António Pedro Maco faz à Agência Lusa balanço do executivo comunista
CDS-PP Almada - Agência Lusa O Presidente da Concelhia do CDS-PP Almada e Deputado Municipal António Pedro Maco fez hoje em declarações à Agência Lusa, um balanço do que têm sido os cerca de 25 anos anos de mandato autárquico de Maria Emíl
ia de Sousa à frente da Câmara Municipal de Almada (CMA). O mesmo começou por afirmar que o CDS-PP em Almada, como partido responsável admite que nem tudo o que foi concretizado pela edil em Almada foi mal feito ou sem mérito. São vinte e cinco anos de mandato onde foram construídas escolas, bibliotecas, cresces, acessos entre outros, onde o concelho se desenvolveu fruto também das ajudas e intervenções dos sucessivos governos quer em Almada quer nos restantes municípios espalhados pelo país. Estranho seria se o mesmo não tivesse tido qualquer tipo de desenvolvimento ou evolução durante mais de duas décadas. Contudo, António Pedro Maco entende que passamos ao lado de uma oportunidade perdida para que o concelho de Almada possa ser um concelho de excelência e atractivo para as pessoas e os demais investimentos, como se pode encontrar em muitos outros concelhos que tiveram um desenvolvimento sustentável e enriquecedor. O desprezo pelo património histórico local e a sua falta de reabilitação para a atracção de pessoas e visitantes ficou muito aquém do que se pretende tendo em conta o potencial que o concelho tem por explorar. A aposta no betão e na construção (desenfreada e em massa) é um simbolo que ficará, definitivamente, ligado ao mandato de Matia Emília de Sousa, onde praticamente não se vê espaços verdes ou de lazer condignos, contrastando com o abandono e esquecimento a que estão votados à sua sorte os moradores do Vale da Sobreda (Sobreda), tal como um plano de Mobilidade que falhou redondamente no seu objectivo, resultado do seu mau planeamento e de uma visão estratégica para um concelho completamente obsoleta e ultrapassada. Na mesma caracterização encaixa o falhado Programa Pólis, esbanjador de dinheiros públicos que em muito pouco veio melhorar a Costa da Caparica. Um bom exemplo do descalabro da gestão e planeamento desta câmara comunista. A mesma ficará ainda marcada no seu longo mandato pelas atrocidades praticadas com o uso das forças de segurança e fiscais municipais onde de uma forma musculada tentaram expropriar rendeiros das suas propriedades privadas num acto perfeitamente ilegal (a CMA foi condenada em Tribunal por tamanho acto, nomeadamente por esbulho violento) e que ainda teve o descaramento de não cumprir a mesma sentença numa atitude de contra-poder altamente abusivo, como se em Almada as sentenças julgadas em tribunal não fossem para cumprir. A CMA por muito que incomode alguns, não está nem poderá estar acima da Lei. O Tribunal restituiu as Terras da Costa (Costa da Caparica) aos seus proprietários. O mesmo mandato tem ainda a marca do fraco ou mesmo inexistente/nulo diálogo que este executivo e a presidente da CMA tem para com a oposição, deputados municipais e restantes munícipes criando-se, por vezes, uma espécie de consulta popular onde as decisões já estão praticamente planeadas e tomadas fingindo que se ouvem os cidadãos muitas das vezes, sob um clima intimidatório às vozes contrárias ao projecto do executivo. Por fim, embora houvesse muito mais por denunciar, o Presidente do CDS-PP Almada e Líder do Grupo Municipal do CDS-PP na Assembleia Municipal de Almada, afirmou à Agência Lusa que o mesmo mandato irá ser recordado como um executivo muito despesista onde as escolhas para aplicação do seu orçamento são duvidosas em termos de prioridades gastando-se demasiado em foguetório, oferendas e demais brindes, festas e beberetes dispendiosos ao erário municipal e que não consegue gerar receitas por si próprio, pois metade da mesma que obtém, é através das várias contribuições dos munícipes e empresas tais como a derrama, o IMI entre outras taxas e penalizações sem se esquecer a sorvedora ECALMA que só tem dado prejuízo. No geral, não podemos fazer um balanço positivo dos 25 anos de mandato de Maria Emília de Sousa. (António Pedro Maco à Agência Lusa - 06/10/12)












