Baião, Ponte Românica de Esmoriz, Rota do Românico

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Baião, Ponte Românica de Esmoriz, Rota do Românico
A felicidade chegou há dois anos e trazia um nome: o seu. Meu filho, eu lhe desejo um segundo aniversário muito especial com muito divertimento e alegria. Você será sempre o menino dos meus olhos, a razão de ser de todos os meus sorrisos. Você é o super-herói do filme da minha vida. Curta seu dia e divirta-se, não só hoje mas sempre. Te amo! ❤️💯👏🏻🎂🎁🎉 • • • • • #filho #amor #familia #pai #paidemenino #love #bebe #vida #criança #baby #mundoazul #amordepai #aniversario #felizaniversario #2anos #portugal #esmoriz (em Esmoriz) https://www.instagram.com/p/CkEUNrItium/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Tó Trips, Esmoriz I Guitarra 66, 2009
'Casa José Lino Ramalho', single family house Esmoriz, Aveiro, Portugal; 1982
João Carreira
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via "Portugal 90's Arquitecturas", COAAO (1991)
esmoriz
#leicaswitzerland #leicacamera #esmoriz #ovar #portugal #cooper #cooperage #woodworking #barril #wine #wisky #winelovers🍷 (à Esmoriz) https://www.instagram.com/jose_fangueiro/p/Bu3sOk1BND9/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=n121p3kblpkc
Pôr do sol em Esmoriz, Portugal.
Mudanças (des) esperadas!!
Já há mais ou menos 1 ano que andávamos em luta cerrada para mudar de casa. Vivíamos num T2 alugado e com uma renda bem superior ao custo dele. Não era mau, tinha uma excelente localização, a 10 minutos do Porto, a 5m da praia, no entanto o quarto da miúda com ela sempre a crescer já mais parecia que dormia na casa de banho. Foram vários os motivos que nos fez querer sair dali, queríamos algo melhor, com lareira, maior, com espaço exterior para a Chanel e acima de tudo que os custos mensais fossem mais baixos, mas a bolha imobiliária ditava-nos que isso era impossível. As rendas nas periferias do Porto estão ao nível de Lisboa ou Praga, e os preços de venda das casas ao nível de um rico ou de um endividamento futuro, e aqui começaram as angustias, as desilusões e o repensar no nosso estilo de vida.
Depois de muita luta vimo-nos forçados a mudar de Distrito, Concelho, sair da cidade e viver na aldeia. Não foi de animo leve que o fizemos, para mim está entre as coisas mais difíceis que fiz, mudou-me, sufocou-me, deitou-me ao tapete, fez-me chorar, arrepender, perdi a motivação e o desejar um futuro, logo eu que quando jovem saí da aldeia para a cidade sozinha, em busca de uma vida melhor.
Hoje tento respirar, aproveitar o bom que cá tenho, muito espaço, muita luz, duas lareiras, terraços, plantas e plantinhas, o mar aqui ao lado, parques e caminhadas sem fim, a felicidade das minhas meninas e um coração que ainda aperta quando a distância dita amizades. Aos poucos vou gostando e saboreando a mudança, e como é bom ir à praia quase 2 vezes por dia, como é bom ter casa para a ter sempre bem cheia, como é bom tomar o pequeno almoço lá fora ou degustar de um copo ao fim de tarde enquanto o sol se põe. São vantagens que a cidade não oferece a quem tem um orçamento normal.
Aprendi a pensar que na verdade basta um passo para já não estarmos no mesmo lugar.
P.S : Por falar em amizades… e que tal se em vez de saudades e promessas virtuais começássemos todos a conviver à seria?! A volta da mesa, no sofá, numa caminhada, num projeto, no que tu quiseres, mas salta do ecrã, faz muitos ou poucos quilómetros, mas garanto que vai valer a pena.