Imagine Kim Taehyung - All I Want for Christmas is... a new family?
Gên: feminino
Temas: fofo
Contagem de palavras: 2k
Sinopse: Conhecer os pais do seu namorado já é algo confuso por natureza, então, será que decidir fazer isso bem nas festas de Natal da família foi uma boa decisão? Será que cair de paraquedas no meio dos Kim foi algo bom? E, o principal, será que sua sogra está realmente apenas ocupada com tudo e todos, ou suas paranoias se tornaram reais e sua presença não a encantou tanto como gostaria?
Avisos: nenhum
Nota: Oi k o gente, esse imagine é com temática de natal hihihih sim, eu sei que estamos em fevereiro, e eu comecei a escrever perto do Natal mas aconteceu uma série de coisas que enfim não consegui terminar a tempo. Então aqui está, no dia nove de fevereiro de 2022, meu especial de Natal de 2021, porque a vida é assim inesperada e espontânea. Desorganização minha? Não. Apenas estou preparando vocês para o mundo real, lá fora é assustador e impetuoso, então me agradeçam. Espero que gostem, e me desculpe por qualquer erro! Até mais!!
O Natal era, de longe, uma das suas datas favoritas no ano. Algo sobre os presentes, as comidas gostosas, o tempo em família e as tradições locais te encantava no feriado, e se sentia mágica durante os dias, querendo aproveitar cada coisinha que conseguia.
Acontece que, esse ano, seria um pouco diferente. Já fazia um tempo que não passava mais todas as festas com a sua família, porque havia se mudado por conta da sua carreira há anos. Porém, nesse meio tempo, você conheceu alguém que mudou completamente seus dias monótonos e solitários no país estrangeiro: Kim Taehyung.
O Idol de fama mundial que tinha milhares de pessoas apaixonadas por ele havia cruzado o caminho com o seu por acaso, quando passaram as férias em uma mesma pousada numa cidadezinha. Os dias foram poucos, mas suficientes para que ele se encantasse por você. Sua animação com o lugar e as atividades, sua simpatia com os demais hóspedes e o quão bem tratava os donos e funcionários o deixaram completamente apaixonado pelo seu jeitinho. E, claro… você era linda.
Por quatro dias seguidos ele apenas te observou de longe. Trocando palavras curtas apenas quando se cruzavam durante as refeições ou nos corredores, ele não havia tido coragem de te abordar de fato. Foi só no último dia de viagem, quando você estava tomando café da manhã sozinha em uma mesa e observando o lado de fora, foi que deixou o receio de lado e se sentou com você para lhe fazer companhia.
"Aqui tá ocupado?" Ele perguntou, apontando para a cadeira na sua frente.
"Não está não!" Respondeu, com um sorriso. "Quer sentar aí?"
"Sim." Ele sorriu também, se acomodando. "Meu nome é Taehyung, aliás." Disse, estendendo a mão para você e te fazendo rir de leve.
"É, eu tava me perguntando se eu tava alucinando ou se era você mesmo." Ele ergueu as sobrancelhas de leve, e você riu de novo. "Não sei se você sabe, mas é bem conhecido por aí."
"Ah é?" Ele perguntou divertido, e você concordou com a cabeça. "Que estranho, por que será?"
"Então…" Entrou na brincadeira, fingindo pensar. "Tem uma galera aí que gosta dos seus amigos, eu acho." Falou, fazendo ele rir. "Dizem que são bem bonitos, vocês são o que? Modelos?"
E foi assim que vocês deram início ao que, alguns poucos meses depois, se tornaria um relacionamento lindo. Sim, tinham suas dificuldades, mas tudo valia a pena apenas pelo amor, carinho e respeito que tinham um pelo outro.
O que traz a gente para o que estava prestes a acontecer: você passar o Natal com a família dele.
Tinha tanta coisa te deixando nervosa que você nem sabia por onde começar. Em primeiro lugar, você tinha quase certeza que havia desprendido a conhecer pais. Fazia tanto tempo que não namorava que não fazia mínima ideia de como impressionar os pais da outra pessoa. Deveria ser humilde e quieta? Mostrar que era foda e sociável? Ou fazer um charme misterioso e não deixar que te conhecessem tanto de primeira? E tem mais! Como que são os costumes coreanos?? Por que, vamos lá, as chances de ser uma ceia caótica cheia de comida, cerveja, música raiz e muito, mas muito doce como eram as da sua casa, eram bem baixas. Você tem plena consciência de que é diferente do Brasil, mas, o quão diferente que é?
"É sério, jagi, não precisa ficar nervosa, eu tô te falando." O Tae falou enquanto terminavam de colocar as malas e presentes no carro. "Eles já te amam sem te conhecer, minha família inteira!" Segurou nos seus ombros depois de fechar a porta traseira. "E sabem que você não é coreana, então não vão se importar se não souber exatamente como funciona tudo lá em casa." Arrumou seu cabelo, dando um sorriso doce. "Você ainda tem muito tempo pra se adaptar à família."
As palavras dele foram doces o suficiente para te acalmar pelo menos o necessário para conseguir entrar no carro. Tá, ainda estava nervosa. Bem nervosa. Mas, e se ele tiver certo? E se realmente, a família dele for boa o suficiente para relevar qualquer erro que possa cometer? Quer dizer, era a família dele, no final das contas. Esse ser humano incrível por quem você se apaixonou foi criado por eles, não têm como serem tão ruins assim.
Ele estacionou o carro depois de horas dirigindo sem pausas. Você até ofereceu para pegar o volante, mas queriam chegar ao destino o mais rápido possível, e paradas apenas iriam os atrasar mais, por isso as evitaram o máximo possível.
Antes mesmo de saírem do veículo já notaram a movimentação na casa. As crianças da família estavam do lado de fora, brincando com uma bola de futebol, e também podiam ver algumas das mulheres aparecendo na porta de tempos em tempos para verificar se estava tudo bem.
Vocês desceram e você não pôde não achar estranho como ninguém os recebeu na porta, apenas pegaram as malas e entraram, indo direto para um dos quartos. Claro, as crianças pararam para cumprimentar vocês do lado de fora (o Tae é muito querido por elas, e já parecem gostar bastante de você também!), e quando alguém esbarrava com vocês no caminho também lhes dava as boas vindas, dizendo o quanto sentia falta do Tae e que era um prazer conhecer você.
Mas quem queremos enganar, você estava chateada mesmo porque os pais dele não apareceram. Mas talvez isso tivesse sido bom, para você parar de pensar que deveria ter tratamento especial.
Já se passava das seis da tarde, e estava tudo um caos. Crianças gritando, homens conversando alto, e mulheres trabalhando. Você não pode deixar de se sentir levemente incomodada por ver essa distribuição de papéis patriarcal, mas já era algo que sabia.
Estava sentada no chão do lado de fora, encapotada por conta do frio e observando o jogo de futebol adaptado que as crianças estavam fazendo.
"Noona!" O irmão caçula do Tae te chamou. "Você é brasileira, a gente tá jogando certo?"
Você não pode conter a risada pelo estereótipo clássico.
"Sim, vocês estão ótimos!" Respondeu, sorrindo quando viu o orgulho deles.
"Eles estão uma droga, não estão?" A prima do Tae, que estava te acompanhando, perguntou.
"A única coisa que tão fazendo certo é tentar chutar a bola no gol." Respondeu, fazendo ela rir.
Vocês duas tinham sido praticamente dispensadas do trabalho. Na verdade, tinham recebido a tarefa de ficar de olho nas crianças, mas, convenhamos, não é porque as crianças precisavam. Você estava lá por motivos óbvios, não sabia preparar pratos coreanos. Agora, a sua companheira do trabalho de babá não tinha dito nada, mas algo nela dizia que no passado ela já tinha se oposto ao trabalho dividido de forma ridícula.
"Você tá gostando da família?" Ela te perguntou, virando o rosto para você.
"Sim, todo mundo parece ser muito simpático." Respondeu, e ela sorriu. "Só estou meio preocupada com os pais do Tae." Ela franziu o cenho, e você continuou. "O pai dele até veio me cumprimentar, mas a mãe dele mal me olhou na cara desde que eu cheguei."
"Aah." Ela disse inclinando a cabeça para trás e soltando uma leve risada. "Isso é porque a tia é uma ótima anfitriã." Você a olhou confusa, fazendo ela rir de novo. "Tá, antes dos eventos em si ela não é das melhores, mas isso é porque ela não para até garantir que tudo está perfeito." Te olhou. "Mas eu te garanto que a partir do momento que ela vestir a roupa chique de natal e colocar um par de saltos no pé, você vai conhecer a pessoa mais simpática dessa família."
Você ia responder, quando a porta da casa abriu, mostrando o seu namorado, já praticamente pronto. Ele encontrou vocês duas e correu até onde estavam, contornando o jogo.
"Estão dizendo para vocês irem se arrumar." Ele falou, se sentando bem no meio das duas. "Eu já usei o chuveiro então tá livre, vão lá que eu cuido deles até a hora do jantar."
Vocês concordaram na hora, eufóricas com a ideia de entrar na água quente e se livrar do frio que congelava seus rostos. Você deixou que a prima do Tae fosse primeiro, já que estavam dividindo apenas um banheiro. Ficou no quarto, com as portas abertas, enquanto separava a roupa que ia usar, quando a sua sogra passou feito um vulto pela porta. Você ficou olhando assustada, e quando estava prestes a voltar a fazer o que estava fazendo antes, se assustou mais uma vez quando ela voltou, dessa vez parando na porta.
"A Bora tá tomando banho, né?" Perguntou, e você concordou com a cabeça. "Vai depois?" Concordou mais uma vez. "E tem toalha pra usar?"
Você ia concordar mais uma vez, mas percebeu que, na verdade, não tinha toalha para usar.
"Ah… na verdade não, eu esqueci de trazer." Disse tímida, mal terminando de falar quando ela sumiu de novo no corredor, voltando alguns segundos depois com uma toalha branquinha e macia em mãos. "Obrigada."
"Imagina." Você viu pela primeira vez ela sorrir, por mais que rápido. "E não era pra trazer toalha mesmo, o Taehyung que deveria ter te dado uma já." Você sorriu, e ela piscou um olho antes de sair de lá.
É, talvez a Bora estivesse certa no final das contas.
"Com licença, com licença!" Ouviu a voz da sua sogra, que estava de pé, no canto da mesa, chamando a atenção de todo mundo enquanto segurava sua taça de vinho. "Eu queria dar umas palavrinhas antes que vocês bebam demais e esqueçam de tudo." Tirou uma leve risada da família, antes que todos começassem a ficar em silêncio de fato. "Antes de tudo, quero agradecer à minha mãe, que sempre amava ver a casa cheia assim e ficaria muito orgulhosa em nos ver mantendo os laços." Sentiu o Tae apertar sua mão por baixo da mesa, e você devolveu o gesto, tentando o transmitir um pouco de conforto. "Também quero agradecer ao meu marido, por sempre aceitar receber todo mundo em casa mesmo sabendo o caos que fica depois." Ele se curvou, sorrindo, e o pessoal riu mais uma vez. "Aos nossos irmãos e irmãs que sempre acham um tempo nas vidas corridas para juntar a família." Olhou carinhosa para os adultos, que retribuiram o gesto com sorrisos nos rostos. "Aos meus sobrinhos que nunca falham em ser a alma das festas." Apontou com a cabeça para a mesa das crianças, no canto da sala. "Ao meu filho, que mesmo não tendo tempo nem para descansar, conseguiu vir até aqui para ficar com a gente nessa data especial." Você olhou para o rosto do seu namorado, que tinha um sorrisinho tímido mas orgulhoso no rosto. "E, claro, pra mais nova membra da família." Virou o olhar para você, te pegando desprevenida. "Caiu de paraquedas nessa bagunça, mas ainda terão muitos anos pra você se acostumar com a gente, viu?" Sorriu, e você sorriu de volta, concordando com a cabeça. "É um prazer te ter como minha nova filha."
Depois desse discurso, você não prestou atenção em mais nada. Mesmo quando outras pessoas se levantaram para falar e dizer o quão felizes estavam, tudo o que você conseguia pensar era na sua sogra te chamando de nova filha. Seu coração estava quase pulando do seu peito, sem brincadeira.
"Jagi?" Ouviu a voz do seu namorado, falando bem perto do seu ouvido enquanto tocava no seu braço. "Tá tudo bem?"
"Oi?" O olhou. "Tá tudo bem sim." Respondeu. "Tá tudo ótimo, aliás." Sorriu, e ele sorriu de volta, concordando e pegando na sua mão, a levantando até a altura dos lábios dele e depositando um beijo no topo dela.
Você voltou a olhar para as pessoas em volta, dessa vez com muito mais carinho do que pensou que sentiria nessa viagem. Sim, as coisas começaram de um jeito levemente estranho, e você se assustou com a recepção inesperada, mas tudo valeu a pena no final, tudo valeu muito a pena. Ainda levariam algumas festas e algumas visitas para você se adequar a eles, mas se sentiu tão abraçada e tão bem vinda, que não tinha lugar para mais angústias no seu coração.
É, você ganhou um presente de Natal inigualável: uma nova família.
Você chegou em casa exausta, para dizer o mínimo. Tinha tido um daqueles dias em que tudo parece dar errado, sem você nem mesmo perceber. Acordou atrasada, quase perdeu o ônibus, teve que lidar com clientes desrespeitosos e ainda suportar colegas de trabalho que claramente acham que você deve fazer o trabalho deles de graça.
Mas estava contente por estar em casa. Não via a hora de simplesmente se enrolar nos braços do seu namorado e deitar até o dia acabar. Ele conseguia te trazer uma paz assustadora, sem nem se esforçar. Basta um beijo dele na sua testa que todo o peso dos seus ombros vão embora e você esquece de tudo que não seja ele.
Quando entrou na sala, estranhou que estava tudo vazio. Normalmente quando voltava a esse horário ele já estava sentado no sofá, assistindo alguma coisa e comendo algum petisco antes do jantar, mas hoje, nada. Por isso imaginou que talvez ele tivesse preso na empresa, como costumava acontecer de tempos em tempos. Isso te decepcionou um pouco, não pode mentir, mas não é como se ele pudesse adivinhar que estava tendo um dia horrível e voltar para casa apenas para te ajudar a ficar melhor, certo?
Errado.
Acontece que o Tae tinha decidido mais cedo que ele precisava preparar algo para você, nesse dia. Você não tinha falado mais do que cinco minutos com ele, no seu horário de almoço e pelo telefone, mas apenas por ouvir sua voz ele conseguiu entender que tinha algo de errado. Além disso, já fazia um tempo que vocês não conseguiam um tempo para apenas relaxarem juntos, então razões eram o que não faltava para ele te mimar.
"Tae?" Você disse, quando entrou no quarto e ouviu um barulho vindo do banheiro.
"Eu tô aqui, vem cá!" Ele gritou de onde estava.
Você se animou instantaneamente com a voz do seu namorado, já sentindo um peso sair do peito. Mas mal sabia você que a melhor parte ainda estava para vir.
Assim que entrou no banheiro, congelou, olhando em volta. Tinham velas acesas espalhadas pela pia e na beira da banheira, que já estava cheia. O Tae estava sentado na borda, apenas de bermuda, e desembalando uma bomba aromática para jogar na água.
"O que é isso?" Disse, se aproximando devagar.
"Eu preparei um banho pra gente." Ele respondeu, jogando a pequena bola na banheira e se levantando. "Só falta eu pegar mais umas coisinhas, espera aqui." Passou por você, te dando um beijo na testa e saindo de lá.
Não levou mais do que dois minutos para que ele voltasse, com uma bandeja de madeira em mãos. Em cima dela, você viu duas taças, assim como uma garrafa do seu vinho favorito e um pequeno prato com alguns pedaços de chocolate e morangos.
Ele saiu de novo do banheiro, depois de deixar a bandeja na borda da banheira. Voltou segundos depois, dessa vez com o computador dele em mãos, e o colocou na pia, de um jeito que conseguissem enxergar a tela de dentro da água.
"Pra que tudo isso?" Perguntou, ainda meio paralisada, quando ele enfim parou na sua frente.
"Pra gente relaxar um pouco." Ele sorriu doce, se inclinando e te dando um selinho. "Sei que não teve um dia muito bom, então pensei que te faria bem sair da rotina, mesmo que só por uma noite." Você abriu a boca, mas não pensou em nada que pudesse dizer, então apenas sorriu boba, fazendo ele rir de leve. "Vem, vamos tirar a roupa e entrar."
Antes mesmo que você pudesse se mexer, o Tae fez isso por você. Ele levou a mão até o seu cinto e o desabotoou, fazendo o mesmo com a sua calça em seguida, e te ajudando a deslizar ambos pela sua perna. Depois, ele tirou sua camiseta, e você sentiu sua pele arrepiar por baixo do toque dele.
Ele disse para você entrar na banheira, quando já estava completamente nua, e tirou a própria bermuda e roupa de baixo logo em seguida. Quando mergulhou na água, primeiro suas pernas e depois o resto do corpo quando se sentou, você sentiu todos os seus músculos relaxarem. E esse sentimento apenas melhorou quando o Tae entrou e se encaixou atrás de você, se posicionando para que ficasse com as costas contra o peito dele.
Você não sentiu nada além de segurança ali nos braços dele. Parecia que quando ele te abraçava, ele impedia que todas as coisas que tanto te incomodam não conseguiam mais te alcançar.
Ele de um beijo no seu ombro antes de te soltar, o que te fez até reclamar, mas parou quando viu que ele estava tentando colocar o vinho nas taças.
"Pode ligar o computador?" Ele perguntou, apontando com a cabeça para o aparelho. "Eu já deixei o filme preparado, é só dar play."
Você concordou com a cabeça e fez o que ele pediu, rindo quando viu o que iriam assistir.
"Você escolheu Grease?" Virou para o olhar, e viu o sorrisinho dele aparecer, te derretendo por completo.
"Faz tempo que a gente não assiste um musical." Respondeu, dando a sua taça e te puxando para que se deitasse no peito dele de novo.
"Faz mesmo." Respondeu, se aconchegando nele mais uma vez antes de dirigir sua atenção para o filme.
Mas isso não deu muito certo, para nenhum dos dois. Por mais que adorassem assistir esse tipo de filme juntos, adoravam ainda mais um ao outro. Por isso que as pequenas carícias que trocaram durante todo o tempo foram muito mais importantes.
Não fizeram nada demais, mas não por falta de vontade dele, era apenas que ele sabia que estava cansada demais para isso agora. Mas isso não o impediu de correr as mãos dele por todo o seu corpo durante o tempo que ficaram lá, acariciando cada cantinho seu enquanto depositava beijos carinhosos na base do seu pescoço e nos seus ombros. Em um deles ele até se empolgou, com certeza deixando uma marca, e ele até se arrependeria, se não tivesse percebido o leve gemido que soltou com o ato.
Ele também te ajudou a se ensaboar, enquanto você prestava atenção na sua parte favorita do filme. Você até tentou o impedir, dizendo que podia fazer isso sozinha, mas ele não deixou. A verdade era que ele amava poder te tocar, e não perdia uma oportunidade para isso. Ele era apaixonado por cada cantinho seu, e saber que você confiava nele, e apenas nele, o suficiente para ele correr as mãos livremente por tudo o deixava quase em êxtase.
Quando o filme terminou, vocês decidiram sair. Ele te entregou uma toalha e um roupão, pegando um par para ele também. Ele disse para ir indo se preparar para dormir enquanto ele arrumava tudo, e você apenas concordou.
Enquanto passava o seu hidratante e colocava o pijama favorito do Tae (que na verdade, era a parte de cima de um dos pijamas dele, mas que ele jurava que ficava muito melhor em você), ele levou as taças para a cozinha, o computador para o quarto, e esvaziou a banheira. Você decidiu separar um pijama para ele também, e deixou ele dobrado em cima da poltrona que tinham no quarto, enquanto ajeitava a cama para dormirem.
"Esse é pra mim?" Ele perguntou, quando enfim terminou.
"Uhum." Concordou, já escorregando para baixo das cobertas.
Ficou o observando sem nem disfarçar enquanto ele se trocava, aproveitando o momento para admirar ele. Assim como ele era apaixonado por cada pedacinho seu, você era completamente derretida por cada canto daquele homem, por mais que ele não percebesse muito.
"O que foi?" Ele perguntou, quando te pegou o encarando, indo para o seu lado na cama.
"Nada." Negou com a cabeça. "Só estava te admirando." Ele riu, se arrumando e te puxando para os braços dele, enquanto se deitavam. "Aliás, Tae." Disse, um pouco mais baixinho, olhando para ele. "Obrigada." Ele te olhou também, parando de se mexer e sorrindo de uma maneira fofa. "Não sei como soube que eu não estava bem, mas obrigada mesmo."
"Eu senti." Ele disse, antes de te dar um beijo na testa. "E não precisa agradecer, sabe que eu faria qualquer coisa pra te ver bem, de muito bom grado."
"Eu sei." Sorriu também, esticando o pescoço para o dar um selinho, dessa vez. "Eu também."
Avisos: Como já disse, é hot, eles transam em um banheiro (não desperdicem água), e sem camisinha (usem proteção, não sigam o exemplo das fanfics)
N/A: Eaiii, como estão? Bom gente, como sempre gosto de reforçar, não tenho muita experiência em coisas mais ousadas, então ainda tenho muito o que melhorar, maaas o único jeito de melhorar é treinando, né? Mas enfim, outro aviso, esse pedido meio que era pra ser um react, mas eu não consegui pensar em sete jeitos diferentes de fazer isso em um banheiro, então acabei fazendo em forma de imagine (se fosse em react ia ser daqueles pequeninos... não sei se iriam preferir, na real, qualquer coisa me avisem). Mas é isso, espero que gostem! e ah, eu editei isso ouvindo House of Cards, galera, e foi uma experiência mui tô interessante, então se quiserem uma trilha sonora pra leitura, fiquem a vontade
“Eu já disse que não.” Você disse para o seu namorado, bufando.
“Por favor, S/N.” Ele insistiu. “Fazem semanas que a gente não sai, o que custa fazer isso só uma vez?”
“Eu estou exausta, com dor de cabeça e nervosa porque meu namorado não me deixa em paz mesmo sabendo que eu passei o dia inteiro em uma reunião infernal com pessoas que eu detesto.” Você praticamente rosnou. “Não vou ir em um restaurante só porque você decidiu que vai ser legal fazer isso agora.”
“Quer saber, tudo bem, não precisa ir.” Ele disse, bravo e chateado ao mesmo tempo. “Eu vou sozinho, fica aí e descansa, se é o que quer.”
Você travou o maxilar e ficou o encarando enquanto ele saia pela porta do apartamento, sem nem mesmo olhar para trás. Suspirou, se jogando no sofá e escondendo o rosto na almofada, se sentindo mal por ter brigado com o Tae, mas exausta demais para ir atrás de resolver isso.
Além disso, você também estava brava. A culpa definitivamente não era só sua. Ele sabe o quão para baixo você fica quando tem algo no trabalho que te estressa, então o que custava ele ficar em casa só relaxando hoje? Você até entendo o lado dele. Realmente vocês dois não saem juntos há muito tempo, mas sempre que saem é um inferno apenas para entrarem no lugar sem serem reconhecidos (isso quando não são reconhecidos, caso contrário precisam lidar com fotógrafos que certamente não respeitariam a sua dor de cabeça).
Deixou a almofada de lado e se levantou antes que começasse a chorar ali no sofá. Se lembrou que ainda não tinha tomado um banho desde que tinha voltado para casa, e pensou que talvez fosse um jeito de você esfriar um pouco a cabeça enquanto o Taehyung não voltava.
Você foi até o banheiro do quarto de vocês e logo tirou a calça de moletom e a camiseta que estava usando. Suspirou olhando para o espelho, percebendo o quão acabada parecia, mas tirou isso da cabeça e tirou também suas roupas íntimas, andando até o Box do chuveiro.
Empurrou a porta de vidro com calma e ligou a água morna, suspirando aliviada assim que sentiu ela bater nos seus ombros e escorrer pelas suas costas. Fechou os olhos deixando que seus cabelos se molhassem e se perdeu tanto nessa sensação que ficou nela por minutos.
Você só saiu do transe quando ouviu o seu nome ser chamado de fora do banheiro. Por um segundo se assustou, mas não levou mais do que isso para perceber que era o seu namorado, apesar de isso ter te deixado confusa, já que ele definitivamente não teve tempo suficiente para jantar e voltar para casa.
“S/N?” Ele disse, abrindo a porta. “Ah, você está aqui.” Ele disse. “O que tá fazendo?”
“Tomando banho, ué.” Disse seca.
Você ouviu o Tae suspirar do outro lado, mas ignorou. Ou pelo menos tentou, até ele simplesmente abrir o box e entrar atrás de você no chuveiro, te assustando.
“O que você tá fazendo?” Falou, se virando para ele e tentando ignorar o fato de ele estar completamente nu e molhado na sua frente.
“Tomando banho, ué.” Ele respondeu, imitando o seu tom, e você apenas revirou os olhos e tentou se virar de costas para ele de novo, mas ele te segurou de frente para ele. “Não, espera.” Ele suspirou mais uma vez. “Eu queria pedir desculpas.” Você levantou uma sobrancelha. “Você estava cansada, devia apenas ter ficado com você ao invés de tentar te forçar a sair, ou de te deixar sozinha.”
“Tudo bem.” Você murmurou, se sentindo um pouco culpada também. “Eu não deveria ter sido tão grossa com você também, Tae, acho que descontei minha irritação em você sem merecer.” Deu um sorriso fraco para ele. “Até porque você só estava empolgado pra sair comigo, não sei porque me irritei tanto.”
“Tudo bem também.” Ele sorriu, se inclinando e te dando um leve beijo.
Acontece que o leve beijo de vocês logo foi ficando cada vez mais e mais profundo. Você levou as mãos para os cabelos molhados dele, e ele levou a mão dele para a sua cintura e quadril, onde deixou alguns apertões que certamente deixariam marca depois.
Ele te prensou contra o vidro e desceu os beijos para o seu maxilar e pescoço, te fazendo soltar um leve gemido assim que sentiu a língua dele contra a sua pele. Percebeu os lábios dele se curvarem em um sorriso segundos antes de o beijo se tornar um chupão, que te fez gemer mais uma vez.
“Não sabe o quanto eu amo ouvir isso.” Ele murmurou.
De repente, você sentiu o seu pescoço ficar livre dele, e estava prestes a reclamar, quando abriu os olhos e viu ele de joelhos na sua frente.
Nem teve tempo de dizer alguma coisa, apenas de agradecer mentalmente por terem colocado tapetes antiderrapante ali, quando ele levantou uma das suas pernas e a apoiou no ombro dele, o dando um acesso grande à sua parte.
“Tae, não precisa…” Começou a dizer, mas ele levantou o olhar para você de uma forma tão profunda que você ficou quieta no mesmo instante.
“Shhh.” Ele falou, voltando a abaixar a cabeça. “Só deixa eu fazer o meu trabalho.”
E assim foi. Você sentiu todo o seu corpo estremecer quando sentiu a boca quente dele entrar em contato com a sua intimidade, e levou a mão até os cabelos dele mais uma vez, apenas pela necessidade de agarrar algo. Ele começou a mexer a língua lentamente em movimentos circulares que te levaram ao delírio em pouquíssimo tempo.
A verdade era que já fazia um bom tempo que vocês não tinham relações tão íntimas. As últimas vezes que tinham transado tinham sido, nas palavras do Taehyung, “completamente toscas”, então vocês estavam dispostos a aproveitar completamente todas as sensações que iriam vir um do outro ali naquele momento.
“Tae, eu…” Você disse entre arfadas, tentando montar uma frase lógica mas tendo problemas até mesmo em pensar direito.
“Você o que?” Ele tirou a boca de lá, te olhando com um sorriso sacana.
“Eu não aguento mais.” Disse entre os dentes, o puxando para ficar de pé e invertendo as posições dos dois, o colocando contra o vídeo e se ajoelhando em poucos segundos. “Eu senti tanta falta disso.” Murmurou, praticamente hipnotizada pelo membro já ereto dele.
“Sentiu falta de me chupar?” Ele disse, te olhando sério, e você concordou com a cabeça, grudando os seus olhos nos dele enquanto escorregava a ponta dele na sua boca. “Porra…” Ele disse, enroscando os dedos no seu cabelo e batendo a cabeça contra o vidro, mas sem desgrudar os olhos dos seus.
Você soltou uma risadinha com a reação dele, passando a língua por toda a extremidade, até finalmente colocar tudo dentro da boca e começar a fazer movimentos de vai e vem com a cabeça.
Os gemidos do Tae eram baixos e graves, e só aquilo já estava sendo capaz de deixar o meio das suas pernas pinicando. Ele começou a guiar os movimentos da sua cabeça com as mãos, os tornando cada vez mais profundos e rápidos. Você escorregou a sua própria mão para a sua intimidade e começou a fazer leves movimentos circulares, que não chegaram nem perto de fazer o que a língua do Taehyung fez, mas você estava precisando de algo em contato com você o mais rápido possível.
“Eu vi essa mãozinha.” Ele disse, e você arregalou um pouco os olhos, fazendo ele soltar uma risada rouca. “Tem um jeito melhor pra te ajudar.” Ele te disse, tirando o membro da sua boca e te puxando para ficar de pé novamente.
Ele deu início a um beijo mais feroz do que os anteriores, enquanto escorregava a mão para a sua intimidade. Você sentiu um dos dedos dele escorregarem para dentro de você e se curvar, e não resistiu a soltar um gemido contra os lábios dele, se sorriu claramente satisfeito com a sua reação. Ele te empurrou até que encostasse na parede, levantando uma das suas pernas para prender na cintura dele, enquanto escorregava outro dedo para dentro de você.
“Ahh, Tae.” Você choramingou, arranhando de leve o ombro dele.
“Huh?” Ele disse, arqueando uma das sobrancelhas e estudando cada músculo do seu rosto. “Quer alguma coisa?” Você concordou com a cabeça, e ele soltou mais um dos sorrisos sacanas. “O que é, jagi?”
“V-você.” Disse. “Eu quero você, por favor.”
“Tudo bem.” Ele falou.
Ele tirou os dedos de você e os levou até a sua boca, grudando os olhos nos seus enquanto te observava limpar o próprio gosto da mão dele. Depois disso, sem nenhum aviso prévio, ele te pegou pelos quadris e te prensou contra a parede, fazendo com que cruzasse as pernas ao redor da cintura dele e enroscasse os braços no seu pescoço.
Assim que sentiu ele penetrar em você, grudou sua testa na dele, fechando os olhos com força e soltando um gemido arrastado.
“Hey.” Ele disse, e você murmurou uma resposta inaudível. “Olha para mim.” Falou, fazendo você abrir os olhos com muito esforço.
Ele estava movimentando os quadris de forma lenta, mas profunda, e você sinceramente não sabia dizer se aquilo era uma benção ou uma tortura.
“Pelo amor de Deus, Tae.” Choramingou, sentindo a respiração quente dele contra o seu rosto. “Vai mais rápido.”
“Assim não dá.” Ele falou, te colocando no chão. “Vira pra lá.” Ele apontou pro vidro, e você fez o que ele pediu.
Sem avisar, mas uma vez, ele segurou na sua cintura e te penetrou, fazendo você procurar por apoio no vidro gelado. Sentiu os calafrios por todo o seu corpo, vindos da sua barriga e seios, e ouviu uma risada grave dele quando você soltou um grunhido de raiva e prazer misturados.
O Tae enroscou mais uma vez os dedos nos seus cabelos, mas dessa vez para puxar a sua cabeça de uma forma que ficasse o mais empinada possível para ele. Com a outra mão livre, ele desceu até a sua intimidade, começando a fazer movimentos rápidos no seu clítoris enquanto depositava beijos e chupões na sua nuca e ombros.
“Ahh, Tae.” Você disse, começando a sentir suas pernas falharem. “Eu acho que tô chegando perto.”
“Aguenta só mais um pouco.” Ele grunhiu contra o seu pescoço. “Vamos juntos.”
“Vai logo.” Choramingou. “Eu não acho que vou aguentar muito mais.”
“Então se solta, jagiya.” Ele sussurrou de forma sensual contra o seu ouvido, servindo como um estopim para que você chegasse no seu ápice.
Soltou um gemido longo e manhoso, fazendo com que ele tivesse que literalmente te segurar para que não caísse no chão por conta do prazer.
Enquanto isso, ele mesmo estava à beira da loucura. Sentir você literalmente pulsando em volta dele, o apertando mais do que o normal repetidas vezes fez com que uma onda de prazer inexplicável corresse pelo corpo dele.
“Porra.” Ele disse entre gemidos graves, tirando o mesmo dele de dentro de você rápido e fazendo alguns leves movimentos com a mão no membro antes de chegar ao orgasmo, soltando o líquido pela sua bunda.
Você soltou um último gemido baixinho, tanto por ainda estar tentando se recuperar como pela sensação do líquido quente dele escorrendo por você. Ele também não estava muito diferente: estava praticamente hipnotizado pela visão de você alí daquele jeito na frente dele, e estava tentando recuperar o fôlego.
Resumindo: vocês estavam uma bagunça, mas não poderiam estar em uma situação melhor.
Ele te puxou para um abraço poucos segundos depois, com as suas costas contra o peito dele. Depositou um beijinho em cada chupão que tinha deixado pelo seu corpo, fazendo você rir fraquinho, tanto por achar o ato fofo quanto por ficar com cosquinhas.
Vocês voltaram para o banho real depois disso, trazendo de volta o carinho meloso que sempre esteve presente no relacionamento. Ele te ajudou a lavar o cabelo, assim como você fez com ele. Além disso, ajudaram um ao outro a se ensaboar e enxaguar, trocando diversos carinhos delicados ao longo dos minutos.
Quando saíram, para terminar com chave de ouro, um penteou o cabelo do outro, e o Tae passou uma pomada para hematomas que tinham nas suas marcas, parecendo um pouquinho arrependido, mas ainda assim orgulhoso.
“Eu ainda tô com fome.” Você resmungou, colocando o pijama.
“Então vamos jantar.” Ele disse, passando por você para sair do quarto, e você o olhou brava, fazendo ele rir. “Não, não assim.” Negou, e você franziu a testa em confusão. “Eu fui até o restaurante, mas vi que não tinha graça alguma ficar lá sem você então trouxe a comida pra casa.”
“Você trouxe comida?” Disse empolgada, passando por ele quase saltitando e indo até a cozinha, vendo as embalagens em cima da mesa. “Ah, Tae, eu te amo tanto.” Disse, se virando para ele que tinha acabado de entrar no cômodo e o puxando para um selinho.
“Eu também te amo, jagiya.” Ele respondeu, rindo de novo e te olhando de maneira apaixonada enquanto pegava os talheres para vocês comerem.