statue of Artemis of Ephesus

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statue of Artemis of Ephesus
Fecundity by Terese Nielsen
Fecundity (Urza's Saga) - Rebecca Guay
The Science Research Diaries of S. Sunkavally, page 346.
Many babby in that brood pouch
Porcellio laevis "dairy cow" isopod
Self Portrait | fecund maiden | 2022
“Censoring my Black femme body makes want to jump out of my flesh and unleash chaos upon the world 🧿
My brown nipples are an earthly reflection of what gave life to all things ✨
And I am ✨💕🌈VERY PROUD🌈💕✨ of them 😌”
Love on me outside of tumblr: https://www.fecundmaiden.com/links 🍑💕✨
In a world where everything is given and nothing is explained, the fecundity of a value or of a metaphysic is a notion devoid of meaning.
from The Myth of Sisyphus by Albert Camus
Presépio Pachamama do Vaticano neste Natal de 2021 reafirma compromisso do Papa Francisco com a Nova Ordem Mundial e o Reino do Anticristo
Sim, acreditem. Depois do sinistro "Presépio Darth Vader" do ano passado, somos brindados pelo Vaticano neste Natal de 2021, o segundo marcado pela interminável pandemia de Covid-19, com o não tão sinistro, mas não menos profano "Presépio Pachamama", como vem sendo chamado.
Manuel Said Breña Martínez, artesão do distrito de Los Olivos em Lima, capital do Peru, foi o encarregado de fazer as esculturas da Sagrada Família, tendo contado com a colaboração de artesãos do povoado de Chopcca, comunidade andina do departamento de Huancavelica, para a realização do presépio que tem um total de 30 peças.
A Sagrada Família do presépio recebeu a bênção de Nicola Girasolie, Núncio Apostólico no Peru, no dia 13 de novembro, antes de partir com destino a Roma para decorar a praça de São Pedro no Vaticano. A bênção, que foi dada no ateliê de Martínez, também contou com a presença do ministro das Relações Exteriores do Peru, Óscar Maúrtua, e do governador de Huancavelica, Maciste Díaz.
A inauguração do presépio e a iluminação da árvore de Natal (um abeto, Picea abis, com 28 metros de altura que veio de Andalo, no Trentino, de Gestão Florestal Sustentável) aconteceram na sexta-feira, 10 de dezembro, às 17 horas, hora de Roma, e foi presidida pelo novo presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano, dom Fernando Vérgez Alzaga.
No presépio deste ano vemos uma representação bem ao estilo Nova Era da Virgem Maria, de São José, do Menino Jesus, dos magos e dos pastores em tamanho natural, feitos com cerâmica, madeira e fibra de vidro, e vestindo roupas típicas de Chopcca. Obviamente não são a Sagrada Família original, mas uma paródia, uma imitação um tanto irônica e satírica até, bem ao gosto "multiculturalista" do Papa Francisco.
O Menino Jesus está representado por uma criança Hilipuska, chamada assim por estar coberta com uma manta típica de Huancavelica e estar envolvido com um chumpi, um cinto de tecido.
Os Três Reis Magos, também representados por habitantes locais, em vez de ouro, incenso e mirra, que seriam presentes dignos para um Messias, carregam alforjes ou sacos de tecido com alimentos de Huancavelica, como batata, quinoa, kiwicha, oca, cañihua, e são acompanhados por lhamas que trazem a bandeira do Peru nas costas. Peru que celebra duzentos anos de independência neste ano. Um dos reis magos traz à boca um instrumento de sopro que lembra mais uma serpente enrolada.
Um menino anjo de Chopcca anuncia o nascimento com o instrumento de sopro chamado Wajrapuco. Há também diversos animais da fauna local como alpacas, vicunhas, ovelhas, viscachas, flamenco andino e o condor.
Segundo a administração do Vaticano, o presépio se completa com uma representação em menor escala da comunidade Chopcca "com suas experiências, cultura viva, atividades agrícolas e pecuárias, bem como o uso de ferramentas de trabalho ancestrais como a chaquitaclla", que os camponeses usam para arar a terra.
Em torno do presépio, corre um trem que talvez seja o famoso "Trem da Morte", que liga Puerto Quijarro, na fronteira do Mato Grosso do Sul, a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em uma extensão de 600 km construída na década de 1950.
Breña Martínez, de 47 anos, 32 dos quais dedicados ao artesanato, ressaltou à Agência Andina que na imagem da Virgem Maria foi utilizado cabelo natural e que as esculturas possuem "estrutura metálica" e "contam com fibra de vidro, resina, tecido e tinta acrílica".
Ele descreveu detalhadamente as figuras da Sagrada Família em entrevista à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI: “São José terá aproximadamente 1,70 metros de altura e ele usará um chapéu preto com todos os seus detalhes: bandeiras peruanas na parte bordada e também irá com seu poncho Chopcca (manto de lã sem mangas), seu chumpi ou faixa, seu casaco e sua huaraca (corda) e ele carregará um bastão, como se representasse os varayoc nas comunidades, que são as autoridades. As meias de São José serão coloridas e ele usará chinelos, sapatos de couro de lhama que os Chopcca tradicionalmente usam. A Virgem Maria terá um chapéu com bordados e vai ter uma manta com o escudo pátrio nas costas, com a vicunha, a cornucópia e a árvore da quina. Ela também vai usar um vestuário antigo, que não é usado atualmente, mas que estou tentando resgatar através do meu presépio. O anjo que acompanhará a Sagrada Família terá um traje semelhante ao de São José e levará “um instrumento que é o pincullo (instrumento de sopro) e uma tinya (pequeno tambor). O Menino Jesus, que vai ser o centro de todo esse presépio, vai estar hillpuska, ou seja, enrolado em uma manta e enfaixado. Nas comunidades, enrolam as crianças para que fiquem bem retas. Alguns dizem que as enrolam para que não se assustem, outros dizem que é para que se forme bem a sua estrutura, seu corpinho, nos primeiros meses de vida."
Em relação às cores, o artesão disse que se destacam o vermelho, o verde e o amarelo, as cores primárias, que são colocadas sobre um fundo preto para dar contraste.
Chopcca
A comunidade camponesa de Chopcca tem pouco mais de 10 mil habitantes e fica a leste da cidade de Huancavelica, capital do departamento de mesmo nome, a uma altitude que varia de 3.680 a 4.500 metros acima do nível do mar, em um território que é atravessado pela Qhapaq Ñan ou Caminho Inca. Em Chopcca ainda se fala o quéchua, a língua original do povo indígena que ocupava uma parte da América do Sul e cujos descendentes formam parte significativa da população do continente.
Chopcca é o nome de um ancestral comum que, segundo algumas lendas, era um personagem com poderes sobrenaturais extraordinários e, segundo outras, era um coletivo. Em ambos os casos teve origem na população de Anqara, uma etnia que existia realmente nos territórios das atuais províncias de Angaraes e Acobamba.
A vestimenta de Chopcca é uma variante chamativa do traje rural da população de Huancavelica. Sobre fundo preto, os homens têm diversos acessórios para a cintura, o pescoço, os braços e pernas, finamente tecidos com pallay, pequenos enfeites coloridos que ocupam partes ou toda a vestimenta. As roupas femininas também são coloridas, embora em um padrão distinto, com o mesmo senso estético de contraste entre o fundo neutro e os enfeites de cores vivas. O traje tradicional do chopcca não é usado apenas nas festas, mas na vida cotidiana.
Pachamama, a Mãe-Terra, deusa da fertillidade
Muitos católicos já vem chamando o presépio de Presépio Pachamama (do quíchua Pacha, "universo", "mundo", "tempo", "lugar", e Mama, "Mãe Terra"), a deidade máxima dos povos indígenas dos Andes centrais. Ou seja, aquela que deveria ser a Virgem Maria, não seria propriamente, pois estaria muito mais para Pachamama, uma divindade relacionada com a terra e a fertilidade, como indicam os presentes dos "Reis Magos" em forma de alimentos.
Pachamama é uma deusa que gera, que engendra, que fecunda a terra, sua companheira, que dá e absorve a vida dos seres no universo e ao tempo distribui as estações do ano. Sua morada está no Cerro Blanco (Nevado de Cachi), em cujo cume há um lago que rodeia uma ilha habitada por um touro de chifres dourados e salivantes que, ao mugir, expele nuvens de tormenta pela boca.
Bem diferente da Virgem Maria, Pachamama, de acordo com os índios, seria uma geradora, diretora e sustentadora da vida, ou seja, seria um símbolo da fecundidade, do mesmo gênero das deusas pagãs da Antiguidade e da Pré-História que precederam e acompanharam Pachamama em culturas e religiões de todos os tempos.
No Antigo Testamento, Astarte (Asherà) é a deusa da fecundidade, do amor sensual e é representada nua. Com Baal constitui a divindade máxima do mundo cananeu em luta permanente e mortal com os profetas de Deus. Seu símbolo era o poste sagrado.
No Novo Testamento, no livro dos Atos dos Apóstolos (19, 23-40; 20,1), Ártemis de Éfeso é a deusa da fecundidade representada com a metade do corpo cheio de mamas.
A pregação apostólica “desencaminhou em Éfeso e em quase toda a Ásia” uma multidão de idólatras “porque Paulo diz que não são deuses os que são feitos por mãos humanas” (vs26). A pregação de Paulo fez com que o templo da grande Ártemis fosse desconsiderado e até mesmo Ártemis fosse "despojada da sua majestade, aquela que toda a Ásia e o mundo inteiro adoram” (vs27). “Éfeso cultua a grande Ártemis e sua estátua caiu dos céus” (vs35).
Não obstante, dois mil anos depois, o Papa Francisco traz de volta a “a abominação da desolação” e em pleno seio da Igreja ao promover a adoração idolátrica em um novo “gesto de reparação” da honra profanada da Deusa Mãe. Jorge Bergoglio, líder do “Chrislam”, que já tinha levado as coisas a um patamar totalmente novo com o presépio insólito que foi absolutamente perfeito para aquele ano apocalíptico de 2020, com o presépio de 2021 faz uma homenagem convicta aos deuses pagãos e aos adoradores de Satã.
Assim se consuma mais este momento tristíssimo para a Esposa de Cristo. O Papa Francisco com sua promoção e estímulo aberto à adoração de ídolos, especificamente da Pachamama, agora a coloca no lugar da Virgem Maria e bem no seio do Vaticano.