vou subir naquele negócio sozinho. ❞ estabeleceu a regra sem hesitar, de maneira nenhuma ia guiando aquele bicho. tendo sido mais cedo alvo do azar das estrelas, não ia arriscar que o efeito fizesse o animal lhe derrubar na água sem que alguém estivesse por perto para lhe ajudar. raven estava enganchado ao lado do manwol, o braço rodeando sua cintura enquanto olhava na direção dos cavalos marinhos que iriam tentar persuadir. ❝ ── tem alguma ideia do que eles podem gostar? ❞
ʿ ִ ⨳ ⭑ saindo da enfermaria com uma sacola em mãos, raven andava de maneira tensa pois flexionar as pernas doía um pouco; não só isso mas os braços também, as costas, tudo. as picadas dos malditos insetos do pomar tinham sido um tremendo castigo, pior que ficar no sol colhendo frutas. tinha pego na enfermaria uma pomada para ver se melhorava dessas dores, os calombos vermelhos espalhados pelo seu corpo pareciam um pesadelo. mas pelo o que o tinha ouvido, em dois ou três dias já não precisaria se preocupar com isso. tinha o plano de voltar para a torre mas assim que avistou lowell, decidiu que dava para atrasar um pouco seu destino. ❝ ── você não tem aula não? ❞ questionou, sabendo que tinham o mesmo horário, já possuía o conhecimento da resposta. ❝ ── está matando aula, lowie? isso não é muito mocinho de sua parte. ❞ brincou com o fato que o futuro lhe reservava. tentou se inclinar para beijar a bochecha dele mas a dor nas costas foi rapidamente o que lhe fez desistir daquilo e recuar. ❝ ── não, não, péssima ideia. merda. esses bichos me pegaram de jeito. ❞
🙏🏻 achamos um lanche em Ctba típico de Maringá!!! Quem não conhece vale a pena ir lá e experimentar. @lanchesmaringa #cachorrao #nskw #lanche #dogao (em Lanches Maringá) https://www.instagram.com/p/BqarV_sAIeB/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=144qaqhhg40mv