🇧🇷 “Faz o L, Brasil!” Sobrou o quê do bolsonarismo? Fake news, cercadinho e vergonha nacional. Enquanto isso, com Lula o Brasil real reconstrói com verdade, inclusão e dignidade. 👊 O tempo da mentira acabou.
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Por enquanto, fim de checagem de fatos é limitado aos EUA, diz Meta
Companhia defende permitir ofensas em nome da liberdade de expressão Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil Publicado em 14/01/2025 - 13:59 Brasília Versão em áudio
Reprodução: © Meta/Divulgação O fim do serviço de checagem de fatos da Meta – companhia que controla Facebook, Instagram e Whatsapp – ocorreu apenas Estados Unidos (EUA), pelo menos por enquanto, informou a gigante da tecnologia ao responder questionamentos da Advocacia-Geral da União (AGU).
“Neste momento, essa mudança somente será aplicada nos Estados Unidos. Planejamos criar, testar e melhorar as Notas da Comunidade nos Estados Unidos antes de qualquer expansão para outros países”, informou a big tech estadunidense, destacando a intenção de expandir a mudança para os outros países. Desde 2016, a Meta oferece no Facebook e no Instagram um serviço de checagem de fatos, realizado por jornalistas e especialistas em cerca de 115 países, que apura se informações que circulavam nas redes eram verdadeiras ou falsas e oferecia a contextualização aos usuários. Com o fim da checagem de fatos, a Meta passou a adotar a política de “notas da comunidade”. Com isso, apenas usuários previamente cadastrados podem contestar alguma informação que circula nas plataformas.
Ofensas preconceituosas
Ao mesmo tempo em que diz proteger os direitos humanos e a segurança de grupos vulneráveis no documento enviado à AGU, a Meta defendeu alterações na política sobre discurso de ódio que passou a permitir insultos preconceituosos contra mulheres, imigrantes e homossexuais. A companhia confirmou que essas mudanças já estão em vigor no Brasil. “Tais atualizações procuram simplificar o conteúdo da política de modo a permitir um debate mais amplo e conversas sobre temas que são parte de discussões em voga na sociedade”, explicou a companhia, alegando que a política antes em vigor havia limitado o “debate político legítimo e, com frequência, impedindo a livre expressão que pretendemos viabilizar”. Sobre isso, a AGU destacou que causa grave preocupação a confirmação da alteração da política sobre discurso de ódio no Brasil porque “pode representar terreno fértil para violação da legislação e de preceitos constitucionais que protegem direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”, acrescentando que as mudanças informadas pela Meta “não estão adequadas à legislação brasileira e não são suficientes para proteção dos direitos fundamentais”. A AGU destacou ainda que a nova posição da Meta contraria a defesa que a companhia fez no julgamento sobre o Marco Civil da Internet no Supremo Tribunal Federal (STF). “Em tais manifestações, representantes da empresa asseguraram que as então políticas de governança de conteúdo eram suficientes para a proteção dos direitos fundamentais dos usuários”, diz a pasta. A AGU vai promover uma audiência pública, nesta quinta-feira (16), para discutir com órgãos governamentais e entidades da sociedade civil as ações para lidar com o tema das redes sociais a partir das mudanças anunciadas pela Meta. “A audiência vai discutir os efeitos da nova política implementada pela Meta, o dever de cuidado das plataformas digitais, os riscos da substituição do Programa de Verificação de Fatos no exterior e as medidas a serem ser adotadas com o objetivo de assegurar o cumprimento da legislação nacional e a proteção de direitos”, diz o comunicado da AGU.
Entenda
Na semana passada, a Meta anunciou uma série de mudanças e o alinhamento da política da empresa à agenda de governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que defende a desregulamentação do ambiente digital e é contrário à política de checagem de fatos. Em seguida, a Meta liberou a possibilidade de ofensas preconceituosas nas plataformas. Edição: Érica Santana
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A desinformação sobre a Conae que circula em ambientes religiosos
Bereia checou que, durante o mês de janeiro de 2024, a Conferência Nacional de Educação (Conae) foi apresentada em perfis de mídias sociais, com identidade religiosa ultraconservadora, de parlamentares, associações de educação e influenciadores digitais, como um avanço da esquerda na doutrinação dos alunos para a próxima década.
Desde o final de 2023, Bereia passou a acompanhar publicações em mídias digitais de identidade religiosa sobre a Conferência Nacional de Edu
Covid-19: Vereador de Manaus mente sobre vacinação de crianças
O vereador Raiff Matos (DC) mentiu duas vezes ao afirmar que a vacinação infantil ainda não é uma unanimidade na comunidade médica e os pais não podem ser forçados a vacinar seus filhos. As duas declarações, no entanto, são comprovadamente falsas
O vereador de Manaus, Raiff Matos (DC), mentiu duas vezes em declaração pública divulgada neste sábado (04/11/2023) ao se colocar contrário vacinação de crianças de 6 meses a 5 anos contra a Covid-19. O parlamentar citou ainda uma associação que foi condenada pela justiça federal por mentir sobre a doença. Segundo ele, a vacinação infantil ainda não é uma unanimidade na comunidade médica e os…
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É importante checar
Vivemos em uma era de abundância de informação, mas nem toda informação é confiável ou verificável. Muitas vezes, somos expostos a notícias falsas, boatos, teorias da conspiração ou opiniões distorcidas que podem influenciar negativamente o nosso pensamento crítico e a nossa visão de mundo.
Por isso, é importante pesquisar a informação antes de espalhar. Isso significa checar as fontes, os dados, os argumentos e as evidências que sustentam uma informação. Também significa comparar diferentes pontos de vista e buscar o equilíbrio entre os fatos e as interpretações.
Pesquisar a informação antes de espalhar é um ato de responsabilidade social e ética. Ao fazer isso, contribuímos para o combate à desinformação e à manipulação que prejudicam a democracia, a ciência e os direitos humanos. Além disso, também nos beneficiamos pessoalmente ao ampliar o nosso conhecimento e o nosso senso crítico.
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