Reblogue se vocês não estão namorando!
Vamos ver quantas pessoas são, e se organizar tudo direitinho ainda conseguimos formar muitos casais.


#interview with the vampire#iwtv#amc tvl#jacob anderson#sam reid




seen from Malaysia
seen from Luxembourg

seen from United States

seen from Türkiye

seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Macao SAR China
seen from China
seen from United States
seen from United States
seen from Italy
seen from China
seen from Macao SAR China
seen from China
seen from China
seen from Ireland
seen from Taiwan
Reblogue se vocês não estão namorando!
Vamos ver quantas pessoas são, e se organizar tudo direitinho ainda conseguimos formar muitos casais.
Companias CIC S.A.'s (SNSE:CIC) Stock Been Rising: Are Strong Financials Guiding The Market? Companias CIC's (SNSE:CIC) stock is up by 4.2% over the past three months. Since the market usually pay for a company’s long-term financial health, we decided to study the company’s fundamentals to see if they could be influencing the market. Particularly, we will be paying attention to Companias CIC's ROE today. Return on equity or ROE is an important factor to be considered by a shar... #CIC #Companias #correct_success #Credit_Cards #credit_score #Finance #Financial_health #financials #Guiding #Market #rising #SAs #SNSECIC #Stock #Strong
ICO presenta su catálogo de líneas para pymes y autónomos http://bit.ly/2gUV1CO
A maioria das pessoas fecha a porta de casa e esconde seus medos. Ninguém guarda os seus sonhos e sai para observar a lua, viver deixou de ser um mistério e se tornou uma máquina de suportar. Não consigo tirar da cabeça a figura de lobos ferozes se alimentando dos corpos vazios vagando. É isso, as pessoas têm medo de perder a única coisa que ficou: o vazio. E o vazio é a solidão. E a solidão é a limpeza. E a limpeza é a piedade. E Deus é tão vazio quanto eu. Por isso elas trancam a porta, elas têm esperança de trancar o coração também. A rua precisa ser escura quando o sol se põe, parece que a gente faz parte do escuro também. Existem os dois lados: o bom e o ruim. Não se espante se por coincidência você encontrar afinidade com o escuro, diz o ditado que, nem tudo que reluz é ouro. Intoxicados com suas eternas loucuras, se apaixonam pela sua própria tristeza. Mulheres escondem por debaixo de seus panos e lábios de veludo vermelho suas lágrimas plúmbeas. Os homens que carregam ternos de uma tonelada, escondem no âmago da sombra de seus chapéus a solidão que dança uma ciranda maldosa em suas mentes. Vivem em uma felicidade intransponível, permanente. Mas viver em felicidade permanente é viver permanentemente morto. A esperança pode matar ou a esperança pode dar sustento à vida, mas a felicidade é sempre assustadora. “A chuva só chove no meu chapéu”. As pessoas desaprenderam a amar! Choram querendo ser céu, ser mar, ser tudo, sem saberem que são pó. E as lágrimas rolam úmidas por suas maçãs apodrecidas transformando o pó em lodo. E lodo nós somos, apenas. Somos o vazio, só!
Escrito no Olhar e Escritor de Lanchonete.
Enfrenta o Inferno todas as manhãs: acorda. E pensa. Mais precisamente sobre a vida. A vida, talvez, seja o Inferno. Ou talvez ele seja. Talvez ele esteja apenas na ponta de um abismo, esperando a vida acontecer. Quase não sonha. Dorme e se encontra num breu absoluto. Uma escuridão diferente de todas as outras que já presenciou: escuridão palpável, escuridão interna, eterna. Silêncio pálido. Acorda suado e assustado, demora alguns longos segundos para lembrar-se de quem é e essa talvez seja a tarefa mais difícil. É escritor e já fora muitas pessoas: Eduardo, Miguel, Angelo e até Maria. E as admira. Talvez porque essas pessoas são tristes e, para si, ser triste é viver. É ser alguma coisa na vida. Descreve Eduardo em poesia, o mar o inspira e ele suspira; Miguel é triste e seu cenário é um boteco empoeirado onde não é o álcool que o deixa chapado, e sim as entrelinhas alheias; Angelo é ladrão, mas só rouba o coração de Madalena, que tem o sol e as estrelas nos olhos. E Maria é rio que não deságua. Quase não sonha, mas quando o faz é enxurrada de imagens distorcidas. Visões dele mesmo dançando e rindo e chorando com seus personagens inventados, e quando acorda, as esquece. Senta-se no túmulo que é sua cama e divaga sobre a vida que não vive e o amor que não sente, colhe os frutos apodrecidos pelo ardor de um futuro congelado, pensa em seus desejos, mas desejos são delírios e delírios são lírios que nascem, maldosos, ali, e dançam, e iludem e balançam corações. Ele está arrumado sem lugar para ir, acha que parece uma piada interpretar um papel quando você não é o papel principal no coração de alguém. Esse é o curta-metragem de um filme mudo onde a vítima que esganiça é você. O grito ecoa, naquele pequeno vão, naquele pequeno ser. Sente-se desesperado, e vê a loucura bater na porta. É tentado a agarra-lá e vivenciar outro papel. Um papel onde o personagem é louco por viver. Onde, na peça, acordar faz sentido. Mas, na mesma rapidez que veio, a loucura se vai. Escorre pelo dedo como água. E ele olha. Olha sua chance de viver voar com o vento. O coração pesa com o fardo da alma vazia. Uma lágrima percorre seu rosto. Atravessa a porta da rua e observa ao redor. Pensa duas vezes, e dá um passo pra trás. Queria ele voltar a mergulhar na escuridão do seu quarto. Seus olhos ficam turvos. Eles não tem a mesma idade. Um milênio de vidas pesadas. Dorme, porque esse é o único remédio, ou a única saída. O choro imita um represa quebrada. Tenta, inutilmente, abrandar aquela amargura. A fadiga já o quebra por dentro. Acha escape nas palavras. Vai matando seus personagens prediletos. Se afoga no mar junto de Eduardo; se enforca com Miguel nas entrelinhas e o sangue cheirando a álcool; Ângelo o levou para perto demais dos olhos de Madalena, se queimaram; Maria padece com a Alzheimer que lhe atormenta o espírito. Seu fim se dá no banheiro. Escrevera as ultimas linhas com seu próprio sangue. Sua cova foi rubra. As cortinas se fecham.
Escritor de Lanchonete & Convergido.
O timbre do blues dos saxofones infames de bares poluídos e de becos largados e alagados preenche as almas vazias e interrompidas de prostitutas, pais de família e pensadores de sarjeta. Fazendo morada juntamente de drogas para poderem esquecer as dores passadas. Fugindo dos pesadelos da vida nos sonhos singelos de suas mentes doentias. Lágrimas alagam o apartamento e outras causam hemorragias irreversíveis no interior já moribundo. Dependentes. Viciados. Alucinados ou completos sãos? Se afogam em cada poça d’água de chuva de verão enquanto perseguem calçadas que refletem o sol escaldante no céu. A obrigação de ser feliz, saudável, mas difícil é ser feliz sentido a dor da brisa gélida ultrapassando a pele como ponta de facão afiado por um lenhador quando chega à noite. E quando o frio úmido parte com o sol começa outro pesadelo, dessa vez, aos olhos de todos, enquanto uns mendigam o prato de comida outros mendigam o dinheiro alheio, e em vez de esperar para receber, acabam roubando. Se perdem no escuro que existe dentro de si próprio, o tempo só faz passar, sem nada mudar, talvez ressalte uma lembrança do que foi na mente de quem não é, mas não passa de uma breve alucinação sem fundamento. Quando foi que a vida ficou sem fundamento? No bar, na praça, ou quem sabe na própria casa? Eu não sei, assim como todos, estou apenas assistindo de perto a incrível vida tendo o fim.
Escrito no Olhar e Escritor de Lanchonete.
Olhos inchados vagueavam pulsando pois os seus rios de lágrimas jamais conseguiram encontrar um oceano, um ombro ou um travesseiro para desaguar. Penetrando no solo inerte e rijo de olhos monocromáticos. Olhos pesados que se fecham apressurados, não porque estão com o sono atrasado como indicam as suas olheiras, e sim porque já não suportam mais os litros de pequenas gotinhas de uma tonelada que se acumulam apressadas no ducto lacrimal. O café das lembranças estanca os pingos ligeiros que suicidam-se apressados e apodrecem as maçãs de um rosto calejado. Porém a xícara possui alças amargas e frias que mostram num flash as cenas dançantes de uma vítima agonizando sem ter chances de gritar pois o assassino não têm ouvidos e o público foi assistir a um cinema mudo. Passeando naqueles velhos blues, todos pensavam que era feliz. Mas o tumor estava lá... Olhares dissimulados daqueles que os abraçavam gritavam os mais sujos insultos, orelhas choravam sangue negro e manchavam o papel abarrotado numa pilha de amassados e mal-dobrados. Perseguindo calçadas alagadas encontrava, de quando em quando, uma parte de si. Orelha, braço, nariz, sobrancelhas e o pé que com esse, de canhota, chutou o coração. E pisou e cuspiu, exausta e aflita. Os gritos estavam presos nas cordas vocais que seguiam o vento e levavam a manifestação abafada pra longe. Entre fatias do que fora, decidiu por não caber no pseudoespaço minúsculo onde, por crime hediondo, existira até aqui. Aquele pulmão largado na esquina respiraria tão fundo de novo? Aqueles olhos com cor de melancolia tornariam a ver as nuances do mundo? Não sabia, nem podia. No abismo da dor, perdera a cabeça! No maremoto oculto na xícara, a última gota roubou-lhe a alma. Mas, decidira. Os buracos no corpo eram sua real identidade e seu disfarce. Não podia pensar, sentir ou respirar o mundo… Pra não se bastar, explodiria a cada virar de calçada pra que suas cinzas se espalhassem e adentrassem os quatros cantos. Sua dor a mutilaria e faria renascer, como uma fênix. A alma roubada pela louça não foi capaz de conter, os órgãos distroçados pelos becos decadentes da hipocrisia não lhe puderam impedir. Na dor e na miséria cotidiana, ela foi mais que existir. Ela optou por não bastar… e o fez.
z & Escritor de Lanchonete.
As más companias são como um mercado de peixes. Acabamos por nos acostumar ao mal cheiro.
Clarice Lispector