Meu nome é Letícia e meu desejo de mulher tem nome e formas absolutamente sedutoras: Natali. Naquela noite de Lua Cheia, a sós à beira da piscina do meu apartamento, estávamos a desfrutar do frescor da água, mas ambas queimando por dentro, como desejos aflorados e a libido nos empurrando uma em direção da outra. Nós flertávamos dentro da piscina, ansiosas para encaixarmos nossas bocas e nos desnudarmos dos nossos maiôs, promovendo um contato maravilhoso entre nossos corpos.
A todo instante, Natali me circundava ao nadar, deslizando aquelas mãos macias em meu corpo, especialmente entre as pernas, me provocando da forma mais maliciosa. Como eu poderia resistir a tamanha provocação? Nossos olhares se procuravam e aquele água estava agradável a ponto de querermos transar ali mesmo, com a Lua nos abençoando. O céu noturno limpo permitiu que a luz da Lua fosse como um holofote sobre nós duas, criando um cenário perfeito para uma noite de amor.
De repente, um toque mais ousado, causando um efeito cascata dentro de mim. Eram dedos faceiros.
Meu corpo reagia na mesma intensidade, querendo, sentindo, energizado por uma força condutora chamada prazer. Natali sabia exatamente como me deixar em estado hipnótico, esperando para ser dela. Ela brincava comigo, aproximando sua boca da minha sem me beijar, apenas insinuando que o faria. Que tortura maravilhosa.
Enfim, pude sentir a boca de Natali colar na minha e trocamos o primeiro beijo daquela noite. Envolvidas com tamanha troca, nossas mãos nos buscavam, procurando aquele tato gostoso, que nos colocou prontas a nos amarmos calorosamente. O desejo de tirar aquele maiô do corpo de Natali e sentir mais uma vez em meus lábios o sabor daquela pele só aumentava cada vez mais.
Natali parecia ler a minha mente e saber o que se passava dentro dela. Foi quando eu senti uma perna dela se colocar entre as minhas e Natali começar a roçar em mim. Aquele movimento me enlouquecia e me provocava demais. Eu não resistia, querendo mais. Natali colocou a mão em meu peito e sentiu meu coração acelerar, dando uma rizada atrevida.
Havia uma adrenalina que me tomava e me fazia enlouquecer. Como se não bastasse, Natali, sabendo meu ponto fraco, veio com aquela boca em meu pescoço e aquela língua subiu dali para minha orelha, onde ela me deu mordidas leves e provocantes.
Aquela vontade sem medida alguma de sentir o corpo de Natali com meus dedos, mãos, boca e o que eu mais pudesse usar a meu favor me consumia. Me sentando na escada da piscina, Natali apenas afastou para o lado o fio do meu maiô, expondo minha intimidade para que ela pudesse dali sugar a minha excitação em forma líquida.
Eu joguei meu corpo para trás e levei minha mão aos meus lábios, ofegando e gemendo enquanto Natali me provocava com os movimentos que a língua dela fazia em mim. Eu queria gritar, mas me contive para que não acordássemos algum vizinho que pudesse nos atrapalhar.
Saímos da piscina e Natali veio me beijar de uma forma ainda mais intensa, enquanto abaixava as alças do meu maiô, revelando meus seios aos olhos dela. Me olhando fixamente, Natali a passou a sugá-los.
Em resposta à Natali, alisei seus cabelos e depois os segurei firmemente, enquanto ela se aproveitava do meu corpo entregue. Minha respiração era totalmente descompassada, como se realmente Natali me tirasse o ar. Ela apenas subiu ao meu pé do ouvido e me disse: “Quero você todinha”.
O som daquelas palavras entrou meus ouvidos como um se fosse uma melodia que me levava ao transe. Passei a ficar ainda mais excitada, pois aquelas palavras, somadas às carícias que ela me dava, me transportaram para outro plano.
Natali parou do nada o que fazia em mim e se pôs de pé à minha frente, se livrando do maio e exibindo aquele corpo que eu tanto adoro ver, fazendo um show privado para mim, ao se colocar de joelhos e se tocar, tanto na intimidade quanto em seus seios, mordendo os lábios e me olhando fixamente.
Minha situação cardíaca não era mais a mesma e eu respirava como se o ar não entrasse e meus pulmões. Natali se aproximou de mim engatinhando, me olhando fundo até que se colocou sobre mim e me beijou calorosamente, de forma lenta e suave.
A língua de Natali passou em meus lábios como se fosse um batom. Não apenas eu, mas ela gemia gostoso demais com tal assédio. Eu sentia minha intimidade ficar cada vez mais molhada, escorrendo muito, pois, enquanto Natali me beijava, ela ainda introduziu seus dedos nela. Eu sentia minha intimidade pulsar enquanto aqueles dedos formavam um gancho dentro de mim, em movimentos de vai e vem.
Ansiosa para ir além, Natali tirou meu maiô e ficamos nuas, finalmente. Ela desceu aquela boca por todo a extensão do meu corpo, usando a língua em linha reta, provocando ainda mais reações em meu corpo. Quando ela alcançou minha intimidade, com aquele encaixe perfeito, eu senti uma sugada fortíssima lá embaixo e minha visão ficou turva, como se eu estivesse perdendo a consciência, devido ao prazer fantástico que me conduzia naquele momento.
Natali ainda iria me provocar mais, me virando de costas para ela e se deitando sobre mim, com a mão em minha intimidade, fazendo com que seus dedos me tocassem de forma circular, me fazendo escorrer bastante. Natali ainda me mordia a ponta da orelha e também lambia ali.
Soprando palavras provocantes e juras apaixonadas, Natali me provocava cada vez mais e me deixava em um transe absoluto. Quando ela me ergueu e se colocou embaixo de mim, encaixando minha intimidade na boca dela, eu passei a rebolar, sentindo aquela boca macia e aquela língua gostosa me deixarem de pernas bambas. Eu mal conseguia me manter de joelhos para que Natali continuasse, pois eu nem mesmo queria que ela parasse.
Desci e encaixei minhas pernas nas de Natali, começando a roçar fortemente a minha intimidade na dela. Eu precisava daquela sensação, pois Natali estava tão molhada quando eu. Natali puxava meus cabelos com toda a vontade, enquanto nossas bocas trocavam um beijo intenso e lento.
Eu já não segurava mais meus gemidos, que queria se libertar e ecoar naquele por aquele céu aberto sobre nós duas. Então, deixei que eles saíssem, ato repetido por Natali. Ergui meu corpo e levei minha mão até a intimidade dela, fazendo movimentos rápidos e precisos, deixando-a atordoada. Desci e fui beber o mel escorrendo de Natali. O sabor era doce e sua textura era uma delícia de sentir na boca.
Puxei Natali para a piscina e ela boiava na água, enquanto eu continuava sugando-a, para o meu deleite. O calor da água era como um combustível, pois o conforto de estar ali dentro, somado ao prazer da nossa transa, nos fazia sentir mais excitação ainda. Brincávamos com nossos corpos.
Natali me puxou e me levou para perto da escada da piscina e cruzou pernas comigo, roçando comigo dentro da água. A sensação foi indescritível. Nos pegávamos e nos beijávamos, apaixonadas demais uma pela outra e atraídas como se uma força nos levasse uma para a outra. De repente, Natali parou e colocou aqueles dedos novamente em ação dentro de mim. Foi o clímax que eu esperava. Eu agarrei e flutuei na água, sendo segurada por ela, enquanto seus dedos brincavam lá dentro, fuçando minha intimidade em todas as direções possíveis. Mandante daquele instante, Natali me conduzia por toda a extensão da piscina, me fazendo ter fortes sensações dentro mim que eu não conseguia sequer entender. Aliás, nem fazia força. Me bastava sentir apenas, pois eu queria mais que nunca sentir aquele prazer todo e me entregar pra ela. Então, estava tudo certo.
Saímos outra vez da piscina, nos deitando à beira dela, onde, mais uma vez, deixamos nossas intimidades coladas uma à outra, roçando já com a intenção de provocar nossos ápices. Natali segurava a borda da piscina, enquanto eu me remexia sobre ela. Escorríamos juntas, mas nada de nossos ápices virem, o que era também perfeito, pois ainda tínhamos forças para transarmos até nos esgotarmos.
Eu fui ousada, colocando Natali em quatro apoios e a pegando com força, sentindo o corpo dela se choca contra a minha intimidade freneticamente. Naquele instante, já conseguíamos gemer mais alto e sem medo de sermos flagradas por algum vizinho. Foi a mais forte sensação que eu tive naquela noite.
Natali me deitou e veio por cima, roçar em mim, tirando meu último fôlego com um beijo arrasador, que não era capaz de abafar nossos gemidos. Eu sentia Natali escorrer, assim como eu. Sinal que nossos ápices não tardariam, como de fato não tardaram. Fomos levadas ao céu dos prazeres, nos derramando juntas, formando um só líquido a escorrer por dentre as nossas pernas. Estávamos exaustas, mas felizes demais por uma noite tão gostosa.
No depois, a única coisa a ser feita foi nos deitarmos na espreguiçadeira, contemplando aquela Lua e as estrelas que a acompanhavam naquela noite maravilhosa, até que o sono foi fazendo sua morada e nos levou a adormecer. O corpo de Natali estava tão quente e convidativo ao sono, que me deixei levar primeiro, tendo meus cabelos acariciados por ela. Enquanto eu dormia, uma pequena fração da minha consciência me fazia sentir um agradável conforto, tudo porque eu estava no aconchego dos braços dela.
Autor Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.







