Eu gosto de olhar pra você, gostaria de estar mais perto porque olhando de longe você já é incrível.
Imagina de perto.
Eu gosto do som da tua voz e poderia ouvir por horas você falando de qualquer coisa, gosto de como é sincera, tão simples e tão profunda. Você tem um jeito de lembrar que a vida pode ser leve divertida e que dá pra aproveitar.
Você é pura, verdadeira demais, sincera demais e única pra esse mundo tão cruel. E eu realmente queria te proteger de tudo. Olhar pra você é olhar um mundo e foi por esse mundo que eu me apaixonei.
Eu ouviria todas as sua histórias, admiraria todos os seus sorrisos, moraria no teu abraço e faria do teu coração, meu lar.
Você nem imagina que te salvando, eu salvei a mim mesma, obrigada por lembrar de como a vida pode ser linda. Obrigada por fazer ela linda sendo quem você é.
O que? Você não sabe quem é Bang Joohyuk, mais conhecido como Bang-J?! Eu o amo! Ele é vocalista guia e rapper de apoio do S.7.S. e é do ano de 98, um dos meus favoritos dentro da H.M. Ent. Não acha que ele se parece muito com Lee Felix?
Infomações do personagem:
Nome: Bang Joohyuk.
Data de nascimento: 31/12/1998.
Local de nascimento: Seoul, Coreia do Sul.
Ocupação: Idol.
Grupo e Empresa: Vocalista guia e rapper de apoio do S.7.S, H.M.
Fofocas e boatos sobre ele:
Antes de entrar na H.M Joohyuk havia feito audição para uma outra empresa, empresa esta que o submeteu a um contrato quase que escravo, e foi salvo de uma experiência horrível graças aos esforços de seu irmão mais velho;
Foi orientado muitas vezes por Jongsuk de que não deveriam falar sobre seus pais publicamente, no entanto, vez ou outra deixava algo escapar na pura inocência. Em algumas ocasiões quase confessou que ele e o irmão mais velho haviam ido embora de casa pelo ambiente tóxico em que viviam (apesar de Joohyuk não ter uma visão ruim dos pais, Jongsuk tinha);
Já recebeu algumas críticas de netizens, onde estes afirmam que Joohyuk foi uma escolha errada para o S.7.S por aparentemente não combinar com o conceito do grupo. Mas na cabeça dele ele combina, sim.
Headcanons:
Para toda criança, a vida é como uma ponte de arco íris. Há apenas alegria, amor e cuidados. E, no final da ponte, o pote de ouro que Joohyuk encontrou foi o irmão mais velho. Desde que se entende por gente, o irmão estava sempre ali, brincava consigo, lhe colocava para dormir, até mesmo lhe contava histórias! Cada dia, era uma história diferente e mais mirabolante que a outra. E a casa se enchia com a risada gostosa que o pequeno tinha. Os pais quase nunca estavam ali, e quando estavam, pareciam ocupados demais para que Joohyuk tivesse a atenção deles. Tudo bem, Jongsuk estava sempre ali e sempre lhe dava colo quando pedia. Por que iria reclamar? Sempre animado e sorridente, tinha muitos amigos na escola, brincava com todos sem fazer distinção entre meninos e meninas.
As brincadeiras eram para todos, oras! E quando chegava em casa, via o irmão tocando violão. Adorava ouvir, achava até mesmo que suas notas magicamente melhoraram quando ouvia o irmão tocando. Com o passar do tempo, o próprio Joohyuk acabou se envolvendo com a música, fazendo parte de uma bandinha de garotos com o irmão e mais alguns meninos do bairro. Aquilo era divertido e, mesmo sendo novo, havia aprendido a tocar bateria muito bem! Jongsuk havia sido muito legal em lhe ensinar, chegava até a sonhar que faziam parte de uma banda famosa e muito rica, e sua inocência foi algo que nem mesmo a ausência dos pais foi capaz de levar embora. Mas o que parecia um conto de fadas, logo se transformou em um verdadeiro tormento. Viu o irmão fazer as malas e dizer que iriam embora, mas por que iriam embora se a casa era tão boa? Tudo bem, os pais gritavam um pouquinho, mas aquilo era coisa de adulto, né?
Mas quando o irmão disse que iriam embora, com seus dez anos de idade, Joo não pôde fazer nada a não ser seguir o mais velho. E desde então, a figura dos pais passou a ser apenas uma lembrança para si. Então tinha uma casa nova, escola nova, novos amigos. O irmão estava sempre trabalhando, mas na saída da escola, lá estava Jongsuk lhe esperando. Em casa, o irmão lhe dava banho e almoço e então ia trabalhar de novo. Apesar de sempre ocupado, tinha mais atenção do irmão do que tivera dos pais em toda sua vida e, aos poucos, a existência dos dois ficou para trás em sua memória, agora tinha novas e boas lembranças pela frente. A música voltou a ser algo frequente na vida dos Bang, ainda tinha o irmão tocando para si a noite, ou até mesmo durante o dia quando o mais velho achava algum tempo livre. E, para Joo, tinha os artistas famosos que ele via pela internet.
As vezes, também via o mais velho se apresentar pela rua com outras pessoas e, por mais que houvesse se tornado costumeiro que Jongsuk recebesse ofertas para ser famoso, ele não parecia interessado. Já Joohyuk, achava aquele mundo fascinante e, secretamente, se via cantando e dançando em seu quarto quando o irmão não estava. Depois de um festival de música na escola, aquele hyung parecia legal e convidou Joo para uma apresentação, nada demais, Joohyuk só precisava fazer como tinha feito na escola. Quando chegou em casa e contou ao irmão, achou que tomaria uma bronca por ter feito aquilo escondido, na verdade sequer sabia o que tinha feito, mas havia gostado muito de se apresentar daquele jeito. Era como ser um dos muitos idols que seguia na internet! Depois de uma longa conversa com o irmão, onde Jongsuk acabou contando que também tinha feito uma audição como aquela, ficou decidido que Joo poderia seguir aquele caminho desde que também se dedicasse aos estudos.
Parecia um bom plano, ainda que fosse mais puxado do que pensou que seria. Mas era determinado e não desistiria, ainda que o hyung parecesse tão exigente que chegava em casa exausto. Por vezes, pensara em desistir, já que não deveria ser assim tão bom. Via outros garotos sendo bem sucedidos, então Joohyuk parecia ser empurrado para trás. Era inocente demais para perceber aquele abuso, o excesso de treinos, o quase contrato escravo que haviam lhe imposto sem muito explicar. E era sortudo por ter um irmão como aquele, não sabia como aguentou aquele anomiserável, mas quando Jongsuk fora anunciado para debutar naquela banda, foi também o ano de sua liberdade daquele tormento. Se sentia horrível por ter sido enganado e, depois de muito chorar, o irmão lhe convenceu de que não tinha culpa pela maldade dos outros. Não havia nada errado em ver sempre o melhor nos outros e que, de forma alguma, deveria deixar de ser quem era.
E devia dizer, era divertido ver os ensaios da banda, o irmão tinha mesmo nascido para aquilo. Naquele mesmo ano, Joo acabou passando para outra empresa, essa deveras melhor do que a anterior. Se houvesse muita dedicação, poderia logo estar em um bom grupo. E assim o fez, era com alegria que acordava bem cedo, havia sempre um sorriso enorme no rosto quando entrava na sala de ensaio e um maior ainda quando saía dela. Fizera bons amigos ali, outros ele viu ir embora em busca de algo melhor, mas não iria desistir! O caminho era difícil, mas um Bang nunca desistia. Tanto que, com muito esforço, Joohyuk foi um dos sete – entre dezoito! – garotos a debutar no boygroup S.7.S. Era por aquilo que vinha lutando ao longo dos últimos anos, ainda que algumas pedras tivessem aparecido, iria dar tudo de si a cada dia para que tivesse tanto sucesso quanto aqueles que seguiu durante sua vida.
[ + 1502 - 160 ] sabem o que é isso? o prelúdio do retorno das rainhas
[ + 148 - 214 ] ela continua com o mesmo rosto desde o debut, assustador
[ + 321 - 28 ] unnie ficou perfeita nas fotos
para comentar a notícia, nos mandem uma ask com a tag: #noteth021.
“Sometimes fate is like a small sandstorm that keeps changing directions. You change direction but the sandstorm chases you. You turn again, but the storm adjusts. Over and over you play this out, like some ominous dance with death just before dawn. Why? Because this storm isn’t something that blew in from far away, something that has nothing to do with you. This storm is you. Something inside of you. So all you can do is give in to it, step right inside the storm, closing your eyes and plugging up your ears so the sand doesn’t get in, and walk through it, step by step. There’s no sun there, no moon, no direction, no sense of time. Just fine white sand swirling up into the sky like pulverized bones. That’s the kind of sandstorm you need to imagine.
An you really will have to make it through that violent, metaphysical, symbolic storm. No matter how metaphysical or symbolic it might be, make no mistake about it: it will cut through flesh like a thousand razor blades. People will bleed there, and you will bleed too. Hot, red blood. You’ll catch that blood in your hands, your own blood and the blood of others.
And once the storm is over you won’t remember how you made it through, how you managed to survive. You won’t even be sure, in fact, whether the storm is really over. But one thing is certain. When you come out of the storm you won’t be the same person who walked in. That’s what this storm’s all about.”
"Part of me longs to live a simple life where I’d simply read, watch movies, drink tea and live peacefully in a cabin but also a part of me wants to put myself out there and accomplish real things like mastering a skill that will impact the world in the end. It’s a constant battle and my life choices are largely influenced by these two conflicting ideas."
Ninguém repito ninguém quando fala sobre algo que tá passando e tá doendo muito. Que ouvir um: ah mas todo mundo passa também, eu também senti isso e tá tudo bem.
Tnc depois reclama pq pessoas não fala sobre o que sente.