Gleich noch ein Jazzquartett. Eins schöner als das andere!
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Gleich noch ein Jazzquartett. Eins schöner als das andere!
Reflections
Mark Turner & Jerome Sabbagh
Jerome Sabbagh – sax Mark Turner – sax Joe Martin – bass Bill Stewart – drums
La Montaña Rusa 17.2020. Art Farmer. Jorge Cabadas. Jérôme Sabbagh & Greg Tuohey. Ari Hoening Trio. Matt Slocum.
La Montaña Rusa 17.2020. Art Farmer. Jorge Cabadas. Jérôme Sabbagh & Greg Tuohey. Ari Hoening Trio. Matt Slocum.
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Jerome Sabbagh, Greg Tuohey, Joe Martin, Kush Abadey "No Filter" Live at Cockney London Pub / Padova Jazz Club Giovedì 13 Febbraio 2020
foto: Damiano Xodo e Paolo Agostini
Cockney London Pub
Via Garibaldi ,9 Correzzola - Padova
Ingresso libero
Inizio concerto ore 22 e 30 circa
Cruzamento de estilos foi aposta ganha no SeixalJazz
E à quinta noite de concertos a 16.ª edição do SeixalJazz terminou da mesma forma como tinha começado, com casa cheia e uma plateia rendida ao talento dos músicos que estavam em cima do palco.
Na noite de encerramento, o quarteto do histórico saxofonista norte-americano Gary Bartz protagonizou um concerto memorável e foi brindado com o reconhecimento de um público que se despediu da banda com uma prolongada ovação em pé. O quarteto de Gary Bartz não ficou indiferente e retribuiu regressando ao palco para fechar a noite com um último tema.
No fim, como é hábito no festival, os músicos e o público trocaram algumas palavras no foyer do Auditório Municipal. Aos elogios, Bartz e Barney McAll , o pianista do quarteto, responderam com autógrafos e simpatia.
Em entrevista, ainda antes do espetáculo, Gary Bartz falou da maneira quase religiosa como vive a música e manifestou a vontade de continuar o caminho de procura e aprendizagem que o tem guiado ao longo de décadas de carreira. Já em cima do palco e em tom bem humorado haveria de repetir: "somos profissionais, não vamos parar".
(Vídeo da entrevista com Gary Bartz e imagens do concerto) A noite da livre improvisação
Na sexta-feira, o registo foi diferente, mas não faltaram os motivos de interesse. A premissa era a improvisação total e o Motion Trio, de Rodrigo Amado, Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, subiu ao palco do festival sem planos ou alinhamento.Com eles, tocou também o pianista Rodrigo Pinheiro, um músico que conhecem bem e que partilha da mesma vontade de fazer música livre, sem estruturas definidas previamente.
Assim, a noite foi de composição em tempo real."No palco somos só nós e os nossos instrumentos. A música que fazemos é totalmente improvisada", afirma Rodrigo Amado. A improvisação é uma disciplina exigente, mas a experiência e o conhecimento que os elementos da banda têm uns dos outros permite-lhes subir ao palco de um festival como o SeixalJazz com a confiança necessária para apresentar este tipo de espetáculo, explicou.
É esse entendimento que faz com que às vezes pareça que a música já estava escrita, completou. (Vídeo da entrevista com Rodrigo Amado e imagens do concerto) Jazz para todos
Na noite de quinta-feira, dia 22 de outubro, no arranque da segunda semana de SeixalJazz 2015, o palco foi do quarteto de Jerome Sabbagh, saxofonista francês radicado em Nova Iorque que tem impressionado o público e a crítica pela forma como mescla o jazz mais mainstream com as sonoridades mais periféricas.
Ao saxofone, o quarteto junta a guitarra, a bateria e o contrabaixo, uma combinação que, por vezes, transporta o grupo até sonoridades próximas do rock. Não é por acaso e quem o afirma é o próprio Jerome Sabbagh: "Ecletismo é uma boa palavra para descrever a nossa música. Agrada-me que ela chegue a toda a gente e não apenas ao tradicional ouvinte de jazz. A variedade é importante", confessou.
Sabbagh mostrou-se muito satisfeito por tocar no SeixalJazz, um festival que demonstrou conhecer bem: "Tenho muitos amigos que já tocaram cá e este é um daqueles festivais onde todos os músicos querem estar. Estou muito feliz por poder fazê-lo agora".
(Vídeo da entrevista com Jerome Sabbagh e imagens do concerto) NOTA: Texto publicado originalmente no site do SeixalJazz, no dia 25 de Outubro.
Marta Sánchez Quintet: Partenika (Fresh Sound New Talent, 2015; CD)
En Partenika, su segundo disco como líder, Marta Sánchez prosigue su exploración de sonidos modernos con un quinteto en el que se encuentran el cubano residente en España Román Filiu (que coincidió con Sánchez en Nueva York, ciudad en la que reside), y el francés Jerome Sabbagh, una figura familiar en la escena de Brooklyn.…
Marta Sánchez Quintet: Partenika (Fresh Sound New Talent, 2015; CD) was originally published on Tomajazz 2.5
Nos dias 16, 17, 22, 23 e 24 de outubro, a edição de 2015 do SeixalJazz apresenta um cartaz multifacetado e marcado pelo cruzamento improvável de várias linguagens jazzísticas.
Pela primeira vez, o festival recebe um concerto de jazz manouche, protagonizado pelo trio do holandês Paulus Schäfer. O gypsy jazz deste exímio guitarrista, em estreia em Portugal, abre de forma inédita o SeixalJazz e traz ao Auditório Municipal do Seixal o estilo jazzístico introduzido por Django Reinhardt na década de 1930.
No dia 17 de outubro, atua no SeixalJazz uma das maiores referências do jazz nacional e, certamente, um dos músicos de jazz portugueses com maior projeção internacional. O contrabaixista Carlos Bica sobe ao palco para liderar o seu projeto mais notável e inconfundível, o Trio Azul. A sonoridade e a história deste grupo confundem-se com a do próprio Carlos Bica que, com Frank Möbus e Jim Black, forma um trio definido pela originalidade e longevidade.
A segunda semana do festival começa no dia 22 de outubro com o quarteto do saxofonista Jerome Sabbagh. Nascido em França, mas radicado em Nova Iorque, Sabbagh tem entusiasmado o público e a crítica com os seus registos discográficos originais e ecléticos. Suportado pela energia incomparável de Ben Monder, Joe Martin e Mark Ferber, o saxofone inebriante de Jerome Sabbagh promete um concerto surpreendente.
No dia seguinte, volta o jazz nacional e um dos seus melhores intérpretes e criadores: o saxofonista Rodrigo Amado traz-nos o seu Motion Trio, com Gabriel Ferrandini, Miguel Mira e um convidado especial no piano, Rodrigo Pinheiro. Assim, o SeixalJazz prepara-se para acolher um concerto com músicos verdadeiramente inventivos, que seguem convictamente o caminho da livre improvisação.
No último dia, o SeixalJazz 2015 apresenta outro saxofonista ilustre, o norte-americanoGary Bartz. Dono de uma extensa e prolífica carreira, marcada por colaborações com músicos tão brilhantes como Miles Davis, Art Blakey ou Max Roach, Gary Bartz dispensa grandes apresentações. Desde muito cedo apontado como um dos saxofonistas soprano mais entusiasmantes desde Cannonball Adderley, experimentou variados estilos, mergulhou no jazz eléctrico, passou pelo free-jazz, pelo funk-jazz, pelo pós-bop e no caminho venceu um Grammy. No SeixalJazz apresenta-se no seu quarteto com Barney McAll, James King e Greg Bandy.
Paralelamente, um concerto comentado do quinteto do trompetista Gonçalo Marques, no dia 21 de outubro, quarta-feira, marca o início do projeto pedagógico A Escola Vai ao SeixalJazz. A atividade é dirigida a alunos e professores das escolas básicas do concelho do Seixal.