#escapism #goalpha (at Helsingborg, Sweden)
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#escapism #goalpha (at Helsingborg, Sweden)
Panorama ArtRio 2016
O final de semana foi extendido e agitado no Rio de Janeiro. Durante cinco dias a zona portuária hospedou a feira de arte ArtRio. Saltando do ônibus, taxi, uber ou VLT, os visitantes passavam pela porta do Museu de Arte do Rio (MAR), deparavam-se com a Praça Mauá e avistavam o grande arquitetônico esqueleto do Museu do Amanhã e então caminhavam em direção aos galpões onde residia a feira.
Foram 49 mil visitantes em 5 dias e a Alpha'a estava lá, na varanda do Armazém II, ao lado dos produtores de conteúdo Bamboo e Select Art.
Enquanto nossos visitantes baixavam o app para conhecer a alpha'a e se encantavam com as obras dos artistas expostos Rodrigo Oliveira, Lybra Ray, Fernando Brum, Mariana Trigo e Renato Wrobel, entre outros, nossa equipe passeava pela feira.
Das galerias do Armazém 3, as paixões se deram pelas obras expostas pela galeria David Zwirner, a paulista Galeria Vermelho, a galeria carioca Lurix, com trabalhos de Beth Jobim e Caieiro, as pinturas de Lucia Laguna na Fortes Vilaça, a fotografia do olho da Adriana Varejão na Cavalo, pintura O Rapto de Eduardo Berliner, como também Amilcar de Castro, Gisele Camargo e Richard Serra.
Caieiro, na carioca Lurix
Richard Serra
Gisele Camargo
Amilcar de Castro
O olho da Varejão
O Rapto, Eduardo Berliner
Lucia Laguna
Frans Krajcberg, artista autor da floresta de esculturas presente na 32a Bienal de Arte de São Paulo
Galeria Vermelho
Rodrigo Oliveira
Entre ouvidos, se escutava no terceiro dia de feira, a repercussão de uma possível fraude por parte da Graphos. Em uma nota publicada na Folha de São Paulo, marchands e entendidos de arte acusavam a galeria por forjar um Colares.
E mesmo quando a Feira fechava, a cidade continuava transpirando arte. A Antiga Fábrica da Bhering recebeu, no terceiro andar, exposição com curadoria do artista Barrão. Outros andares também foram ocupados com performances, instalações, obras interativas, pinturas, esculturas e atelies abertos.
Gostaríamos de agradecer à todos que participaram, visitaram e contribuíram com o cenário movimentado da arte no Rio. Nos vemos novamente em 2017.
Enquanto isso, fica com a gente aqui no blog e no website http://www.alphaainc.com #compartilhearte
Impressionistas no CCBB RJ; Repost Espaço Húmus
Enquanto a feira de arte ArtRio acontece na zona portuária do Rio de Janeiro, o Centro Cultural Banco do Brasil abriga os Impressionistas. É curioso ver arte contemporânea e moderna juntas. Próximo, mas ao mesmo tempo distante, o movimento impressionista foi imprescindível para o cenário mutável da arte e permitiu uma ruptura que abriu lugar para o que se produz hoje em dia. Com seus pincéis e borrões, impressionistas como Degas e Cézanne desenharam uma Europa colorida e imorredoura. Neste remix, te levemos para conhecer um pouco mais sobre o movimento que tomou o conta da França.
Monet
Na década de 1870, um grupo de pintores experimentando uma nova postura em relação a sua arte balançou a rígida comunidade tradicional da França. Suas cores expressivas, derramando para além dos traços e contornos da obra, aliadas a uma escolha por retratar paisagens e naturezas quebraram a tradição de realismo que regia a pintura francesa. Nasceram ali, sob críticas e conflitos, os impressionistas.
Émile Bernard
Gauguin
WHITNEY MUSEUM e Carmem Herrera
Carmem Herrera completou 101 anos em Maio. A pintora Cubana e Americana trabalhou na escuridão por décadas explorando o abstracionismo. Após reconhecimento em uma exposição seu trabalho ganhou valor e começou a ser exposto em diversas galerias.
O Whitney Museum traz uma retrospectiva ampla de seu trabalho. A mostra une uma exposição que foi toda vendida na Lisson Gallery e um documentário.
A curadora do Whitney, Dana Miller, destacou que para a experiência do público ser maior, suas interferências foram poucas e garantiu que os trabalhos são fortes e brilham sozinhos.
Whitney Museum
New York, NY 10014 99 Gansevoort Street (212) 570-3600