A Filosofia da Rede
Olá internautas! Hoje falaremos um pouco sobre “A Filosofia da Rede”
Você sabia que a ciência da informação é apresentada, de uma maneira geral, como uma área do conhecimento relativamente recente e interdisciplinar?
A rede era avaliada como algo exterior ao corpo; mas aos poucos foi sendo adotada, durante o século XVII, pela medicina, para designar a composição do corpo humano pelos seus vasos sanguíneos e fibras. De tal modo, a interioridade e exterioridade da rede em relação ao corpo vão se confundindo e, durante a passagem do século XVIII ao século XIX, surge o conceito de rede.
O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas a aplicação desses conhecimentos e dessa informação para geração de conhecimentos e de dispositivos e de processamento/comunicação da informação, em um ciclo de realimentação cumulativo entre a inovação e seu uso. Os usos das novas tecnologias de telecomunicações nas duas ultimas décadas passaram por três estágios distintos: a automação de tarefas, as experiências de usos e a reconfiguração das aplicações.
É importante pensarmos também como a comunicação é importante dentro desse contexto!
A comunicação atualmente é difundida em diversos caminhos e diante de tantas opções, a necessidade de compartilhamento dos fatos, interfere, entretanto, na privacidade, conduzindo informações para um parâmetro público e cada vez menos privado. Tudo está contido na rede, prendendo-se apenas aos limites de busca.
As redes sociais são criadas e competem com as fontes de informação a partir de interesses em comum e uma nova atmosfera de socialização.
Para Manuel Castells (1999), a formação de uma rede interativa, global, integrada e de custo acessível, pode mudar completamente o caráter da comunicação.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
MUSSO, Pierre. A filosofia da rede. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da rede. Porto Alegre: Sulina, 2004. p.17-38.


















