✦ Nome do personagem: Duan Jiaxu. ✦ Faceclaim e função: Chen Zheyuan - Ator. ✦ Data de nascimento: 31/10/1994. ✦ Idade: 30 anos. ✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele. ✦ Nacionalidade e etnia: China, chinês. ✦ Qualidades: Altruísta, eficiente e leal. ✦ Defeitos: Rígido, quieto e frio. ✦ Moradia: Mount Olympus. ✦ Ocupação: Entregador na Persephone's Petals e Radialista. ✦ Bluesky: @MO94DJ ✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY, ROMANCE. ✦ Char como condômino: É possível esquecer que se tem Jiaxu como vizinho, com sua rotina agitada, vive em jornada dupla apenas para manter sua cabeça ocupada com algo que não seja as vozes em sua cabeça ou algo do tipo.
TW's na bio: abandono e negligência parental, afogamento, descrição de cadáver, morte, negligencia policial, situação de rua, bullying, menção à situação análoga à esquizofrenia. Biografia:
A responsabilidade de criar um filho é imensa e imensurável, uma criança requer atenção, cuidados, além de amor e carinho de seus progenitores. Coisa essa que Haoran nunca presenciou em sua vida, nascido em uma época em que seus pais eram jovens, o garoto se tornou um empecilho em suas carreiras profissionais que ainda caminhavam para uma consolidação. Desde muito jovem ele aprendeu a se desenvolver com que tinha a disposição. Como uma família que vivia por aparências, contanto que nas reuniões de família Haoran se comportasse, era o suficiente. Era rara, às vezes que os pais o levavam para passear, o aniversário de três anos fora uma das poucas, mas foi a última saída em família. Haoran foi levado para um parque para celebrar a data, seus pais não muito esperado deles voltaram seus rostos para seus celulares e suas carreiras, nem repararam a criança indo atrás de um balão vermelho flutuando no céu, era uma das poucas vezes que tinha visto um e estava encantado com a cor vibrante, não reparou que estava indo para longe.
Haoran correu pelas ruas, seguindo o objeto que parecia guiá-lo para longe de casa, passou por lugares que ele nunca tinha visto antes, cheios de gente estranha e perigosa. Ele não percebeu o perigo que corria, nem o tempo que passava, só queria alcançar o balão. O mesmo chegou a uma ponte que cruzava um rio sujo e poluído, enquanto via balão descendo lentamente em direção à água. Pensou que talvez ele pudesse pegar o balão se pulasse na água. Ele não sabia nadar, mas não pensou nisso. Pensou no balão. Quando Haoran pulou na água, sentiu o frio e o nojo, ainda tentou pegar o balão, mas escapou de suas mãos. Seu folego estava acabando, o ar estava aos poucos sumindo, tentou subir à superfície, mas se afogou. Haoran sentiu uma dor forte no peito e uma escuridão invadindo sua visão, pensou que ia morrer, mas ele não morreu. Acordou em uma margem do rio, tossindo e vomitando, todo molhado e sujo. Ele não sabia onde estava, nem como tinha sobrevivido, mal sabia que a sua vida tinha mudado para sempre.
Seu desaparecimento virou notícia em toda a cidade natal, tomando a boca de todos, desde o momento em que os pais iam embora e se deram conta do sumiço, a notícia fora dada para alguns parentes enquanto os pais iam à delegacia, seus pais pareciam desolados e desesperados nas entrevistas que deram querendo o filhinho de volta, pelo menos era o que aparentava para todos, mas o final feliz dessa história não chegou. A polícia tinha encontrado um corpo de uma criança no rio, que tinha sido identificado como o dele. Haoran havia sido dado como morto. A polícia tinha encerrado o caso ali, dando como uma morte acidental, sem investigar mais nada, eles só não queriam perder o tempo procurando uma criança que provavelmente só gastaria o tempo deles. O corpo que tinham encontrado não era o dele, mas por estar desfigurado e usando as roupas dele, fora reconhecido pelos pais e caso encerrado. As peças daquele quebra-cabeça parecia muito bem encaixadas para contestar algo e assim o seu velório foi feito movimentando a cidade a prestar condolências a sua alma.
O que ninguém imaginava, era que, na verdade, Haoran estava bem longe dali lutando para sobreviver, a hipotermia era sua inimiga mortal, ainda lutava para expelir água contaminada de seus pulmões e organismo. Mais uma vez Haoran se encontrou desacordado e em um lugar desconhecido o qual não compreendia bem. Conforme caminhava, se encontrou com uma silhueta escura e misteriosa que apenas fez sinal para o seguir e o mesmo o fez. Naquele momento sua estava passando para outro lado sendo guiado pela morte. Em um momento, ele percebendo que havia algo errado, ele saiu correndo dali para a direção oposta a qual era guiado e desesperado, deixando uma parte de si para trás, em meio ao perdido que ele se encontrava ele escutou. **beep** **beep** e foi atrás daquele som, esperando que ele pudesse trazer algum aconchego para si. Abruptamente, Haoran acordou em um lugar branco, não sentia mais frio, muito menos o cheiro horrível do rio. Estava morto? O que era aquilo? O que tinha acontecido? Quem era ele? A sua pouca idade preenchia sua mente de perguntas e demorou um tempo para que um médico aparecesse e solucionasse tudo.
Por mais que entendesse que foi encontrado em um rio a beira da morte, como aquilo explicava aquela pessoa sem cabeça no canto da sala que ninguém via? A verdade mesmo é que parte dele estava conectada entre a vida e a morte o fazendo ter conexões com o mundo espiritual invisível aos olhos comuns, em suma, Haoran via almas de gente morta, mas para os outros só era muito estranho e o mesmo nunca mais falou daquilo. O chinês não sabia que ele tinha enganado a morte e ela ainda o perseguia. E não deixaria em paz por um bom tempo. Por algum milagre, Haoran sobreviveu, foi lhe dado um novo nome e uma nova vida, já que não havia memórias de onde morava nem de seus pais. Especialistas acreditavam realmente que ele recobraria a memória, mas nunca ocorreu. Haoran, agora Jiaxu viveu vagando por aí, dormindo pelas ruas, alguns comerciantes que se comoviam por sua pouca idade e sua situação, ofereciam comida e banho em troca de serviços leves, organizar coisas, ajudar a levar compras de clientes, coisas básicas que rendia em uma sobrevivência por mais alguns dias.
As coisas melhoraram quando fora acolhido por uma comunidade mais velha de um asilo humilde, onde dormia ali com permissão em troca de tarefas básicas, como limpeza e servir como um acolhimento para os idosos solitários que não tinham uma família presente, sendo praticamente adotado pela instituição. Não demorou muito para começasse a cursar uma escola obrigatória pelo governo que as tarefas evoluíssem e passasse para um real emprego, além de reais responsabilidades. Só que a paz não durou muito na escola, com parte de sua alma atrelada ao sobrenatural, não demorou muito que a sua percepção do real e dos espíritos que via se misturasse em sua cabeça, claro que Jiaxu não entendia de nenhuma forma. Apenas tentava ignorar tudo e todos, para as pessoas de sua idade era óbvio o que isso significava, Jiaxu era um louco esquisitão e isso o afastou de potenciais amigos e alvo de chacota, mas ele nem se importava com isso, a verdade era que o estudo era a única forma de reverter a sua situação, e bem.
Milagrosamente, contra tudo e todos, Jiaxu se formou, tanto na escola como na universidade com engenharia de som, mas se engana se o homem tinha interesse em ost de novelas, quer dizer, tinha uma certa curiosidade, e fazia uns samples, mas a verdade era que se encantou por algo um pouco mais antiquado, rádio. Claro que não viveria disso, apresentava um programa semanal: O 午夜理论, sempre nas madrugadas, enquanto isso alternativa com algo realmente que dava dinheiro, entregando coisas de lojas da cidade para clientes da própria Beijing, bem como fazendo o cansativo trajeto de Wuhan para Beijing. Ele era a ligação principal da cidade e cobrava taxas relativamente baratas, mas como era um serviço muito requisitado tinha um grande volume, pagava bem as contas e ainda juntava um bom dinheiro, este que investiu num lugar relativamente bom, mas sua vida mudou graças ao seu passado. Costumado a ajudar a terceira idade, recebeu uma surpresa quando fora apontado como o principal beneficiário do testamento de um dos que haviam o criado, em meio a confusão que isso trouxe com a família de sangue, Jiaxu não teve escolha a não ser vender o que tinha e apenas levar sua singela lambreta consigo para um novo destino: Coreia do Sul.
O chinês teve de aprender uma língua nova e adaptar-se ao novo lugar mais do que imaginava, viveu por um longo tempo em lugares pequenos e baratos, podia ser péssimo na língua, mas memorizar endereços era fácil para o homem que apenas recebeu a indicação de emprego para manter seu trabalho de entregador com todos os benefícios de um trabalhador honesto, a surpresa de Jiaxu foi se encantar com o condomínio e comprar uma mansão no Mount Olympus e apesar de não soar que teria condições de comprar, o dinheiro do testamento, junto as economias de radialista com a monetização do seu podcast e entregador foram essenciais, mas para todos, Jiaxu vive em Tartaros, sem elevador nenhum. Até quando?
🏛️ Escolhido por Perséfone✨ ✦ Título concedido ao cumprir os desafios do Caminho de Perséfone em 2025, no evento Bênção de Ostara. Você enfrentou os desafios impostos pelos seres mitológicos e agora é aquele que possui poder para transitar entre a luz e escuridão, florescendo mesmo estando retido nas profundezas do submundo.














