Era uma espécie de amuleto, e sempre quando o via, me lembrava, qual o real motivo de possui lo. Era simples e eficaz, cada vez que meu coração dizia que eu o amava. Eu olhava pra aquele objeto, um brinco qualquer, que podia ser da vizinha, da namoradinha, ou qualquer outra das tantas que cruzava seu caminho. Então eu retrucava meu coração dizendo ” - Não, você o ama. Sabe porque? Porque ama ló dói. Vai doer ver ele com outras, vai doer quando ver a conversa no celular e saber que ele pega geral, vai doer não ser correspondida da forma que se espera. Levanta a cabeça, você não o ama coisa nenhuma ”
E foi bom, sabe porque? Eu olhava tanto pra aquilo, que por fim, vi que não precisava mais dele.
Eu sabia dos lance, e já não me importava mais.