“ É um amor pobre aquele que se pode medir. “ Lola & Christian is Loris
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“ É um amor pobre aquele que se pode medir. “ Lola & Christian is Loris
@jukszix
Havia poucos dias desde sua chegada em New York, mas mesmo em poucos dias vivenciara muitas diversões na grande cidade que nunca dorme. Em um dia de treinos no circo, ficara sabendo sobre a festa que teria logo no primeiro fim de semana no lugar. De inicio não se interessara, mas depois de ser tão insistido por seus amigos, aceitara ir, mesmo a condição ser as roupas diferentes; que por graças as várias opções, conseguiram achar bem ali no circo. Enfim chegara o grande dia e lá estava Lola, junto ao pessoal do circo, sentados sob uma das várias cabanas que haviam ali. bebiam coquetéis de fruta enquanto riam e se divertiam com a música. Pegou então seu copo enfeitado com um pequeno adereço de abacaxi e resolvera observar a todos que estavam ali. Para sua surpresa, seus olhos se prenderam novamente naquela pessoa. Como em dois dias atrás, vivenciara aquela mesma sensação. Ele estava no bar, então não deixara de ser atrevida e se aproximar. Firme e confiante. Ao chegar, colocou ambos os braços sobre o balcão, ao lado dele, e pedir ao garçon um outro coquetel de abacaxi, sorrindo ao ser atendida levou o olhar ao loiro. Céus! Ele de perto era ainda mais belo. "Festas na praia costumam sempre ser ótimas, não é mesmo?" Puxou uma pequena conversa, não queria sair dali sem saber nada do rapaz.
O perigo está na esquina ao lado
Dias se passaram desde a grande descoberta de Lola sobre a vida de Chris, mas agora, diferente de antes quando não sabia de nada, ela podia sentir que ambos estavam ainda mais conectados e enfrentando exatamente tudo, juntos. O trabalho na floricultura ficava cada vez mais intenso e isso gastava as horas do dia de Lola, mas que ela gostava afinal de contas, assim o tempo passaria rápido para que enfim se entregasse aos braços de Chris. Voltava para casa em um bicicleta e poderia estar sonhando ou ficando até louca, mas jurava que um carro sempre a seguia na rua, tanto que até mesmo o viu na esquina da rua ao lado. Só podia estar imaginando coisas mesmo.
Era sábado e diferente dos outros dias da semana, costumava sair mais cedo da floricultura, assim pedalou para casa onde faria uma faxina daquelas e ficaria assim a espera de Christian, que não demoraria a chegar no trabalho. Ao adentrar no apartamento, depois de subir um lance e tanto de escadas com sua bicicleta, Lola tomou um grande copo de água bem gelada e minutos depois começou sua arrumação do apartamento. Levantou alguns móveis e prendeu os cabelos em rabo de cavalo, só que depois de tanto procurar, percebeu que não tinha vassoura por ali, então pegou um dinheiro e saiu do apartamento para que pudesse ir ao mercado da rua vizinha comprar uma. Desceu as escadas novamente e foi pega de conversa com Dona Meredith, a senhorinha que aplaudia o fato de Lola mudar o comportamento de Chris, com alguns minutos de conversa, a artista se despediu e saiu do prédio. Quando ia continuar sua caminhada foi puxada de uma vez só para dentro de um carro e com a única coisa que pulou de sua garganta, foi um grito que abafado por um lenço, apagou Lola com a substância que ele continha.
3 horas depois
Seus olhos, fracos, iam abrindo-se e com o piscar dos mesmos, foi deixando a imagem cada vez mais nítida. Ergueu a cabeça e pôde ver que estava em um cômodo sujo onde havia apenas uma lâmpada pendurada no teto, fraca e uma cadeira vazia à sua frente, onde então se lembrou que havia sido pega e colocada a força dentro de um carro desconhecido. Arregalou os olhos de imediato e o desespero voltou à tona, porém com uma amarra em sua boca, o som nem mesmo saía daquele cômodo. Remexeu-se na cadeira, mas estava com as mãos presas atrás de si. “SOCORRO!” Soltou um grito abafado pelo pano, mas carregado de medo do que iria acontecer ali. A maçaneta da velha porta de ferro mexeu-se, abrindo-a assim e liberando a imagem de quatro homens encapuzados e rindo de forma cruel, o suficiente para arrepiar a alma de Lola.
“Você trouxe o celular?” Disse um deles enquanto o outro rapidamente pegou o aparelho. Os olhos de Lola estavam marejados e ela se encolhia cada vez mais de acordo os homens se aproximavam. “Levantem-na.” O mesmo que havia perguntado do celular mando, assim os outros dois soltaram os braços de Lola e cada um segurou um braço, assim erguendo-a para que ficasse em pé. “Eu quero que capture cada detalhe dessa cena maravilhosa. Aquele desgraçado vai pagar por tudo o que já me fez. Encontramos o tendão de aquiles dele.” Todos riram e mais uma vez o medo gritou na cabeça de Lola, que remexeu-se novamente, mas os homens eram fortes demais para tentar se livrar deles. De quem eles estariam falando e por que iriam se vingar justamente com Lola? “Está gravando senhor.” Disse o do celular e assim, o tal homem se aproximou, com o olhar frio e em chamas, num rápido movimento e forte, ele rasgou a blusinha que a morena usava, assim liberando sua lingerie.
A cada peça de roupa tirada, Lola gritava abafado e sentia seu corpo queimar, ainda mais quando os homens que a seguravam ria e o outro passava as mãos pelo seu corpo nu, já que as peças íntimas foram arrancadas tão forte do seu corpo que a machucou. “Nãooo!!! Socorrooo!!” Chorava, mas estava abafado demais para que alguém a encontrasse, nem mesmo sabia sua localização em meio a todo aquele terror. Quando viu o homem retirar o cinto e desabotoar as calças, Lola entrou em pânico, pois rapidamente se tocou do que iriam fazer com ela. Se sacudiu tanto que conseguiu se soltar, mas ao chegar na porta, a mesma estava trancada e foi fácil capturá-la naquele cômodo. Estavam irritados, mas o homem que lhe arrancou a roupa estava irado, tanto que se aproximou com o cinto em mãos e açoitou a Young com força, o suficiente para machucar o corpo nu. Ela gritava com as dores e chorava ao mesmo tempo, até que caiu no chão, com pernas e braços trêmulas, tentou se apoiar mas tudo doías e ardia demais. Com um puxão em seu cabelo, novamente ela gritou e foi virada para o homem, assim arrastada até onde a lux ficava mais forte. Fraca e sem força por conta dos machucados, Lola não conseguiu reagir quando o homem agachou-se depois de retirar suas calças. O que aconteceu em seguida, ela não viu mais, já que recebeu uma pancada grande em seu rosto e apagou.
Depois do trabalho porco e imundo dos homens, o vídeo foi enviado para o e-mail de Christian. Certamente ele surtaria com tudo aquilo.