A música é meu remédio. O rock é meu estilo de vida. E o skate meu companheiro.
Isabela Lazzarote via (frail-care)

seen from Sweden

seen from China

seen from United States
seen from Brazil

seen from Germany
seen from Australia

seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States
seen from Malaysia
seen from Japan

seen from T1

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from China

seen from United States
seen from France

seen from Australia
seen from United States

seen from Malaysia
A música é meu remédio. O rock é meu estilo de vida. E o skate meu companheiro.
Isabela Lazzarote via (frail-care)
O câncer é um estereótipo, quase um clichê, assim como a vida. O ensaio publicado por Ângelo Merendino em homenagem à batalha que sua esposa travou diante de um câncer de mama é retratada em fotos contundentes, afetivas e impactantes, que tem como propósito a busca por um olhar menos preconceituoso e temeroso sobre quem vive esse diagnóstico. Um olhar ingênuo diria que são fotos em cronologia, desde o início do relacionamento do casal até o início do tratamento quimioterápico culminando com a morte de Jennifer, sua esposa. Porém, esse ensaio é muito mais do que isso. O objetivo de Ângelo foi fazer com que as pessoas conhecessem mais sobre a doença, fizessem um exercício de empatia e, mais do que tudo, ele queria mostrar que o apoio e a vontade de viver do paciente é fundamental. Nas imagens podem-se perceber detalhes importantes. É marcante em muitas delas o olhar dos outros frente à esposa. Olhares de surpresa, de compadecimento, de incompreensão. As pessoas tem muita dificuldade em enxergar sua própria finitude diante de seus olhos. Somos uma sociedade embriagada de uma ilusão de imortalidade que só é rompida – quando o é – por situações como essa, por pessoas que decidem se expor e mostrar suas fragilidades para que as pessoas possam sensibilizar-se e pensar também sobre como vem vivendo suas próprias vidas e como elas próprias agiriam caso se vissem diante de um desafio como o que Ângelo e Jennifer enfrentaram. Ouse olhar cuidadosamente para essas lindas imagens. Não porque a morte seja linda, porque sabemos que não é, mas porque a vida é linda, e precisamos constantemente lembrar que não é eterna, que não somos imbatíveis. Por vezes, a melhor forma de curar uma dor – como a de perder uma jovem esposa para uma doença ainda tão incompreensível como o câncer – pode ser torna-la concreta e palpável, mesmo que através de imagens, para digeri-la com menos sofrimento e para mostrar a outras pessoas que é preciso estar-se atento ao próprio corpo, atento à própria vida, para que não a percamos mesmo quando ainda temos saúde. Esse ensaio é o retrato de uma batalha de 5 longos anos. Se valeram a pena? Ele afirma que não trocaria esses 5 anos que viveu com ela por nada no mundo. Link das fotos: http://imageshack.us/g/24/cancer2600x398.jpg
Site via (Literatura)
Depoimento de quem vivi a Leucemia. A um tempo atrás estava louca para começar minha faculdade de Medicina. Mas a partir de um tempo pra cá, comecei a odiar um lugar chamado hospital. No dia 20/05/13 acabei descobrindo que estou com Câncer, a Leucemia. Primeiro, começou com algumas manchas roxas pelas minhas costas e logo em seguida dores fortes. Logo achei que fosse pela academia ou algo do tipo, até eu ir pro hospital e acabar descobrindo. Agora, mais do que nunca estou dando valor a minha vida, amigos e família. Não sei o que seria de mim sem eles e são nessas horas que sabemos quem está conosmo, pra ajudar, te levantar e acompanhar suas lágrimas. E obrigada por todos que estão me ajudando a superar tudo isso. Tenho fé, tenho axé no meu coração. Meu senhor, meu Deus, meus Orixás vão me ajudar a superar tudo isso o que eu estou passando, é apenas uma fase. Ver meus amigos logo no primeiro dia em que eu estava hospitalizada me trazendo flores, chocolates, ursos de pelúcia, bixigas. Tudo isso foi maravilhoso. Foi sim. Acho que uma das piores partes disso tudo é ver seus amigos e família chorarem e dizer “vai ficar tudo bem”. Quando voce sabe que não é bem assim. Que tem milhares de cirurgias, agulhadas, raspar o cabelo, vomitar e chorar sangue, desmaiar, fisioterapia entre outras milhões de coisas. E pensando sobre a morte, caso eu venha um dia eu morrer, quero que saibam que eu acolhi a morte como uma amiga.
Isabela Lazzarote via (frail-care)